O Vaticano está obsoleto
Juan G. Atienza acusa a Igreja de, com a colaboração do Opus Dei, tentar criar o governo teocrático universal sonhado por Paulo. A sua aberta aliança com a Mafia internacional e a pseudo-maçonaria financeira bem como o abuso indiscriminado do negócio milagreiro (Lourdes, Fátima, La Salette, Chestojowa, o sangue de S. Pantaleão, os milagres do padre Pio, etc., são outras acusações que o mesmo autor lhe faz e de que todas as pessoas se podem dar conta.
Em «Os pecados da Igreja» o Opus Dei aparece como o instrumento do confronto final entre o cristianismo e o islão fundamentalista.
Quem pensa que o estado-maior da ICAR esquece a guerra santa, quem julga que sob as sotainas se escondem apenas desejos reprimidos e votos de castidade, ignora o potencial de violência de que a fé, a repressão sexual e o desejo de martírio são capazes.
Numa carta apostólica sobre o Ano da Eucaristia, João Paulo II concedeu uma indulgência plenária aos católicos que «participaram numa missa, adoração eucarística ou procissão». Enganaram-se os que pensavam que a Igreja tinha mudado. Até na promoção dos produtos repetiu os bónus que levaram à ruptura com Lutero.
Graças ao fabrico de beatos e santos, em série, JP2 passou a ICAR da época artesanal para a era industrial, com o negócio a ser continuado por B16.
Quem acredita na conversão da ICAR à modernidade?
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