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  • 20 de Setembro, 2010
  • Por Ricardo Alves
  • Ateísmo

Hitler e os livre pensadores alemães

A Liga dos Livre Pensadores Alemães foi fundada em 1881. Em 1930 tinha 500 000 membros. Foi encerrada na Primavera de 1933, por ordem de Adolf Hitler. A sede nacional foi transformada numa repartição para dar informações ao público sobre as igrejas.

Max Sievers (a principal figura do movimento livre pensador) seria guilhotinado em 1944. Quando Hitler se vangloriou, num discurso em Outubro de 1933, de ter «eliminado o movimento ateísta», era à dissolução da Liga dos Livre Pensadores que se referia.

Noutro discurso, em Agosto de 1934, Hitler afirmou: «o Nacional Socialismo não se opõe à Igreja nem é anti-religioso, pelo contrário, está no campo de um verdadeiro cristianismo. Os interesses da Igreja não podem deixar de coincidir com os nossos no nosso combate contra os sintomas de degenerescência no mundo de hoje (…)».

Ao contrário do que pretende Ratzinger, nem Hitler era ateu nem os nazis pretendiam «erradicar Deus da sociedade». A Concordata de 1933, que foi um triunfo para ambas as partes, aconteceu justamente porque os nazis (em que se incluíam católicos como Hitler e Goebbels) concebiam um lugar para as igrejas na sociedade alemã. E Hitler favoreceu os «Cristãos Alemães», um movimento protestante abertamente racista, que destacava os aspectos potencialmente anti-semitas e racistas do cristianismo.

É portanto uma mentira reles dizer que os nazis pretendiam «erradicar Deus da sociedade», como afirmou o papa romano.

[Diário Ateísta/Esquerda Republicana]

51 thoughts on “Hitler e os livre pensadores alemães”
  • antoniofernando

    O Ricardo Alves que explique como é que um monstro que foi iniciado na sociedade satanista de Thule e teve como mestre ideológico o ” mago negro” Dietrich Eckart, um dos homens mais sombrios da desumanidade, poderia arrogar-se representante do ” verdadeiro cristianismo “. Se um louco afirmar que o verdadeiro ateísmo passa por exterminar todos os crentes, você achá-lo-ia ” legítimo representante” da maioria dos ateus ?
    Você fala na ” mentira reles” de Bento XVI. Mas mentira reles, descarada e repetida, é pretenderem associar a ética generosa e altruísta de Cristo a um conjunto de vândalos mafiosos e cruéis.
    Que diz de Francisco de Assis, de Ambrósio de Milão, do padre católico Maximilian Kolbe ? Nada ? Não sabe nada ?
    Alguma vez o judeu Jesus de Nazaré foi anti-semita e racista ?
    Conhece o seu ensinamento: ” amai-vos uns aos outros” ?
    Isso não lhe diz nada sobre a essência do Cristianismo, à luz dos ensinamentos do Nazareno ?
    Mentira reles é sim pretender deturpar intencionalmente a Doutrina de Cristo, tomando como exemplo um doido varrido que dizia o que lhe ia na real gana.
    Já alguma vez leu o ” Mein Kampf ” ?
    Pois eu já li. Quis saber o que levou o maníaco e esquizofrénico do Hitler a ter sido o monstro que foi.
    E no ” Mein Kampf” não há uma única frase que diga respeito a Jesus de Nazaré e aos seus ensinamentos. Nem uma, ouviu bem ?
    O seu texto só me merece um comentário:
    Mete-me nojo…

    • Nogod

      E o que me diz de Jozef Tiso, Leon Degrelle, Ante Pavelic, Aloisius Stepinac, Alois Hudal, Miroslav FIlipovic e Krunoslav Draganovic ??

  • antoniofernando

    “Não conheço ninguém que tenha feito mais pela Humanidade do que Jesus. De facto, não há nada de errado no Cristianismo. O problema são vocês, cristãos, que nem sequer começaram a viver segundo os seus próprios ensinamentos”

    Gandhi

  • rayssa gon

    O Papa dizendo que os ateus são nazistas é a mesmo coisa de um cacho de bananas acusar um japa de ser amarelo.

    nada contra os japas e muito menos contra bananas.

    agora, contra os nazis e o papa…..

  • Nmhd

    apenas 5000 membros

  • Joaoc

    O regresso da fedelha que não sabe o que diz e que deixam que pensem pela sua cabeça…

    • Laico

      Cuidado Joaoc, a Rayssa não é a fedelha que você imagina. Ela é uma pessoa muito sensata e talvez com mais estudos do que você mesmo.
      Não basta apenas ver algumas palavras postadas aqui neste portal para rotular alguém. Percorra a internet e talvêz fique a saber alguma coisa sobre a Rayssa que é cidadã brasileira, bem humorada e muito de bem com a vida.

    • rayssa gon

      fedelha????? filhão, eu tenho 22 anos ja. ta??

      mas consigo parecer menor de idade dependendo da roupa.

      por isso passo longe de igrejas catolicas, colegueeeeeeee!!!

    • Anónimo

      O filho da puta do teu correligionário está  a usar uns três ou quatro nikcs diferentes, inclusive o meu.

      Quando fazes discursos apenas do nojo que te metem ateus e homosexuais devias pensar na merda d efigura que tantos dos teus correligionários fazem.

  • Carpinteiro

    O que incomoda o Fernando e o colega de “trabalho” Jóta Çê, é que Bento XVI é efectivamente um católico nazista. Vamos começar:

    Este Papa é pródigo em falácias, erros históricos e má-fé. Má-fé SIM.

    Ele acusou-me, como ateu que sou, de responsável pelas piores atrocidades do século passado, reservo-me por isso o direito de resposta. Bento XVI acusa os ateus de serem responsáveis pelo Holocausto.
    Vamos então analisar o passado do papa Bento XVI:

    Foi membro da Juventude Nazi, isto é ponto assente. Segundo ele, isso ocorreu porque a filiação ao movimento nazi era obrigatória, ele era na altura muito jovem e não foi possível resistir.
    Será que foi assim? Na realidade a filiação à Juventude Hitlerista era obrigatória desde 1936 para os jovens de 10 a 14 anos. Em 1937, Joseph Ratzinger tinha 10 anos, mas só se filiou no movimento em 1941, quando já tinha 14 anos. O biógrafo de Bento XVI, John Allen, mente sobre o assunto, pois afirma que Ratzinger se afiliou no movimento nessa altura porque apenas em 1941 a afiliação se tornou obrigatória. Mas a afiliação era obrigatória desde 1936 e Ratzinger passou 4 anos após a obrigatoriedade da afiliação (entre os 10 e 14 anos) sem integrar o movimento.

    Ou seja, era obrigatório, mas não parece que fosse assim tão difícil evitar a filiação. Ratzinger permaneceu nele até abril de 1945, quando a Alemanha nazi estava prestes a sucumbir. O passado de Ratzinger como nazi não foi tão apático quanto o seu biógrafo também afirma: ele chegou a servir na Luftwaffe, a força aérea alemã, a partir de 1943, e chegou a pegar em armas para defender uma fábrica de aviões da BMW – uma fábrica em que trabalhavam escravos oriundos do campo de concentração de Dachau.

    Belo exemplo moral do futuro papa. As desculpas dele também não são próprias de quem pretende ter alguma autoridade moral. A filiação era obrigatória? Se ele conseguiu fugir dela durante 4 anos, por que não se esquivou mais tempo? Ele era novo? Essa desculpa é um disparate, pois justamente quando ele era mais novo, entre os 10 e os 14 anos, conseguiu desenvencilhar-se da obrigação, mas não quando tinha mais idade? Até poderíamos aceitar que um adolescente de 14 anos, naqueles tempos difíceis, poderia ser compelido a alistar-se. Era difícil resistir. Mas dizer que era impossível é uma vergonha. Havia fortes movimentos de resistência dentro da Alemanha nazi, e dizer que desistiu porque era impossível é um desrespeito para com os milhares de heróis que resistiram efectivamente. Pessoas como Oskar Schindler arriscaram muito para salvar centenas de judeus e outros perseguidos pelo regime.

  • ZECA-PORTUGA

    Este Ricardo tem por função animar a malta.

    Convém dizer que Hitler nunca se insurgiu contra aos ateístas – è mentira que alguma vez o tenha feito, mas sim contra os consumistas.
    O Nazismo é profundamente anti católico. Nem um só ponto do nazismo se aproxima da teologia cristã.

    A questão da tal associação de patifes, conhecida como “liga dos livre pensadores alemães”, é uma mentira inventada para esconder os verdadeiros motivos: eram agentes espiões de Moscovo. O que levou á morte alguns desses patifes, que eram comunistas ao serviço do ateísmo sanguinário de leste – Hitler limpou-lhes o sebo. E, se em vez de se virar para inocentes que nada fizeram, se tem acabado com o resto dessa pandilha, teria feito um grande favor à humanidade.
    Mas com isso, não quer dizer que estava a eliminar os ateístas, mas sim os espiões e agentes do inimigo. Aliás, aos demais ateístas da seita nada lhes aconteceu. Ora, sendo Hitler pouco dado a clemências, se tivesse algo contra, eles não escapariam.
    Á medida se iam conhecendo as atrocidades cometidas, Hitler delineou a estratégia. Convencido de que eram verdadeiras as palavras do detestado Marx, convenceu-se que a religião era mesmo o “ópio do povo” e que invocando a religião manteria o povo calado.
    Daí a sua expressão: “Deus no céu, Hitler na Terra”.

    Mas, por baixo dessa capa de cordeiro, Hitler odiava os cristãos. Por isso muitos foram vitimas do nazismo e pereceram, sobretudo fora da Alemanha.
    Hitler afirmava mesmo: “The Mohammedan religion too would have been much more compatible to us than Christianity.
    Why did it have to be Christianity with its meekness and flabbiness?”

    [“A religião maometana também teria sido muito mais compatível connosco do que o cristianismo. Porque é que tem que ser o cristianismo com a sua mansidão e flacidez?”]

    Hitler não era crente, muito menos cristão. O Nazismo é profundamente anti-cristão e contraria a toda a teologia cristã .

    A discurso de Hitler é típico dos ateístas, como o Ricardo, o sr, Esperança e demais ateístas – usa os princípios da religião para ocultar actos indecentes, cruéis, vis e ordinários que cometem.
    Para Hitler a religião era a cortina de fumo que poderia sossegar as “massas”, acreditando no tal “ópio do povo”. Nada que os ateístas mordernos não saibam usar.

    Um bom exemplo de como o nazismo sempre foi ateísta é a família dos alemães de ideologia nazi que estão ligados a esta Tasca – os Kriphall (alemães e ateístas).

    Outra coisa verdadeiramente nojenta é o branqueamento da verdade feito online com recurso a um site que há muito perdeu a credibilidade – a wikipédia.

    Resumindo:
    O NAZISMO FOI O GRANDE MOVIMENTO ATEÍSTA DO OCIDENTE !
    O GRANDE SONHO DO NAZISMO ERA IMPOR-SE COMO UMA IDEOLOGIA DE RAIZ ATEIA, SUBSTITUINDO AS RELIGIÕES.

    Mas, descansem os ateístas, nunca passarão de um movimento residual de dementes e atrofiados, sejam nazis, comunistas, etc.

    • Nelsongameiro

      a unica coisa que tenho a dizer e … faco minhas as palavras de Richard Dawkins

      http://www.youtube.com/watch?v=yWquVjhdZaU&feature=player_embedded

    • Anónimo

      Caríssimo ZECA-PORTUGA:Você lê livros de História? Vou ser franco, mas surpreende-me negativamente a sua ignorância nestas matérias, bem como a amalgama de conceitos e ideologias que mistura sem atender aos respectivos enquadramentos e contextos da época, sobretudo a tendenciosidade com que dobra e revisiona levianamente a História a seu bel prazer…

      Lamentável…

  • Zeca-portuga

    Atenção srs, ateístas:
    Tratem de fazer uma revisão da Wikipédia, pois diz coisas como:

    “Within Hitler’s Nazi Party some atheists were quite vocal, especially Martin Bormann.”

    E chega, até, a contradizer-se:

    Hitler muitas vezes usou o discurso e simbolismo religioso na sua propaganda para promover o nazismo para aqueles que ele temia estar dispostos a agir contra ele.
    Também usou a religião como pretexto de diplomacias.

  • Zeca-portuga

    Depois, há que censurar isto:

    Em 1985, o autor austríaco Wilfried Daim publicou uma fotografia de um documento assinado por Hitler em 1943, que propunha a:

    “Abolição imediata e incondicional de todas as religiões, após a vitória final (” Endsieg ‘), não só para o território da Grande Alemanha, mas também para todos os países libertados, ocupados e anexados …, anunciando ao mesmo tempo, Hitler como o novo messias.

    […]
    . As igrejas existentes, capelas, templos e lugares de culto das diferentes religiões devem ser transformados na consagração “lugares de Adolf Hitler.

  • antoniofernando

    Quem verdadeiramente quiser entender Hitler e o Nazismo terá que se dispor à leitura fastidiosa do Mein Kampf, por um lado, e estudar a seita satanista da Sociedade de Thule, de que Hitler e grande parte da sua camarilha foram adeptos. Dessa conjugação, poder-se-á concluir como é que dois homens, em conjugação perversa de esforços, Dietrich Eckart e o seu discípulo Adolfo Hitler, conseguiram a proeza diabólica de construir o Nazismo. Mediante Mein Kampf, ficamos a saber que Hitler só verdadeiramente amou uma pessoa na sua vida: sua mãe, Clara Hitler, prima direita de seu pai e que, inicialmente, fora trazida para a casa de família para funcionar como serviçal. Quando Clara Hitler morreu, Hitler tinha 19 anos e também já lhe falecera o pai. Ficou despedaçado. Hitler afirmou que só chorou uma vez na vida: no funeral de sua mãe. Depois entrou numa vida errante, marginal, dormindo ao relento e pintando trabalhos medíocres para sobreviver. Tentou entrar duas vezes na Academia das Artes de Viena mas por duas vezes chumbou. O ódio aos judeus é explicado por duas formas: por nunca ter perdoado ao médico judeu Eduard Bloch não ter conseguido salvar a sua mãe do cancro que a atormentava. Mas esta hipótese não parece plausível porque esse médico foi o único judeu que Hitler não perseguiu. Outra versão aponta, a meu ver, num sentido mais credível: despedaçado com a morte da mãe, totalmente só na vida, sem eira na beira e socialmente fracassado, havia que encontrar bodes expiatórios para as suas profundas angústias existenciais. E nada melhor para ele do que canalizar o seu ódio para aqueles que possuíam posições de destaque na sociedade austríaca e alemã: os judeus. Através do Mein Kamp vê-se bem que Hitler não possuía nenhuma genuína fundamentação religiosa contra os judeus. A sua perseguição foi exclusivamente motivada por razões seculares. Todos os judeus, crentes ou não crentes, tinham que ser cilindrados. Menos um: Eduard Bloch. Acham que foi por mero acaso? Retornando mais uma vez ao Mein Kampf, também se percebe bem que o elemento de propagada era fundamental para Hitler alcançar o poder. Fosse o que ele precisasse de fazer, mentindo, deturpando, falseando, ele fazia. Se lhe fosse útil invocar que estava ao serviço de Deus ele fazia-o, como fez. Se tiverem dúvidas sobre os seus métodos propagandísticos e manipuladores, vejam o que se passou com o chamado Putsch da Cervejaria, com a Noite dos Facas Longas, em que vários dos seus próprios correligionários foram, a seu mando, assassinados, incluindo Rohm, o líder das S.A, ou com a Noite de Cristal. Mas de algo posso garantir: não existe nenhuma referência no extenso Mein Kampf a Jesus de Nazaré ou à sua doutrina. Quem achar que foi por mero acaso faça o favor de se servir. Em todo o caso, a vida de Hitler fez-me reflectir até que ponto de crueldade pode ir um homem ressabiado. Para bom entendedor…

    • Confrariaalfarroba

      a seita satanista da Sociedade de Thule…
      ok!…
      uma seita satanista.
      e, se é satanista não é ateia… até porque satã é outro mito ido tamanho de deus.

      os ateus se recusam a existência de deus, jamais poderão aceitar outro mito da mesma dimensão (aquele que habita, segundo os cristãos, as profundezas do inferno… ou habitava, porque agora acho que já não há inferno. mas pronto, no meu tempo de escola ainda íamos para o inferno quando nos portávamos mal…).
      está certo o raciocínio?

      bom…
      o que é facto é que hitler admirava 2 magos ingleses; aleister crowley e austin o. spare. o primeiro (que se sabe do seu encontro com fernando pessoa na boca do inferno – cascais) considerava-se a encarnação da “grande besta 666” e o segundo, é o autor da chamada corrente “kaótica” ou magia do kaos.
      ao que consta (não é certo), é que ambos foram convidados por hitler ou pelo seu staff… sabe-se que austin o. spare recusou por questões ideológicas, em contrapartida crowley (terá(?) dialogado com os nazis…).

      já que lança as cartas da sociedade secreta, terá por certo dados sobre isto… ou não, fernando?…

      e dando de barato as muitas ligações de hitler com as várias seitas cristãs – icar incluída…
      será legítimo chamar a um satanista ateu?…

  • sxzoeyjbrhg

    “Já alguma vez leu o ” Mein Kampf ” ?
    Pois eu já li. Quis saber o que levou o maníaco e esquizofrénico do Hitler a ter sido o monstro que foi.
    E no ” Mein Kampf” não há uma única frase que diga respeito a Jesus de Nazaré e aos seus ensinamentos. Nem uma, ouviu bem ?
    O seu texto só me merece um comentário:
    Mete-me nojo…”

    Afinal quem é que não leu o “Mein Kampf”?

    PRIMEIRA PARTE

    XI – Povo e raça

    […]

    “A doutrina Judaica é, em primeiro lugar, um guia para aconselhar a conservação da pureza do sangue, assim como o regulamento das relações dos judeus entre si, mas ainda com os não judeus, isto é, com o resto do mundo. Não se trata, em absoluto, de problemas morais, e sim de questões económicas, muito elementares, Existem hoje e já existiram em todos os tempos estudos bastantes aprofundados sobre o valor ético do ensino da doutrina Judaica, espécie de religião, que, aos olhos arianos, parece, por assim dizer, escabrosa (tais estudos naturalmente não provém da iniciativa dos judeus, ao contrário, seriam habilmente adaptados ao fim visado). O produto dessa educação religiosa – o próprio judeu, é o seu melhor expoente. A sua vida só se limita a esta terra, e o seu espírito conservou-se tão estranho ao verdadeiro Cristianismo quanto a sua mentalidade o foi, há dois mil anos, ao grande fundador da nova doutrina. A verdade é que este não ocultava os seus sentimentos relativos ao povo judeu; em certa emergência pegou até no chicote para enxotar do templo de Deus este adversário de todo espírito de humanidade que, outrora, como sempre, na religião, só discernia um veículo para facilitar sua própria existência financeira. Por isso mesmo, aliás, é que Cristo foi crucificado, enquanto nosso actual cristianismo partidário se rebaixa a mendigar votos judeus nas eleições, procurando ajeitar combinações políticas com partidos de judeus ateístas e tudo isso em detrimento do próprio carácter nacional.”

    […]

    Tradução completa em inglês:

    http://www.archive.org/stream/MeinKampf_483/HitlerAdolf-MeinKampf-VolumeIIi1939525P._djvu.txt

    e em português:

    http://www.archive.org/stream/MinhaLuta/MinhaLuta_djvu.txt

    “That is the reason why a prophet only seldom counts for something in his own country.”

    -Adolf Hitler (Mein Kampf)

    (“For Jesus himself testified, that a prophet hath no honour in his own country.” John 4:44)

  • Carpinteiro

    «Mas de algo posso garantir: não existe nenhuma referência no extenso Mein Kampf a Jesus de Nazaré ou à sua doutrina. »

    António Fernando.

    No Mein Kampf, Hitler escreveu o seguinte:
    Portanto, estou convencido de que ajo como agente do nosso Criador. Ao lutar contra os judeus, estou a fazer o trabalho do Senhor.

    *fonte:http://wais.stanford.edu/Germany/germany_hitler03102004.htm

    • antoniofernando

      Ó Sr. Carpinteiro:

      Você leu bem o que eu escrevi:

      “Retornando mais uma vez ao Mein Kampf, também se percebe bem que o elemento de propagada era fundamental para Hitler alcançar o poder. Fosse o que ele precisasse de fazer, mentindo, deturpando, falseando, ele fazia. Se lhe fosse útil invocar que estava ao serviço de Deus ele fazia-o, como fez.”

      Estou-me nas tintas para o que um louco dizia.Leia mais da satânica Sociedade Thule, de que Hitler e a sua camarilha foram adeptos, que ficará a perceber a verdadeira natureza dos propósitos que o animavam. Você não acredita em Deus, mas,pela amostra dos seus comentários, já vi que, se o Diabo em pessoa, lhe aparecer à frente a dizer que actua como agente do Criador e que está a fazer o trabalho do Senhor você vai acreditar no que o Diabo diz. Grande lúcido você me saiu…

    • antoniofernando

      Diga lá Carpinteiro onde é que está no Mein Kampf qualquer alusão a Jesus Cristo e à sua Doutrina. Mas procure bem,linha por linha…

  • Carlos_s1970

    Parece que quem não lê és tu, Jovem!

    Se leres bem os comentários, incluindo os últimos do comentador Zeca Portuga, verás que quem parece não ler és tu e mais alguns colegas teus.

    O autor, realmente, nunca leu o “Mein Kampf” nem tem a mais básica ideia da História do século XX. ´

    Não é defeito: está na media.

    • Anónimo

      Caríssimo Carlos_s1970:

      Está enganado, tive que ler muito, estudar muito, e por conhecer estas matérias relacionadas com a História não poderia alguma vez escrever esse tipo de comentários. Segue uma constatação muito simples, quantas páginas acha que se perdem num artigo que foca apenas, por exemplo, o enquadramento cultural norte europeu no período entre as duas grandes guerras? Pois…
      E se acha os comentários de Zeca Portuga substanciais, o que dizer então daqueles que apresentam as fontes de onde retiram as suas citações…

      Pois, volto a escrever, a amalgama de conceitos e ideologias sem atender aos respectivos enquadramentos e contextos da época, revelam uma extrema ignorância na forma como se trata seriamente estas questões, sobretudo quando tendencialmente se revisiona leviantemente a História a seu bel prazer.

      A “Minha luta” está disponível para todos lerem nas prateleiras de muitas bibliotecas públicas, qualquer um pode ler, se os meus “colegas” (como insinua…) e os meus “colegas de outra turma” (na sua linha de insinuação…) leram ou não leram é com cada um, eu sei o que leio, e só posso responder por mim…

  • Carpinteiro

    Os católicos sempre tiveram uma tendência nata para lixiviar a história, adaptando-a às suas necessidades e interesses. Referem com frequência que Hitler nasceu numa família cristã mas, que abandonou a religião quando ascendeu ao poder. Ora esta é uma mentira deslavada. Em 1941, ou seja, no meio da Segunda Guerra Mundial, Hitler disse a Gerhard Engel, um dos seus generais:

    “Eu sou tão católico quanto antes e sempre serei”

    – Senhor Fernando; estas, são palavras de um ateu?

    Fonte: http://wais.stanford.edu/Germany/germany_hitler03102004.htm

    • antoniofernando

      Senhor Carpinteiro e alter ego do Senhor Carlos Esperança:

      Essas palavras são as palavras de um louco e você sabe disso. Não o tomo por tão inculto e tão intelectualmente diminuído que você não consiga discernir a manipulação descarada de um paranóico. Mas a azia perturba-lhe o pensamento e você mandou a lucidez às malvas.O Hitler era tão católico como você…

  • Carpinteiro

    «O Hitler era tão católico como você… »
    Fernando, podemos incluir aqui o Papa?
    Obrigado;-)

  • Antonioportorosa

    Verdade seja dita :Hitler era contra toda
    a raça judaica, sejam ateus ou religiosos.
    Ele agiu como deus, querendo criar a raça
    ariana e tinha seus próprios símbolos
    religiosos.
    Ele não citaria Jesus só pelo fato de este ser um judeu.
    As palavras “senhor e deus” podem ser usadas por qualquer um.

  • Ricardo Alves

    Senhor António Fernando,
    não sei se entendeu onde eu queria chegar,

    Os factos são:
    1) Ratzinger afirmou que os nazis queriam «erradicar Deus da sociedade»;
    2) Os nazis extinguiram o movimento livre pensador;
    3) Os nazis toleraram as igrejas, promovendo mesmo uma própria (racista, os «cristãos alemães») e celebrando acordos com outras (a Concordata com a ICAR).

    Destes factos eu concluo que Ratzinger produziu uma reles mentira para efeitos de propaganda. É só isto.

    Quanto aos pensamentos íntimos de Hitler sobre religião, desconheço-o. Pode ter pertencido a dezenas de sociedades, associações e cultos. Uma delas, a ICAR.

    E, sobre Cristo, escreveu isto no Mein Kampf:

    «The best characterization is provided by the product of this religious education, the Jew himself. His life is only of this world, and his spirit is inwardly as alien to true Christianity as his nature two thousand years previous was to the great founder of the new doctrine. Of course, the latter made no secret of his attitude toward the Jewish people, and when necessary he even took the whip to drive from the temple of the Lord this adversary of all humanity, who then as always saw in religion nothing but an instrument for his business existence. In return, Christ was nailed to the cross, while our present-day party Christians debase themselves to begging for Jewish votes at elections and later try to arrange political swindles with atheistic Jewish parties– and this against their own nation.» (Vol 1, capítulo 11)

    Ou isto (que me parece mais revelador do tipo de cristianismo que preferia): «The greatness of Christianity did not lie in attempted negotiations for compromise with any similar philosophical opinions in the ancient world, but in its inexorable fanaticism in preaching and fighting for its own doctrine.» (capítulo 12)

    Ou ainda: «For how shall we fill people with blind faith in the correctness of a doctrine, if we ourselves spread uncertainty and doubt by constant changes in its outward structure?

    …Here, too, we can learn by the example of the Catholic Church. Though its doctrinal edifice, and in part quite superfluously, comes into collision with exact science and research, it is none the less unwilling to sacrifice so much as one little syllable of its dogmas… it is only such dogmas which lend to the whole body the character of a faith.» (Vol. 2, cap 7)

    «In the ranks of the movement [National Socialist movement], the most devout Protestant could sit beside the most devout Catholic, without coming into the slightest conflict with his religious convictions. The mighty common struggle which both carried on against the destroyer of Aryan humanity had, on the contrary, taught them mutually to respect and esteem one another.» (Vol 2, cap 10)

  • antoniofernando

    Mais elementos para quem quiser analisar a verdade objectivas dos factos:

    Encíclica do Papa Pio XI de 1937 contra o Nazismo:

    “Damos graças, veneráveis irmãos, a vós, aos vossos sacerdotes e a todos os fieis que, defendendo os direitos da Divina Majestade contra um provocador neopaganismo, apoiado, desgraçadamente com freqüência, por personalidades influentes, haveis cumprido e cumpris o vosso dever de cristãos.”

    “10. Quien, con una confusión panteísta, identifica a Dios con el universo, materializando a Dios en el mundo o deificando al mundo en Dios, no pertenece a los verdaderos creyentes.
    11. Ni tampoco lo es quien, siguiendo una pretendida concepción precristiana del antiguo germanismo, pone en lugar del Dios personal el hado sombrío e impersonal, negando la sabiduría divina y su providencia, la cual se extiende poderosa del uno al otro extremo (Sab 8,1) y lo dirige a buen fin. Ese hombre no puede pretender que sea contado entre los verdaderos creyentes.

    15. Solamente espíritus superficiales pueden caer en el error de hablar de un Dios nacional, de una religión nacional, y emprender la loca tarea de aprisionar en los límites de un pueblo solo, en la estrechez étnica de una sola raza, a Dios, creador del mundo, rey y legislador de los pueblos, ante cuya grandeza las naciones son como gotas de agua en el caldero (Is 40, 5).

    44. Dirigimos una palabra de particular gratitud y de exhortación a los sacerdotes de Alemania, a los cuales, con sumisión a sus Obispos, corresponde mostrar a la grey de Cristo los rectos senderos, en tiempos difíciles y en circunstancias duras, con la solicitud diaria, con la paciencia apostólica.

    46. Se ofrecen a nuestra vista, en inmenso desfile, nuestros amados hijos e hijas, a quienes los sufrimientos de la Iglesia en Alemania y los suyos nada han quitado de su entrega a la causa de Dios, nada de su tierno afecto hacia el Padre de la Cristiandad, nada de su obediencia a los obispos y sacerdotes, nada de su alegre prontitud en permanecer en lo sucesivo, pase lo que pase, fieles a lo que han creído y a lo que han recibido como preciosa herencia de sus antepasados. Con corazón conmovido les enviamos nuestro paternal saludo.

    48. Y en prime lugar, a los miembros de las asociaciones católicas, que con valentía y a costa de sacrificios, a menudo dolorosos, se han mantenido fieles a Cristo y no han estado jamás dispuestos a ceder en aquellos derechos que un solemne pacto había auténticamente garantizado a la Iglesia y a ellos.

    http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_14031937_mit-brennender-sorge_sp.html

    49. Venerables hermanos, estamos ciertos de que las palabras que Nos os dirigimos, y por vuestro conducto a los católicos del Reich alemán, encontrarán, en esta hora decisiva, en el corazón y en las acciones de nuestros fieles hijos un eco correspondiente a la solicitud amorosa del Padre común. Si hay algo que Nos imploramos del Señor con particular fervor, es que nuestras palabras lleguen también a los oídos y al corazón de aquellos que han empezado a dejarse prender por las lisonjas y por las amenazas de los enemigos de Cristo y de su santo Evangelio y que les hagan reflexionar.”

  • Nuno

    Como por exemplo????

  • Confrariaalfarroba

    se um ateu se recusar a ler o “Mein Kampf” (por causa das náuseas), será natural.
    já para um cristão a leitura será mais ligeira… (digestiva…)

    o “Mein Kampf” e a biblia são, por certo, os vossos livros de cabeceira… (digo eu, tendo em conta a javardice do vosso discurso).

  • Molochbaal

    Bela coleção de tiros no pé.

    Portanto, acabaste de admitir que, apesar de ser obrigatório, o papa conseguiu evitar a Hilerjugend durante 4 anos. Belo exemplo de “entusiasmo” nazi.

    Claro que para ti isso não é nada. O chavalo tinha de ser nada menos do que um herói e ser capaz de evitar indefinidamente uma organização obrigatória, menos do que isso é nazi. Gostei também da parte em que ignoraste que o suposto fanático nazi DESERTOU do próprio serviço militar obrigatório quando outros lutaram até ao fim e alguns até se suicidaram para morrer com o Reich.

    Gostei também imenso da tua acusação de que também tinha a obrigação de simplesmente evitar esse serviço militar obrigatório, nada menos do que isso seria aceitável para um herói de poltrona como tu.

    E depois atiras com o facto de que uns milhares até o fizeram. Sim, em 70 milhões de habitantes uns milhares até o fizeram, alguns desses milhares tendo acabado prematuramente no crematório. Mas como em todas as sociedades, a maior parte das pessoas não são heróis, como tu, e simplesmente 99% da população alinha, porque tem de alinhar, porque tem medo, porque tem medo pela família, ou porque é manipulado.

    Claro que não me refiro à têmpera dos heróis, como tu, que sem dúvida nenhuma enfrentarias o III Reich de peito aberto, tipo capitão américa.

    Ou isso ou acabavas a marchar nas SS de bolinha baixa… É que falar de poltrona é fácil…

    • Carpinteiro

      Caríssimo Molochbaal.Deixando essa sua conversa fiada sobre heróis e sofás, vamos ao que interessa:1º Se o Papa conseguiu fugir ao alistamento durante 4 anos, por que não se esquivou por mais tempo?
      2º O Papa filiou-se no partido nazi em 1941 quando tinha 14 anos. A filiação era obrigatória entre os 10 e os 14 anos de idade. Se era obrigatória, porque se filiou apenas aos 14 e não aos 10?
      3º O biógrafo do Papa afirma (com o aval deste) que o Papa se filiou aos 14 anos e não antes, porque foi a partir dessa dessa data (1941) que a filiação no partido se tornou obrigatória. Acontece que essa informação é falsa. Na realidade a obrigatoriedade de filiação no partido foi imposta em 1936.«Mandatory ParticipationOn December 1st, 1936, Hitler decreed “The Law concerning the Hitler Youth” which mandated that all young Germans (excluding Jews) would “be educated physically, intellectually and morally in the spirit of National Socialism” through the Hitler Youth from the age of ten onward. This law also effectively ended the Catholic Youth Organization which had managed to hold out for three years amid constant Nazi harassment.»Pode confirmar: http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-prelude.htm4º Porque têm necessidade de mentir tão descaradamente na biografia de alguém que pretende ter autoridade moral sobre toda a cristandade, o próprio Papa? – Quem não deve não teme!Confirme: http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=eR8weSA-f9gC&oi=fnd&pg=PP11&dq=pope+benedict+xvi+nazism&ots=swAqQpPFMr&sig=cc70EpIpL7htlzlFGaCVLURBnAk#v=onepage&q=nazi%20youth&f=false

      • Molochbaal

        Resumindo, continuas a insistir no facto de que se alistou na Hitler Yugend (não é o mesmo do que o partido nazi) quando eventualmente o poderia ter evitado. Poderia ? Não sei. A ultima parte da guerra assistiu a uma radicalização do regime e o facto de estar no limite de idade e nunca ter aderido, quando era obrigatório poderia não ser visto com bons olhos. Sublinhemos que, quem poderia não ver isso com bons olhos tinha o poder para mandar a família toda para um campo de concentração.

        Por outro lado nunca te colocas a questão do porque é que ele terá evitado alistar-se até mesmo ao ultimo ano. Apesar de obrigatório evitou até ao ultimo momento.

        Será que consideras que evitou aderir à Hitler Jugend durante 4 anos porque era um nazi fervoroso e queria imenso aderir ? A tua lógica é um verdadeiro mistério. Confesso que suplanta a minha de longe porque não dá mesmo para compreender.

        Por outro lado, mesmo que tivesse aderido por vontade, estamos a falar de um puto de 15 anos, sujeito à maior máquina de propaganda da história da humanidade, numa situação de guerra total que o seu país estava a perder e na expectativa de ser invadido.

        Quer por medo, quer porque lhe deram a volta, a maior parte das pessoas nessa situação faria o mesmo.

        Mas já vi que não adianta. Afinal para ti, até o facto de reconheceres que ele conseguiu fugir ao alistamento durante 4 anos é uma prova de que era um fervoroso nazi.

        Palavras para quê ?

      • Anónimo

        Não estás a falar com o moloch mas com o antonio fernando.

  • Molochbaal

    Ainda perdes tempo a responder a um anormal daqueles ?

    O zequinha até chegou a dizer que os factos documentados por instituições científicas de animais terem relações homosexuais se deve apenas aos referidos animais estarem a BRINCAR.

    Livra, a casa dele é que eu não ia. Ainda se ia por com BRINCADEIRAS. 🙂

    Enfim, cada um brinca como gosta.

    Com isto quero apenas dizer que vale a pena perderes tempo com um BRINCALHÃO desse calibre.

  • Carlos_S1970

    Ricardo Alves:

    Além daquilo que o Antonio Fernando aqui expôs de forma clara, este documento citado pelo comentador Zeca-Portuga é bem esclarecedor.

    Em 1985, o autor austríaco Wilfried Daim publicou uma fotografia de um documento assinado por Hitler em 1943, que propunha a:

    “Abolição imediata e incondicional de todas as religiões, após a vitória final (” Endsieg ‘), não só para o território da Grande Alemanha, mas também para todos os países libertados, ocupados e anexados …, anunciando ao mesmo tempo, Hitler como o novo messias.

    […]
    . As igrejas existentes, capelas, templos e lugares de culto das diferentes religiões devem ser transformados na consagração “lugares de Adolf Hitler”.

    Encontrei várias referências a esse documento, incluindo na Wikipédia.

    Fica provado que Hitler pretendia eliminar as religiões mas, de forma ardilosa, usava-o para convencer pessoas a aderir ao seu projecto, falsificando as suas intenções.

    Parece-me que também aqui se está a usar essse esquema. Quer o Ricardo Alves quer alguns comentadores sabem prefeitamente que estão a mentir e sabem que o nazismo era “ateismo agressivo”.

    Hitler mentiu tanto que convenceu os alemães a votar nele, pois ele foi eleito democraticamente.
    O que é errado é querer fazer verdade as mentiras dele, só porque são jeito e escondem aquilo que os ateus se recusam a aceitar proque não lhes convem.

  • Mlochbaal

    “Mas de algo posso garantir: não existe nenhuma referência no extenso Mein Kampf a Jesus de Nazaré ou à sua doutrina.”

    Deves estar mas é doido. O cristianismo é referido no Mein Kampf e em toda a doutrina nazi, de Gobineau, Chamberlain a Rosenberg centenas de vezes. Cristo é por todos apresentado como um exemplo de “herói ariano” que combateu o judaísmo e todos se assumem cristãos.

    Não vou por citações porque vários participantes já os puseram em relação ao Mein Kampf, se conheces tão bem a obra ao menso tem a dignidade de não fingires que sabes o que lá vem escrito. Se não conheces não te armes em sabichão.

  • Molochbaal

    Pois, portanto um ateu convicto baseia toda a sua propaganda em propaganda religiosa e passa a vida a elogiar deus, a fé e a religião. Claro, claro, e estás mesmo à espera que acreditemos numa idiotice dessas ?

  • Molochbaal

    I had excellent opportunity to intoxicate myself with the solemn splendor of the brilliant church festivals. As was only natural, the abbot seemed to me, as the village priest had once seemed to my father, the highest and most desirable ideal.

    – Adolf Hitler, Mein Kampf, Vol. 1 Chapter 1

    And the founder of Christianity made no secret indeed of his estimation of the Jewish people. When He found it necessary, He drove those enemies of the human race out of the Temple of God; because then, as always, they used religion as a means of advancing their commercial interests. But at that time Christ was nailed to the Cross for his attitude towards the Jews; whereas our modern Christians enter into party politics and when elections are being held they debase themselves to beg for Jewish votes. They even enter into political intrigues with the atheistic Jewish parties against the interests of their own Christian nation.

    – Adolf Hitler, Mein Kampf, Vol. 1 Chapter 11

    My feelings as a Christian points me to my Lord and Savior as a fighter. It points me to the man who once in loneliness, surrounded by a few followers, recognized these Jews for what they were and summoned men to fight against them and who, God’s truth! was greatest not as a sufferer but as a fighter. In boundless love as a Christian and as a man I read through the passage which tells us how the Lord at last rose in His might and seized the scourge to drive out of the Temple the brood of vipers and adders. …Today, after two thousand years, with deepest emotion I recognize more profoundly than ever before the fact that it was for this that He had to shed his blood upon the Cross. …

    – Adolf Hitler, speech on April 12, 1922

    The fact that the Curia is now making its peace with Fascism shows that the Vatican trusts the new political realities far more than did the former liberal democracy with which it could not come to terms. …The fact that the Catholic Church has come to an agreement with Fascist Italy …proves beyond doubt that the Fascist world of ideas is closer to Christianity than those of Jewish liberalism or even atheistic Marxism…

    – Adolf Hitler in an article in the Völkischer Beobachter, February 29, 1929, on the new Lateran Treaty between Mussolini’s fascist government and the Vatican

    By its decision to carry out the political and moral cleansing of our public life, the Government is creating and securing the conditions for a really deep and inner religious life. The advantages for the individual which may be derived from compromises with atheistic organizations do not compare in any way with the consequences which are visible in the destruction of our common religious and ethical values. The national Government sees in both Christian denominations the most important factor for the maintenance of our society. …

    – Adolf Hitler, speech before the Reichstag, March 23, 1933, just before the Enabling Act is passed.

    Chega ?

  • Molochbaal

    Se não fosses tão fanático sabias que no Mein kampf e nos seus discursos Hitler refere-se constantemente a cristo, ao fundador do cristianismo, ao salvador que foi crucificado etc.

    Acho que não é preciso ser muito inteligente para perceber de quem está a falar.

    E para os nazis cristo não era judeu. Pertencia a uma das várias etnias arianas que habitavam a Palestina nesse tempo e teria sido um opositor do judaísmo. O episódio da expulsão dos vendilhões do templo é sempre apontado como um exemplo a seguir.

  • Molochbaal

    “O regresso da fedelha”

    E tu és o quê ?

    Uma canastrão que papa tudo o que o papa quer ?

  • Molochbaal

    Sim, essa encíclica denota uma resistência do Vaticano ao nazismo. Outros documentos do mesmo género provam essa resistência. Assim como muitos outros provam a colaboração, quando não a cumplicidade com o nazismo.

    Mas tu selecionas só os que te interessam.

    Assim ignoras coisas como a concordata ou o acordo do partido católico alemão que permitiu a Hitler efectivar a sua ditadura com as leis especiais que a instituiram – com voto favorável do partido católico orientado pelo vaticano, coisas que provam que consoante a situação e os seus interesses o Vaticano ora contrariava, ora apoiava o nazismo.

    Continua a fingir que não sabes que o Vaticano ora dava uma no cravo ora outra na ferradura, conforme lhe convinha para a manutenção do seu poder político-social.

  • Molochbaal

    Não ó palhaço ?

    – As leis de Nuremberga que instituiram a perseguição aos judeus são verdadeiras cópias das leis canónicas católicas que instituiram essa mesma repressão.

    – A estrela amarela imposta pelos nazis aos judeus foi criada pelos PAPAS.

    – O antisemistismo racial surgiu pela primeira vez na igreja católica que foi a primeira criar as leis de limpeza de sangue que depois os nazis copiaram.

    – As perseguições em si e o estado policial totalitário são perfeitamente comparáveis ao modelo totalitário inquisitorial mantido pelas igrejas cristãs ao longo de mais de mil anos.

    – Todo o antisemitismo actual tem a sua origem no antisemitismo religioso que os cristãos praticaram durante mil anos.

    O resto é conversa. Ou se calhar estavam a “brincar”, como dizes dos casos provados de relações de animais homosexuais serem “brincadeiras”.

    Vocês são muito “brincalhões”.

  • Molochbaal

    Podes colocar links ?

    Eu não encontrei nada na wikipédia.

  • Molochbaal

    É engraçado que não cites os inúmeros nazis que eram líderes religiosos, como Degrelle e Tiso.

    Entretanto, na Wiki testemunha-se a falta de credibilidade da Hitler table talks” quase a única fonte da “irreligião” de hitler e constata-se a profunda contradição de pontos de vista pessoais expressos fora de contexto.

    Em contrapartida, a posição de hitler perante o ateísmo é em toda a parte bastante clara.

    Hitler’s reaction to atheism

    Hitler often associated atheism with Germany’s communist enemy.[52] Hitler stated in a speech to the Stuttgart February 15, 1933: “Today they say that Christianity is in danger, that the Catholic faith is threatened. My reply to them is: for the time being, Christians and not international atheists are now standing at Germany’s fore. I am not merely talking about Christianity; I confess that I will never ally myself with the parties which aim to destroy Christianity. Fourteen years they have gone arm in arm with atheism. At no time was greater damage ever done to Christianity than in those years when the Christian parties ruled side by side with those who denied the very existence of God. Germany’s entire cultural life was shattered and contaminated in this period. It shall be our task to burn out these manifestations of degeneracy in literature, theater, schools, and the press—that is, in our entire culture—and to eliminate the poison which has been permeating every facet of our lives for these past fourteen years.”[53]

    In a speech delivered in Berlin, October 24, 1933, Hitler stated: “We were convinced that the people needs and requires this faith. We have therefore undertaken the fight against the atheistic movement, and that not merely with a few theoretical declarations: we have stamped it out.”[54]

    In a radio address October 14, 1933 Hitler stated “For eight months we have been waging a heroic battle against the Communist threat to our Volk, the decomposition of our culture, the subversion of our art, and the poisoning of our public morality. We have put an end to denial of God and abuse of religion. We owe Providence humble gratitude for not allowing us to lose our battle against the misery of unemployment and for the salvation of the German peasant.”[55]

    In a speech delivered at Koblenz, August 26, 1934 Hitler states: “There may have been a time when even parties founded on the ecclesiastical basis were a necessity. At that time Liberalism was opposed to the Church, while Marxism was anti-religious. But that time is past. National Socialism neither opposes the Church nor is it anti-religious, but on the contrary, it stands on the ground of a real Christianity. The Church’s interests cannot fail to coincide with ours alike in our fight against the symptoms of degeneracy in the world of to-day, in our fight against the Bolshevist culture, against an atheistic movement, against criminality, and in our struggle for the consciousness of a community in our national life, for the conquest of hatred and disunion between the classes, for the conquest of civil war and unrest, of strife and discord. These are not anti-Christian, these are Christian principles.”[56]

    During negotiations leading to the Nazi-Vatican Concordat of April 26, 1933 Hitler argued that “Secular schools can never be tolerated because such schools have no religious instruction, and a general moral instruction without a religious foundation is built on air; consequently, all character training and religion must be derived from faith.”

    Ou seja, tal como tu, Hitler associava ateísmo e comunismo e abominava os livres pensadores, os homosexuais, os libertários etc.

    Ou seja, Hitler é muito mais parecido contigo do que com o ateu médio, que costuma ser de esquerda.

  • Molochbaal

    “Estou-me nas tintas para o que um louco dizia.”

    Boa desculpa para ignorar as evidências.

    Torquemada e savonarola também podem ser considerados loucos. O que não tira que fossem religiosos. Gostava de saber o que tem uma coisa a ver com a outra. Até sei, é uma desculpa para fugires ás provas.

    “Leia mais da satânica Sociedade Thule,”

    Não está provado que Thule fosse satânca.

    Muito se escreveu a seu respeito, principalmente em literatura de cordel, sem qualuqer credibilidade científica. O que está provado é que Thule preconizava a defesa dos valores ancestrais da germanidade tal como os racistas a entendiam. daí a ser satânica vai um grande passo. O que se passa é que os cristãos chamam de satânico a toda a concorrência e dos valores tradicionais do germanismo evidentemente que havia muitos símbolos e conceitos religiosos. Por outro lado os editores de literatura de cordel adoram rechear uma boa história com elementos fantásticos, tipo indiana jones, para vender mais.

  • Ricardo Alves

    Carlos 1970,
    não conheço o documento em causa.

    A verdade é que Hitler estabeleceu vários Estados de inspiração católica e/ou com a cumplicidade do clero católico pela Europa fora: na Eslováquia, na Croácia, na França de Vichy. Para quem queria «extinguir todas as religiões», é no mínimo estranho que desse tanto poder ao clero católico.

    E não há notícia de alguma vez ter atacado a ICAR com a virulência com que atacou a Liga dos Livre Pensadores.

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