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Preso por dizer missa …

Falso padre alemão é preso pela 2ª vez em Salvador

O alemão Wolfgang Schuler foi detido em Salvador acusado de falsidade ideológica. Schuler passava-se por integrante da Igreja Católica. Às vezes dizia ser padre, em outras, arcebispo polaco, ou ainda alto funcionário do Vaticano que investiga crimes cometidos por padres. Ele chegou a celebrar missas e hospedar-se em mosteiros na capital baiana.

24 thoughts on “Preso por dizer missa …”
  • Anónimo

    Qualquer um pode ser pregador…

  • Carpinteiro

    Parece-me ser um mentiroso compulsivo.
    Reúne todos os requesitos para ser um bem Padre.

  • Carlos Esperança

    Não percebo a perseguição.

  • antoniofernando

    Também houve clérigos ateus, e papas devassos, corruptos e assassinos Quem duvidar que investigue.Tem muito onde vasculhar…

  • antoniofernando

    Ás tantas nem sequer era crente e bebia era uns copos a mais…

  • rayssa gon

    boa. eu ri!!

  • Zeca Portuga

    …acusado de falsidade ideológica. Schuler passava-se por integrante da Igreja Católica.

    Se isto se aplicasse aos membros deste blog e da Tasca Ateísta de suburbanos de Lisboa e tabernas “ateuólicas” anexas, quem escaparia?

    Quase todos foram praticantes e ainda participam, hipocritamente, em actos de cariz religioso.

    Deveriam ser presos também.

    Este é mais um ateu infiltrado – um bandido cujos actos demonstram a estupidez ateista.

    • Elviro

      Uma coisa é “assistir missa”, outra é ficar no altar e ganhar dinheiro.
      Se vou ao teatro com a família, porque não a missa (é umm espetáculo) aqui no Brasil. Não abro mão de minha vida social.

  • Confrariaalfarroba

    o que mais gostei foi o facto de se passar por alto funcionário do Vaticano que investiga crimes cometidos por padres… lol

    é demais!…

  • Jcduarte

    Com a capacidade que o povo brasileiro tem para evocar deus por tudo e por nada, a cada instante que passa e aconteça o que acontecer, esse alemão estava no sítio certo certo, à hora certa e com a religião certa.
    Deve ter sido preso por outra coisa qualquer pois essa de ser falso padre parece pouco e banal neste mundo de acreditadores.
    Se há quem acredite que alguém tenha sido cruelmente deixado morrer numa cruz, o que até era normal naquele tempo e que passados três dias acreditam que desaparece de um buraco e só por isso acreditam que ressuscitou, embora nunca mais o tivessem visto e que só por isso acreditam que foi ter com o pai sabe-se lá onde, pai que acreditam não ser o biológico mas outro inventado para pai porque a mãe tinha se ser virgem, acredite-se ou não, o que quer dizer que não tinha sentido o pénis do marido na sua vagina mas sim um calafrio pela espinha que foi logo identificada como gravidez de deus, que nem coragem ou vontade de reconhecer a paternidade teve, fez o filho sofrer toda a vida e deixou-o morrer bárbaramente às mãos dos romanos que perante um pai destes até parecem tipos simpáticos e que certamente não fariam isso a um filho de Roma, E ainda acreditam que morreu talvez em Abril, ou em Março, ou certamente em Maio, o que contrasta bastante com o acreditar que nasceu sem sombra de dúvida e aí de quem blasfeme sobre isso, na noite de 25 de Dezembro. Ufa!

    O que é um falso padre comparado com uma bagagem intelectual destas, que para se aprender até universidade espiritual precisa?

  • Confrariaalfarroba

    oh joão c
    e tu és um católico infiltrado no “templo” do pecado…

    estás cada vez mais tonto

  • Confrariaalfarroba

    j Duarte
    é.
    os deuses romanos e gregos eram mais porreiros raptavam as donzelas, organizavam festarolas etc & tal mas assumiam sempre a paternidade… (também há o caso de comer os filhos – mas era noutro filme).
    mataram esses deuses e criaram esta coisa chata… o que nos vale é que se quando em vez aparece um alemão destes…

  • Carpinteiro

    António Fernando, é claro que se ele andava a investigar crimes praticados por padres, tinha que ser preso 😉

  • Carlos Esperança

    O padre católico Jean Meslier foi o mais destacado e radical ateísta do século XVIII. Mas, porque estimava a vida. só permitiu que fosse conhecida a sua obra depois de morto.

  • Anónimo

    Caríssimo Zeca Portuga:

    Procurei obter informações sobre o enquadramento e objectivos do indivíduo perante esta questão mas não consegui encontrar qualquer elemento que permita avançar com alegações/afirmações do tipo que acabou de fazer, isto é, que este indivíduo era mais um ateu infiltrado. Nesse sentido, e para reconhecermos o seu fundamento, poderia divulgar a fonte dessa informação para o devido esclarecimento dos demais?

    Cumprimentos.

  • Zeca-portuga

    Nenhuma fonte – é uma dedução minha, apenas.

    Aliás, nunca encontrará nada sobre os ateistas, porque o ateismo é tão irrelevanet que ninguem fala dele.
    Além disso, o ateismo é um disturbio de pesonalidade, logo individual e sibjectivo. Como não existe nenhuma estrutura representativa do ateismo, oficialmente o ateismo não existe.

  • Anónimo

    Caríssimo Zeca Portuga:

    Esse acrescento, que não se baseia em qualquer fonte e que é apenas uma dedução sua, faz toda a diferença entre uma alegação e a correspondência à realidade.

    Tem razão, o ateísmo enquanto estrutura não existe, logo ninguém pode tomar uma posição oficial e com essa tentar determinar o comportamento dos ateus, pois cada um é responsável pelas suas acções, expressa a sua opinião a título individual e, por tudo isto, responde apenas por si.
    De modo algum não colocaria pessoas que têm essa consciência e compreendem os aspectos anteriormente mencionados na esfera dos distúrbios de personalidade, mas sim como pessoas mais propícias a um maior sentido de responsabilização individual, visto que não têm “ninguém” ou “algo” para culpar/responsabilizar para além dos mesmos (com isto não estou a alegar de modo algum que não há crentes responsáveis…).

    Você expressa a sua opinião em relação às várias formas de descrença, contudo escrever que ninguém fala do ateísmo é claramente um acto de negação daquilo que você e outros fazem neste espaço, isto sem pensar qual é a posição oficial das diferentes igrejas sobre estas matérias…

  • Zeca Portuga

    Conheço ateístas nos quatro cantos do mundo, e nem um só sai fora do padrão que lhe referi.
    Portanto, por que razão deveria acreditar no contrário?
    Afinal não os ateístas que nivelam tudo pelas evidencias e pelos comportamentos de alguns?

  • Anónimo

    ZEQUITA …

    AINDA NÃO TE DISSE MAS VOU-TE DIZER..
    FICA-TE MAL ESSE ÓDIO COMPULSIVO POR AQUELES QUE CONSEGUIRAM A DADO PASSO DAS SUAS VIDAS ( SÓS OU ACOMPANHADOS) APERCEBEREM-SE DAS FALSIDADES DA RELIGIÃO CATÓLICA E MUDARAM DE OPINIÃO.
    EU SOU ATEU DE NASCENÇA COMO TODOS NÓS, SÓ PORTERIORMENTE É QUE CERTOS PAIS MAIS ABSOLUTISTAS OBRIGAM OS FILHOS A TORNAREM-SE CATÓLICOS À FORÇA, SEM LHES DAREM A POSSIBILIDADE DE DECIDIREM O QUE QUEREM SER…
    UNS CHEGAM A MUDAR, OUTROS NÃO…
    POR ISSO, VÊ SE CONSEGUES ESBATER ESSE ÓDIO ( QUE TE FICA MAL) POR QUEM MUDA, POIS ELES NÃO TIVERAM CULPA NENHUMA, A CULPA FOI DOS PAIS DELES, PARA ALÉM DE QUE É BEM CONHECIDA A EXPRESSÃO DE QUE SÓ OS BURROS É QUE NÃO MUDAM ( DE OPINIÃO, É CLARO)…

  • Anónimo

    PORQUE RAIO DE RAZÃO SÓ PRENDEM ESTE?

  • Anónimo

    Caríssimo Zeca Portuga:

    Você conhece as pessoas que conhece, mas não conhece o sujeito em questão, logo tudo o que afirme poderá estar incorrecto porque carece do devido fundamento. Você acredita no que quiser, mas para ser sério terá de atender à realidade, e a realidade é bem mais complexa do que a partição e separações que acentua frequentemente. Veja por exemplo a sua última ideia, que os ateístas nivelam tudo pelas evidências e pelos comportamentos de alguns, isso está incorrecto porque está a pegar num estereótipo baseado em preconceito. Para ser justo terá que reconhecer que cada pessoa que não acredita naquilo que você e outros acreditam no que toca a assuntos de religião, fala por si, é responsável pelo que escreve a título individual, pois a opinião é da responsabilidade do próprio. Claro que nisto não devo esquecer, como geralmente costumo assinalar (e sou ateu…), que há diversos tipos de crentes, uns que dignificam o diálogo e respeitam o ponto de vista divergente nesta questão, outros que nem por isso…

  • Carpinteiro

    Porque este teve o atrevimento de dizer a verdade.
    Outros há que andam, mas não abrem o bico 🙂

  • Zeca-portuga

    O problema é que eu não conheço nenhum ateista que seja diferente. Portanto, por que deveria particularizar?

  • Anónimo

    Caríssimo Zeca Portuga:

    Você apresentou precisamente a resposta, não conhece nenhum ateísta que seja diferente, mas também não conhece todos os ateus, logo a particularização faz toda a diferença entre aquilo que conhece e aquilo que alega conhecer.

    Cumprimentos.

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