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Saiu mais um milagre para animar a malta

Bento XVI beatificou neste domingo em Birmingham, no centro da Inglaterra, o cardeal John Henry Newman (1801-1890), convertido católico a partir do anglicanismo, considerado um dos “pais espirituais” do Concílio Vaticano II, um reconhecido intelectual que influenciou na formação do papa Ratzinger.

Comentário: Só os cadáveres de católicos fazem milagres.

13 thoughts on “Saiu mais um milagre para animar a malta”
  • Anónimo

    Porque os mortos deixaram de ser ressuscitados? Porque não há um milagre – como supostamente houve muitos antigamente – da multiplicação de alimentos para dar a milhares de famílias necessitadas em todo o mundo? Porque os relatos de supostos milagres observados colectivamente diminuíram durante o Século XX?

    A melhoria dos sistemas de registo e de preservação de documentação e mais sentido crítico dificultam a credibilidade de muitas alegações…

  • antoniofernando

    E porque é que você, com a estima que tenho por si, não tem a grandeza divina de Jesus Cristo ?…

  • Luís Rego

    Caro amigo “ateu”:
    O supostamente inexistente milagre de alimentar os famintos cabe a si, a mim, a toda a humanidade: porque haveríamos de esperar que Deus fizésse por nós o que ele já nos facultou desde sempre? Os alimentos estão lá, nós é que não os distribuimos.
    Tenha mais reflexão e profundidade nos seus comentários. É para seu bem, caro amigo.
    Cordialmente, em Cristo,
    Luís Rego

  • Luís Rego

    Caro Carlos Esperança,

    Com todo o respeito que lhe devo, em virtude de ser um irmão meu em Cristo, lhe respondo: só os vivos podem escrever disparates como aquele que o meu amigo escreveu.
    Com amizade em Cristo,
    Luís Rego

    • Andreia_i_s

      ” (…)só os vivos podem escrever disparates como aquele que o meu amigo escreveu.”

      Disparates? desde quando? do momento em que disse que só só cadaváres católicos e que fazem milagres? e não é verdade caramba? Segundo a VOSSA bíblia e a vossa crença, um gajo chamado jesus fez milagres mas olhe novamente, segundo a VOSSA bíblia. ele estava vivo não estava morto. Por isso não vejo o mal no comentário.

  • Anónimo

    Caríssimo antoniofernando:

    Certamente pôde reparar que o tipo de milagres que mencionei anteriormente não são mais relatados actualmente, e isto não se deve exclusivamente à relação com a figura que questionou num tipo de comparação comigo…

    Por exemplo o suposto milagre da ressurreição que supostamente aconteceu no Século IV com Helena Augusta, mãe do Imperador Constantino. No respectivo relato é a imposição da cruz em relação a outras duas que a distingue, e para essa distinção dá-se uma ressurreição. Perdoar-me-à agora a comparação, mas qual é a grandeza divina das travessas de madeira (se atendermos à fixação do relato na Lenda Dourada, temos que pensar numa composição proveniente de quatro árvores…)?

    Outros exemplos, sem recuar tanto cronologicamente, há vários supostos milagres fixados em tabuinhas de madeira denominados popularmente por ‘Milagres’, mas comummente reconhecidas por Ex vota (no singular, Ex voto). Nos exemplos particulares que refiro tratam-se de tábuas votivas pintadas com os temas dos milagres obtidos através de um advogado das causas, um santo, cristo, etc., perante a concepção de Deus particular aos Cristãos. O acrónimo de abertura da legenda é MQF – Milagre que fez -, surgindo vários exemplos desde doenças, naufrágios, tempestades, regresso de determinado parente da guerra, etc. etc..

    Muitas das coisas que então aí eram fixadas, que não se compreendiam na altura, hoje não ocupam o mesmo lugar na consciência dos indivíduos, pois o nosso conhecimento e compreensão de situações e fenómenos cresceu e, como escrevi anteriormente, os sistemas de registo e preservação de documentos sobre vários suportes, juntamente com um sentido crítico apurado que dificulta a credibilidade frágil destas alegações, não facilitam essas associações extraordinárias que anteriormente foram feitas ao longo dos séculos…

    Cumprimentos.

  • Anónimo

    Ora muito bem. Permita-me concordar consigo.
    Afinal de contas, para que é que precisamos de deus e dos seus “milagres” se somos nós que temos que fazer sempre tudo?
    Isto vai dar sempre ao mesmo. O conceito de deus, afinal não faz grande diferença.

  • Anónimo

    Caríssimo Luís Rego:

    Por reflectir é que escrevo sempre que qualquer transformação da realidade dá-se precisamente nessa mesma realidade, no concreto, ou seja nós que a vivemos, moldamos, transformamos muitas vezes desafiando a natureza, as suas leis e os restantes seres vivos.

    Em qualquer das minhas atribuições não coloco uma “pitada” de sobrenatural/espiritualidade, nenhuma, e espero que não seja por isso que os meus comentários percam profundidade…

    Há uns meses atrás citei o nome de um homem que desenvolveu grandes trabalhos e deu um grande contributo para a mitigação da fome mundial, o seu nome era Norman Borlaug. O que escrevi sobre este Cientista na altura foi que a sua preocupação em transformar a realidade é precisamente o tipo de consideração e conduta que nos deveríamos concentrar para mudar as nossas vidas, pois não vale a pena viver a vida a pensar na morte ou que há alguma entidade que cuidará especialmente de nós, quando é completamente surreal atender a esse raciocínio, pois basta ligar a televisão para vermos que essa concepção interventiva, facilitadora e cuidadosa de deus há muito que deixou a humanidade sozinha, isto é, se alguma vez a acompanhou, pessoalmente não creio…

    Cumprimentos, na nossa humanidade,

    “Jovem1983”.

  • rayssa gon

    mas é obvio que só os cadáveres que fazem milagres. pq daí tem como pegar os dezenas de ossos do santo e sair vendendo ainda mais milagres. pode até parcelar!

    é genial. admitam isso , ateus!!!!! 😀

  • Carpinteiro

    Este António Fernando não é o mesmo que nos visitou no início. Não pode ser.
    O “primeiro” António Fernando jamais diria um disparate destes: *
    « E porque é que você, com a estima que tenho por si, não tem a grandeza divina de Jesus Cristo ?…»

    Eu aqui vejo um Bill a perguntar: – E porque é que você, com a estima que tenho por si, não tem a grandeza divina de Maomé ?…
    Eu nem acredito no que leio deste Fernando. Raia o fundamentalismo mais primário.
    O “primeiro” António Fernando era tolerante, aceitava a diferença, e discutia-a sem recorrer a intervenções deste calibre.
    Só posso concluir:
    Ou o Fernando é um troll que acabou por se denunciar, (o tal crente ressabiado), ou é outra pessoa com o mesmo nik.

  • Carpinteiro

    “Ganharás o pão com o suor do teu rosto. Assim nos foi imposto. – Já se esqueceu?

  • Antonioportorosa

    Acho que quem pode falar de milagre é só quem já recebeu.
    Parece aquela história do cego de nascença.
    Quando os escribas perguntaram como isso
    podia acontecer ele respondeu : eu era cego e agora vejo.
    O resto não importa.
    Debaixo do sol somos todos iguais, nascidos em pecado.

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