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Réplica ao ateísmo «religiosamente correcto»

Há quem, sendo descrente, fique incomodado com a crítica da religião. E que não suporte que se fale do Islão com a mesma ausência de pruridos com que se fala do catolicismo. Mas, que eu saiba, o cristianismo não se resume, nem é caracterizado, por António Vieira, Leonardo da Vinci e os quakers. E para criticar o Ratzinger não temos que ressalvar estes últimos.

6 thoughts on “Réplica ao ateísmo «religiosamente correcto»”

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  • antoniofernando

    Há também quem sendo descrente se sinta incomodado com as críticas de crentes e para isso não é necessário referir que não temos que ressalvar todos os crentes e descrentes que as aceitam. Não é necessário, mas fica mais equitativo se o fizermos.Não é necessário mas a dialéctica fica mais equilibrada e menos tendenciosa….

  • ajpb

    POIS É…SÃO ELES.
    GOSTAM DE SE FICAR PELAS ENCOLHAS…
    GOSTAM DE SE DAR BEM COM DEUS E COM O DIABO.
    DIZEM SEMPRE QUE TEMOS RAZÃO MAS QUE NÃO É PRECISO SER-SE TÃO DIRECTO, RADICAL…(LEIA-SE FALAR VERDADE).
    MAIS GRAVE AINDA É QUE DIZEM UMAS COISAS E FAZEM OUTRAS.
    CATÓLICOS NÃO PRATICANTES, ÀS VEZES ATÉ SE DIZEM AGNOSTAS, MAS SÃO SOCIALISTAS REPUBLICANOS E LAICOS.
    SÃO OS TAIS QUE NÃO SENDO ATEUS GOSTARIAM QUE OS ATEUS FOSSEM UM POUCO MAIS COMO ELES…
    SÃO UM SACO DE GATOS, SEMPRE À ESPERA QUE O PODER OS BAFEGE COM UM LUGAR. SEMPRE A CRITICAR A DIREITA, COMO QUEM NÃO QUER DIVIDIR AS CULPAS PELA SITUAÇÃO EM QUE ESTAMOS…
    MAS SEMPRE A DIVIDIR O PODER COM ELA.
    CONHEÇO-OS BEM E ESTOU FARTO DELES…

  • InesMeneses

    Mas para falar do Islão, 1,5 a 1,8 biliões de seres humanos, com os muito diversos cenários de países e populações (a começar nos 30.000 que vivem em Portugal), bastam um saco e uma palavra, por sinal daquelas que insulta sem explicar nada? Ou vai revelar-nos do que se tratava realmente, se não era acerca do Islão em geral?

    Fale por si, Ricardo; mas eu nunca falaria do Cristianismo em geral acerca de coisa nenhuma, e menos ainda para catalogar de modo alarve tudo o que, no tempo e no espaço, o conceito abarca. É simples. Nesta questão, como em qualquer outra, pensar e obter informação, aprender o que de diferente um termo inclui, antes de lançar anátemas (e meço bem a palavra) fica sempre bem. Uma grosseria pouco inteligente é uma grosseria pouco inteligente independentemente de quem a pratica, seja muçulmano, cristão ou ateu, e seja ou não alguém com quem à cabeça me identifico. Essa manha de que quem discorda quer evitar a crítica às religiões pode parecer-lhe fácil, mas é fraco argumento. Quase tão fraco como o do post original.

    Tudo isto se torna ainda mais deselegante quando é difícil não ver no post em questão uma tentativa de cavalgar a opinião xenófoba da moda. O ateísmo anda assim tão desesperado? O meu não. Francamente, para fanáticos cheios de ganas já chegam os religiosos.

  • Cidadaodobem

    E há muitos (des)crentes que ficam muito incomodados com a crítica aos “pobres” dos judeu$. Por serem “eternas vítima$”, eles devem ser imune$ às críticas….

  • ajpb

    Nota: é fundamental ler o artigo referido e saber quem o escreveu…

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