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Bem prega Frei Tomás…

Três padres católicos foram denunciados por manter relações homossexuais e filmados em locais gays em Roma, em festas com garotos de programa e durante encontros sexuais com parceiros ocasionais, anunciou nesta quinta-feira (22) a imprensa local.

23 thoughts on “Bem prega Frei Tomás…”
  • Joe

    Young man, there's no need to feel down.
    I said, young man, pick yourself off the ground.
    I said, young man, 'cause you're in a new town
    there's no need to be unhappy.

    Young man, there's a place you can go.
    I said, young man, when you're short on your dough.
    You can stay there, and I'm sure you will find
    Many ways to have a good time.

    It's fun to stay at the y-m-c-a.
    It's fun to stay at the y-m-c-a.

    They have everything for you men to enjoy,
    You can hang out with all the boys …

    arse

    You can get yourself cleaned, you can have a good meal,
    You can do whatever you feel …

    Young man, are you listenning to me?
    I said, young man, what do you want to be?
    I said, young man, you can make real your dreams.
    But you got to know this one thing!

    No man does it all by himself.
    I said, young man, put your pride on the shelf,
    And just go there, to the y.m.c.a.
    I'm sure they can help you today.

    It's fun to stay at the y-m-c-a.
    It's fun to stay at the y-m-c-a.

    They have everything for you men to enjoy,
    You can hang out with all the boys …

    It's fun to stay at the y-m-c-a.
    It's fun to stay at the y-m-c-a.

    You can get yourself cleaned, you can have a good meal,
    You can do whatever you feel …

    Young man, I was once in your shoes.
    I said, I was down and out with the blues.
    I felt no man cared if I were alive.
    I felt the whole world was so tight …

    That's when someone came up to me,
    And said, young man, take a walk up the street.
    There's a place there called the y.m.c.a.
    They can start you back on your way.

    It's fun to stay at the y-m-c-a.
    It's fun to stay at the y-m-c-a.

    They have everything for you men to enjoy,
    You can hang out with all the boys …

    Y-m-c-a … you'll find it at the y-m-c-a.

    Young man, young man, there's no need to feel down.
    Young man, young man, get yourself off the ground.

    Y-m-c-a … you'll find it at the y-m-c-a.

    Young man, young man, there's no need to feel down.
    Young man, young man, get yourself off the ground.

    Y-m-c-a … just go to the y-m-c-a.

    Young man, young man, once in your shoes.
    Young man, young man, down and out blues.

  • ajpb

    …E AINDA NÃO FORAM NEM SUSPENSOS PELA ICAR, NEM OUVIDOS POR UM JUÍZ…

    PORQUÊ?
    PORQUE TÊM A MÃO PROTECTORA DA SANTA MADRE IGREJA, TANTO POR CIMA COMO POR BAIXO, CARREGADINHA DE PODER E DE MUITOS BILIÕES QUE PARA ESTAS COISAS DÃO SEMPRE UM JEITÃO…

  • jovem1983

    Situação similar aconteceu em 2007, quando o Mons. Tommaso Stenico realizou um encontro no seu gabinete no Vaticano com um suposto jovem homossexual, que conhecera anteriormente na Internet através de uma chat room utilizada por gays.

    Segundo a comunicação social, o Jovem filmou o dito encontro com uma câmara escondida, e testemunha que recebeu propostas sexuais, testemunho sustentado pela gravação, juntamente com conversas de pendor sexual, onde Stenico confessa uma atracção por práticas sado-masoquistas, que não acreditava que a homossexualidade era pecado e que conhecia muitos padres gays, alguns no Vaticano (veja-se, por exemplo, a notícia na CNN: http://www.youtube.com/watch?v=2orht60ghbo&feat…).

    Por seu lado Tommaso Stenico, na Imprensa italiana, admite o sucedido contudo disse apenas que estava a fingir para reunir informação sobre homossexuais e como os padres são seduzidos, desmascarando um suposto plano satânico e a forma como podem danificar a imagem da Igreja Católica (veja-se, por exemplo, La Republica: http://www.repubblica.it/2007/10/sezioni/cronac…).

  • jovem1983

    Em relação ao comentário anterior, encontrei na Internet no programa de televisão 'EXIT' do canal italiano 'La7' que aborda alguns pontos da relação entre a homossexualidade e a Igreja Católica, onde se encontram partes do vídeo então filmado pelo jovem que envolvem o Mons. Tommaso Stenico:

    1ª Parte (introdução ao tema em questão e ao caso em particular): http://www.youtube.com/watch?v=yR0C2iEY3wk
    2ª Parte (a partir dos 6m e 38s é captado directamente Stenico): http://www.youtube.com/watch?v=W_mZS0nACOI&feat
    3ª Parte (nesta parte surgem várias partes das conversas entre ambos): http://www.youtube.com/watch?v=Wn0-KZ8o8F4&feat

  • Pepe-rod

    Bien.
    Pero estos lugares también había un montón de gente gay de la política, ateo, empresarios, personas vinculadas a la justicia.
    Sólo había tres sacerdotes, pero los demás eran muchos.

    Así que ¿por qué no decirlo?

    Sólo había tres sacerdotes, pero la mayoría eran ateos!

    No hay nada ilegal, a pesar de que son lugares que no deberían existir.

    Entonces, ¿cuál es el problema de los sacerdotes?

  • jovem1983

    Caríssimo Pepe-rod:

    Não creio que a notícia inviabilizou a existência de outras pessoas de outros quadrantes nesses espaços, mas todos temos consciência que cada um saberá o que faz e as consequências dos seus actos nas suas vidas.

    Em relação à notícia foram identificados três sacerdotes, isto também não quer dizer que não tenha havido mais, mas devemos manter presentes os dados que já foram confirmados na notícia agora publicada, todavia, se pretende complementar com outros dados, queira por bem e a bem da seriedade divulgar os dados que sustentam a sua informação quando afirma que a maioria eram ateus, caso contrário essa sua afirmação carece de validade, logo apenas assentará na sua convicção e, porque falta o devido fundamento, demonstrará apenas tendencionalismos.

    Concordo que não há nada de ilegal, quanto à sua existência ou manifestação uns pensam como você mas outros pensam com legitimidade e direito de maneira diferente, por isso a solução lógica é a seguinte: quem quiser frequentar esses espaços frequente, quem não quiser não frequenta.

    A questão dos sacerdotes individualmente é delicada, pois contrapõe a visão institucional sobre estas matérias, por isso – à luz das polémicas em que a estrutura da Igreja Católica aparece envolvida, quer de forma voluntária, quer de involuntária – veja isto como um apontar de uma evidente incongruência na retórica formal eclesial e a prática sustentada por alguns dos promotores da mesma.

  • JoaoC

    É… as vítimas são todas “coitadinhas”.. Nunca sabem o que fazem…

    A maior parte dos casos na Igreja (que são pouquíssimos relativamente ao número de religiosos, mas adiante) são consentidos e não são propriamente menores que são abusados.

    Mais abusadas sexualmente são as crianças que vocês e muitos querem perverter com a defesa de “aulas” de “educação” sexual. Ou ainda pior, os abusos contra a própria vida das crianças que deixam morrer sem terem nascido sequer, cúmplices de um crime hediondo e de um derramamento de sangue sem precedentes.

    Venham lá falar em abusos…

    VIVA A SANTA IGREJA CATÓLICA!

    Desses abusos calam-se como ratos…

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    A participação voluntária ou involuntária das vítimas menores de idade será observado caso a caso em sede processual, contudo a qualidade de vítima estará sempre presente.
    Mas porquê sempre, pode questionar e a resposta é simples, cabe ao adulto responsável em consciência não fomentar ou pactuar com esses crimes, sem excepção.

    Qualquer adulto, mas nos casos que refere em particular de abuso sexual de menores, que tiveram a seu cargo a responsabilidade de participar na educação das crianças, e que muitas vezes se encontraram em situações e espaços restritos com os mesmos, têm a obrigação de reprimir o educando caso haja qualquer tentativa de aliciamento e comunicar o sucedido aos pais ou encarregados de educação. Independentemente da representatividade dos números de padres na dependência da Igreja Católica envolvidos, qualquer padre que tenha falhado neste campo incorreu em crime e por isso deve ser responsabilizado e julgado sobre o(s) mesmo(s).

    As aulas de Educação Sexual e as campanhas de sensibilização para o uso de contraceptivos são destinadas à generalidade dos jovens, e caso algum decida envolver-se sexualmente com um parceiro (pois saberá que o sexo é um acto primordial, e também é uma realidade entre as camadas juvenis, mesmo durante o período em que a Igreja teve maior influência na sociedade), terá a consciência e o discernimento para se precaver com os elementos necessários para prevenir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, bem como evitar gravidezes indesejadas.

    Certamente não levará a mal o que vou escrever (pois é a minha opinião que escrevo a título individual), acho paradoxal que exija o terminus de uma prática legal cuja acção continuaria a ocorrer ilegalmente como ocorria anteriormente (e que mesmo assim ainda ocorre residualmente), alegando o sentido pró-vida; quando o esclarecimento da realidade sexual e a passagem de informação correcta sobre o modo de utilização dos elementos que podem realmente fazer a diferença pró-vida – salvando os jovens crentes e descrentes das doenças e evitando gravidezes indesejadas que podem resultar na prática de aborto (situação que sabemos pelos dados disponíveis que ainda acontece) – apresenta-se contra.

    Sobre esses abusos já me pronunciei em outros comentários, e longe de fazer a apologia ao aborto como pôde verificar, mencionei-lhe que nem eu, nem você, nem ninguém, se pode colocar no lugar das pessoas que estão envolvidas nessa decisão e que compreendem as consequências dos seus actos e os impactos dos mesmos nas suas vidas, pois a ideia de leviandade generalizada que muitos tendem a alimentar é absurda e errada.

    Pela sua legalidade, temos hoje números fidedignos sobre esta prática que não teríamos se a mesma se tivesse mantido na ilegalidade, logo conhecemos os números e também pudemos conhecer melhor os problemas que antecedem a decisão desta prática como antes não poderíamos reconhecer, compreenderá que este conhecimento serve à definição de políticas precisas para cumprir os objectivos de médio e longo prazo de diminuir esta prática, repito, que continuaria a existir ilegalmente.

    Estas acções correspondem à acção e possibilidade de novas acções sobre problemas concretos identificados, e agir sobre os problemas estruturais é que permite mudar realmente mentalidades, sendo um processo moroso e nada consensual, mas isso é a diferença entre verificar um problema e contestar e agir efectivamente de forma concreta de modo a conter e mitigar um problema desta natureza a partir de várias vertentes estruturais.

  • Carlos Esperança

    Entonces, ¿cuál es el problema de los sacerdotes?

    – Resposta: São os únicos que pregam a castidade.

  • JoaoC

    Substitua, no seu texto, “Educação sexual” por “Ensinamentos morais cristãos” e veja que o resultado é o mesmo.

    Dá trabalho, dá. Ninguém está para se chatear, não. É mais fácil continuar a faltarem os incentivos à continência, à castidade (aqui entenda-se no sentido verdadeiro da palavra, não só o “não-fazer-sexo), à fidelidade, etc…

    É mais fácil e dá mais lucro publicitarem-se os contraceptivos, reduzindo a dimensão humana da “coisa” e coisificando o ser humano que se rege pelos instintos.

    Quanto ao aborto, para mim continua a não haver discussão. Com riscos ou sem riscos, legal ou clandestinamente, é sempre um crime contra a criança mais indefesa, na sua fase de desenvolvimento mais frágil.

    Havia de ser bonito ver criar leis para roubar “em melhores condições” ou para matar alguém “em segurança” (o que já se faz, contra os nascituros, aliás).

    Muito simples: Proíbe-se a chacina de bebés, como seria de esperar de uma sociedade que se apresenta como “defensora doa desprotegidos”, como se proíbe matar ilegitimamente um adulto, ou roubar, ou violar, ou outro crime qualquer.

    Virá o tempo…

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Quer os ensinamentos morais cristãos e quer a penalização do aborto existiram e continuam a existir (em parte em relação ao aborto), mas as situações mantêm-se.

    Uma visão sectária da juventude não capta a realidade, pois os jovens – criados ou não criados nos valores e morais católicos cristãos – continuam e continuarão, caso a caso, em ritmos diferentes, de formas diferentes, a iniciar a sua vida sexual em diferentes momentos, e essa procura processa-se por razões naturais sobretudo durante a juventude, e creio que o JoaoC reconhece a pertinência e veracidade deste argumento, tal como eu reconheço a total validade da vontade dos pais em propagar os valores que consideram adequados aos seus filhos; como também saberá que apesar desses valores estarem presentes os impulsos para essas descobertas durante a juventude também estão presentes.

    A ideia de proveito financeiro está presente dentro de níveis diferentes em toda a sociedade, cabe ao indivíduo fazer as escolhas que melhor se coadunam com as suas necessidades, e nestes casos em especifico, atendendo que determinados jovens possam iniciar por essa altura relações que podem desenvolver-se também a nível sexual, a utilização de contraceptivos tem a seu favor resultados comprovados, quer ao nível do seu contributo para a redução de doenças sexualmente transmissíveis (como é o caso do preservativo), quer na prevenção de gravidezes indesejáveis.

    Temos que ter sempre presente a realidade, as várias fontes de educação dos jovens cruzam-se necessariamente num espaço comum de troca de ideias entre os mesmos, e o mesmo acontece com contactos, sentimentos, etc., todas essas dimensões devem ter presentes questões que imediatamente parecem não se adequar ao modelo de educação que os pais idealizam para os seus filhos, mas não pudemos anular a dimensão dinâmica e participativa dos jovens na sua própria educação, e desvalorizar o contributo de uma aprendizagem ao nível da sexualidade que tanto pode fazer a diferença para quando estes jovens iniciem a sua vida sexual. Ainda há a circular uma ideia errada que as aulas servem para promover a sexualidade entre os jovens, que saem das aulas com vontade de experimentar, mas essa ideia é errada porque anula precisamente toda educação que forma o indivíduo até à data e a sua participação nessa decisão.

    Sobre o aborto creio que os comentários que trocamos são suficientes para conhecer a minha opinião, como para eu conhecer a sua, mas espero o tempo em que todos podemos observar progressivamente a diminuição da prática abortiva, ou seja mitigar realmente o seu recurso invés de pensarmos na ideia confortável que seria pela existência da proibição que esta deixará de ser praticada ilegalmente (esta era a situação que tínhamos anteriormente).

  • Arcanjo Gabriel (O Verdadeiro)

    Las locas noches romanas de los curas gays

    http://www.elmundo.es/elmundo/2010/07/23/intern

  • Mike-teef

    A lei civil não tem ponta para lhe pegar e a lei canónica também não me parece.

    Aproveitei para dar uma vista de olhos pelas leis da Igreja.
    Assim, estou tentado a perguntar: Onde está a gravidade disto?

    Em termos canónicos, o padres (e não só) estão sujeitos ao celibato. Isto significa que não podem ser casados, mas nada se refere sobre a virgindade obrigatória.
    O casamento e a sexualidade são assuntos diferentes. O primeiro, segundo vi, é um Sacramento e funciona como uma “obrigação(?)” dos crentes.
    A sexualidade é um comportamento que, dependendo das circunstancias, varia entre obrigatório e muito censurável.
    Mas, tal comportamento, se pode ser repreensível, fica sujeito a uma gradação de culpa que o pode tornar pouco relevante.
    Os contactos sexuais esporádicos não me parecer ser assunto grave. Mais grave parece ser o escândalo que daí possa resultar.

    Já a “castidade” é um assunto diferente. Aplica-se ao “católico modelo” – castidade nos pensamentos, mas palavras e nos actos.

    Em nenhum dos casos saímos fora da esfera do pecado, salvo opinião mais douta em contrário.

    Isto faz-me lembrar o que me dizia um amigo.

    “Se um gajo toma um bebedeira, não é nada que a sociedade tenha como grave e não merece sequer um a referencia especial. Se um jogador de futebol bebe uns copos a mais, já é uma notícia e um motivo de escândalo.
    Quem faz o escândalo é a comunicação social. Pois, quem não liga ao futebol não vê onde está o problema e não tem nada a ver com o assunto e o seus pares não se exaltam – logo a gravidade é relativa e só é destacada por fanáticos e quem daí quer tirar proveito ilícito. .”

    Aplica-se em cheio.

  • Mike-teef

    Meu caro Jovem:
    Tenho um familiar no ramo do turismo internacional e conhece bem toda a Europa.

    A propósito do assunto, deu razão ao espanhol.

    Por um lado, os frequentadores habituais não são padres nem o clero católico, mas sim toda a classe de “modernos ricos”, políticos, desportistas e, sobretudo gente ligada à filosofia “ateísta” dos não crentes. Estima, essa pessoa, que a razão seja 1% para os padres e mais de 90% para ao ateus.

    Ainda segundo a mesma fonte, se formos para ao países de leste, onde esta situação é muito mais expressiva e procura por ocidentais é mais visível, a percentagem de gente do clero é praticamente o zero e a dos ateus quase 100%.

    Outra cosia que me contou, tem a ver com um escândalo de 2001. Um jovem padre foi acusado de ser frequentador assíduo de uma casa de prostituas. Alguém fotografou repetidas vezes e resolveu acusar o padre. Ele, com vergonha, assumiu. Só dois anos depois se descobriu a verdade. O pobre padre tinha uma irmã no dito local e fazia esforços inumanos para a retira de lá.
    Embora a comunidade local acabasse por saber da realidade através da própria irmã, para opinião publica em geral (e até para o mundo), o padre há havia sido “assassinado no seu carácter” e crucificado pelos ateus!

    Por isso, meu caro jovem, um tipo como tu deveria ser mais inteligente nos comentários e mais ponderado nos juízos.
    Alguém que quer ser ponderado e desmontar inteligência sabe que os escândalos que os jornalistas descobrem não são mais do que actos publicitários para um produto que vendem. A maior parte das vezes, infelizmente, esse produto é a uma aldrabice (fake, como se diz por aí).

    P.S.: não creio que o espanhol tenha entendo nada do que disseste. Com estrangeiros tens que ser mais conciso e expedito.

  • Mike-teef

    Meu caro Jovem:
    Vi o um bocado do primeiro e do ultimo dos vídeos que indicaste. A minha conclusão é a seguinte:

    – os gays são o grande problema da igreja.
    Um cardeal, não me recordo quem, disse que a pedofilia era uma coisa de gays. Se alguém duvida, está aqui a prova.
    Até quero ver se há algum cabrão de gay que ainda diz o contrário!
    Embora este assunto não me diga respeitos, se alguém, na minha frente, de depois de ver isto me disse que não é verdade, juro-te que lhe parto o focinho como se faz a um fedelho delinquente.

    – a Igreja tem que proibir o acesso dos gays aos seminários. Os gays, entre outras coisas, não podem ser padres.

    – A politica do Papa está correcta mas é demasiado branda com os gays.

    – a sociedade está a entrar por uma caminho demasiado perigoso, ao dar ao gays um estatuto de gente.
    Depois de ver coisas como esta, nenhum Ser Humano pode concordar que a filosofia de vida gay seja ou sequer tolerada. È obrigação todo o Ser Humana que tenha um bocadinho de humano nele (e que não seja apenas um macaco com feições de Homem), combater os gays, a sua expansão e o alastrar desse desporto.

    Não sou católico, mas nisto, se necessário for, luto ao lado da Igreja Católica, sejam quais forem os meios e as consequências.

    Acho que estes vídeos na Internet (com testemunhos “confidenciais”, de livre vontade e pessoais) são a prova irrefutável de necessidade de banir os gays e eu a sua proliferação, seja em que actividade for, dado que são traidores, não têm capacidade de se controlar, não estão aptos para cargos de responsabilidade, não são sérios nem fiáveis, etc.

  • jovem1983

    Caríssimo Mike-teef:

    Creio que fui ponderado no meu comentário, ora repare;

    a) Fiz precisamente menção aos dados confirmados pela comunicação social, que geraram escândalo e até à data não foram desmentidos ou justificados, a partir de gravações que identificam precisamente 3 padres em determinadas acções que fundamentam as ditas acusações; nada mais;

    b) Não inviabilizei a possibilidade de existência de mais padres naquele espaço que não tenham sido identificados, como também não asseverei que tinham sido mais;

    c) Também alarguei a possibilidade do espectro das diferentes participações nesses acontecimentos para outros quadrantes, onde se inclui outros crentes e outros descrentes, alertando ao mesmo tempo que cada um é responsável pelos seus actos;

    d) Alertei para a necessidade de se fundamentar determinada afirmação, bastante direccionada e convicta que a maioria das pessoas que frequentam aqueles espaços são especialmente ateus, atendendo à seriedade das discussões. Não devemos deixar de lado a especificidade dos conceitos mencionados e acusações infundadas em provas mas fundadas em preconceito, excluindo, por exemplo, outro tipo de descrentes e outros crentes membros daquela ou de outra confissão religiosa, pois nada determina necessariamente que a crença estivesse apenas representada pelos padres em questão…

    Em todas estas atenções creio que a ponderação dos juízos está evidentemente presente, sobretudo no alerta que não devemos afirmar determinadas coisas sem termos provas das mesmas. Por outro lado repare no que escreveu, e que vai ao encontro da linha que Pepe-rod defendeu, ao apresentar os seus dados de forma limitativa e apenas revendo posições extremadas, entre 'padres' e 'ateus', eliminando a hipótese do alargamento do espectro das restantes pessoas presentes, contudo creio que sabe que a posição dos crentes e descrentes é diversificada, diversidade que possivelmente estaria também representada naquele espaço e também seria justo equacionar na avaliação que podemos apontar, visto que não temos elementos credíveis para sustentar determinadas afirmações.
    Neste caso só temos elementos incontornáveis para afirmar determinadas considerações em relação a apenas 3 padres, que não deixam de ter lacunas em relação a uma defesa e justificação por parte dos mesmos, nada mais.

    Todos sabemos que aos comportamentos ideais não corresponderá necessariamente comportamentos reais (o valor do pecado e redenção também ainda dá espaço conceptual para essa abertura, entre outras questões), e podemos observar isso no facto de encontramos em espaços tendencialmente “libertinos” pessoas que se identificam com determinada religião juntamente com aqueles que não se identificam com nenhuma, mas isto não quer dizer que sejam todos necessariamente ateus.

    Pode ter alguma razão em relação ao comentador espanhol visto que à data o mesmo ainda não se pronunciou. Se houver uma próxima vez seguirei o seu conselho.

  • jovem1983

    Caríssimo Mike-teef:

    Alerto-lhe para a falibilidade da relação entre a pedofilia e a homossexualidade como muitas vezes é defendida, pois este vídeo é apenas uma situação, mas já tive oportunidade noutros comentários disponibilizar links para outros vídeos que captam e revelam momentos flagrantes no Brasil e que envolvem padres e meninas (se quiser posso voltar a colocar os links noutro comentário).

    A principal linha que o vídeo apenas pretende demonstrar é a incongruência da predica e directivas religiosas neste campo específico com os actos que alguns membros desenvolveram, sobretudo à luz da definição de políticas internas da Igreja Católica anti-homossexuais firmadas em 2005.

    Para mim, dos aspectos mais grave nos casos de abusos sexuais de menores, é a leviandade como os criminosos se escusam a cumprir as suas responsabilidades de adultos e educadores responsáveis e responsabilizáveis, mas nos casos que envolvem pessoas maiores de idade é a incongruência com os princípios da Igreja, e das três uma, a Igreja terá que mudar as suas directivas neste campo, ou terá que mudar a sua directiva em relação ao celibato, ou então organizar-se de forma a suprir membros que não deseja na sua estrutura. Pessoalmente creio que as duas primeiras são as mais justas porque o que se passa na vida particular é do foro privado, claro se for de forma consentida e em respeito pela Lei, e que não é a homossexualidade que determinará a conduta ideal que procuram num padre para cumprir eficazmente o serviço litúrgico e o seu serviço à comunidade.

  • JoaoC

    Na verdade é obrigação de qualquer pessoa combater o alastramento de determinadas perversões, seja o homossexualismo, o aborto, a pedofilia, etc…

    O cardeal que relacionou – e muitíssimo correctamente – a homossexualidade com a pedofilia foi o Secretário de Estado do Vaticano, D. Tarcísio Bertone.

    O Santo Padre, logo no início do Pontificado provocou polémica (no meio de muitas que feliz e orgulhosamente tem provocado no seu corajoso Pontificado) ao re-definir e apertar os critérios de admissão aos seminários.

    Não precisamos de muitos padres! Precisamos de BONS PADRES, que não digam os que as pessoas GOSTAM de ouvir mas o que PRECISAM de ouvir. Que doutrinem, que ensinem (como Jesus disse “Ide e ensinai” e não “Ide e dialogai”) que sejam fiéis à Igreja e á Doutrina. O Número de padres crescerá depois como consequência. Baste de Anselmos Borges (contra a restauração católica), de Mários do lixo (contra todo o catolicismo em si), de Carreiras das Neves (que elogia o falecido e incinerado do Saramago) e Torgais Ferreiras (que defende o emparelhamento homossexual), que fazem mais mal que bem à Igreja.

    E como disse o Mike, muito brando é o Papa!

    Por fim, a título pessoal, contento-me que haja pessoas que podem não pertencer à Igreja Católica a nível de profissão de Fé nem pelo Baptismo, mas estão bem mais perto dela, senão já mesmo dentro, em desejo) que muitos baptizados e ditos “católicos”.

    Que, inclusive, lutarão a lado dela. Ao lado da Verdade.

    Para os mentirosos, hipócritas e desumanos que defendem o indefensável (emparelhamentos gays como se fossem casamentos, abortos, o fim da Santa Igreja e afins…), ficarão as próprias consequências: uma sociedade destruída, suja e ilusoriamente humana. na verdade, será uma sociedade mais próxima da selva, mas eles deliram que não…

    A propósito, no Brasil viu-se quem é o intolerante. Enquanto os católicos rezavam, cantavam e recolhiam assinaturas pacificamente contra um programa que dá “direitos” aos sodomitas, estes queriam fazer uma revolução, agredindo verbalmente, berrando, gritando para IMPOR a sua versão depravada das coisas.

    É contra isso que temos de lutar. Contra a proliferação da perversão sodomita. Também cá em Portugal, onde o emparelhamento gay agra é chamado falsamente de “casamento” pelos gayzistas.

  • JoaoC

    E sim, se temos de ser tolerantes com as pessoas, temos der INTOLERANTES com o erro e a preversão. Eu sou, sim, intolerante com o erro de aprovar essas monstruosas práticas desumanas, sejam o homossexualismo (cujo alastramento é gravíssimo nos dias que correm), o aborto (a prática desumana mais abominável e crime contra a humanidade mais grave actualmente), a pedofilia, etc.

    Sim. Militante intolerante anti-homossexualismo, anti-proliferação-gay, anti-aborto e anti-ateísmo. Todos os outros males, como o comunismo, socialismo, marxismo e até algumas facetas da democracia, vêm por acréscimo.

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Não deve confundir obrigações provenientes de doutrinas e directivas religiosas, com obrigações legais civis, pois as primeiras dizem respeito aos crentes que as decidem seguir, e as restantes são aplicáveis a todos os cidadãos.

    Observe estes vídeos, que abordam o caso de uma padre católico cristão (este apanhado e divulgado publicamente, salvo outros que estão em investigação mas assentam em crimes de natureza similar) que abusou de uma jovem de 13 anos, e que deitam por terra a parcialidade da leitura tendenciosa de Tarcísio Bertone e outros:
    http://www.youtube.com/watch?v=fOy09fDU5DI
    http://www.youtube.com/watch?v=LHTjcr6aMxk

    Terá que ter atenção que o decréscimo no número de padres na Igreja Católica é um problema identificado e reconhecido pela própria estrutura, tanto mais que um dos impactos negativos que prevêem resultantes destes casos identificados (provados ou ainda em investigação), juntamente com o encobrimento da estrutura eclesiástica ditada por directiva do Vaticano, com pena de excomunhão (por outras palavras, com pena de irem para o Inferno), é precisamente o agravamento dessa situação ao contribuir para a transferência ou abandono de possíveis novos padres e fiéis para outras ou para nenhuma confissão religiosa.

    O JoaoC defende em relação aos padres a necessidade de compromisso, que “doutrinem, que ensinem (como Jesus disse “Ide e ensinai” e não “Ide e dialogai”) que sejam fiéis à Igreja e á Doutrina“, mas depois escreve que contenta-se simplesmente, sem esse valor de compromisso, “que haja pessoas que podem não pertencer à Igreja Católica a nível de profissão de Fé nem pelo Baptismo, mas estão bem mais perto dela, senão já mesmo dentro, em desejo) que muitos baptizados e ditos “católicos”“. Não revê incongruência nesta discrepância de critério, isto é, um revestimento simbólico numérico em oposição ao pleno revestimento do valor doutrinário ideal?

    Sobre outras questões como o aborto, educação sexual nas escolas públicas, sensibilização para o uso de métodos contraceptivos, casamento civil entre homossexuais, ou a ideia do fim das religiões, com menor ou maior profundidade já exprimi a minha opinião e respectivo fundamento, e mesmo em alguns momentos tive oportunidade de trocar impressões consigo, mas se tiver alguma questão esteja à vontade para colocar que eu procurarei responder, mas será mais produtivo mencionarmos cada tema separadamente para focarmos a discussão de modo profícuo e incisivo, todavia, de um modo geral, é impossível estar de acordo com a ideia de destruição da sociedade, desumanidade e respectiva proximidade à selva.

    Sobre o que menciona no Brasil, não consegui identificar o acontecimento que se refere devido à ausência de elementos específicos para fazer a devida distinção.

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    A tolerância parte do princípio da aceitação e compreensão das diferenças. O que o JoaoC está a demonstrar em alguns pontos não é apenas a sua divergência de opinião, mas uma atitude ego-centrada, etno-centrada e religio-centrada.

    Importa notar que nesta verificação não estou a mencionar aspectos em relação à questão do aborto ou da pedofilia, pois são situações particulares, com condicionantes específicos e enquadramento complexo e diversificado.

  • JoaoC

    No Brasil a situação foi esta: http://www.ipco.org.br/home/tag/pndh-3

    É o melhor que os gayzistas conseguem fazer?! Como pode ver, a maioria da população não ficou muito do lado deles. Já chega que sejam as minorias a mandar num país, na sociedade, no mundo!

    Quanto à incongruência que assinalou, a resposta é não. Não vejo a incongruência nem vejo a confusão que fez à volta da minha frase. Os padres diminuíram por motivos muito mais “fortes” que os que apresenta e confesso que a culpa foi de alguns Sucessores de Pedro mais recentes (de há 40 anos até há cerca de 10 anos a trás), que quiseram propor uma Igreja mais “humana”, esquecendo-se da origem Divina dela, sendo a Igreja hoje vista como “uma entre muitas”, quando não o é, nem foi nem será. É A Igreja e não UMA Igreja. É A religião e não UMA religião. Enfim, um sem número de conceitos que foram abandonados e desprezados por alguns últimos Papas, tão queridos aos Humanistas e tão danosos, em algumas coisas para a Igreja.

    A Igreja precisa não de muitos padres, mas de bons padres que tenham o compromisso atrás referido. E sim, contento-me (de contentamento, felicidade e não “contento-me” de acomodação ou de suficiência) ao ver que ainda há pessoas honestas e sérias que, apesar de não pertencerem à Igreja, estão mais perto dela, e portanto da Verdade, que muitos “católicos”, como os Bispos e padres que são mais sucessores do traidor Judas que dos restantes Apóstolos.

    Acredito que não concorde com a ideia de destruição da sociedade, desumanidade e proximidade à selva. Como disse, são muitos iludidos nesse caminho. No entanto, basta olhar com olhos de ver para as desgraças monumentais para ver que estamos em plena desumanização da sociedade: matam-se bebés ainda antes de nascerem ao abrigo de uma lei ilegítima e suja de sangue; Equiparam-se emparelhamentos homossexuais a casamentos (as pessoas sérias e minimamente cultas não lhe chamam casamento porque não o é), chama-se “casal” a um par de indivíduos do mesmo sexo; o abuso sexual a crianças cometido pelo próprio Estado, impondo a deseducação sexual nas escolas, etc…

    As questões que falei, apesar de terem um enquadramento complexo e diversificado, como disse, não deixam de ser gravíssimas e o facto de serem complexas não é justificação para serem encaradas de ânimo leve.

    Os emparelhamentos homossexuais legalizados diminuem o valor do casamento e da família, tal como a moeda falsa diminui o valor da verdadeira. Assim como o aborto, por decretar a morte a milhares de crianças inocentes e indefesas, relativiza o valor da vida e é o maior atentado contra as crianças, o crime mais nauseante, cobarde e nojento à face da Terra.

    Luto, combato e combaterei sempre pelo fim destas palhaçadas em Portugal e pela contenção da proliferação destes males, seja do aborto, do homossexualismo, pedofilia, eutanásia, adopção por parelhas gays, etc etc etc…

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Agradeço a informação complementar que divulgou. Tive oportunidade de observar o vídeo, mas não posso concordar consigo na ideia de retirarmos do mesmo qualquer afirmação. Tenha atenção que no vídeo está representada uma parte da suposta questão, sem qualquer direito ao contraditório, pois só vemos uma parte a descrever a situação segundo a sua lógica e não há qualquer acção que incentive a entrada de um contraditório. Se o mesmo ocorre-se num vídeo que fosse o oposto, acusando determinada acção religiosa da mesma forma como surge neste vídeo, manteria a mesma posição que estou a defender. Procurei obter na Internet mais informação sobre este suposto caso mas não encontrei qualquer notícia ou reportagem sobre o mesmo, e de longe não pudemos sinceramente acreditar que é o “movimento homossexual” quando são nos apresentados apenas três pessoas como membros, e que supostamente tentaram chamar mais, quando essa alegação não foi sequer confirmada pela parte acusada. Assim o vídeo apenas demonstra uma linha tendenciosa, e manteria a mesma avaliação se a situação ocorresse com a inversão dos papeis.

    Quando escrevi contentamento foi no sentido que reforçou, mas repare por um lado insiste que os padres estejam na Igreja Católica por vocação, e por outro alegra-se que haja fieis que se identifiquem de algum modo com a Igreja sem esse grau de comprometimento com a mesma. Aí está a incongruência que apontei.

    O JoaoC sabe que antes do Cristianismo e do Catolicismo houve e continuaram a haver várias religiões, e certamente qualquer um dos diferentes crentes pode ter a sua postura e posição ao defender a sua religião ou ideologia religiosa como a verdadeira sobre as demais. Essa noção de diversidade e apologia à religião verdadeira, com base no conhecimento do campo da História, contribuí precisamente para a perspectiva díspar dos restantes indivíduos no que toca a esses assuntos, que reparam precisamente nessas divergências e incoerências, e à medida que exploram novos conhecimentos, é-lhes impossível acreditar em qualquer uma das diferentes religiões. Esta posição não inviabiliza a sua opinião ou crença.

    Não posso concordar com essa ideia de destruição da sociedade ao conhecer a História. Consoante a perspectiva que se coloca para fazer a avaliação da degradação da sociedade é uma avaliação pessoal, comparativa, em História constatamos as mudanças, tensões e persistências das dinâmicas sucessivas das sociedades, abstraindo-nos de qualquer avaliação subjectiva ou a parcialidade da construção do discurso histórico. Mas pessoalmente posso dar-lhe a noção que nesta diversidade ocidental que vivemos hoje, onde a religiosidade perdeu a sua predominância, que continuam a existir pessoas com valores próximos aos que a religião católica defende, sem sequer se identificarem com a mesma.

    Algumas questões que menciona, como o aborto e a pedofilia, são situações que não são encaradas de ânimo leve. Em relação ao primeiro, mantendo uma posição apreensiva em relação a essa matéria, a alteração do paradigma legal pretende desincentivar juntamente com outras acções, como a educação sexual e a sensibilização para o uso de métodos contraceptivos, o recurso ao aborto, quer seja legal ou ilegal – no fundo actuar na realidade. Até esta altura sempre houve casos de aborto reportados por diversas razões, quer no estrangeiro, quer ilegalmente e em parcas condições em Portugal para os que não tinham capacidade financeira de o fazer no exterior, mas agora o Estado pode conhecer profundamente esta problemática e possuir os dados suficientes para desenvolver as estratégias necessárias para contribuir para a mitigação desta prática, porque a existência da Lei punitiva nunca resultou, e continuaria a não resultar.

    O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo não inviabiliza a política dos casamentos religiosos de modo algum, como sabe estes não podem casar perante a Igreja mesmo sendo crentes. Como é uma decisão do foro individual, já existia muito antes da lei e continuaria a existir (é um fenómeno que encontramos largamente presente noutras espécies na Natureza), não vejo qualquer problema em legalizar a igualdade de direitos aos indivíduos que se desejem unir perante a formalidade do casamento e beneficiar dos direitos e reconhecimento social daí inerentes, nem sequer a tolerância dessa decisão tem qualquer influência na sexualidade dos demais. Pessoalmente sou heterossexual e não tenho qualquer vontade ou sentimento para alterar essa minha orientação.

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