A Bélgica! Ah…esse país de tantos (cons)trastes e contradições. O primeiro a proibir a burqa no espaço público e o primeiro a eleger uma parlamentar muçulmana com véu. Uma submissa a maome(rda) e ao califado otomano. Uma advogada que rejeitou a profissão só porque lhe proíbem o uso do véu/bandeira do islão. Para esconder o minarete cabeludo da líbido incontrolável dos juízes, decidiu-se pela jihad política a convite do partido cristão-democrata e aplaudida pelos verdes ecolo,idiotas úteis do verde muçulmano,como um exemplo de emancipação feminina.Nem mais nem menos. Bruxelas capital da Eurábia e 30% de metastáses verdes, onde os tribunais cassam as decisões autónomas da direcção escolar que proíbe o véu das alunas e das professoras, e obrigam a mesma escola pública a reintegrar uma professora de matemática enrodilhada. Enfim o conselho camarário lá resolveu insistir na primazia do regulamento interno e deu o ponta-pé merecido na bunda da submissa maomérdica. Os soldados de alá vão recorrer mais uma vez,e as carpideiras vão desfiar o rosário de litanias da “estigmatização duma parte da população e duma confissão religiosa forte de 1.5 biliões de adeptos, duma agressão à liberdade das mulheres, uma manifestação de racismo, de islamofobia”,ect, ect mais o habitual catálogo de queixinhas que permite a insolente preversão e subversão dos nossos valores e cultura democrática. O país dos melhores chocolates do mundo, mas onde os adolescentes oriundos da diversidade arábica/oumanista (e não da Universidade ocidental/humanista) cometem agressões e matam com kalashnikov. Um país de abertura cristã, mas com as prisões sobrelotadas ao ponto de terem que enviar racailles para as prisões holandesas ou adolescentes criminosos para casa dos pais livremente por já não haver lugares vagos nos centros especiais para menores IPPJ. Oh… contrastes detes é um nunca mais acabar. Há dias depois duma provocação desabafo, tive 15 racalles à minha volta para me fazerem a folha e não me caguei(posso?) de medo, mas quando a polícia chegou os heróis escapuliram-se todos como baratas tontas. Alguns já tinham ido esconder a droga. Outra vez mandei uma boca (perigoso!) para umas enrodilhadas que passavam numa rua onde eles colonizaram quase todas as casas sociais, logo veio uma banda de pré adolescentes-aprendizes terroristas- procurar o prevaricador islamófobo. Outra vez…não, fica para outra vez. PS Isto não é resistência anti-islamofascista de salão e face a um computador. É ligeiramente diferente. Beijinhos e abraços. Da Eurábia com amor
é uma cidade complicada, Bruxelas. O termo “multicultural” faz pouco sentido em comunas como Molenbeek, que são cada vez mais profundamente monoculturais: arabo-muçulmanas e sem a mínima abertura aos outros. Dividida entre o “crescente pobre” cada vez mais radicalizado e religioso e o resto da cidade, que continua a praticar um alegre “melting pot”.
E, problema típico de uma cidade globalizada, a importação de movimentos de extrema-direita muito violentos como os Lobos Cinzentos turcos.
Nuno Pinto da Cruz Se conheces bem ou vives em Bruxelas, sabes da libanização de Bruxelas ou não te arriscas a saír dum certo perímetro territorial? Molenbeek claro, chaussée de Gand com os mercados étnicos onde os soldados de alá proibem os jornalistas de filmar,dirijida por um islamófilo oportunista e traidor socialista Philipe Moureaux; Schaarbeek e a place Leeds, onde os polícias olham para o lado quando há distúrbios especialmente durante o ramadão ; Anderlecht e a place de Linde onde se afrontam grupos de belgicanos patriotas e a racaille de àrabo-muçulmanos e coisas mais graves à imagem das “émeutes” de França; Ixelles e a rue Gray como passerelle da muslim fashion e mercado de droga; St Gilles lá para o fundo da Avenida do Parque, ruas da Bósnia, Mérode e Forêt, St Josse onde já se acertaram contas entre Turcos e Arménios e Aramaicos também, creio eu, por causa do genocídeo de 1912… E aquela mesquita com minaretes mesmo no centro do “quartier Européen” a 100 m do Barlaymont? Já não sei o que resta de Bruxelas que bruxelesava segundo Jacques Brel. Nem as Marolles resistem à invasão islâmica e ao descalabro desta cidade, capital da Europa se faz favor!… E as ruas poluídas com as manifestações anti-semitas como em Janeiro de 2009, onde os muçulmanos paravam para rezarem ostensivamente e os companheiros de estrada islamo-esquerdistas mais os partidos tradicionais, faziam que não ouviam nem viam Israel=nazi, apartheid, genocídeo palestiniano e etc e lá continuaram solidários do linchamento político-mediático de Israel e da promoção do suicídeo da civilização ocidental.
Conheço bem Bruxelas, vivo cá há mais de dois anos. E estou a par do que dizes.
Não tenho o mesmo discurso, mas é difícil não se sentir preocupado com a divisão em dois da sociedade belga. Não tenho dúvidas que uma parte importante da juventude muçulmana (que é maioritária em Bruxelas) tem um discurso de ódio em relação aos “kouffars” ocidentais. Esse discurso ouve-se e vê-se bem, aliás: bastam algumas viagens no metro e estar atento.
A geração Moureaux tapou os olhos aos problemas sociais e culturais de Molenbeek e do restante crescente pobre. O problema não é apenas a pobreza incessante, mas a recusa de pertencer à mesma sociedade. E aí o islão radical teve e tem uma palavra a dizer (o que piora a guettoização e consequente pobreza). é impossível, em Bruxelas, criticar abertamente as derivas extremistas da religião muçulmana.
Lembro-me bem dessa manifestação, que passou em frente à minha casa. Fui tirar fotografias e vi palavras de ordem do tipo de “Allah Akbar” e bandeiras israelitas a serem queimadas e pisadas, ao mesmo tempo que as do Hamas flutuavam no ar. Pois.
“Outra vez mandei uma boca (perigoso!) para umas enrodilhadas que passavam numa rua onde eles colonizaram quase todas as casas sociais, logo veio uma banda de pré adolescentes-aprendizes terroristas- procurar o prevaricador islamófobo.”
Lindo !
Eu conheci gente assim.
Quando estava com eles mandaram umas bocas a uma rapariga de cor, porque, além de ser de cor, estava vestida com o trajo tradicional africano. Depois mandaram uma pedrada a uma puta e uns pontapés a um homossexual. Foi buéda exitante.
Depois posso dar-te o contacto do grupo skinhead de que estou a falar.
Quando estava com eles mandaram umas bocas a uma rapariga de cor, porque, além de ser de cor, estava vestida com o trajo tradicional africano. Depois mandaram uma pedrada a uma puta e uns pontapés a um homossexual. Foi buéda exitante.
Depois posso dar-te o contacto do grupo skinhead de que estou a falar.” Oh Baal, olha que tu às vezes até me fazes rir com as tuas cagadas de alusões ao meu racismo. Se achas que os maometanos são uma raça, então tu também és racista por criticares os católicos, ou os comunistas, ou os amadores da tourada à espanhola? Tu fazes lembrar-me o herói da banda desenhada que disparava mais rápido que a sua própria sombra. Agora também eu vou contar-te uma história. Era uma vez um caçador (mentiroso como todos os outros caçadores) numa taberna da aldeia a gabar-se: “depois e tal deparei com um bando de coelhos enooooorme…enoooooorme! Eram tantos, tantos, tantos que consegui matar trinta de seguida. E o Zéquinha maroto perguntou: então e quando é que vomecê carregava a caçadeira? E o caçador mentiroso respondeu: ora…para matar tantos coelhos não havia tempo para carregar a arma”. E tu Baal, estás na mesma, é tanta a tua fúria para desancar nos comentadores, que nem tens tempo para pensar. Obrigado pelo endereço dos teus amigos skinheads,não preciso. Esses gajos são pi… mole, prefiro o KKK.
Bom dia, venjo por este meio informar-lhes da existéncia d'uma nova página web http://www.islam-documents.org mais de 15 000 documentos sobre os origens do islam. Com um fim desvelador, científico e crítico. Trata-se da mais grande fonte documentar da materia, em parte apresenta um conteudo inédito. Esta página web está feita por uma pequena equipa de universitários. Esta nova versão, disponível em março 2008, está revisada e argumentada, e tem um conteúdo de 2700 páginas . Está previsto realizar uma nova verção no ano que vem. Invito-lhes á descobrir a página web.
Iskender é nome de aramaico. Tenho um especial respeito e carinho por este povo. Já aqui os referenciei, apesar de serem essencialmente cristãos, são um povo exemplar de civismo, afabilidade, simpatia, humildade e honestidade. Não sei se é pelo facto de o seu cristianismo estar mais próximo das origens… não sei, ignoro, mas um dia hei-de saber. Vai um abraço para todos: Iskander, Kalyon, George, Adib, Femi,Samuel, Jozeph, Sabri, Jakup, Isa, Aboud, Habib,Genclan e os outros
“Mas dispunha e disponho de dados para ter a certeza de que és XENÒFOBO e ISLAMÒFOBO.” Baal Decididamente andas com azar. Com que então sou ISLAMÓFOBO? (não é preciso gritares que eu ainda não estou surdo). Tu tbém não estás surdo, tens é falta de memória. Lembras-te que há tempos falámos da minha islamofobia e tu, depois de uma aturada explicação, acabaste por me dar razão “nesse caso até eu também sou islamófobo”. Lembras-te? Talvez uma terapia de fósforo te possa ajudar. Mas não abuses que já reparei que tens pulsões de incendiário. E não deias o dito por não dito que é feio e ridículo. É claro que sou e continuo islamófobo. A 1000%, a duzentos à hora e com conhecimento de causa e com a vivência quotidiana que tu pareces não ter. Mas tu de repente deixaste de o ser, assim sem mais, como um catavento, porque és igorante destas coisas ou idiota útil compulsivo dos gajos da lua e do pedófilo mafoma? Islamobofobia encerrada. Agora a XENOFOBIA (ainda me vais rebentar os tímpanos se continuas a gritar assim). Oh fácil, muito fácil, basta leres o comentário que fiz ao Iskander. Ainda te ajudo mais, o povo aramaico não é uma etnia belgicana. Quem são? quem são?
E já agora que estou numa onda de pedagogia extravasante, sugeria-te que fosses para a Judiciária, deves ter um jeitinho grande como censor e polícia do pensamento alheio. Criticar construtivamente e com fundamento é loiça fina demais para ti que passas o tempo a pôr lama no ventilador. PS reparaste como o Nuno Pinto falou do meu discurso? Não partilhava os vocábulos,isso explica-se fácilmente,mas compreendia e concordava no conteúdo. É claro, ele não está em Portugal, também ele vive na Bélgica há dois anos,um vigésimo do meu tempo de estadia por cá.Mas, estas cenas dos maomerdas é tão grosseira, que até salta à vista dos turistas de um dia, quanto mais dos residentes com tarimba de várias décadas. E tu em que buraco vives? Beijinhos e abraços. Mantenho o convite, o meu grupo KKK precisa de corajosos carroceiros como tu comentador de bancada. Vale?
Penso que deves estar a confundir com outra pessoa. Os contextos podem dizer muita coisa eu muitas vezes critico o islamismo e posso ter referido algum contexto específico, mas NUNCA eu diria que sou anti-islâmico em geral.
Tens dados mais precisos, podes mostrar onde eu terei dito isso ?
Entretanto duvido muito que alguma vez tenha dito que era muito giro insultar muçulmanas na rua por usarem o seu traje tradicional o que considero ANIMALESCO.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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