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  • 30 de Agosto, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Racismo sionista

WASHINGTON — O departamento americano de Estado condenou neste domingo a “profundamente ofensiva” declaração de um influente rabino israelita, que disse esperar que o líder palestino Mahmud Abbas e os seus compatriotas “desapareçam do mundo”.

51 thoughts on “Racismo sionista”
  • Confrariaalfarroba

    eh pá, bill… vem cá depressa! os teus amigos dos states chatearam-se com um judeu…! e ainda por cima não é um judeu qualquer, é um rabino…

  • Vive Le Pen

    Imaginem se alguém dissesse o mesmo das “Eterna$ Vítimas”, digo… os judeu$??
    Escandalos colossais ocorreriam!!

  • Jairo Entrecosto

    Este texto não tem nada a ver com ateísmo.

    Falácia do verdadeiro escocês detectada!

    • Molochbaal

      Muito bem, não só não tem nada a ver como é ridículo dar a entender que o ayeísmo em geral será contra a pena de morte quando TODOS os regimes ateístas que existiram e que ainda existem a praticaram com entusiasmo.

      Perguntem ao tio Fidel o que é que ele fez ao genro traficante de droga – e no meu entender muito bem, só subiu na minha consideração por ter os tomates para o mandar fuzilar.

      • Molochbaal

        Rectifico,

        De facto nem todos o regimes de inspiração ateia a praticaram, a nossa I República por exemplo não a praticou, embora muitos republicanos fossem a favor e tinham o dedo leve no gatilho, como vimos no assassinato de D. Carlos, na Leva da morte etc etc.

        Mas a maior parte dos regimes de inspiração ateia praticou-a, grande parte dos políticos ateus, como Fidel, Mao, Pol Pot, Estaline, Beria, subscreveu-a. Pelo que é ridículo a AAP estar a fazer implicítamente a ligação Ateísmo-abolição da pena de morte.

        • Domadordesonhos

          nota que o karl Marx era judeu e maçon. Molochbaal e tu? não serás descendente de nenhum cristão-novo?

          • Molochbaal

            Não sei o que raio tem isso a ver com o que eu estava a dizer, mas é possível, porque quase todos os tugas têm em menor ou maior grau sangue cristão novo, assim como celta e Ibero. E depois ?

          • Molochbaal

            Não sei o que raio tem isso a ver com o que eu estava a dizer, mas é possível, porque quase todos os tugas têm em menor ou maior grau sangue cristão novo, assim como celta e Ibero. E depois ?

          • Molochbaal

            Não sei o que raio tem isso a ver com o que eu estava a dizer, mas é possível, porque quase todos os tugas têm em menor ou maior grau sangue cristão novo, assim como celta e Ibero. E depois ?

  • Vivelepen

    http://radioislam.org/islam/portugues/textes/racijud.htm
    Racismo Judaico contra Não-Judeus conforme expresso no Talmud

    “O judeu moderno é o produto do Talmud…”

    – “Talmud Babilônico”, publicado pela Socidade Talmúdica de Boston, p. XII

    Os judeus se referem ao restante dos habitantes da Terra, os povos não-judeus, como “gentios”, “goyim”. Vamos ver o que o Talmud judaico ensina aos judeus quanto à maioria não-judaica, isto é, aqueles que não pertencem ao “povo escolhido” de Javé:

    “Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas.”

    – Talmud: Baba mezia, 114b

    “O Akum (não-judeu) é como um cachorro. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que ao não-judeu.”

    – Ereget Raschi Erod, 22 30

    “Mesmo tendo sido criados por Deus os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não cai bem para um judeu ser servido por um animal. Portanto ele será servido por animais em forma humana.”

    – Midrasch Talpioth, p. 255 Warsaw 1855

    “Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido.”

    – Coschen hamischpat 405

    “As almas dos não-judeus vem de espíritos impuros e são chamadas porcos.”

    – Jalkut Iuchoth Haberith, p. 250 b

    “Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro.”

    – Tosapoth, Jebamoth 94b

    “Se o judeu tem um servente não-judeu que morre, um não deve expressar simpatia ao judeu. Você deve dizer a ele: “Deus irá repor ‘sua perda’, como se um de seus bois tivesse morrido.”

    – Jore dea 377,1

    “Relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais.”

    – Talmud Sanhedrin 74b

    “É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio.”

    – Sepher ikkarim III c 25

    “É a lei matar qualquer um que nega a Torah. Os cristãos pertencem aos negaceadores da Torah.”

    – Coschen hamischpat 425 Hagah 425,5

    “Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos.”

    – Talmud, Abodah Zara, 4b

    “Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus.”

    – Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772

    • Domadordesonhos

      Vive Le Pen?… fascistazeco de trazer por casa.

    • Molochbaal

      Já conhecia essas passagens. Nada que me impressione muito porque também a história cristã está cheia de barbaridades desse género. Nada de novo debaixo do sol.

    • Molochbaal

      Já conhecia essas passagens. Nada que me impressione muito porque também a história cristã está cheia de barbaridades desse género. Nada de novo debaixo do sol.

    • Molochbaal

      Já conhecia essas passagens. Nada que me impressione muito porque também a história cristã está cheia de barbaridades desse género. Nada de novo debaixo do sol.

  • Antision

    http://radioislam.org/islam/portugues/textes/alfredl.htm
    Os Judeus não são uma Raça!

    pelo Dr. Alfred M. Lilienthal

    Dr. Alfred M. Lilienthal, historiador, jornalista e conferencista, é um graduado da Cornell University e da Columbia Law School. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele serviu com o Exército norte-americano no Oriente Médio. Ele depois serviu no Departamento de Estado, como um conselheiro da delegação americana no encontro organizador das Nações Unidas em San Francisco.

    Desde 1947, ele tem estado na linha de frente da luta por uma política americana balanceada no Oriente Médio. Ele é o autor de diversos famosos livros sobre o Oriente Médio, incluindo The Zionist Connection (A Conexão Sionista). Ele agora vive em Washington, D.C.

    A 18 de dezembro de 1993, Dr. Lilienthal celebrou tanto seu 80º aniversário quando o 40º aniversário de seu primeiro livro, What Price “Israel”? (A Que Preço “Israel”?) Dr. Lilienthal, um corajoso judeu anti-sionista, se juntou com mais de 200 convidados que viajaram de todo o mundo aos Estados Unidos para comparecer. O seguinte excerto é retirado de seu primeiro livro, A Que Preço Israel?

    Hoje, traçar a ascendência de qualquer um à antiga Palestina seria uma impossibilidade genealógica; e presumir, aforismaticamente, tal ascendência aos judeus, sozinhos entre todos os grupos humanos, é uma asserção de significado puramente fictício. A maioria no Mundo Ocidental poderia manter alguma reivindicação de ascendência palestina se as árvores genealógicas pudessem ser estabelecidas por dois mil anos. E existem, ainda, pessoas que, apesar de nem no mais amplo exagero de imaginação judias, orgulhosamente fazem esta reivindicação: algumas das mais velhas das famílias aristocráticas do Sul jogam um jogo de comparação cuja linhagem vai até “Israel”. Ninguém sabe o que aconteceu às Dez Tribos Perdidas de “Israel”, mas especular que poderia ser alguém de passado anglo-saxônico, e Rainha Vitória pertenceu a uma Sociedade “Israelita”, que traçava as origens de seus membros de volta àquelas tribos perdidas.

    Doze tribos começaram em Canaã cerca de 35 séculos atrás; e não apenas dez delas desapareceram – mais da metade dos membros das restantes duas tribos jamais voltou de seu “exílio” na Babilônia. Como então, pode alguém reivindicar descender diretamente da comunidade relativamente pequena que habitava a Terra Santa no tempo do Pacto de Abraão com Deus?

    O mito racial judaico vem do fato de que as palavras hebreu, “israelita”, judeu, judaísmo e o povo judaico tem sido usadas com o mesmo sentido para sugerir uma continuidade histórica. Mas é um uso errôneo. Estas palavras se referem a diferentes grupos de pessoas com variados estilos de vida em diferentes períodos históricos. Hebreu é um termo corretamente aplicado ao período do começo da história bíblica até a chegada a Canaã. “Israelita” se refere corretamente aos membros das doze tribos de Israel. O nome Yehudi ou Judeu é usado no Velho Testamento para designar membros da Tribo de Judá, descendentes do quarto filho de Jacó, bem como para indicar cidadãos do Reino de Judá, particularmente no tempo de Jeremias e sob a ocupação persa. Séculos depois, a mesma palavra veio a ser aplicada a qualquer um, não importa a origem, cuja religião era o Judaísmo.

    O nome descritivo Judaísmo jamais foi ouvido pelos hebreus ou “israelitas”: aparece somente com a Cristandade. Flavius Josephus foi um dos primeiros a usar o nome em seu recital da guerra com os romanos para indicar uma totalidade de crenças, leis morais, práticas religiosas e instituições cerimoniais na Galiléia que ele acreditava superiores ao helenismo rival. Quando a palavra Judaísmo nasceu, não mais existia um Estado hebreu-“israelita”. As pessoas que abraçavam o credo do Judaísmo já eram misturas de muitas raças e fontes; e esta diversificação estava crescendo rapidamente…

    Talvez a mais significantes conversão em massa à fé judaica aconteceu na Europa, no século 8 d.C., e esta história dos Khazares (povo turco-fínico) é bem pertinente ao estabelecimento do moderno Estado de “Israel”. Este povo parcialmente nômade, provavelmente relacionado com os Búlgaros do Volga, primeiro apareceu na Trans-Caucásia no século II. Eles se estabeleceram no que é agora o sul da Rússia, entre o Volga e o Don, e então se espalharam até as costas dos Mares Negro, Cáspio e de Azov. O Reino de Khazaria, governado por um khagan ou khakan caiu para Átila o Huno em 448, e para os muçulmanos em 737. Nesse intermédio, os khazares governaram uma parte dos búlgaros, conquistaram a Criméia, e aumentaram seu império sobre o Cáucaso longe ao noroeste incluindo Kiev, e na direção leste até Derbend. Tributos anuais eram levantados dos russos eslavônicos de Kiev. A cidade de Kiev foi provavelmente construída pelos khazares. Haviam judeus na cidade e na área ao redor antes que o Império Russo foi fundado pelos varenguianos a quem os guerreiros escandinavos algumas vezes chamara os Rus ou Ross (cerca de 855-863).

    A influência dos khazares estendeu-se ao que é hoje a Hungria e a Romênia. Hoje, as vilas de Kozarvar e Kozard na Transilvânia dão testemunho da penetração dos khazares que, junto com os magiares, então prosseguiram até a atual Hungria. O tamanho e poder do Reino da Khazaria é indicado pelo ato que ele mandou um exército de 40.000 soldados (em 626-627) para ajudar Heráclio dos bizantinos a conquistar os persas. A Enciclopédia Judaica orgulhosamente se refere à Khazaria como tendo “um bem constituído e tolerante governo, um comércio florescente e um exército bem disciplinado.”

    Judeus que haviam sido banidos de Constantinopla pelo governante bizantido Leo III acharam um lar entre estes khazares então pagãos e, em competição com os missionários maometanos e cristãos, converteu-os à fé judaica. Bulan, governante da Khazaria, se converteu ao Judaísmo por cerca de 740 d.C. Seus nobres e, um pouco depois, seu povo o seguiu. Alguns detalhes destes eventos estão contidos em cartas trocadas entre o Khagan Joseph da Khazaria e R. Hasdai Ibn Shaprut de Córdoba, doutor e quase ministro do exterior do Sultão Abd al-Rahman, o Califa da Espanha. Esta correspondência (cerca de 936-950) foi publicada pela primeira vez em 1577 para provar que os judeus ainda tinham um país próprio – nomeadamente, o Reino da Khazaria. Judah Halevi sabia das cartas até em 1140. Sua autenticidade foi desde então estabelecido além de dúvidas.

    De acordo com estas cartas Hasdai-Joseph, Khagan Bulan decidiu um dia: “Paganismo é inútil. É vergonhoso para nós sermos pagãos. Vamos adotar uma das religiões divinas, Cristianismo, Judaísmo ou Islamismo”. E Bulan chamou três clérigos representando as três religiões e os fez discutir seus credos diante dele. Mas, nenhum clérigo conseguiu convencer aos outros, e ao soberano, que a sua religião era a melhor. Então o governante falou a cada um deles separadamente. Ele perguntou ao clérigo cristão: “Se você não fosse cristão ou tivesse que abandonar o Cristianismo, qual você iria preferir – Islamismo ou Judaísmo?” O clérigo falou: “Se eu fosse abandonar o Cristianismo, me tornaria um judeu.” Bulan então perguntou ao islamita a mesma questão, e o muçulmano também escolheu o Judaísmo. Assim Bulan escolheu o Judaísmo para ele mesmo e para o povo da Khazaria no século sétimo depois de Cristo, e a partir daí os khazares (às vezes se escreve cazares ou cozares) viveram de acordo com as leis judaicas.

    Debaixo do comando de Obadiah, o Judaísmo ganhou força adicional na Khazaria. Sinagogas e escolas foram construídas para dar instrução sobre a Bíblia e o Talmud. Como o Professor Graetz escreve em sua História dos Judeus, “Um sucessor de Bulan que carregava o nome hebreu de Obadiah foi o primeiro a fazer esforços sérios para espalhar a fé judaica. Ele convidou sábios judeus a se estabelecerem em seus domínios, recompensou-os realmente… e introduziu um serviço divino modelado nas comunidas antigas. Após Obadiah veio uma longa série de Khagans judeus, pois de acordo com uma lei fundamental do Estado apenas aos governantes judeus era permitida a ascensão ao trono.” Mercadores khazares não trouxeram apenas seda e tapetes da Pérsia e do Oriente Próximo mas também sua fé judaica ao Vístula e ao Volga. Mas o Reino da Khazaria foi invadido pelos russos, e Itil, sua grande capital, caiu a Sviatoslav de Kiev em 969. Os bizantinos haviam se tornado temerosos e invejosos dos khazares e, numa expedição conjunta com os russos, conquistaram a parte khazariana da Criméia em 1016 (Criméia era conhecida como “Chazar” até o século 13). Os judeus khazarianos se espalharam através do que é hoje a Rússia e a Europa Oriental. Alguns foram levados ao Norte onde se juntaram à comunidade judaica estabelecida em Kiev.

    Outros voltaram ao Cáucaso. Muitos khazares de re-casaram na Criméia e na Hungria. Os Cagh Chafut, ou “judeus da montanha” no Cáucaso e os judeus hebraile da Geórgia são seus descendentes. Estes judeus “ashkenazim” (como os judeus da Europa Oriental são chamados) cujos números foram aumentados pelos judeus que fugiram da Alemanha no tempo das Cruzadas e durante a Peste Negra, tem pouco ou nenhum traço de sangue semítico.

    Que os khazares são os ancestrais lineares dos judeus da Europa Oriental é um fato histórico. Historiadores judeus e livros-texto religiosos reconhecem o fato, apesar de propagandistas do nacionalismo judaico consideram isso propaganda pró-árabe.Um pouco ironicamente, o Volume IV da Enciclopédia Judaica – porque essa publicação soletra khazares com “C” ao invés de “K” – é intitulado “Chazares para Dreyfus”: e foi o caso Dreyfus, conforme interpretado por Theodor Herzl, que fez os modernos judeus khazares da Rússia esquecer sua ascendência de convertidos ao judaísmo e aceitar o anti-semitismo como prova de sua origem na Palestina.

    Até onde os antropólogos conhecem, a ascendência de Hitler pode ir até uma das Dez Tribos Perdidas de “Israel”; enquanto Weizmann pode ser um descendente dos khazares, os convertidos ao judaísmo que não estavam por nenhuma ligação antropológica relacionados com a Palestina. A casa para onde Weizmann, Silver e tantos outros sionistas ashkenazim tanto reclamaram para voltar muito provavelmente jamais foi deles. “Aqui temos um paradoxo, um paradoxo, o mais ingênuo paradoxo”: antropologicamente, muitos cristãos podem ter muito mais sangue hebreu-“israelita” do que muitos de seus vizinhos judeus.

    Raça pode aplicar armadilhas engraçadas naquelas pessoas que fazem desse conceito a base de seus gostos e desgostos. Pessoas obcecadas pela raça podem se achar odiando pessoas que, de fato, podem ser de sua própria parentela.

  • Antision

    http://radioislam.org/islam/portugues/maision.htm
    Mais sobre o Sionismo

    Sionismo Mundial, hoje, constitui a última ideologia racista ainda sobrevivente, e o Estado Sionista de Israel, o último posto avançado do “apartheid” no mundo.

    Israel constitui por sua mera existência um completo desafio a todas as leis internacionais, regras e princípios, e o racismo aberto manifestado pelo Estado Judeu é uma violação de toda a ética e a moral conhecidas do Homem.

    Os Sionistas se consideram como tendo direitos soberanos de oprimir e vilificar outros povos. Por ter um enorme monopólio sobre os serviços de informação no Ocidente, os sionistas tiveram sempre uma tremenda vantagem em promover sua versão da conquista da Palestina, suas guerras contra os Estados árabes vizinhos, e a “história” do povo judeu, especialmente a concernente à Segunda Guerra Mundial e ao chamado “holocausto”.

    As mídias, nas mãos dos partidários do Sionismo Internacional e promotores do racismo judaico, se tornaram uma das mais eficientes armas do arsenal de Israel, mesmo mais efetivas do que a ameaça das centenas de ogivas nucleares que Israel possui.

    Racismo anti-árabe e anti-muçulmano, e rancor contra tudo que seja alemão, tem sido os pontos-principais das campanhas de difamação da mídia controlada pelos sionistas contra aqueles considerados como inimigos dos judeus e do sionismo. Isto juntamente com influentes organizações judaicas trabalhando em todos os Estados ocidentais mapeando a resistência anti-sionista e comprando nossos políticos para a causa sionista, constitue os fundamentos das políticas sionistas.

  • Anónimo

    OH JAIRITO ENTRECOSTO ( NO CHURRASCO)
    DIGA LÁ O QUE DEVE OU NÃO DEVE SER SER AQUI PUBLICADO…QUE É PARA VER SE ALGUÉM LHE DÁ ATENÇÃO…
    COITADO… NINGUÉM PUBLICA O QUE ELE QUER…

  • Jairo Entrecosto

    Aqui pode ser publicado o que quiserem, palhaço imbecil.
    Como os comentários estão abertos, eu aproveito para escrever que o publicado nada tem a ver com ateísmo, apesar do site ser promovido para promover o ateísmo. Disse alguma mentira? Vá, chora lá mais um bocado, burro acéfalo.

  • Confrariaalfarroba

    e tu tens a ver com quê?

  • Anónimo

    Caríssimo Jairo Entrecosto:

    Tem razão, os comentários estão abertos para publicarmos o que queremos, mas as colaborações também são abertas para se publicar o que quiserem…

    Escrevi alguma mentira? Há quem esteja equivocado, mas não me parece que escrevi qualquer mentira, mas se houvessem dúvidas…

    – Texto de apresentação na homepage do Diário Ateísta, disponível para a leitura a todos os que tenham interesse em obter o devido esclarecimento…

  • Anónimo

    Caríssimo Jairo Entrecosto:

    Vou experimentar outra abordagem em relação aos meus outros comentários sobre esta questão (muitos até à data sem resposta…), colocando apenas a seguinte contra-questão:

    O que os preservativos têm a ver com o teísmo?

  • Anónimo

    Caríssimo Vivelepen:

    As religiões têm dessas coisas…

    Para mim, não viver sob os ditames de uma religião é das melhores coisas do mundo porque tendencialmente temos que discutir os direitos à igualdade entre cidadãos sem atender às “manobras do espírito” mas sim à realidade…

  • Nelsongameiro

    hummm e digame la qual a diferença para o cristianismo ou o islamismo, tirando pequenas questoes de semantica ……. praticamente nao ha diferenças

    a relegiao e toda igual, uma questao de interesses e uma maneira de impor sobre as massas a opiniao e poder de apenas alguns ou de uma opiniao preformada por alguns usando o maior dos temores do homem e sua propria existencia e o seu fim

  • Confrariaalfarroba

    serás tu a dizer o que se deve ou não publicar nos blogues? e neste em especial?
    será que aos ateus apenas lhe é permitido escrever sobre ateísmo, sobre cristianismo cabe aos cristãos, sobre judaísmo aos judeu…?

    e porque é que o jairo quer isso? só aceita isso? (tudo o resto é uma falácia)

    é obvio…
    o jairo quer comentar, passar os seus comentários ao seu blogue (como fez em relação ao texto do joão vasco) e ter muitos amigos a dizer que ele deu um “baile” a um ateísta…

    no tempo dos cafés de lisboa os candidatos a diletantes “intelectuais” pavoneavam-se por entre as bicas. hoje os entrecostos pavoneiam-se nas colunas dos blogues.
    a titulo de exemplo aí vai um comentário dum amigo do entrecosto (no seu blogue)

    nuno gaspar disse…
    Admiro a paciência, Jairo. O João Vasco levou um grande baile. Não é que seja difícil perceber o quanto é incipiente o que habitualmente ele escreve (ele e os seus companheiros que não desmamam da treta neoateista dos 4 autores do apocalipse) mas assim às postas fica ainda mais evidente.

    e o entrecosto com a sua falsa modéstia intelectual responde:

    jairo entrecosto disse…
    Pois é Gaspar, os neoateus têm-se como arautos do pensamento crítico, racional e lógico, havendo uma grande tendência para a formação de claques acríticas em seu redor. Por isso é importante denunciar publicamente os seus argumentos disparatados e recorrentes. O João Vasco mais não fez do que dar um upgrade no patético argumento de Bertrand Russel conhecido como “Bule de Chá Voador”.

Cumprimentos

    e isto é uma falácia do verdadeiro pavão?
    oh entrecosto…!? vai-te encher de moscas!!!!

  • Confrariaalfarroba

    serás tu a dizer o que se deve ou não publicar nos blogues?
    será que aos ateus apenas lhe é permitido escrever sobre ateísmo, cabe aos cristãos escrever sobre cristianismo e sobre judaísmo aos judeu…?

    e porque é que o jairo quer isso? só aceita isso? (tudo o resto é uma falácia)

    é obvio…
    o jairo quer comentar, mostrar que sabe da poda e passar os seus comentários ao seu blogue (como fez em relação ao texto do joão vasco).
    depois vêem os amigos a dizer que ele deu um “baile” a um ateísta…

    no tempo dos cafés de lisboa os candidatos a diletantes “intelectuais” pavoneavam-se por entre as bicas. hoje os entrecostos pavoneiam-se nas colunas dos blogues.

    a titulo de exemplo aí vai um comentário de um amigo do entrecosto (no blogue que o jairo alimenta):

    nuno gaspar disse…
    Admiro a paciência, Jairo. O João Vasco levou um grande baile. Não é que seja difícil perceber o quanto é incipiente o que habitualmente ele escreve (ele e os seus companheiros que não desmamam da treta neoateista dos 4 autores do apocalipse) mas assim às postas fica ainda mais evidente.

    e o entrecosto com a sua falsa modéstia intelectual responde:

    jairo entrecosto disse…
    Pois é Gaspar, os neoateus têm-se como arautos do pensamento crítico, racional e lógico, havendo uma grande tendência para a formação de claques acríticas em seu redor. Por isso é importante denunciar publicamente os seus argumentos disparatados e recorrentes. O João Vasco mais não fez do que dar um upgrade no patético argumento de Bertrand Russel conhecido como “Bule de Chá Voador”.

Cumprimentos

    e isto é o quê? a falácia do verdadeiro pavão?
    vai-te encher de moscas, entrecosto…

  • Utopikuscirkus

    serás tu a dizer o que se deve ou não publicar nos blogues?
    será que aos ateus apenas lhe é permitido escrever sobre ateísmo, cabe aos cristãos escrever sobre cristianismo e sobre judeismo aos judeu…?

    e porque é que o jairo quer isso? só aceita isso? (tudo o resto é uma falácia para ele)

    é óbvio… o jairo quer comentar, passar os seus comentários ao seu blogue (como fez em relação ao texto do joão vasco) e os amigos a dizer que ele deu um “baile” a um ateísta…

    no tempo dos cafés de lisboa os candidatos a diletantes “intelectuais” pavoneavam-se por entre as bicas.
    hoje os entrecostos pavoneiam-se nas colunas dos blogues.
    a titulo de exemplo aí vai um comentário de um amigo do entrecosto (no seu blogue)

    nuno gaspar disse…
    Admiro a paciência, Jairo. O João Vasco levou um grande baile. Não é que seja difícil perceber o quanto é incipiente o que habitualmente ele escreve (ele e os seus companheiros que não desmamam da treta neoateista dos 4 autores do apocalipse) mas assim às postas fica ainda mais evidente.
    e o entrecosto com a sua falsa modéstia intelectual responde:

    jairo entrecosto disse…
    Pois é Gaspar, os neoateus têm-se como arautos do pensamento crítico, racional e lógico, havendo uma grande tendência para a formação de claques acríticas em seu redor. Por isso é importante denunciar publicamente os seus argumentos disparatados e recorrentes. O João Vasco mais não fez do que dar um upgrade no patético argumento de Bertrand Russel conhecido como “Bule de Chá Voador”.

Cumprimentos

    e isto é a falácia do verdadeiro pavão?
    vai-te encher de moscas, entrecosto!…

  • Confrariaalfarroba

    aos administradores do blogue
    as minhas desculpas pela repetição mas houve problemas com o vosso gestor dos comentários… cortem os repetidos 🙂
    obrigado

  • Confrariaalfarroba

    este tipo de respostas ficam-te muito mal na imagem de pretenso intelectual anti neoateísta… n’est pas?
    aconselho-te a não publicares isto no teu blogue. os teus adeptos podem não apreciar….

  • Jairo Entrecosto

    Palerma, eu não cantei vitória nem disse que era um o expoente máximo do pensamento crítico como fazem os teus ídolos neoateus. Cometi algum erro? Aponta-me e eu reconheço e rectifico, ao contrário do João Vasco que ignorou a pergunta que lhe coloquei nesse sentido.
    O comentário que citaste, é feito a um texto onde explico por A+B os erros do João Vasco. Tens alguna coisa a apontar a isso?

    Ainda por cima és BURRO, se eu estou só a pavonear-me, porque é que te metes aqui a dar ainda mais publicidade ao que escrevo?
    Queres é descredibilizar o que eu escrevi, com ataques ad hominem, isso só pode ser porque o que escrevi te incomodou de alguma maneira, caso contrário, não vinhas para aqui fazer queixinhas e choramingar sobre o que eu faço no meu blogue.
    Mas se tens azia, azar o teu. Nada tenho a ver com isso.

  • Carlos Esperança

    Não tem que pedir desculpa. Sinta-se livre para exprimir as suas opiniões e não apago a repetição porque os beatos Torquemadas diriam que o DA apaga os comentários.

  • Anónimo

    Eis o que é apresentado como exemplo (um dos vários) para a falácia que tanto apregoa:

    “Suponha que eu afirme “Nenhum escocês coloca açúcar em seu mingau”. Você contra-argumenta dizendo que seu amigo Angus gosta de açúcar no mingau. Então eu digo “Ah, sim, mas nenhum escocês de verdade coloca”.

    Esse é o exemplo de uma mudança Ad Hoc sendo feita para defender uma afirmação, combinada com uma tentativa de mudar o significado original das palavras; essa pode ser chamada uma combinação de falácias.”
    http://ceticismo.net/ceticismo/logica-falacias/

    Gostaria portanto que o senhor Entrecosto, se possível, tivesse a amabilidade de me iluminar, acerca do que é que este post (assim como outros onde fez semelhante comentário) tem a vêr com a referida falácia.

    Obrigado.

  • Confrariaalfarroba

    ficaste mal disposto?…
    azar teu.
    para teu esclarecimento não tenho amigos neo-ateus… tão pouco sei que é isso. não consta no meu dicionário (edição velha – limitações minhas – problema meu).
    ídolos?… tão pouco. nem deus, nem chefes e… muito menos o culto de lideres ou ídolos.
    e se estás interessado em saber – não gostei do texto do joão vasco e tão pouco da tua argumentação… (demasiado fraca para meu gosto – prefiro coisa mais frugal).
    porém, cada um é livre de pensar e expor as suas ideias…
    defendo-o eu.
    serei BURRO?…
    é a tua opinião.
    a minha, em relação a ti, não se alterou. antes pelo contrário, depois do que escrevinhaste em resposta.

    não quero descredibilizar coisa nenhuma… já te retrataste. tudo o mais que vier não “enche nem vaza”.
    incomodar o que escreveste? a mim?…
    todos os dias deparo com disparates… mais um, menos um… para quê chatear-me com isso?
    queixinhas?… és parvo?! (o que retirei do teu blogue é mera ilustração da tua postura, das tuas “queixas” pelo pesado trabalho intelectual e empenhamento que tens no auxilio aos incapacitados… em esclarece-los da “razão”. para além de que deu menos trabalho e à falta de melhor… não mais)
    azia?… (passa sempre com um copo de tinto) não tenho.

    ficaste satisfeito? ou é mais uma falácia?

  • Confrariaalfarroba

    ok!… saúde.

  • Zeca-portuga

    Jovem:

    Isso é história.
    O sr. Esperança representa, aqui, A Tasca Ateista dos suburbanos de Lisboa e tudo o que escreve é nessa qualidade.

    É nessa qualidade que ele, pelos vistos, filtra os comentários e expulsa quem não lhe interessa.

  • Anónimo

    OH JAIRITO ENTRECOSTO (NO CHURRASCO)
    PORQUE SERÁ QUE AQUI TAMBÉM SE FALA EM DIREITOS HUMANOS?
    AS CONVERSAS SÃO COMO AS CEREJAS E ESTÃO TODAS INTERLIGADAS…
    OLHA A PEDOFILIA NA IGREJA…
    ATÉ FALAMOS SOBRE TI E A TUA VERBORREIA, MEU ENERGÚMENO.

  • Anónimo

    Caríssimo Zeca-portuga:

    Segundo a explicação explícita que faz a devida ressalva, disponível para todos lerem, o que Carlos Esperança ou outros escrevem é da sua exclusiva responsabilidade, e não encontrei até à data nenhuma pretensão que contrarie o que está claramente assumido para todos os que consultam o Diário lerem.

    Sobre a alegação que Carlos Esperança filtra comentários e expulsa quem não lhe interessa tenho de discordar consigo, visto que desde que consulto os posts e comentários publicados no Diário não verifiquei nenhuma situação que confirmasse o que acabou de alegar…

    Tem provas do que escreveu ou é apenas a sua convicção? É que se for o caso, a situação que está a criar não fica bem a ninguém, quer seja crente naquilo que você e outros acreditam, quer seja descrente…

  • Anónimo

    OH JAIRITO ENTRECOSTO (NO CHURRASCO)

    ENTÃO TU ANDAS A GABAR-TE NOUTRO BLOGUE DO QUE ESCREVES AQUI?
    ÉS UM TAL SALAFRÁRIO…
    ENTÃO E O DIREITO AO CONTRADITÓRIO?

    QUE GRANDE TRAFULHA ME SAIS-TE.

    JÁ ESTOU ARREPENDIDO DE TER INTERCEDIDO POR TI AO PRESIDENTE CARLOS ESPERANÇA.

    TAMBÉM SEI BATER COM A MÃO NO PEITO QUANDO É PRECISO…MEA CULPA, MEA CULPA, MEA CULPA…

    MEU GRANDECÍSSIMO SALAFRÁRIO.

  • Confrariaalfarroba

    apenas uma correcção – onde se lê mais frugal deveria ler-se menos frugal…

    pois… com mais alimento para o “espírito” lol

  • rayssa gon

    nem sei pq ele se deu ao trabalho de dizer isso.

    ja ja eles vão conseguir sumir mesmo com todos os palestinos do mundo. :/

  • Confrariaalfarroba

    oh zeca
    para dizer um disparate destes: “É nessa qualidade que ele, pelos vistos, filtra os comentários e expulsa quem não lhe interessa.” terás de o fundamentar.

    num blogue meu não entrarias por certo, cortava-te o pio à primeira. mas isso sou eu que sou um marginar sem escrúpulos…
    agora aqui…
    gabo-lhes a paciência em aturar-te com insultos, vai para anos.
    queres deitar areia aos olhos de quem?

  • Jairo Entrecosto

    Rapaz, se queres contraditório é só comentares no meu blogue. Mas de maneira educada e expondo o teu raciocínio. Vais fugir, não é?

    Se te lembrares bem, eu convidei e dei oportunidade ao João Vasco para aparecer por lá, tive a educação de lhe dizer que tinha escrito sobre o texto dele. Ele não apareceu, está no seu direito. Mas ele que diga se apaguei algum comentário dele ou lhe atribui algo que ele não tenha realmente escrito.

  • Landser

    DIE JUDEN SIND UNSER UNGLÜCK

  • Antision

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    1 Kg. de cabelo;
    2 Barras de sabão judeu;
    1 Forno crematório;
    1 Câmara de gás;
    3 Testemunhas oculares;
    2 Sobreviventes.

  • Zeca Portuga

    Jovem:

    Vossemecê também anda com os olhos tapados

    Deixo aqui dois extractos de mails que troquei com um comentador que foi expulso, de nome MIKE TEEF.

    “…porque o Carlos baniu-me da sua caixa de comentários.
    Eu disse-lhe, e mantenho, que me estou a cagar para ele e para os ateus todos.
    Há muito que sabia que iria ser banido, pois havia já muito tempo que os meus comentários estavam a ser purgados e desapareciam.
    Há um gajos ateus a dizer barbaridades. Porque são ateus não são expulsos. Eu sei que se trata um blogue de gente indecente, onde só os indecente e bandidos podem ser aceites…

    Os gajos são uns palermas. Para além de serem burros e ignorantes, passavam a vida a gozar com o meu nome.

    É uma camada de canalha nova, destes que agora chegam a “doutores” sem saber merda nenhuma. Metem nojo e ao mesmo tempo pena.

    Aquele gajo alemão é tão palerma que me custa a pensar aceitar que este tipo de rapazes ensinem (ensinem?) numa universidade pública: isto é roubar o dinheiro a quem paga propinas, defraudar o país e mentir aos alunos e aos pais deles.

    …cada vez vejo mais canalha sem nenhuma formação, sem conhecimentos básicos e com uma falta de cultura assustadora, a desempenhar cargos que exigem formação e competência: são esses que, habituados a que lhes aceitem como normal a sua pouquíssima cultura, também aqui aparecem a dizer-se ateus.
    Antes isso do que dizer-se ladrões ou violadores e fazerem o que aqui fazem.

    Noutro mail:

    …investigarei, se puder, essa pista. A questão é que fala-se no Carlos a molestar os seus alunos e gamar na igreja da terra dele, mas depois vem aqui armar-se em “superior a santo” e mártir. O gajo está velho, mas está mais caduco e demente.

    … divertia-me mandar aqueles labregos à merda, mas merda já eles são, com muito poucas excepções.

    …e fica furioso por alguém o corrigir. Escreve mal, num português dos anos 60 e não sabe o que diz…

    … por me banir, e pensa que eu fiquei preocupado. Não me chateia, mas acho uma falsidade ele dizer que nesse blogue há plena liberdade. São tão fanáticos e alucinados que nem percebem que há comentadores que desaparecem por serem expulsos…”

    Sic

  • Anónimo

    Caríssimo Zeca Portuga:

    Preocupe-se como você anda, que eu preocupo-me como eu ando, estamos de acordo ou discorda categoricamente da realidade que acabei de escrever?

    Alerto-lhe que você acabou de publicar publicamente o conteúdo de correspondência privada por sua conta e risco, situação pela qual não tenho qualquer responsabilidade.

    Estritamente em relação ao comentador Mike teef e à sua participação voluntária e pública no Diário Ateísta – e sem me debruçar/citar o conteúdo da correspondência privada que alega ter tido com este comentador, divulgada neste espaço por si e por isso, repito, da sua responsabilidade – troquei comentários com o próprio à cerca de 1/2 semanas, constando o último no seguinte post: http://www.ateismo.net/2010/08/30/racismo-sionista/#comment-73491182. Segundo informação prestada pelo próprio anteriormente, a sua esposa tinha tido um acidente e partido uma perna, e por isso não poderia responder com a regularidade que anteriormente podia. E do que reparei desde então é que os seus comentários passaram a ser residuais, e mais espaçados. Escrito isto, não concluo que o mesmo terá sido banido por duas razões: a primeira atendendo às solicitações que esta situação poderá implicar na vida do próprio, e não esquecendo que estamos em final do período de férias para muitas pessoas, e como não conheço pessoalmente Mike teef, não faço a mínima ideia qual é a vida pessoas e solicitações profissionais do próprio para deduzir que a ausência de comentários resulte do mesmo ter sido banido deste espaço; em segundo lugar, mesmo que o próprio tenha deixado de escrever neste espaço isto não quer dizer que tenha sido banido deliberadamente pois o mesmo pode ter desistido de comentar novamente de forma voluntária.

    Esta leitura não exclui que o mesmo possa ter sido banido, atendendo à linguagem e provocações pessoais que cheguei a ler nos comentários do próprio contra terceiros. O Zeca concordará que este nível não é discussão de opiniões divergentes, mas roça as ofensas verbais. Como não sou gestor do Diário Ateísta não lhe sei esclarecer definitivamente toda essa situação ou se existe realmente essa situação, mas comparativamente verifico que existem uma série de comentadores com variadíssimas opiniões e estilos de redacção/comunicação que continuam presentes…

    Lamento mas por princípio não posso sequer rever o conteúdo de uma conversa do foro privado, ainda por mais quando a outra parte parece não ter sido informada ou autorizado essa divulgação…

  • Molochbaal

    Gostava de saber se os COMUNICADOS OFICIAIS da AAP também são incluídos nessa tua desculpa. É que ainda hà pouco havia um COMUNICADO OFICIAL da AAP a convocar para uma manifestação da mesma e tu a dar-lhe com a TRETA da responsabilização dos autores…

    É que tal manifestação não só nada tem a ver com ateísmo, como MUITOS ateus e agnósticos, nos quais eu me incluo, são A FAVOR da pena de morte. Pelo que é um ABUSO uma organização que se idz criada para defender os nossos interesses ande afinal ocupada com outras agendas que ninguém lhe encomendou.

  • Anónimo

    Caríssimo Molochbaal:

    Não é minha desculpa, é uma evidência que pode encontrar na homepage do Diário Ateísta, disponível para todos lerem e ficarem devidamente esclarecidos sobre o que é este espaço.

    A minha referência mantém-se, e era exclusivamente em relação ao Diário Ateísta, logo o que cada colaborador ou comentador decida publicar, publica por sua conta e risco e tendo a responsabilidade pelo mesmo.

    Pessoalmente, e a título individual, critico a prescrição de comportamentos e condutas, quer tenham por base a crença ou a descrença, defendo que cada um deve pensar por si e consequentemente deve decidir para a sua vida o que é mais adequado, relativamente a estas questões, quer a dita manifestação, quer a ingressão/representação na AAP, é da responsabilidade de quem decida aderir e, juridicamente, qualquer associação só pode representar os seus associados…

    No que toca à manifestação não fui porque me foi impossível, eu por exemplo concordo com a mesma, e o Molochbaal por exemplo não, e está no seu direito; e em relação à AAP não estou associado porque tenho diversas ressalvas em participar em qualquer associação, sem excepção.

  • Nicolaesofran

    Judeus, os Maiores Nazistas do mundo! No estado Nazista Israel, não tem globalização, não tem comunismo, não tem democracia, não tem festivais de Rock, não tem multicultura etc. só tem o Nazismo Judaico! Vocês Babacas não estã vendo que esses judeus holocaustizados são os Maiores Nazistas do mundo?!

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