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  • 28 de Fevereiro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Ateísmo

Considerações sobre o ateísmo (5)

Nenhum acto bom é exclusivo dos religiosos e, para se  ser bom e ter valores, a religião é escusada. Mas, facilmente vemos actos e valores condenáveis associados a práticas religiosas, desde sacrifícios humanos e da Inquisição até aos ataques bombistas e à mutilação genital feminina. Em síntese, afirmou que a fé é inútil para se ser bom e é a causa de muitos actos condenáveis. Referiu boas razões para um ateísmo combativo: a persistência das superstições que impedem mais justiça, as tentativas obstinadas das religiões para interferirem na política das democracias e o islamismo radical que designou como fascismo islâmico.

Diariamente vemos condenações à morte por adultério em países islâmicos, a absoluta ausência de liberdades das teocracias, bem como os inúmeros interditos do catolicismo romano a proibir o planeamento familiar, o divórcio e o uso do preservativo em países dizimados pela Sida.

Não esqueçamos o que leva as pessoas a crerem em Deus: não são os argumentos mas, quase sempre, o hábito de o fazer desde criança. É essa tradição que, a ser quebrada, conduzirá o fenómeno religioso para nichos pouco relevantes. Mas, antes, é preciso erradicar os constrangimentos sociais e as severas punições que as teocracias ainda têm força para levar a cabo.

1 thoughts on “Considerações sobre o ateísmo (5)”
  • Julio

    Concordo, claro.
    É necessário REMOVER o Catolicismo papal e seus perigosos & sinistros agentes das escolas públicas!
    E depressa, por favor!
    É importante acabar com esse abuso emocional de crianças inocentes.
    É preciso acabar com o ensino do Pai-nosso aos nossos filhos; com o horror de os ensinar a rezar “perdoa-me os meus pecados, assim como perdôo aos outros pecadores” [ou tretas semelhantes]!
    Abaixo a SEITA PAPAL na Europa!
    [[b]Pacificamente[/b], para não emular os crimes da dita ao longo dos séculos da sua asquerosa ditadura!]

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