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  • 18 de Agosto, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

A islamofobia é uma forma de racismo

Os EUA dividem-se entre os que concordam com a aprovação, no final de Julho, do projecto de construção de um centro muçulmano próximo ao chamado Marco Zero, em Nova York, e os que a abominam. Recorde-se que foi nessa zona que ficaram reduzidas a escombros as Torres Gémeas que serviram de túmulo a milhares de pessoas, vítimas da demência fanática da Al-Qaeda, em 11 de Setembro de 2001.

Apesar da proibição de religiões concorrentes nos países onde o islão tornou decadente uma civilização outrora pujante, não podem os países democráticos proceder de igual modo nem um Estado de direito julgar as intenções de quem não tem qualquer acusação ou antecedentes criminais.

Assim, Obama revelou uma vez mais coragem e coerência, que o tornam uma referência ética e política, ao defender a construção do centro islâmico, enquanto Ibrahim Hooper, director de comunicação do Conselho de Relações Islâmicas Americanas (CAIR), se queixa do aumento das manifestações xenófobas contra o Islão.

Mandaria o bom senso que o líder islâmico tivesse avaliado os sentimentos, certamente primários, dos que se opõem à decisão que a ética, o direito e a liberdade não podem impedir. Mandaria a reciprocidade que escrevesse aos líderes dos países onde se aplica a sharia a denunciar o seu carácter terrorista. Mandaria o respeito pelo estado laico que renunciasse ao carácter prosélito da sua religião e à pregação dos versículos terroristas, xenófobos, misóginos e homofóbicos que os crentes, na sua simplicidade, acreditam que o arcanjo Gabriel ditou em árabe a Maomé, com a mesma convicção com que Bush cria que a Bíblia tinha sido ditada a Moisés, em inglês.

O proselitismo dos que não se contentam em conquistar o Paraíso, e querem obrigar os outros, é um detonador de ódios e guerras que urge prevenir.

38 thoughts on “A islamofobia é uma forma de racismo”
  • Bill

    Al Qaeda responsavel pelo 11/9?? Outra vez essa mentira descarada ?? Os piores terroristas do mundo residem em Washington, Londres e seus satélites. Essa islamofobia promovida por eles é similar ao antisemitismo promovido por Hitler e sionistas. O autor do texto sofre de islamofobia doentia. Parece um stalinista pregando odio à religiao. Essa história de ameaça islamica é propaganda pura. Ah… os judeus Sionistas seguem parasitando o Ocidente, o incitando a combater o “mal islamico”.

    • Francisco

      “…Sionistas seguem parasitando o Ocidente.”
      Definitivamente, você é um antisemita moderno, daquele tipo covarde que não tem coragem de assumir-se como tal e esconde-se atrás do antisionismo. Duplamente lamentável…

  • Anónimo

    Caríssimo Bill:

    Onde enquadra, por exemplo, o caso de Theo van Gogh nessa sua opinião?

  • Carlos Esperança

    E o de Salman Rushdie ?

  • eduardo

    Já fiz várias vezes estas perguntas aqui no DA e até agora ninguém soube responder-me.
    É permitido construir igrejas cristãs na Arábia Saudita ?
    No Irão é possível alguem abandonar o islamismo e declarar-se ateu ,publicamante ?
    Em algum país de maioria islâmica é permitido o proselitismo de outras crenças ?
    Quando a resposta as tres questões for “Sim” aí poderemos dizer que o islamismo é uma religião , por enquanto é uma espécie de fascismo fanatico.

    Caro Bill , qual é a verdade sobre o 11/09 ? Li ,certa vez, que foi um complô da CIA em conluio com o Mossad contando com o apoio financeiro do sionismo internacional , com o objetivo de culpar os islamicos amantes da paz. Quem disse isso foi um xeque numa palestra dada na mesquita de São Paulo no Bairro Cambuci.
    Eu li e não ouvi, pois não costumo frequentar esse tipo de ambiente.

    É uma hipótese plausível, creio eu.
    Obrigado

  • Bill

    Isso foi um caso isolado! Ah… e a midia ke nem se escandalizou com o espancamento de Robert Faurisson ??

  • Bill

    e as pessoas perseguidas por dizer um ai da tirania sionista ??

  • Bill

    engraçado… segundo a midia “livre”… só Iran ameaçou Salman… e a Arabia?? Marrocos?? Pakistan??

  • Bill

    sim! Ah.. procure saber da agressão israeli ao USS Liberty. Os EUA (títere do sionismo) silencia este crime… além de ter traido seus proprios cidadaos… Se os EUA são capazes de mentir e ate omitir o caso Liberty… imagine o 11/9

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  • Jcduarte

    Honestamente, também me sinto dividido nesta questão.
    Se por um lado o Estado de Direito que nos vem norteando desde o Iluminismo, obriga a conscientemente respeitar a liberdade religiosa como expressão humana não podemos deixar de pensar que a ideia, o projecto e a construção de um local de culto da religião muçulmana perto do local onde tantos inocentes morreram pode parecer uma provocação.
    Com tanta crise no imobiliário americano não haverá outro terreno disponível? Tinha de ser mesmo ali?
    A religião encontra sempre forma de ser notícia. Parece o outro que disse, bem ou mal, o que é preciso é que falem de mim.

  • Carpinteiro

    Bill

    * É permitido construir igrejas cristãs na Arábia Saudita ?
    * No Irão é possível alguém abandonar o islamismo e declarar-se ateu, publicamente ?
    * Em algum país de maioria islâmica é permitido o proselitismo de outras crenças ?

    Continua sem responder!

  • Eduardo

    Caro Bill

    Vc. iniciou sua resposta com a palavra “sim” . É a resposta às tres perguntas que fiz ou concordando com a hipótese do atentado de 11/09 ?
    Existem outras versões para tal atrocidade , incluindo uma que garante que nenhum judeu teria morrido pois todos foram avisados e não compareceram ao trabalho naquele dia fatídico. Será ? Para mim, não bastam suposições , tem que haver provas materiais concretas . E por enquanto ninguem provou o contrário do que todos sabem.
    Obrigado

  • rayssa gon

    seria uma grande demonstração de tolerancia, flexibilidade e coragem a construção desse templo islamico, assim como de outros centros religiosos na proximidades do local.

    mas, acho q se trata de uma quimera.

  • Bill

    * É permitido construir igrejas cristãs na Arábia Saudita ?
    Claro ke permite… afinal A.Saudita é satélite dos EUA

  • Fides

    A pretensão ateísta militante essa sim é um risco que urge previnir.

    O próprio Islão foi a base de construção de civilizações pujantes e em boa parte dos países islãmicos se pode professar outras religiões e construir seus respectivos templos. Aliás mesmo na época do império Otomano se podia.

  • Diogo Cruz

    Eduardo, meu tio trabalha em nova york, essa hipotese de nenhum judeu ter morrido é mentira ao todo 341 (15 israelenses) judeus morreram nos atentados de 11 de setembro, a hipostese saiu quando no dia apos os atentados perguntaram para o consul israelense quantos judeus haviam morrido ele respondeu eu não sei, mas já recebi 400 ligaçoes.

  • Molochbaal

    Excelente texto. Concordo a 100%.

  • Molochbaal

    Caro Bill, concordo com a sua asserção de que os revisionistas do holocausto são injustamente perseguidos, porque toda a gente tem direito a opinião e a história faz-se precisamente do confronto dos factos e não pela imposição oficial de uma “verdade”.

    Mas não acha que borra a pintura toda ao fingir que não sabe que existe terrorismo islãmico ? Então o 11 de Setembro foram os americanos que se dinamitaram a si próprios. Calculo que o massacre da equipa olímpica israelita nos anos 70, o rebentamento de sinagogas europeias na mesma época, o assassinato de passageiros judeus no aquille Lauro e no desvio de aviões para Entebbe, o massacre bombista de Lockerbie, a degolação de míudas norte africanas por usarem calças e ouvirem música ocidental e milhares de outros casos seja tudo obra da mossad e da CIA que massacram constantemente os seus aliados e a si próprias só para culpar os ultra-pacíficos muçulmanos. Bem, é uma boa notícia para os ultra-radicais islâmicos. Á velocidade a que os seus inimigos se matam a eles próprios, qualquer dia não têm inimigos. E isto sem terem de mexer um dedo, visto que os seus inimigos insistem em se massacrarem a eles próprios.

    Com isto quero dizer, caso não tenhas percebido, que estás a fazer um PÉSSIMO serviço ao revisionismo histórico. Ao identificares a liberdade de discurso revisionista com teses completamente apalhaçadas acerca do terrorismo fazes com que identifiquem o revisionismo com uma palhaçada.

  • Eduardo

    Caro Diogo Cruz

    Obrigado por responder-me. Eu sei que vários judeus morreram no atentado de 11/09/01, pois acompanhei o desenrolar dos acontecimentos nos dias seguintes.
    Minha intenção foi de mostrar que é facil levantar suspeitas e afirmar sem ter provas.
    Obrigado

  • Confrariaalfarroba

    na época do império Otomano… claro que sim. e agora?

  • antoniofernando

    Obama podia ter preferido o caminho mais fácil e popular. Mas preferiu dar um exemplo de coragem e de “politicamente incorrecto”.É a enorme distância que existe entre os escassos Obamas deste mundo e os muitos fanáticos de qualquer ideologia…

  • Bill

    Baal… o governo dos EUA é apátrida… é fantoche dos Iluminati, Bilçderberg e Rottschild. O governo do EUA foi capaz de deixar seu s proprio cidadãos sucumbirem nas ruinas de N.Orleans… foi capaz de segregar parte de seus ciudadãos etc. Os EUA trairam seus proprios compatriotas no caso do USS Liberty. Se os EUA são capazes de fazer esses absurdos, imagine o 11/9. Extremismo islamico existe… assim como existe extremisto ocidental, cristão, judeu, budista etc. O Massacre dos israeli nos anos 70 foi errado… mas infelizmente foi produto da tirania israeli. Ah.. Ninguém fala da vingança da Mossad depois. Matou várias pessoas ke nada tinham a ver. Ah.. veja a hipocrisia ocidental… criticar islamico é normal.. mas judeu não. afinal judeu é intocavel… é a “Eterna Vítima”.
    Ah… o Norman FInkelstein escreveu livro falando diabos dos sionistas

  • Bill

    Baal… você falou de Lockerbie.? O ocidente ke crucificou kadafi na época é o mesmo ke troca beijos com ele.
    ironia!!!

    sobre revisionismo do holocausto… os judeus da ADL e do Yad Vashem negam e minimizam os genocidios ciganos e armenio… a Wikipedia e Finkelstein disseram isso!
    Engraçado ke não vejo os médias armarem escandalo em relação a isso… Depois falam do bispo Williamson!! Viva a hipocrisia!!
    http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-Defamation_League#Armenian_Genocide_controversy
    Armenian Genocide controversy

    In 2007, Abraham Foxman came under criticism for his stance on the Armenian Genocide. Foxman had opposed calls for the U.S. Government to recognise it as a “genocide”.[57] “I don’t think congressional action will help reconcile the issue. The resolution takes a position; it comes to a judgment,” said Foxman in a statement issued to the Jewish Telegraphic Agency. “The Turks and Armenians need to revisit their past. The Jewish community shouldn’t be the arbiter of that history, nor should the U.S. Congress, and “a Congressional resolution on such matters is a counterproductive diversion and will not foster reconciliation between Turks and Armenians and may put at risk the Turkish Jewish community and the important multilateral relationship between Turkey, Israel and the United States.”

    In early August 2007, complaints about the Anti-Defamation League’s refusal to acknowledge the Armenian Genocide led to the Watertown, Massachusetts unanimous town council decision to end their participation in the ADL “No Place for Hate” campaign.

    In early August 2007, an editorial in The Boston Globe criticized the ADL saying that “as an organization concerned about human rights, it ought to acknowledge the genocide against the Armenian people during World War I, and criticize Turkish attempts to repress the memory of this historical reality.”[58]

    On 17 August 2007, the ADL fired its regional New England director, Andrew H. Tarsy, for breaking ranks with the main organization and saying the ADL should recognize the genocide.[59]

    In a 21 August 2007 press release, the ADL changed its position to one of acknowledging the genocide but maintained its opposition to congressional resolutions aimed at recognizing it.[60] Foxman wrote, “the consequences of those actions,” by the Ottoman Empire against Armenians, “were indeed tantamount to genocide.”[61] The Turkish government condemned the league’s statement.[62] Andrew H. Tarsy was rehired by the league on 27 August,[63] though he has since chosen to step down from his position.[64]

    The ADL was criticized by many in the Armenian community including The Armenian Weekly newspaper, in which writer Michael Mensoian stated:

    The belated backtracking of the Anti-Defamation League (ADL) in acknowledging the planned, systematic massacre of 1,500,000 Armenian men, women and children as “…tantamount to genocide…” is discouraging. Tantamount means something is equivalent. If it’s equivalent, why avoid using the term? For the ADL to justify its newly adopted statement because the word genocide did not exist at the time indicates a halfhearted attempt to placate Armenians while not offending Turkey. Historians use the term genocide simply because it is the proper term to describe the horrific events that the Ottoman Turkish government unleashed on the Armenian people.[65]

    After Foxman’s capitulation, the New England ADL pressed the organization’s national leadership to support a congressional resolution acknowledging the genocide.[66] After hours of closed-door debate at the annual national meeting in New York, the proposal was ultimately withdrawn.[66] The organization issued a statement saying it would “take no further action on the issue of the Armenian genocide.” Tarsy submitted his resignation on December 4.[66]

    Since August, human rights commissions in other Massachusetts communities have decided in to follow Watertown’s lead and withdraw from the ADL’s No Place for Hate anti-discrimination program.[66]

  • Bill

    A charada política do Museu do Holocausto, no entanto, é que devia ser
    lembrada. Teriam sido os judeus as únicas vítimas do Holocausto, ou outros que
    também morreram na perseguição nazista deveriam entrar como vítimas?
    Durante os estágios de planejamento do museu, Elie Wiesel (com Yehuda Bauer do
    Yad Vashem) comandou a ofensiva para homenagear apenas os judeus. Aclamado
    como “especialista incontestável do período do Holocausto”, Wiesel argumentou
    com tenacidade a favor da proeminência dos judeus como vítimas. “Como sempre,
    eles começam pelos judeus”, sublinhou. “Como sempre, eles não param nos
    judeus.”66 Mesmo não tendo sido os judeus mas os comunistas as primeiras vítimas
    políticas, não os judeus, mas os deficientes físicos e mentais as primeiras vítimas do
    genocídio nazista.Justificar a não inserção do genocídio cigano foi o principal desafio do Museu
    do Holocausto. Os nazistas mataram quase meio milhão de ciganos com perdas
    proporcionais iguais ao do genocídio judeu.68 Escritores do Holocausto como
    Yehuda Bauer sustentaram que os ciganos não foram vítimas do mesmo
    genocídio furioso dos judeus. Historiadores respeitados do Holocausto como
    Henry Friedlander e Raul Hilberg, no entanto, afirmam o contrário.69
    Múltiplas razões estiveram por trás da marginalização por parte do museu
    genocídio cigano.Primeiro: não se pode comparar a perda de ciganos com a vida judaica.
    Ridicularizando o apelo por uma representação dos ciganos no US Holocaust
    Memorial Council (Conselho Americano do Memorial do Holocausto) como
    “lunático”, o diretor-executivo, rabino Seymour Siegel, duvidou até da “existência”
    deles como povo: “Deve haver algum reconhecimento ou conhecimento do povo
    cigano (…) se é que isso existe.” Ele admitiu, no entanto, ter “havido algum
    sofrimento sob os nazistas”. Edward Linenthal lembra as “profundas suspeitas” dos
    representantes ciganos do conselho, “abastecidas pela clara evidência de que alguns
    membros do conselho sentiram a participação deles no museu da mesma forma
    como uma família lida com os indesejáveis, embaraçando os parentes”.70
    Segundo: reconhecer o genocídio cigano significava a perda de uma marca
    exclusiva dos judeus no Holocausto, com uma considerável perda do “capital
    moral” judaico. Terceiro: se os nazistas perseguiram tanto ciganos quanto judeus,
    ficava insustentável o dogma de que O Holocausto marcou o clímax do ódio
    milenar dos não-judeus pelos judeus. Da mesma forma, se a inveja dos não-judeus
    estimulou o genocídio judaico, não teria ela igualmente incitado o genocídio cigano?
    Na exposição permanente do museu, as vítimas não-judaicas do nazismo recebem
    apenas um tostão de reconhecimento.71

    A indústria do holocausto – Norman Finkelstein

  • Bill

    Na verdade, o único que realmente nega o Holocausto é Bernard Lewis.
    Uma corte francesa até condenou Lewis por negar o genocídio. Mas Lewis negou o
    genocídio turco dos armênios durante a Primeira Guerra Mundial, não o genocídio
    nazista dos judeus, e Lewis é pró-Israel.52 Por conseqüência, este exemplo de
    negação do Holocausto não suscitou fúria nos Estados Unidos. A Turquia é aliada dos
    israelenses. Mencionar o genocídio armênio é, portanto, um tabu. Elie Wiesel e o rabino Arthur Hertzberg, assim como o AJC e o Yad Vashem, se retiraram de uma
    conferência internacional em Tel Aviv sobre genocídio porque os patrocinadores
    acadêmicos, contra as advertências do governo israelense, incluíram sessões
    sobre o caso armênio. Wiesel também quis, unilateralmente, abortar a
    conferência e, segundo Yehuda Bauer, fez um lobby pessoal para que outros não
    comparecessem.53 Agindo sob ordens de Israel, o US Holocaust Council (Conselho do Holocausto dos
    EUA) praticamente eliminou a menção aos armênios do Museu Memorial do
    Holocausto de Washington, e os lobistas judeus no Congresso impediram um dia
    de lembrança ao genocídio armênio.54
    Questionar o testemunho de um sobrevivente, denunciar o papel dos
    colaboradores judeus, sugerir que os alemães sofreram durante o bombardeio de
    Dresden ou que todos os países além da Alemanha cometeram crimes na
    Segunda Guerra Mundial — é tudo evidência, segundo Lipstadt, da negação do
    Holocausto.55 E sugerir que Wiesel se aproveitou da indústria do Holocausto, ou
    mesmo questioná-lo, também é negar o Holocausto.56
    Lipstadt diz que as formas mais “insidiosas” de negação do Holocausto são
    as “equivalências imorais”: ou seja, a negação da singularidade do Holocausto.57
    Este argumento tem implicações intrigantes. Daniel Goldhagen argumenta que as
    ações dos sérvios em Kosovo “diferem, em sua essência, daquelas da Alemanha
    nazista apenas em escala”.58 Isto faria de Goldhagen “em essência” um dos que
    negam o Holocausto. O fato é que, do ponto de vista político, os comentaristas
    israelenses compararam as ações da Sérvia em Kosovo com as dos israelenses em
    1948 contra os palestinos.59 Pela avaliação de Goldhagen, então, Israel cometeu um
    Holocausto. Nem um só palestino jamais reivindicou isso.
    A indústria do holocausto – Norman Finkelstein

  • Carpinteiro

    Caro Fides.

    Qual a pretensão ateísta que na sua opinião urge prevenir?

    Que o Islão foi a base de construção de civilizações pujantes penso que todos estamos de acordo. E do oposto também.

    Falar de tolerância islâmica no passado é uma ironia.
    Na época do Império Otomano era permitida a prática de outros cultos, é verdade, mas sempre debaixo de estrita vigilância e mediante o pagamento de imposto. Os povos dominados não eram obrigados a converterem-se ao islamismo, mas sofriam repressões – cobrava-se um imposto especial aos “infiéis”.
    Os islâmicos menos tolerantes eliminavam pura e simplesmente os infiéis que não quisessem converter-se a Alá.
    Os regimes mais tolerantes cobravam altos tributos aos não-islâmicos em troca da liberdade de culto, sendo-lhes limitado o acesso aos direitos plenos daquelas sociedades.

    Quando autorizados a praticar outra religião, podiam fazê-lo apenas nos lares, e sem qualquer manifestação externa das suas crenças.
    O mito da tolerância islâmica, esbarra não só em exemplos históricos difíceis de contestar, mas na própria realidade contemporânea dos países ditos islâmicos – nos quais a religião, a lei e o poder político se confundem. E hoje mais do que nunca, nos países islâmicos, poucos admitem a sua fé em público, com medo de represálias.
    A visão islâmica do mundo obedece a linhas que não levam absolutamente em consideração a geopolítica, como fazem os Ocidentais, mas sim princípios religiosos: é o mundo islâmico, ummah, Dar al-Islam, e a vasta região de territórios dos dhimmi, a conquistar para a fé islâmica: o Dar al-Harb. E entre os primeiros estão os Judeus, nunca perdoados desde que recusaram a conversão exigida pelo próprio Profeta Maomé.

  • Yuval

    Carpinteiro

    É permitido construir uma mesquita na Israel ?
    NO !
    Em algum país de maioria islâmica é permitido o proselitismo de outras crenças ?
    SIM.

    É permitido os cristãos(Americanos) e os Israelitas matar mils e mils civies Iraquimanos, Palestinos, pakistanes ..ext (musulmanos) ?
    Sim.
    No Irão é possível alguém abandonar o islamismo e declarar-se ateu, publicamente ?
    vou preguntar um Iraniano.
    No Irão é possível alguém robar as crianças para (abusar sex…) como fazem os padrenios de Igreja ?
    NO.

  • Yuval

    Carpinteiro

    <<<<

  • Bill

    http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2010/08/morreu-francesco-cossiga-o-ex.html
    Morreu Francesco Cossiga, o ex-presidente italiano que denunciou a CIA e o Mossad pelos atentados de 11 de setembro

    Cossiga era senador vitalício e foi também primeiro-ministro e ministro do Interior durante uma longa carreira política de 50 anos.
    Ele sofria de problemas respitratórios e faleceu em um hospital de Roma.

    Cossiga tinha 82 anos.

    Abaixo vocês lêem um texto sobre a denúncia, que foi publicado neste blog em 200 7, e continua atualíssimo.

    O ex-Presidente Italiano Francesco Cossiga acusou em entrevista ao jornal Corriere della Sera (AQUI) que os atentados de 11 de setembro foram executados pela CIA e pelo Mossad e que esse fato era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.


    Francesco Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição com a reputação de um político honesto e conduziu o país durante sete anos até Abril de 1992. Hoje ele é senador vitalício.


    Trecho da entrevista

    
Osama Bin Laden in esso ‘confessa’ che Al Qaeda sarebbe stato l’autore dell’attentato dell’11 settembre alle due torri in New York, mentre tutti gli ambienti democratici d’America e d’Europa, con in prima linea quelli del centrosinistra italiano, sanno ormai bene che il disastroso attentato è stato pianificato e realizzato dalla Cia americana e dal Mossad con l’aiuto del mondo sionista per mettere sotto accusa i Paesi arabi e per indurre le potenze occidentali ad intervenire sia in Iraq sia in Afghanistan»


    Tradução
    

Osama bin Laden ter [no vídeo] ‘confessado’ que a Al-Qaeda teria sido a autora dos atentados do 11 de Setembro às duas torres em Nova Iorque, enquanto todos os círculos democráticos da América e da Europa, com destaque para o centro-esquerda italiano, sabem agora que o desastroso atentado foi planejado e realizado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo sionista para acusarem os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir quer no Iraque quer no Afeganistão.

    Nenhum governo desmentiu a entrevista e nem a mídia a repercutiu…

  • Bill

    http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2010/08/morreu-francesco-cossiga-o-ex.html
    Morreu Francesco Cossiga, o ex-presidente italiano que denunciou a CIA e o Mossad pelos atentados de 11 de setembro
    Cossiga era senador vitalício e foi também primeiro-ministro e ministro do Interior durante uma longa carreira política de 50 anos.
    Ele sofria de problemas respitratórios e faleceu em um hospital de Roma.

    Cossiga tinha 82 anos.

    Abaixo vocês lêem um texto sobre a denúncia, que foi publicado neste blog em 200 7, e continua atualíssimo.

    O ex-Presidente Italiano Francesco Cossiga acusou em entrevista ao jornal Corriere della Sera (AQUI) que os atentados de 11 de setembro foram executados pela CIA e pelo Mossad e que esse fato era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.


    Francesco Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição com a reputação de um político honesto e conduziu o país durante sete anos até Abril de 1992. Hoje ele é senador vitalício.


    Trecho da entrevista

    
Osama Bin Laden in esso ‘confessa’ che Al Qaeda sarebbe stato l’autore dell’attentato dell’11 settembre alle due torri in New York, mentre tutti gli ambienti democratici d’America e d’Europa, con in prima linea quelli del centrosinistra italiano, sanno ormai bene che il disastroso attentato è stato pianificato e realizzato dalla Cia americana e dal Mossad con l’aiuto del mondo sionista per mettere sotto accusa i Paesi arabi e per indurre le potenze occidentali ad intervenire sia in Iraq sia in Afghanistan»


    Tradução
    

Osama bin Laden ter [no vídeo] ‘confessado’ que a Al-Qaeda teria sido a autora dos atentados do 11 de Setembro às duas torres em Nova Iorque, enquanto todos os círculos democráticos da América e da Europa, com destaque para o centro-esquerda italiano, sabem agora que o desastroso atentado foi planejado e realizado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo sionista para acusarem os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir quer no Iraque quer no Afeganistão.

    Nenhum governo desmentiu a entrevista e nem a mídia a repercutiu…

  • Bill

    Morreu Francesco Cossiga, o ex-presidente italiano que denunciou a CIA e o Mossad pelos atentados de 11 de setembro

  • Carpinteiro

    Os acontecimentos do fatídico onze de setembro de 2001 nos Estados Unidos da América forneceram razões suficientes para que o mundo criasse uma verdadeira paranóia anti-islâmica – e qualquer conceito que se crie sobre outras pessoas baseado apenas no temor das suas acções futuras, jamais é preciso, tampouco correcto ou passível de servir de um bom prisma para que vejamos o mundo que nos cerca.

    O movimento contrário a este foi instantâneo por parte dos politicamente correctos, e não sem razão: na tentativa de evitar a construção de um movimento de intolerância religiosa contra os muçulmanos – num primeiro momento acusados de serem todos, sem excepção, artífices ou colaboradores dos movimentos terroristas de inspiração islâmica -, propagou-se a ideia de um Islão de paz e tolerância religiosa, uma religião que, ao contrário das outras grandes religiões monoteístas do mundo, jamais teria reprimido a prática de outros credos ou tratado de forma desigual os que professassem outras religiões.
    É totalmente falso e o mito da tolerância islâmica é uma lenda inventada por Edward Saïd.
    Abdul Rahman, um ex-enfermeiro de quarenta e um anos, foi preso e condenado por “rejeição ao Islão”, após a polícia do Afeganistão ter encontrado uma Bíblia em sua casa; após denúncia da própria família, motivada por uma disputa que envolvia a guarda das duas filhas. Rahman, que há dezasseis anos trabalhou no Paquistão com um grupo cristão de ajuda a refugiados afegãos – cabe lembrar que, à época, o país já começava a viver os horrores do governo dos talibãs, radicais islâmicos que reduziram o Afeganistão a um regime de terror em nome de Deus -, confessou ter se convertido ao Cristianismo.

    Na tentativa de acalmar os protestos tanto dos clérigos islâmicos mais conservadores, que se apoiam na própria constituição do país (a qual, aliás, é inteiramente baseada nas Sharia ou Lei Islâmica) para condenar Abdul Rahman, enquanto os países ocidentais lutam pela sua sobrevivência, o Governo do Afeganistão tem alegado que o condenado é doente mental e não estaria no seu perfeito juízo , portanto inimputável pelos seus actos. Outra medida tentada pelos promotores de Justiça afegãos foi a reconversão ao Islão de Rahman, mas ele negou-se. Perante tal quadro, os clérigos afegãos têm incitado a população a “fazer justiça em nome de Alá” caso Abdul Rahman seja libertado, já que “abandonar o Islamismo é insultar Alá e [todos os muçulmanos] não permitiremos que Ele seja humilhado”. Para tal, a sentença dos religiosos é única: “Rahmal deve morrer”.

  • Carpinteiro

    Não é aceitável que, após o Onze de Setembro, os muçulmanos como colectividade sejam lançados num mesmo lugar-comum que os classifique, a todos, como “terroristas” e “inimigos”, como certamente boa parte da própria população estadunidense fez.
    Contudo, há que se ter cuidado com as ideias que compramos num mundo tão torpemente lançado em anti-americanismo que também não tem quaisquer bases racionais; os extremos levam à intolerância, a intolerância leva à violência e a violência, à destruição mútua.
    Por isso é difícil compreender as alguns comentários que aqui fazem. Tais posturas não são dois lados da mesma moeda, e os que defendem a liberdade que crêem ver ameaçada pelo governo Americano certamente não iriam reconhecer nos governos de inspiração islâmica a sua utopia de felicidade.

    Ou será que o Yuval também crê que converter-se ao cristianismo, ter em casa uma Bíblia, trabalhar no World Trade Center ou apanhar um avião de Boston para a Califórnia são crimes dignos de morte?

  • Aguiar Dias

    1º para quem nao sabe o alah e o proprio diabo ,que e, o deus dos islamicos, eo diabo veio para destruir roubar e matar, normalmente e isso que os muçulmanos islamicos sabem fazer.vejam os paises muçulmanos,contra factos nao tem argumento.abra os olhos povo,e governos, e nao permitam tais coisas…so ha um DEUS ,JEOVA ,O PAI ,JESUS CRISTO ,O FILHO,E O ESPIRITO SANTO DEUS E DE CRISTO.ta escrito nas escrituras sagradas .,a BIBLIA..

  • Carpinteiro

    «.so ha um DEUS ,(o primeiro):JEOVA ,O PAI ,(o segundo):JESUS CRISTO ,O FILHO,E (o terceiro): O ESPIRITO SANTO DEUS E DE CRISTO»

    3 em 1. Ao junto sai mais barato?

    Isto soa-me a Idolatria.

  • Zeca-portuga

    É permitido construir uma igreja católica na China pró-ateista?

    Não! Dá pena de Morte!

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