Loading

O sentimento de culpa na teologia cristã

Muitas doenças aparentemente orgânicas são na realidade, doenças de conversão devidas à introversão da angústia e da agressividade.

É muito frequente a análise psicológica descobrir sentimentos de culpabilidade nas mais variadas neuroses. É normal que a investigação médica ponha, com muita clareza, o problema da relação entre a doença e o pecado.

Ao que parece, foram os padres de Alexandria e da Capadócia, em especial Santo Atanásio e São Gregório Niceno; os primeiros a elaborar uma doutrina teológica da doença. Eles reflectiram acerca das consequências do “pecado original” sobre a natureza humana: o homem criado por Deus à sua imagem e semelhança, segundo o Génesis, é a imagem da divindade, mas possui uma natureza própria, a humana. Se Deus é absolutamente impassível e inacessível à doença, como é que o homem, imagem sua, pode sofrer de doença?

A resposta de Santo Atanásio e São Gregório Niceno é a mesma: a natureza do homem tornou-se acessível à doença por causa do primeiro pecado. «O homem teria sido criado num estado de impassividade e de assexualidade».

Santo Atanásio esclarece: «O primeiro objectivo de Deus, fora o de que os homens não nascessem pelo casamento e pela corrupção, mas a transgressão do seu mandamento conduziu à união sexual, por causa da iniquidade de Adão.» O bispo de Niceia é ainda mais explícito: «Esta divisão em sexos nada tem que ver com o arquétipo divino: ela aproxima os homens dos seres irracionais.»

Ou seja: O homem enquanto imagem divina, era naturalmente assexuado e inacessível à doença. Se não fosse o primeiro pecado, a sua reprodução teria sido semelhante à da “natureza angélica”. Numa segunda etapa, Deus, prevendo o pecado que o homem iria cometer pelo seu livre arbítrio, acrescentou à imagem a distinção dos sexos.

Esta mudança na natureza humana teria feito dela uma natureza sexuada, mortal, passível da doença. É assim que Gregório de Niceia pode dizer que o criador da doença e da morte, não foi Deus mas o próprio homem.

A resposta é-nos dada pelo Evangelho: a doença é uma provação e uma ocasião de mérito. Escreve São Basílio numa carta a Hilarião. «Quanto aos sofrimentos do corpo, exorto-te a comportares-te corajosamente, e como convém diante de Deus que nos chamou; porque se Ele vê receber as coisas presentes com acção de graças, ou acalmará as nossas dores e as nossas afecções, ou recompensará magnificamente a nossa paciência no estado futuro, depois desta vida.»

A convicção de que a doença é o castigo directo dum pecado grave, foi sempre “promovida” no mundo cristão. Segundo estes, a doença só apareceu quando o homem infringiu a lei de Deus, e quando agiu “livre e consciente”. Mais recentemente, Lutero atribuía as doenças ao Diabo. A doença, dizia ele, não vem de Deus, que é bom e faz sempre o bem, mas sim do Diabo, que é a causa de todas as desgraças.

A acção nociva do sentimento de culpa através da exploração do pecado sobre a saúde física pode ser, aliás, lenta e progressiva. Subtilmente, o pecado, entendido no sentido mais lato do termo, como como transgressão da “lei moral” que todos os crentes aceitam e reconhecem como necessária, trás consigo, a longo prazo, uma sequela inexorável: um sentimento de culpabilidade.

Não é raro que esse sentimento de culpa, se exprima sob forma simbólica, desencadeando desordens psíquicas, ou mesmo alterando a função de certos órgãos, podendo essa alteração provocar posteriores lesões nos pontos fracos do organismo. Não é raro acontecer que uma “alma doente”, no sentido moral da expressão, acabe por se tornar uma alma doente no sentido médico. A culpabilidade que ela não pode assumir, traduz-se em desordens psíquicas, depois em desordens físicas. A Teologia cristã torna assim possível, uma verdadeira patologia psicossomática.

Um certo número de cristãos «virtuosos, prudentes, justos e temperados» passam a sua vida a defender-se do pecado e da angústia, dobrando-se sobre si próprios na “virtude” da culpabilização.

18 thoughts on “O sentimento de culpa na teologia cristã”
  • antoniofernando

    Foi hoje, numa estação de abastecimento de combustíveis. Entrou um arrumador de carros, vítima do seu próprio vício. Pediu delicadamente um copo de água que lhe foi servido. Mas logo de seguida solicitou que lhe fossem adicionadas duas pedras de gelo, argumentando que a água estava morna. Fê-lo sempre de forma delicada. Mas a funcionária recusou. E a máquina de gelo mesmo ali à mão. Apenas duas pedras de gelo. Mas não. Imperturbável a trabalhadora da gasolineira não estava disponível para ultrapassar a mornidão da água. Olhei para o pobre desgraçado, siderado por tamanha desumanidade. Passado algum tempo, à saída de um supermercado, o vigilante perseguia um cidadão de um país de leste. Qual o crime? Ter-se apropriado de alguma comida de um tabuleiro já usado, num dos espaços da restauração. E que certamente iria parar ao lixo. Mas o vigilante deve ter pensado que mais valeria que esse resto de comida fosse para o lixo do que dar a Cristo a possibilidade de se alimentar. Sim, hoje vi Cristo. Num dos irmãos, bebendo água morna. Noutro, exclamando: ” o que eu comprei no supermercado paguei. À saída vi restos de comida num tabuleiro que iriam para o lixo e aproveitei”. Não disse que estava com fome. Cristo nunca perdeu a dignidade. Que mundo é este? Que país cristão é o nosso?

  • Anónimo

    Um dos casos que mais me impressionou nos nossos tempos, que também reflecte uma relação particular entre as crenças e doenças, ocorreu faz poucos anos nos Estados Unidos da América, e o caso foi largamente noticiado nos órgãos de comunicação social do país (http://www.youtube.com/watch?v=Xn2Vl_klC9w&feature=related).

    Os pais de uma menina de 11 anos, Madeline Kara Neumann, perante a degradação progressiva do seu estado de saúde, decidiram deliberadamente não levar a menina ao hospital para receber cuidados médicos e, no seu lugar, contar com o poder da fé e oração para obter a respectiva cura.

    Do mal-estar inicial desenvolveram-se progressivamente outros sintomas até a menina entrar em coma, tudo cerca de um mês após os primeiros sintomas, culminando posteriormente com a sua morte.

    A doença que a menina tinha era Diabetes-Tipo 1, doença apenas identificada na altura da autópsia. Toda esta situação poderia ter sido evitada visto que esta doença é facilmente diagnosticada e tratável…

  • Anónimo

    Eu acho interessantes as “explicações” do senhores Atanásio e Gregório Niceno.
    Se bem percebi, Deus fez o homem blá-blá-blá, mas deve ter-se enganado em qualquer parte da receita. E o homem, que era para ser assexuado, passou a gostar de fazer truca-truca. Ora, um engano destes é inadmissível em alguém que é “perfeito”. Depois, como se não bastasse, tentou remediar a asneira com outra ainda pior: abriu tudo quanto era torneira e catrapumba! Afogou tudo quando era alma vivente. Safaram-se os peixes, coitados, sabe-se lá porquê… Provavelmente, Jeová esqueceu-se deles, ou ignorou que os peixes não costumam afogar-se na água. Resultado: ficou tudo na mesma.
    Anos mais tarde, mandou o filho cá abaixo, dar um jeito na porcaria que o pai tinha feito. Qual quê! Se estava mal ainda piorou. É o que faz: quem se mete com crianças acaba sempre mijado. Na altura, era à espadeirada; agora é com armas atómicas.
    Mas não haja dúvidas: aprende-se muito com certas pessoas. As coisas que ele sabem! Se calhar, por isso é que são santos…

  • antoniofernando

    O sentimento de culpa é inerente a crentes, ateus e agnósticos. É completamente absurdo, do meu ponto de vista, associá-lo exclusivamente aos crentes. Dizer que ” a Teologia cristã torna assim possível uma verdadeira patologia psicossomática” é uma enormidade em termos intelectuais. Fico completamente espantado que, aqui, nesta redução exclusivista de F. Fernandes, não haja a menor preocupação com o rigor da ” realidade objectiva”, tão propalado por alguns ateus. Se o silogismo do articulista fosse verdadeiro, poder-se-ia então sustentar que homens equilibrados e sem distúrbios psicossomáticos são os amorais. Aqueles para os quais vale tudo até tirar olhos. Ou seja, os ignóbeis, os infames, os crápulas e os assassinos em série. Que saudades dos textos de Carlos Esperança e de Ludwig Krippahl.Fico curioso de ver os eventuais aplausos à pequenez deste texto de F. Fernandes…

  • Anónimo

    Não seja ridículo.

    Reparo que perde mais tempo a desclassificar o autor, que a comentar os textos. Fica-lhe bem.

    Relativamente a:
    «Dizer que ” a Teologia cristã torna assim possível uma verdadeira patologia psicossomática” é uma enormidade em termos intelectuais.»
    Lamento desiludi-lo. A frase não é minha, é de Pierre Solignac, médico psiquiatra que trabalhou durante vários anos com pessoas neuróticas, inclusivamente cristãos, e apresentou vários estudos sobre muitos religiosos, principalmente líderes, que sofreram de perturbações, e onde abordou, também, aquilo a que chama, a “neurose institucional da Igreja”, a neurose cristã.
    Como vê, perdeu uma óptima oportunidade de estar calado.
    .
    Quanto à pequenez do texto, lamento se não iguala a sua mesquinhez.

  • Zeca Portuga

    Muitas doenças aparentemente orgânicas são na realidade, doenças de conversão devidas à introversão da angústia e da agressividade. – ou seja, são doenças do foro psicológico.

    Muito me espanta que os ateístas assumam isto!!!!!!!!!!!!
    Há especialistas a caracterizar assim a disfunção humana/sociológica do ateísmo.

    Na verdade, esse é o principal problema dos ateístas que mais não é do que um de saúde mental.
    Este blog é uma prova real e muito objectiva disso.

    Falta acrescentar que este tipo de doenças pode degenerar em problemas mais graves, mas tem tratamento.
    Como em todas as terapias, se o doente se opõe, não há muito a fazer. Neste caso, e se os doentes se tornarem directamente perigosos para a sociedade, eu defendo o internamento compulsivo (como defendo para os violadores, os incendiários, os drogados irrecuperáveis, os assassinos em série,,, etc).

    Este título saiu muito mal ao sr, Esperança, pois a teologia cristã baseia-se na certeza do perdão de Deus. Ao contrário, os ateistas lidam muito mal com a frustração, pois vivem uma vida sem caminho, sem objectivo e sem esperança.
    Para camuflar essa fraqueza e essa frustração, normalmente mentem, dizendo-se felizes e realizados. Porém, não passam de ressabiados enrijecidos pelos recalcamentos que lhes atormentam a mente, daí vem toda esta agressividade que aqui vemos

  • Zeca Portuga

    Muitas doenças aparentemente orgânicas são na realidade, doenças de conversão devidas à introversão da angústia e da agressividade. – ou seja, são doenças do foro psicológico.

    Muito me espanta que os ateístas assumam isto!!!!!!!!!!!!
    Há especialistas a caracterizar assim a disfunção humana/sociológica do ateísmo.

    Na verdade, esse é o principal problema dos ateístas que mais não é do que um de saúde mental.
    Este blog é uma prova real e muito objectiva disso.

    Falta acrescentar que este tipo de doenças pode degenerar em problemas mais graves, mas tem tratamento.
    Como em todas as terapias, se o doente se opõe, não há muito a fazer. Neste caso, e se os doentes se tornarem directamente perigosos para a sociedade, eu defendo o internamento compulsivo (como defendo para os violadores, os incendiários, os drogados irrecuperáveis, os assassinos em série,,, etc).

    Este título saiu muito mal ao sr, Esperança, pois a teologia cristã baseia-se na certeza do perdão de Deus. Ao contrário, os ateistas lidam muito mal com a frustração, pois vivem uma vida sem caminho, sem objectivo e sem esperança.
    Para camuflar essa fraqueza e essa frustração, normalmente mentem, dizendo-se felizes e realizados. Porém, não passam de ressabiados empedernidos e descontrolados pelos recalcamentos que lhes atormentam a mente, daí vem toda esta agressividade que aqui vemos – não há na Net muitos blogs tão agressivos como este.

  • Carpinteiro

    Zé tem calma filho (de deus).

    «Este título saiu muito mal ao sr, Esperança, »
    O ódio que cultivas relativamente ao Carlos é tão cego que não te deixa ver o texto, que é do Fernandes. Como bom cristão que dizes ser, pede perdão, (aquele de que falas acima). Concentra-te, vá lá…
    « certeza do perdão de Deus»
    A certeza de que perdão?!
    A certeza do perdão do teu deus é a que vem referida nos livros sagrados por ele inspirados e que nos relatam os encantadores episódios como este:

    Passadas nove terríveis pragas sobre a terra do Egito, assolando, destruindo e matando, Jeová anuncia a Moisés a última: “Eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei a todo o primogénito na terra do Egito, desde os homens até os animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos: Eu sou Jeová” (Ex. 12:12). O furor de Jeová era tanto que não escaparam nem os inocentes animais, como bois, carneiros, cães, cavalos, camelos etc.
    – Cabe uma pergunta: Porque se sentiu glorificado Jeová, ao matar os primogénitos do Egito?
    – Porque exultou de alegria Jeová com essa terrível praga mortal?

    “Então dirás ao Faraó: Assim diz Jeová: Israel é meu filho, meu primogénito. E eu te tenho dito: Deixa ir o meu povo, para que me sirva; mas tu recusaste deixá-lo ir; E EIS QUE EU MATAREI O TEU FILHO, O TEU PRIMOGÉNITO” (Ex. 4:22-23). A vingança consumou-se na décima praga, e houve grande clamor em todo Egito, pois não havia casa em que não houvesse um morto (Ex. 12:30). Milhares de crianças inocentes, vítimas da vingança de um deus furioso. “JEOVÁ É UM DEUS ZELOSO E QUE TOMA VINGANÇA; JEOVÁ TOMA VINGANÇA E É CHEIO DE FUROR; JEOVÁ TOMA VINGANÇA CONTRA OS SEUS ADVERSÁRIOS, E GUARDA IRA CONTRA OS SEUS INIMIGOS” (Na. 1:2). Jeová matou as crianças como inimigas?

    Zé: Diz-me o teu deus e dir-te-ei quem és…

  • Carpinteiro

    O António é um “bom crente”. Confio em que, se continuar connosco, acabará um “melhor ateu” ;-))

  • Zeca Portuga

    E F. Fernandes não é a outra alcunha do sr. Esperança?
    Vossemecê está a tentar enganar quem?

    A sua Bíblia, na versão das testemunhas de jeová, está adulterada.
    Mas, Deus tem o poder sobre tudo o criou. Só Ele decido algo sobre eles, não vossemecê.
    E, toda a arvore que não dá fruto corta-se pela raíz.

  • Carpinteiro

    «E F. Fernandes não é a outra alcunha do sr. Esperança?
    Vossemecê está a tentar enganar quem?»

    – O António quando lê FFernandes fica com saudades do Carlos! Já não entendo nada…

    «E, toda a arvore que não dá fruto corta-se pela raíz. »

    – Não arrisque. Pode acabar de muletas.

  • Anónimo

    ZEQUITA, ZEQUITA…
    TEM CALMA HOMEM E DESAPERTA LÁ O SILÍCIO, OLHA QUE ISSO AINDA TE APODRECE TUDO…
    NÃO MORRES DA CULPA MAS MORRES DA EXPIAÇÃO…

  • antoniofernando

    Dois psicólogos passeavam por uma estrada deserta, longe das desgraças do mundo, discorrendo sobre os efeitos nefastos do sentimento de culpa nas mais variadas neuroses. Subitamente, depararam-se com um acontecimento inusitado. No bosque aprazível, por onde deambulavam, entregues às suas cogitações intelectuais, avistaram um vulto humano tombado no chão. A sua curiosidade aristotélica levou-os a aproximarem-se desse indivíduo. Um homem negro, que tinha sido espancado por um apologista da teoria eugénica do Darwinismo Social, na forma assumida por Malthus e Herbert Spencer. Não eram crentes nem cristãos. Sobre o Cristianismo tinham firmado a ideia que se constituíra numa teologia que tornara possível uma ” verdadeira patologia psicossomática”. Olharam para o homem tombado entre uma amálgama de carne e ossos desfeitos pela brutalidade do espancador. E nenhuma comiseração sentiram por esse desgraçado. Afinal, a sobrevivência da espécie humana, segundo eles, depende da prevalência dos mais fortes e a compaixão pelos semelhantes não se enquadra nessa visão da vida. Um deles virou-se para o companheiro de conversa e disse-lhe com um ar gélido: ” temos que encontrar rapidamente quem agrediu este homem. Pode ser alguém que esteja a ser afectado pela síndrome de um resquício de sentimento de culpa”. O desgraçado, selvaticamente agredido, esse, acabou por morrer completamente só.
    Quanto ao agressor, também não houve necessidade da intervenção dos psicólogos.
    Não obstante também ateu, acabou por se suicidar, roído por um terrível e insuperável sentimento de culpa…

  • Zeca Portuga

    Outros falam da “neurose” e psicose do ateismo. Ha especialistas que dizem exactamente o mesmo do ateismo.Por exemplo os estudos de Paul Vitz indicam o contrário do sr. pierre – razões:um é ateista e tem por compromisso difundir o ateismo, o outro é cristão e aproveita para dizer a verdade defendendo o cristianismo dos ataques dos ateistas aldrabões e impostores.

    Perdeu uma excelente oportunidade para são ser visto como faccioso e muito pouco esclarecido, por não saber estar calado, quando devia.

    Além disso, as afirmações do sr. Pierre (deturpando outras anteriores), não colhem adeptos em lado nenhum, muito menos no meio cientifico. Nem podiam, como é óbvio!!!!!!!!!!!!

  • Anónimo

    Lamento informar que Pierre Solignac não é ateu.
    Recebeu formação cristã e durante dezassete anos, militou nos Scouts
    de France (escutismo católico francês). Foi médico-psiquiatra da
    Mission de France e continua a ser psiquiatra de várias comunidades
    religiosas, tanto masculinas como femininas.

    – Cai assim por terra toda a sua argumentação.

    Citando Disqus <>:

  • Zeca Portuga

    Diga-me quantos ateístas deste blog não foram crristãos, sobretudo católicos, não militaram nos meios cristãos e, inclusive, alguns andaram no seminário.

    Esse senhor hoje é ateu. Aliás, apoia um dos piores movimentos radicais da europa.

  • Jcduarte

    amigo ffernandes por favor não critique muito o antoniofernando que ele pode ficar chateado e, de repente, deixa o discurso intelectual e pode até abandonar-nos, o que seria
    uma perda irreparável.

    Eu sugiro o seguinte comentário:
    Desde os prognos mais perísticos que os nossos ancestros esteriotiparam pindéricamente numa ensocrisia peristáltica e analgésica, donde se infere que, os miasmas hipertensos já se instalavam nas cavernas dos nossos ancestros antropóides.

    Intelectual suficiente?

  • Confrariaalfarroba

    e o joão c não é um heterónimo do zeca portuga?
    Vossemecê está a tentar enganar quem?

You must be logged in to post a comment.