Não vou defender essa viuva-negra!!! Ela (e o amante) mataram o marido! Nos EUA… milhares estão no corredor da morte… e não vejo repúdio semelhante!! Viva a hipocrisia!! Essa mulher é uma falsa martir!
Se a pior lei dos homens fosse melhor do que a de Deus, Deus não existiria.
Fico estupefacto por ver que até um ateu, como o Carlos Esperança,ao aludir a Deus, perspectiva o conceito divino com o pior do Deuterónimo e do Levítico…
Neste caso como em todos os casos de condenações à morte fica sempre a pergunta: se quem mata merece morrer o que merece quem à morte condena?
E nem serve de desculpa esconderem-se por detrás de leis que dizem ser divinas.
É o respeito pela humanidade que está em causa.
Artigo 3º da Declaração Universal dos Direitos do Homem: Todo o individuo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Engraçado…. execuções a pedra ocorrem a toneladas na A.Saudita… e não vejo escandalo colossal… parabens… condenem o Irão.. acreditem tudo que os médias dizem… vocês não são muito diferentes dos papagaios dos padres e pastores
Olá… acredito cegamente nos médias (titeres de USA e Israel). Acredito que o Irão é uma ameaça ao mundo, da mesma forma que eu acreditei o mesmo do Iraque em 2003! Acredito que o Irão é a maior tirania do mundo!!
Bem, se ela e o amante realmente mataram o marido, merecem efectivamente ser lapidados. Também não tiveram piedade dele, não sei para que vamos chorar muito por assassinos sem escrúpulos.
Apenas protesto contra os casos de adultério simples em que o estado e as igrejas não têm nada que se meter.
A questão não é a morte em si mas a justiça da sua aplicação. Se eu matar para salvar terceiros ou vingar inocentes posso ser um assassino mas com muita honra. Pois serei um assassino justo.
É que todo o antigo testamento justifica a pena de morte. E tal foi a prática de todas as igrejas cristãs. Ainda hoje a católica admite a pena de morte.
Eu não acredito em tudo o que os EUA e israel dizem, mas tão tótó seria isso como tu dizeres que tudo o que eles dizem tem de ser mentira e tudo o que os seus opositores dizem tem de ser verdade. Tão pato é um fanático como é o outro.
Tudo isso é muito bonito mas a Bíblia diz exactamente as mesmas coisas. Aliás maomé inspirou-se nela. Claro que podes dizer que pode haver uma interpretação da vontade de deus mais correcta do que a expressa literalmente nas escrituras. O que eu não compreendo é porque é negas ao Sheik Munir a mesma liberdade em relação à sua religião.
Uma mulher dirigiu-se à presença do Profeta e acusou-se a si própria de adultério. Ele mandou-a embora uma primeira vez, perguntando-lhe se estava certa daquilo de que se acusava. Ela voltou uma vez mais, dizendo que engravidara em consequência do adultério praticado, e pedindo-lhe para ser lapidada, isto de acordo com a Lei de Moisés. Ele tornou a mandá-la embora, dizendo que se opunha à lapidação daquela que transportava em si uma vida. Ela voltou depois de dar à luz e, uma vez mais, o Profeta mandou-a embora, recomendando-lhe que acabasse de aleitar o filho. Ela voltou uma quarta vez e, por fim, o Profeta permitiu que ela fosse lapidada.
Podemos deduzir desta história trágica que o Profeta não só se opunha à lapidação, como repelia tanto quanto possível este castigo.
Vai pregar para outra freguesia ó salafrário e cobarde. Sabes bem que Cristo se opôs à lapidação.Tu permaneces o mesmo mau carácter de sempre. Se também tivesses um pingo de decência nessa cara opunhas-te a qualquer pena cruel, seja ela fundamentada em que lei ou ideologia for….
Tu é que és um papagaio.E deves julgar que estás em terra de talibans. Mas enganas-te. Portugal é um país liberto dessas práticas cruéis e não serão tipinhos como tu que irão aqui justificá-las.Se fosses lapidado já não falavas assim…
Olha, outro taliban por aqui, Mas este, de vez em quando, disfarça-se de humano. Curioso é que um tipinho ateu ou agnóstico como tu apoie a cruel lei da Sharia. Não tens vergonha ?…
Mete-me nojo tudo o que for cruel e desumano,esteja na Bíblia ou no Alcorão. Já há muito que devias saber que abomino o Deuterónimo e o Levítico e já há muito que devias saber que não sou católico. Verbero totalmente a aceitação da pena de morte no catecismo da ICAR. Mas tu,pelos vistos, legitimas essa inclusão, ó hipócrita:
“Bem, se ela e o amante realmente mataram o marido, merecem efectivamente ser lapidados”
– a todos os abortistas;
– aos pedófilos;
– aos incendiários.
Num prazo pré-estabelecido (6 meses por exemplo) de tolerância, numa cadeia, até que dessem sinais de verdadeiro arrependimento. Arrependiam-se, teriam a pena de prisão conforme o estabelecido. Não se arrependiam, executar-se-iam.
em nome da decência e dos direitos humanos acabem com essa merda de discurso!…
a defesa da vida está em primeiro lugar. sim.
a pena de morte é uma solução abjecta seja em que circunstância for.
Só para esclarecer e procurar compreender mais um pouco sobre a ideia de sistema de justiça que acabou de preconizar em breves linhas, como enquadra os abortos espontâneos e/ou aqueles que resultam de acidente?
Bem como relativamente aos incendiários, faz distinção entre os incendiários por acto voluntário ou involuntário?
Mais acrescento, em relação aos pedófilos faz distinção entre abusos sexuais de menores em relação a indivíduos do mesmo sexo e sexo diferente? E, se quiser responder, os clérigos envolvidos em crimes desta natureza seriam julgados perante a sua proposta de lei terrena, ou aguardariam a justiça divina no fim-dos-tempos?
Para terminar, só mais dois aspectos. Primeiramente em relação à sua ideia de arrependimento, visto que não há qualquer menção nesse campo, esse arrependimento seria perante determinado deus ou perante os restantes homens (em particular as vítimas directas e indirectas desse crimes)? Em segundo lugar, como enquadraria os procedimentos processuais e o valor e ausência de valor das alegações/provas?
A forma de execução é que é bárbara, já a justiça do acto é discutível.
A pena de morte é uma pena aplicada pelos tribunais e não pela religião, e existe também em estados laicos e pró-ateistas.
Hoje, depois de ver muita barbaridade, depois de ter vivido em situações de perigo eminente, depois de ter conhecer in loco o efeito da crueldade, da impiedade e selvajaria de algumas pessoas ( e gangs organizados), não sou rotundamente contra a pena de morte.
Acho é que deve ser o último recurso.
Sou mais favorável aos trabalhos forçados com pena perpétua.
O que eu acho, neste caso, é que em vez dela podíamos o “jogar à malha” com os elementos da Tasca Ateísta de Suburbanos de Lisboa e tabernas anexas.
Para os apedrejar também eu lá ia – seria um desporto fascinante.
Se for para isso… é só dizer que eu apreço.
Artigo 3º da Declaração Universal dos Direitos do Homem: Todo o individuo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Segundo o Artigo 142º do nosso Código Penal, e segundo a opinião de 99,9% dos ateístas, incluindo V. Exa, isso não é assim e a DUDH não é respeitada, nem deve ser seguida.
Eu acrescentava à lista:
– Os “democidas”;
– Os responsaveis pela insegurança no mundo;
– Os responsáveis pela fome;
– os criminosos inveterados e irrecuperáceis que comentem imponemente crimes contra as pessoas.
Claro, vamos mudar as leis islamicas só para ficar de acordo com a nossa conveniencia, além do mais a matadora de maridos provavelmente só precisa de apoio da assistente social e um tapinha na mão acompanhado de um “nunca mais faça isso”.
Cara Tadinha dela
Quem garante que ela matou o marido ?
As leis islâmicas devem ser mudadas ? Não sei , mas que os islâmicos gostariam que suas “leis” fossem seguidas em toda parte isto é verdade.
Afinal, os muçulmanos estão sempre prontos para protestarem contra USA, Israel , Ocidente ou seja lá qual for o inimigo de momento.
Agora, protestar contra a barbárie do apedrejamento, da violencia de atentados terroristas,
do uso politico da crença , nada. Boca fechada , que no islamo-fascismo quem discorda
cai da corda.
Obrigado
onde é que me viste a defender islamitas, judeus ou cristão de qualquer espécie? onde me leste a defender os adeptos de jeová ou alá? vai-te encher de moscas palerma!…
és um provocador de merda.
onde é que me viste a defender islamitas, judeus ou cristão de qualquer espécie?
Ah, Bom!!!!!!!
Então a tal Sakineh Ashtiani (o nome é bem sugestivo), não é islâmica!?
Se são é islâmica, e se V. Asinina Pessoa não estava a condenar os Islâmicos que executam meia dúzia de criminosos, então são todos ateus e eu não tinha percebido.
Muito me espanta vê-lo a condenar ateus!!!!!!!!!
Acontece ainda que, quando alguém é condenado num país, segundo as leis civis desse país, por um acto voluntário e que o agente sabia ser crime, a mim não me causa qualquer tipo de preocupação.
Se Portugal adoptasse uma lei segundo a qual quem traísse e assassinasse o cônjuge fosse morto à chicotada na praça pública, eu não tinha nada a obstar à sua execução – quem comete uma infracção lei, de forma voluntária e consciente, sabe a que se sujeita.
A pena de morte existe também em países laicos e ateus, como EUA e China (por exemplo), e não vejo o mesmo procedimento contra esses países.
Está em questão a execução uma pessoa que cometeu um crime (fosse ele qual fosse, é crime no seu país, e punível com tal pena). Então, V. Asinina Pessoa levanta-se faraonicamente e ecoa a ira contra uma religião, quando se trata do ordenamento jurídico de um país e não de uma religião.
Mas, fica refastelado e divertidíssimo com os quase 20 000 bebés que são executados por ano, no nosso país, pagando-se tal barbaridade com o dinheiro público (e não é pouco), e ditos bebés não comentaram qualquer acto que fosse contrario à lei (alguns são executados pelos crimes dos progenitores).
Portanto… V. Asinina Pessoa já tem penas e tudo – está completa!
mas que os islâmicos gostariam que suas “leis” fossem seguidas em toda parte isto é verdade.
Mas vossemecê não está sempre a fazer o mesmo?
Vossemecê não passa a vida a querer que os islâmicos sigam as nossas leis e que elas fossem seguidas em toda parte?
Será que vossemecê e a sua forma de ver o mundo são as únicas absolutamente certas e incontestáveis?
A pena de morte é repugnante e demonstra atraso civilizacional.
Mas ainda assim há uma diferença entre matar por injecção letal ou enforcamento e em local não público, e matar à pedrada. Tanto mais que as pedras são escolhidas a dedo para que a morte não seja demasiado rápida (animais).
Não me surpreende que o Zeca Portuga fosse capaz de assistir impávido e sereno, se não com alguma satisfação, ao assassinato em praça pública, de um qualquer condenado.
Isso diz muito de uma pessoa que tem DEUS no coração.
Não resisto construir uma nova leitura do que escreve com uma reversão de papeis, para procurar obter uma resposta concernente da sua parte em relação à mesma…
Imaginando que no lugar de estar escrito islâmicos nas linhas do comentário anterior estariam ateus, e em confronto com uma posição claramente comprometida e impositiva das directivas da Igreja Católica, de que forma poderíamos considerar a pertinência da seguinte resposta (para ficarem esclarecidas as devidas questões de responsabilidade, as alterações seguintes são da minha exclusiva responsabilidade, e tem como base a resposta que Zeca-portuga escreveu a Eduardo previamente):
‘Mas vossemecê não está a fazer o mesmo? Vossemecê não passa a vida a querer que os ateus sigam as nossas ideias e que elas fossem seguidas em toda a parte?
Será que vossemecê e a forma de ver o mundo são as únicas absolutamente certas e incontestáveis?’
Apresento aqui uma correcção muito importante ao seu comentário, que faz toda a diferença para a avaliação da realidade. A pena de morte nos EUA mantêm-se apenas em pouquíssimos Estados, sendo esses de maioria Democrata, isto é, essencialmente conservadores…
Leia o que escrevi. ” As leis islâmicas devem ser mudadas ? Não sei ”
Quem deve responder a isto são os islâmicos e não eu.
Eu não sou religioso , .
Você pergunta : ” Mas vossemece não está sempre a fazer o mesmo ?
Vossemece não passa a vida a querer que os islâmicos sigam as nossas leis e que elas fossem seguidas em toda parte ?”
Minha vida eu desfruto de outra maneira , não a desperdiço com pessoas insensíveis ao sofrimento humano, que muitas vezes é causado pela “ignorancia religiosa”.
Se voce lê meus comentários de ter notado que jamais insulto os participantes do DA.
Garanto à voce ,não quero impor “nossas leis” aos islâmicos ; gostava apenas que todos os seres humanos pudessem usufruir a liberdade que nós desfrutamos , a qual nos páises islâmicos é bem escassa.
acrescentas, ou esqueceste-te de acrescentar?
e já agora se defendo a “tal Sakineh Ashtiani” como dizes (defendo mesmo) não é por ser islamita – mas por ser uma vítima do islão. não achas que há diferença?… para mim há.
Você escreveu que o Homem é um ser imperfeito e muito limitado mas segundo o livro do Génesis: “Deus disse: «Façamos o ser humano à nossa imagem, à nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.» Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher. (Gn 1, 26-27).
Em que ficamos, em que momentos esta ideia é literal e em que momentos esta ideia não é literal? O seu comentário recai na segunda interpretação, mas se falássemos de quão perfeita é a obra de vosso senhor já a similitude poderia ser recuperada em pleno?
Outro aspecto, em relação à redenção, o suposto Jesus Cristo não morreu por sua vontade (mas teve que perguntar a ele próprio porque estava a fazer isso…) para o estabelecimento de uma nova aliança e perdão pelos pecados da humanidade do Passado, do Presente e do Futuro (claro, exceptuando os únicos pecados que não têm perdão, as blasfémias contra o dito espírito santo…)?
Estas questões surgem da indignação que me provocou o último parágrafo do seu comentário, pois é impressionante que tivesse bom agrado que alguém morresse só por pensar de forma diferente daquilo que você e outros acreditam no que toca a divindades/mundividência/cosmovidência.
Eu sou ateu e se alguém pretendesse executar um cristão, um judeu ou um muçulmano pelas suas crenças, tinha a minha veemente oposição.
Talvez seja mesmo mais humano que o seu deus atendendo às questões de similitude previamente enunciadas…
Não sei porque serei hipócrita. Se vocês aceitam ou não as vossas escrituras o problema é vosso. Eu não sou cristão e para mim a bíblia tem exactamente o mesmo valor da Ilíada ou da Eneida. Entretanto sempre fui a favor da pena de morte e nunca disse que sou pacifista pelo que continuo a não ver onde está a hipocrisia. Apenas chamei a atenção no seguimento das nossas antigas conversas em que me insultavas por eu “generalizar” por dizer que a maior parte dos cristãos seguem esta ou aquela linha.
Ora, no caso da pena de morte quase todas as igrejas ainda a aceitam e historicamente foram das suas praticantes mais entusiastas. Podes dizer que a tua interpretação do cristianismo não a aceita, mas aí voltamos ao mesmo. Historicamente quase todas as igrejas a aceitaram e praticaram. A generalidade dos cristãos praticou-a com entusiasmo até há umas poucas gerações.
Isto não é uma critíca, é uma observação de um facto, porque neste caso até concordo com eles. Ressalvando, claro, as execuções por motivos religiosos ou sexuais.
Ora, neste caso concreto, aquela senhora assassinou o marido, pelo que a sua execução não se trata de um crime religioso mas de simples justiça.
Estou mais aliviado. Já não me insultavas hà imenso tempo e já estava a pensar se haveria algo de errado comigo. Mas não, folgo em saber que está tudo a voltar á normalidade.
Entretanto, que eu saiba, cristo não se opôs à lapidação, mas a UMA lapidação em concreto. Nunca se referiu à pena de morte em geral e ainda deixou um sério aviso à condenada para não voltar a pecar, pelo que ficamos todos na dúvida se, em caso de reincidência, ele se voltaria a opor. Não tenho culpa que o JC tenha sido tão vago nestas como em tantas outras coisas, deixando pano para mangas para todas as interpretações possíveis.
Ultimamente andas muito enjoada. Sugiro que deixas de beber macieira ao pequeno almoço.
Entretanto para mim, nojento é gastar recursos a alimentar criminosos numa sociedade que os nega a pessoas honestas e trabalhadoras que muitas vezes não têm de comer.
Além disso para mim a vida dos inocentes é muitos mais valiosa do que a dos criminosos, pela que, a escolher, optarei sempre pela segurança dos primeiros. Ora a segurança dos primeiros passa por limpar o sebo a serial killers, criminosos profissionais e assassinos em geral.
Eu nunca apoiei a sharia. Apoio a pena de morte por razões válidas, como o assassinato, delinquência profissional etc. Se a sharia preconiza isso em agum ponto concordo com ela nesse ponto, o que não quer dizer que concorde com todos, como matar pessoas apenas por terem sexo. Entendes animal ? É assim tão difícil ?
Yap, e já agora um subsídio especial para se reintegrar na sociedade depois de assassinar o marido. Género casa nova vida nova. E venha o próximo marido 🙂
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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