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Não há espectáculos grátis

Confirmado: quem quiser ver o papa na Grã-Bretanha terá que pagar

LONDRES — As aparições públicas do Papa Bento XVI durante sua viagem à Grã-Bretanha entre os dias 16 e 19 de setembro serão pagas: a maioria dos peregrinos deverá desembolsar até 30 euros para assistir às missas, confirmou a Igreja Católica local nesta quarta-feira, evocando “uma doação”.

Apostila – Informações úteis aos peregrinos

8 thoughts on “Não há espectáculos grátis”
  • antoniofernando

    Mas é pagamento ou ” doação” como aparece no texto de origem ? É que eu não conheço doações ” involuntárias”, ou seja, pagamentos eufemisticamente vistos por donativos. Nas doações voluntárias cada qual dá o que entende, quando,a quem e na hora que entende. Agora temos uma modalidade nova de missas na ICAR:a pronto pagamento. E passam recibo para contabilização como despesa ? Ou,se for à laia de ” donativo”, também passam recibo de “doação ” ? E ,quem ocupar os primeiros lugares junto ao papa, paga o mesmo do que aqueles que ficarem na última fila ? E se o papa adoecer e não puder estar presente nas missas pagáveis , a ICAR devolve o dinheiro ? E se a Susan Boyle ficar gaga também devolvem a massa ? E como é que os ” peregrinos desafortunados” poderão ficar isentos de pagamento ou ” donativo” forçado ? Basta um atestado da junta de freguesia ? Uma declaração de indigência ? A última declaração de IRS ? Tantas perguntas para um evento surreal…

  • Carlos Esperança

    A dúvida metódica ao serviço do humor.

    Parabéns. Abraço.

  • antoniofernando

    Nem nos meus piores sonhos eu teria previsto que algum dia aquela igreja que se reivindica exclusiva representante de Cristo pudesse fazer depender uma eucaristia de prévio pagamento dos seus fiéis.Hoje, porém, a ICAR instituiu um novo contrato jurídico civil: o contrato de prestação de serviço religioso.Pelo andar da carruagem pouco faltará para Bento XVI anunciar ao mundo uma tabela diversificada de preços, pelos mais diversos serviços. Talvez o mais caro venha a ser o da Extrema Unção. O medo da morte é suficientemente forte para justificar, neste aspecto particular,uma alta de preços.Na parte inferior da tabela, talvez apareça o serviço da Confissão, dado que se encontra já em desuso.O Baptismo também deve ficar pelos baixios da tabela. Hoje,pouca gente acredita que os seus filhos vão parar ao Inferno se não forem baptizados. E o aumento da literacia veio ajudar a esconjurar fantasmas. O Crisma deve ocupar o último lugar do preçário. Quanto ao casamento,com a proliferação das uniões de facto e dos casamentos homossexuais, também vai ser difícil empolar preços.Mesmo para as eucaristias, só mesmo os ricos é que se podem dar ao luxo de missas semanais.É que a crise aperta e quem quer serviços religiosos paga-os…

  • Ricardodabo

    Um artigo de Leonardo Boff, publicado hoje no Diário da Manhã, jornal de Goiânia.

    http://www.dmdigital.com.br/index.php?edicao=83

  • Ricardodabo

    O link não dá acesso diretamente ao artigo, mas à primeira página do jornal. Para ler o artigo, vá até a página 6. Está na parte inferior. Use o zoom para aumentar.

  • rayssa gon

    ja perguntei antes e não sei se reponderam, mas vai de novo:

    estudante paga meia?

  • Pedro

    E eu a pensar que os homens de fé espirituais não faziam da religião um negócio.lol Lá foi o Diácono remédios vulgo joãozinho das neves exposed again.Aquela perona que ele usa para mim é suspeita,não me surpreendia se um dia se descobrisse que esse pateta é na verdade um gay reprimido.ahahah

  • Loa

    Religião é e será sempre um negócio, enquanto as pessoas darem dinheiro a esta gente, isto não vai parar.

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