Os católicos consideram uma “ofensa” à sua fé este tipo de leis que em nada interferem com a sua prática religiosa. Mas consideram-se no direito de intyerferir na vida dos outros que não partilhem as suas ideias mas que, segundo eles, deverão ser obrigados a viver segundo as ideias do catolicismo.
É ver o zequinhas a clamar que a igreja é muito perseguida ao mesmo tempo que acha muito bem espancar dois homos que andem de mão dada na rua.
è engraçado! se os “homo” podem fazer paradas porque é que os catollicos não podem fazer também manifs! Gostava de saber quantos ateus que costumam aqui passar são tabém contra o casamento gay! se calhar não o demonstram apenas porque sendo opinião da Igreja não querem se conotados!
http://www.ivaf.org/ 13 razões (sem religião á mistura) para o não ao casamento gay Instituto valenciano para fertilidade, sexualidade e relações familiares.
1 – Os homossexuais como todos, podem casar-se e não é discriminatório que muitos prefiram não fazê-lo. Os homossexuais podem casar-se com os mesmos direitos e obrigações que os heterossexuais. Quer dizer, só com outra pessoa e do sexo oposto e que tenha certa idade e dê seu consentimento. Que um homossexual se queixe de discriminação porque não lhe deixam casar-se com alguém do mesmo sexo é como se um polígamo se queixasse de discriminação porque não lhe deixam casar-se com várias mulheres… Não há discriminação: a lei é igual para todos e a sociedade tem um modelo de casamento que tem demonstrado a sua eficiência durante séculos.
2 – Casar homossexuais é um experimento social inédito; é um experimento social que nunca antes foi tentado. Nenhuma civilização implantou o casamento homossexual. Mesmo as sociedades que permitiam a homossexualidade e até a fomentavam em certas idades e classes sociais, como os gregos antigos, entendiam claramente o casamento como a união estável entre um homem e uma mulher abertos a terem filhos. Uma coisa eram as práticas sexuais dos cidadãos, e outra muito diferente a família, a geração e a educação dos filhos. A homossexualidade assumiu muitas formas em distintas sociedades, mas nunca foi relacionada com o casamento. Fazer experiências com o modelo social é irresponsabilidade e perigoso, embora muitos defendam essa experiência por razões ideológicas de repúdio à família e não por razões científicas e nem sequer de demanda social (a imensa maioria da população mundial é contra).
3 – Não existe o gen homossexual. O homossexual não nasce, se faz. Não é possível demonstrar cientificamente que a homossexualidade está ligada à herança genética ou que a tendência a ser homossexual esteja determinada desde o nascimento. O que está demonstrado e que é defendido por um amplo e respeitável setor científico é que a prevalência da tendência homossexual obedece a fatores ambientais e está condicionada pela própria psicologia e educação. Qualquer pessoa pode realizar atos homossexuais se quiser e pode também deixar de realizá-los se quiser. Por isso, a maioria dos homossexuais pode deixar de sê-lo como a terapia clínica tem demonstrado… Um ambiente favorável à homossexualidade aumenta o número deles nesse ambiente; por outro lado, em um ambiente onde a homossexualidade é tolerada mas não propagada, diminui o número de homossexuais.
4 – Para evitar os abusos contra os homossexuais não é preciso aprovar o casamento de homossexuais. Quase todos os benefícios de um matrimônio a nível de heranças, transmissão de bens, propriedades compartilhadas, etc., podem ser regulados por duas pessoas, ou mais, com acordos legais, independentemente de que tenham relações sexuais. De fato os poucos pares homossexuais realmente interessados nesses temas já estabeleceram acordos entre si. O problema aqui é muitas vezes outro: a instabilidade dessas relações faz com que muitas das previsões relativas ao casamento não sejam aptas para as uniões homossexuais, por essa instabilidade. Se um homossexual varão tem como média relações com 39 pessoas ao longo de sua vida, com quantas se casará? De quantas de divorciará? Quais delas terão esses direitos legais, posto que com todas, ou algumas, estiveram casadas? E quando estiver se fartado de casar, não terão os pares posteriores esses mesmos direitos?
5 – Legalizar o matrimônio homossexual estabelece uma distorção em comparação com as pessoas que vivem juntas sem relações sexuais. Duas idosas que vivem juntas, três irmãos em uma casa, quatro amigos que compartilham a mesma casa há anos…, têm uma relação com afetividade, compromisso e convivência igual que podem ter dois homossexuais. Entretanto, se vêem privadas das vantagens legais do casamento gay porque não praticam sexo entre eles. O casamento gay em realidade premia os praticantes de certo tipo de sexo, privilegiando-lhes sobre outras convivências afetivas e estáveis. É evidente a diferença com o casamento comum, que premia a complementaridade homem-mulher estável e está aberta à geração e criação dos filhos.
6 – Legalizar o casamento homossexual estabelece um agravo comparativo com os polígamos… e com qualquer outra combinação numérica. Ao contrário do casamento homossexual que nunca foi aceito por nenhuma civilização, a poligamia tem uma larga tradição e numerosos países e sociedades, inclusive em nossos dias. Se se casam dois homens, com que argumentos impediremos a nossos cidadãos muçulmanos ou de origem sub-saariana que não se casem com duas ou mais mulheres? Pode um emigrante pedir por reagrupação familiar e que venham suas três esposas? Ao menos, as uniões polígamas tradicionais têm filhos e são estáveis, o que é um bem social. Com que argumentos os defensores do casamento gay o impediriam? Nos ambientes homossexuais o que se pede é a aprovação da poligamia bissexual. Um famoso escritor o exemplificava em um número da revista homossexual Zero: um amigo seu está casado com uma mulher, mãe de seus filhos; mas é homossexual, e tem uma relação com um homem. Por que esconder? Por que não casar-se todos entre eles? Assim, as crianças teriam dois pais. Quando o casamento deixa de ser o que é (um homem e uma mulher unidos em um ato de amor que pode gerar novas vidas), então, pode redefinir-se para ser qualquer coisa.
7 – Legalizar o casamento gay debilita o casamento heterossexual, da mesma forma que a moeda falsa debilita a moeda verdadeira. Muitas pessoas pensam que não lhes afeta em nada que os homossexuais se casem. É o mesmo que pensar: “não me afeta em nada que haja gente que faça circular notas falsas de 100 reais, eu sou honrado e não as usaria, de fato quase nunca vejo notas de 100 reais”. Entretanto, é evidente que a circulação de notas falsas nos afeta a todos, porque se perde a confiança no dinheiro, as pessoas as usam com reticências e preferem usar outras moedas (dólares por exemplo) ou não comerciar ou não aceitar certas notas e ao final a economia de todos se recente porque tudo fica mais caro. O mesmo acontece quando se faz circular um casamento falso como se fosse casamento. Nos paises nórdicos, onde as uniões são equiparadas ao casamento, a metade das crianças nascem fora do casamento. Ao dar à união homossexual a legalidade de casamento se dá a mensagem à sociedade de que na realidade casar-se não significa nada nem se contrai nenhuma responsabilidade ante os filhos. Como conseqüência as pessoas não se casam e seu compromisso é débil. Assim como a moeda falsa cria desconfiança no sistema econômico, o casamento falso cria desconfiança no compromisso inter-pessoal e social. Uma sociedade baseada na desconfiança, a desvinculação e a falta de compromisso nunca funcionará tão bem como uma baseada em famílias estáveis, comprometida por toda a vida com o bem estar dos cônjuges, crianças e parentes.
8 – Na realidade poucos homossexuais se casam; o objetivo do movimento gay é destruir o matrimônio heterossexual. Reconheceram isso muitas vezes os lideres homossexuais na Espanha e no resto do mundo. Na realidade muito poucos deles querem se casar. Mas o movimento homossexual político força a exigência do casamento para mudar a sociedade e eliminar uma instituição (o matrimônio monólogo e por toda a vida) em que não crêem. “Lutar pelo casamento do mesmo sexo e seus benefícios e então, uma vez garantido, redefinir a instituição do casamento completamente, pedir o direito de casar-se não como uma forma de aderir-se aos códigos morais da sociedade, senão de desbancar um mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. […] A ação mais subversiva que podem empreender os gays e lésbicas […] é transformar por completo a noção de família”. [Michael Signorile, ativista homossexual e escritor, citado em “Crisis Magazine”, 8 de janeiro de 2004]. O ativismo homossexual não quer formar “famílias como as demais”. Mas querem fazer com que todas as famílias sejam como as suas, para a qual a chave é desmontar “conceitos arcaicos e caducos como fidelidade, monogamia, compromisso, fecundidade, paternidade, maternidade”, etc.
9 – Legalizar o casamento homossexual significa legalizar a entrega de crianças a homossexuais. Há gente que diz “eu vejo bem que os gays se casem, mas que não adotem filhos”. É um erro pensar que se vai legalizar o casamento sem a adoção: se se legaliza o casamento, se incluirá sempre a adoção. Quem apóia uma coisa está apoiando a outra, queira ou não, porque nosso direito permite adotar conjuntamente aos cônjuges: uma vez casados, já são cônjuges, e poderão adotar. Ainda que algumas lésbicas tenham filhos de relações anteriores, os buscaram (mediante inseminação artificial ou com cooperação de um homem) a adoção acontece para que os homossexuais que, obviamente, não têm filhos, concordem com a educação de crianças que, obviamente, eram de casais heterossexuais. A adoção de homossexuais tem diversas desvantagens para a sociedade que a permita, começando que a escassez de crianças faz que se tragam crianças da China, Rússia e outros paises… que não vão dar crianças a países onde os homossexuais adotem. Assim, o desejo de uma minoria ínfima vai dificultar a milhares de casais que querem adotar. Mas, o ponto chave é que uma criança tem direito a um pai e a uma mãe, direito violado se ela for entregue a dois homens ou a duas mulheres. Duas pessoas do mesmo sexo não são idôneas para a criação e educação das crianças, que careceriam de referencias paterno/masculino (se são duas lésbicas) ou materno/feminino (se são dois homossexuais).
10 – Legalizar o casamento homossexual significa por toda a máquina educativa do Estado a serviço do homossexualismo político. Se o casamento gay é legal, isto será ensinado nas escolas. Os livros textos das crianças explicarão a doutrina que as associações homossexuais tenham indicado: que a homossexualidade é normal, que é bom ter dois pais e duas mães, que as crianças devem experimentar sua sexualidade para descobrir que sexo lhes atrai mais e que as pessoas que se opõem à homossexualidade (como os pais das crianças cristãs) são intolerantes. ´De de se supor que cada seriado de televisão terá seu par de homossexuais ou lésbicas com crianças, convivendo felizes para exemplo e edificação de tantos casamentos com problemas. De fato, há na Espanha centros de “scouts” e de ócio infantil que ativamente difundem já esta ideologia.
11 – Legalizar o matrimônio homossexual implicará a médio prazo multas e penas de cadeia para quem criticar a atividade homossexual. Na Suécia, onde há uniões gays desde 1995 com adoção de crianças desde 2002, se decretou pena de cadeia para um pastor luterano que se limitava a pregar as palavras de São Paulo sobre a homossexualidade. Outro país onde criticar a homossexualidade tem gerado multas e processos é o Canadá. O grau de respeitabilidade da relação gay (não já da pessoa, que obviamente é merecedora de respeito simplesmente por ser pessoa) será extremo e sua critica punível. A liberdade de expressão se verá cortada e provavelmente também a liberdade religiosa. Muitos de nossos bispos e líderes cristãos acabarão na cadeia.
12 – A legalização do casamento homossexual provocará uma queda na qualidade da vida. Os homossexuais têm menor esperança de vida e são mais propensos a sofrer conflitos psicológicos e a manifestar tendências suicidas. Muitos homossexuais vivem a homossexualidade como sofrimento. As mesmas publicações gays mostram que o alto índice de incidência de desordens afetivas e de patologias de conduta entre os homossexual. A AIDS, como sendo um dos fatores mais importantes, não é, desde o ponto de vista da saúde, o que mais incide na diminuição da esperança de vida gay. A homossexualidade geralmente é acompanhada de adições não saudáveis e de transtornos como ânsias neuróticas e, na idade mais adulta, de solidão. A proposta generalizada da homossexualidade como opção de vida saudável originaria um incremento dos gastos de saúde de toda a sociedade.
13 – Legalizando o casamento homossexual, a Espanha alargará seu abismo com outras civilizações e a própria cultura ocidental. Casar homossexuais e desvalorizar a família não vai ajudar a nada o diálogo Oriente-Ocidente nem a mostrar as bondades da democracia. Chamar de “direitos humanos” ao casamento homossexual, para que o mundo no Ocidente veja que impôs uma moral (ou uma imoralidade, desde seu ponto de vista) não baseada na natureza comum do ser humano senão no individualismo, o materialismo e o hedonismo. Milhões de muçulmanos e chineses (e a autoridade moral do Ocidente) serão prejudicados por esta pedra no modo de estender uma autêntica democracia e direitos humanos para todos. Há, pois razões práticas de convivência internacional para que uma sociedade responsável diga “não” ao casamento de homossexuais desde o respeito a essas pessoas.
Filipe… Essa lista é um conjunto de ideias do mais disparatado, conservador, ignorante, ofensivo, e simplesmente estúpido e sem qualquer fundamento. Não é preciso grande esforço para ver que quem criou essa “lista” é uma pessoa totalmente homofóbica e com medo de apanhar o “bicho”. Não sei se me dá vontade de rir ou chorar com uma tamanho rol de alarvidades.
Filipe, vou tentar responder seu e-mail na medida do possível.
* Os gays fazem passeatas para reivindicar os direitos. Os católicos querem fazê-lo para impedir que os homossexuais tenham os mesmos direitos que os heteros. * Os ateus não se importam com o que os outros fazem na cama. Não regulamentamos a vida sexual alheia porque é assunto que não nos compete.
1) Este argumento já foi usado pelo JCN e devidamente ridicularizado pelo Carlos Esperança aqui mesmo. 2) O ineditismo de um experimento social não é uma objeção contra ele. A imunização contra a varíola já foi um experimento social. O cultivo da agricultura foi outro. A introdução do vaso sanitário, mais um. 3) Não é verdade que é possível mudar a orientação sexual das pessoas. Além do mais, uma característica adquirida não é necessariamente reversível. O ambiente (desilusões amorosas, por exemplo) podem levar à loucura, mas não há tratamento eficaz para ela. 4) Essa reportagem foi publicada dias atrás e desmente cabalmente as alegações apresentadas. http://mundalternativo. blogspot.com/2009/12/grupo-pernambucano-lista-direitos.html 5) Se o casamento gay é uma distorção por privar os outros grupos com relações afetivas dos direitos que os gays teriam, então o casamento heterossexual também é uma distorção. 6) Os mormóns são polígamos por motivos religiosos. 7) Este argumento apenas reproduz um juizo de valor. Assim como se diz que o casamento homossexual debilita o casamento heterossexual, poderiamos dizer que o casamento heterossexual debilita o casamento homossexual. 8) Os gays não querem se casar. Será que é por isso que lutam pela legalização do casamento gay? E de onde veio aquela citação? Do protocolo dos sábios do arco-íris? 9) Uma criança tem um direito a um pai e uma mãe. Minha mãe tinha um pai que a estuprava e uma mãe que não fazia nada para impedir. Pai e mãe não são garantia de uma boa educação. 10) O casamento heterossexual é legalizado e não vejo como a máquina estatal está fazendo propaganda da heterossexualidade. Não me lembro de ter tido aula na escola ensinando-se que a heterossexualidade é normal. 11) A religião nunca tolerou a liberdade de expressão. Lembra-se dos Versos Satanicos? Pois é… É engraçado vê-la defender esse argumento. 12) Não é a homossexualidade que provoca tanto sofrimento. É o prenconceito e a discriminação. Os culpados disso são os próprios religiosos. 13) Não é o casamento homossexual que prejudica as relações entre Ocidente-Oriente. A religião já contribui bastante para isso. O casamento homossexual não passaria de uma excrescência.
“Casar homossexuais é um experimento social inédito; é um experimento social que nunca antes foi tentado. Nenhuma civilização implantou o casamento homossexual. Mesmo as sociedades que permitiam a homossexualidade e até a fomentavam em certas idades e classes sociais, como os gregos antigos, entendiam claramente o casamento como a união estável entre um homem e uma mulher abertos a terem filhos.”
Perdão mas está mal informado.
O casamento homosexual foi uma prática comunmente aceite pelas sociedades ameríndias pré-colombianas e inuítas (esquimós) durante milhares de anos.
Era normal pessoas assumirem o papel do sexo oposto, incluindo travestismo e casarem-se com pessoas do mesmo sexo. Era a instituição conhecida pelos ocidentais como berdache.
A prática só terminou com a chegada com cristianismo que, como de costume, usou o seu argumento de mais peso. ASSASSINOU todos os envolvidos com requintes de crueldade.
Ora, não notícia que tal instituição tenha trazido algum mal á sociedade ou que o casamento hetero tenha sofrido com isso. Antes pelo contrário, eram instituições complementares.
O único grande mal que que caíu sobre essas sociedades foi a CONQUISTA CRISTÃ, que as destruíu, massacrou os seus povos e reduziu os sobreviventes à escravatura e à miséria.
Definition: Historically, in Native American tribal societies, a berdache marriage was a recognized union between persons of the same sex. Many contemporary Native Americans consider the term “berdache” to be derogatory. A preferred alternative to the term is two-spirit.
Also Known As: winkte (from Lakota), nadle (from Navajo), hemanah (from Cheyenne), kwedo (from Tewa), hwame (from Mohave), dubuds (from Paiute), lhamana (from Zuni), and literal translations of man-woman.”
Yellow Head, the two spirit Ozaawindib (“Yellow Head” in English,
John Tanner described Ozaawindib as “This man was one of those who make themselves women, and are called women by the Indians.”[2]
When Tanner encamped on Red River of the North, he reports that he was the subject of interest of Ozaawindib, who at that time was about 50 years old and already had several husbands. Tanner reported that after rejecting repeated advances by Ozaawindib, Ozaawindib was still determined to win Tanner's heart. Ozaawindib disappeared for a few days and returned to camp with much needed fresh meat. However, even after bringing much needed fresh meat to the camp, Ozaawindib was still rejected by Tanner. Ozaawindib became the third wife of Chief Wenji-dotaagan[8] as the solution to Ozaawindib's courtship efforts toward Tanner.[9]
O casamento homosexual foi uma prática comunmente aceite pelas sociedades ameríndias pré-colombianas e inuítas (esquimós) durante milhares de anos. – ISTO É COMPLETAMENTE FALSO! Não há registo histórico de casamento entre pessoas do mesmo sexo em nenhuma dessas sociedades. Há manifestações culturais onde os homens assumiam o papel de mulheres – algo parecido com o carnaval, pela simples razão de que tais actividades estavam proibidas às mulheres. A prática de sodomia institucionalizada na Grécia é uma mera invenção. Sempre foi assunto sancionado pela sociedade, salvo (incrivelmente) a união entre um homem adulto e um rapaz (jovem). Com base nisto a pedofilia está a um passo de ser retirada da lista das parafilias.
Os primeiros registos de casamentos gay surgem no séc. XX.
2. Sabia que um estudo da CESOP (Universidade Católica) revela que mais de 40 por cento dos eleitores que se consideram simpatizantes do PS declaram-se contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
3. Sabia que as sondagens efectuadas até hoje indicam que os portugueses maioritariamente são a favor de um referendo sobre a matéria e contra a redefinição do conceito de casamento?
4. Sabia que existem organizações de promoção de direitos dos homossexuais que não defendem a redefinição do conceito de casamento?
6. Sabia que, nos estados americanos da Califórnia e do Maine, o casamento entre pessoas do mesmo sexo já foi permitido no passado, tendo as normas jurídicas que permitiam o casamento entre pessoas do mesmo sexo sido posteriormente revogadas?
7. Sabia que, já este mês, o Senado do Estado de Nova Iorque debateu e chumbou, por mais de 60 por cento dos votos, uma proposta de lei que tinha como objecto o alargamento do casamento a pessoas do mesmo sexo?
9. Sabia que, nos EUA, já foram efectuados 31 referendos em diferentes estados, em que a população foi chamada a pronunciar-se sobre a redefinição do casamento entre pessoas do mesmo sexo?
10. Sabia que, nos 31 referendos realizados em todos eles, sem excepção, as populações rejeitaram a redefinição do conceito de casamento e a instituição do casamento homossexual?
“ISTO É COMPLETAMENTE FALSO! Não há registo histórico de casamento entre pessoas do mesmo sexo em nenhuma dessas sociedades.”
Caro amigo. A ignorância não é um crime, mas penso que não deve ser motivo de orgulho. Com base em quê é que afirma que é falso ? Historiadores, antropólogos, relatos desde o tempo dos descobrimentos atestam a instituição berdache. “carnaval” é a profunda ignorância que vocês demonstram.
Primeiro acusam os homos de serem “antinaturais”, depois, quando se lembram de que existem milhares de exemplos de homosexualidade na natureza, dizem que é normal demais. Ainda se refugiam na treta de não haver ligações homo estáveis na natureza, quando estão atestadas, como está provado em multiplos estudos com, entre outros espécies de aves em cativeiro ou em liberdade.
Depois dizem que nunca existiu nenhuma sociedade onde a homosexualidade e o casamento homo fossem aceites, o que é MENTIRA.
Você não passa de um MENTIROSO IGNORANTE.
A instituição berdache não era um “carnaval”, era uma condição social que regra geral acarretava o transvestismo e muitas vezes o casamento com pessoas do mesmo sexo. Isto pode ser confirmado porque os estudos históricos e antropológicos estão publicados desde o Séc XIX. Se vocês são semianalfabetos e negam tudo oq ue não seja propaganda barata a vosso favor não tenho culpa. Estou é fartinho de levar com as vossas ALDRABICES.
Informem-se antes de fazerem figura de IDIOTAS.
É que agora já não podem assassinar os cientistas e queimar os lovros quando faziam quando a vossa religião do “amor” impunha uma tirania sangrenta sobre a Europa, pelo que todos podem testemunhar as vossas MENTIRAS.
Aliás meu aldrabão de meia tijela, eu publiquei links que conduzem a publicações de historiadores, antropólogos, e testemunhos da época. O que é que tens para me contradizer ? O teu deus de pacotilha disse-te algum segredo ao ouvido ? Não era melhor ires dançar para fazer chover ? Parvo por parvo pelo menos era menos idiota.
“A prática de sodomia institucionalizada na Grécia é uma mera invenção. Sempre foi assunto sancionado pela sociedade, salvo (incrivelmente) a união entre um homem adulto e um rapaz (jovem). “
Ah ! Se era entre um adulto e um adolescente então já não há problema. !??????????????????????????
Além de um ignorante armado em esperto, és muito malcriado.
Se tu, pelo menos, relatasses a verdade dos factos e deixasses de te guiar pelo que dizem os gays e as associações deles, ou se estudasses algo sobre as sociedades tradicionais, talvez a tua conversa fosse de um homem decente.
É evidente que um gay é algo de anti-natural, uma aberração da natureza, uma estupidez, e tal não acontece na natureza. Tu, como gay travestido, encarnas esse comportamento de uma forma bem visível.
Não há nenhum indicio de que a “homossexualidade” seja de origem genética, mas antes um comportamento “aprendido” (adquirido). Logo é uma deturpação de papeis, ou uma aberração social.
Nas sociedades tribais (ou tradicionais, como devem ser chamadas), os papeis sociais são muito diferentes. Um adulto não é adulto em função a idade, mas após os rituais de iniciação. Assim, aparecem elementos sociais com um estatuto intermédio entre ao adulto e o jovem adolescente. Esse é um caso. Mas há muitos mais.
Outra forma de “two-spirits” tem a ver com os prisioneiros ou os foragidos – casos que tu nem falas.
A condição de um destes elementos sociais impedia-o de constituir família. Disseste algo sobre isso? Nada. Nem sabes do que estás a falar.
Como gente malcriada como tu, por norma não gosto de conversar. Respondi só, porque te estás a armar em intelectual, sendo um perfeito ignorante. Tanto ignorante como tu tem passado pelas minhas aulas. Provavelmente até tu por lá passaste e não te ensinaram tais aberrações
O que eu condeno, não é a tua falta de conhecimentos, mas sim o facto de tu te armares em intelectual, sem qualquer suporte, baseando-te em palhaçadas como a wikipédia e os relatos das associações gays. Um bocado de juízo e de educação não te ficavam mal.
Aconselho-te a estudar os papeis sociais na organização das sociedades tradicionais, para perceberes de que falas.. depois, se quiseres ser educado, podemos falar.
Repito: Tais comportamentos nada tem ver com gays ou casamento gay!
Sabes o que acontecia a um curandeiro que, assumidamente perdia os seus poderes? Ou a um feiticeiro que levava o seu povo a uma derrota humilhante? Talvez percebas onde se enquadram tais comportamentos.
Estuda e depois falamos, se quiseres portar-te como um Homem.
Se era entre um adulto e um adolescente então já não há problema. !?????????????????????????? – caso consigas recordar-te estamos a falar de casamento gay, e isso não existia na Grécia nem em local algum.
“Tanto ignorante como tu tem passado pelas minhas aulas. Provavelmente até tu por lá passaste e não te ensinaram tais aberrações”
Tu és professor ??????!!!!!!
Não !!!! Diz que não é verdade !!!!!!!!
“És um insolente Baal.
Além de um ignorante armado em esperto, és muito malcriado.”
Ignorante, arrogante, malcriado és TU.
QUE NUNCA TINHAS OUVIDO FALAR DISTO E ENTRASTE A MATAR A CHAMAR MENTIROSO A QUEM ESTÁ DENTRO DO ASSUNTO.
Está visto que NADA sabias do assunto e agora foste ler umas coisas à pressa.
Pois lê melhor.
Eu não estou a falar de estádio intermédio coisissíma nenhuma. Embora esses estádios existissem e alguém não fosse considerado verdadeiro homem enquanto neles estivesse, eu NÃO estou a falar desses casos.
Pesquiza mais um bocadinho senhor professor, e vê que existia a instituição do travesti que mantinha relações homosexuais e por vezes CASAVA com membros do seu próprio sexo.
Se não descobrires nada das duas uma. Ou não sabes ler ou estás a GOZAR comigo, caso em que terei todo o direito em mandar-te à MERDA com todas as letras.
Existem estudos desde o Séc XIX e testemunhos desde o Séc XV. E não são de “organizações homosexuais”, são de conquistadores que assassinaram berdaches, padres que os condenaram e mais recentemente estudiosos, historiadores e antropólogos.
Se és um professor ignorante fanático e arrogante não tenho culpa. Não venhas é aqui armar-te em grande senhor porque está na cara que hoje foi a PRIMEIRA VEZ que ouviste falar do assunto.
“Aconselho-te a estudar os papeis sociais na organização das sociedades tradicionais, para perceberes de que falas.. depois, se quiseres ser educado, podemos falar.”
Enquanto misturares a ignorância mais crassa com a arrogância mais mal criada não estou minimamente interessado em ser bem educado com quem se está a comportar como uma BESTA quadrada.
Sai um bocadinho dos sites dos teus amiguinhos fanáticos e estuda um bocado de História e costumes pré-colombianos. Pode ser que depois vejas a triste figura que estás a fazer.
Ah, por falar nisso, por acaso sou formado em História.
“Repito: Tais comportamentos nada tem ver com gays ou casamento gay!
Sabes o que acontecia a um curandeiro que, assumidamente perdia os seus poderes? Ou a um feiticeiro que levava o seu povo a uma derrota humilhante? Talvez percebas onde se enquadram tais comportamentos.
Estuda e depois falamos, se quiseres portar-te como um Homem. “
Olha, eu dei-te textos da época e links que levam a documantação sobre o assunto.
Tu só deste arrogãncia, má criação e MENTIRAS DESCARADAS.
Já te disse que apresentes provas de que não existiram as instituições de que falei.
Eu já apresentei as provas da sua existência, incluindo textos de testemunhas do Séc XIX.
Deixa-te de arrogâncias e procura.
Pode ser que aprendas alguma coisa acerca de História e cultura.
Se bem que, com o teu fanatismo odioso duvido muito que consigas aprender alguma coisa.
Lucas Fernández de Piedrahita, calificador del Santo Oficio por la suprema y general Inquisición y obispo electo de Santa Marta.
“Ejercitaban los oficios de mujeres com robustecidad de hombres, por lo cual en llegando a edad suficiente, los casaban como a mujeres y preferianlos los laches a las verdaderas de ue según se sigue, que la abominación de la sodomía fuese permitida en esta nación”
Isto é para o professoreco ignorante que anda aqui a armar-se em bom.
Um Historiador do Séc XVII, que por acaso até era BISPO E INQUISIDOR, diz que existiam berdaches que casavam com menbros do seu sexo. Além dele algumas centenas de historiadores, testemunhos da época, antropólogos.
Mas este ANIMAL vem para aqui dizer que são mentiras das organizações gays !!!!!
Bem, se isso é assim, este texto então prova que a igreja católica é uma organização gay, porque parte dos testemunhos da época vêm de padres e bispos católicos, como este BISPO E INQUISIDOR.
Nunca vi tanta ignorãncia misturada com malevolência e arrogância. Se há inferno estes tipos são os primeiros a lá ir parar.
Apesar de tudo o que esteja escrito e documentado (com casos verdadeiros ou não) sobre um “tipo de casamento”, isto é apenas uma gota de água e não vale quase nada! Se fosse normal este tipo de casamento, tal como a homossexualidade, em principio não estariamos aqui a revindicar as posições! Ou seja, não é normal e a natureza tomou conta das coisas restabelecendo a sua ordem natural!
Eu considero de facto a homossexualidade algo não normal mas não por isso a descrimino! E indo mesmo contra alguns ideais da religião que professo até concordava por exemplo com a proposta do PSD de um registo civil homossexual!
tal como se dá na sociedade certas condições para os invalidos, assim se deveria dar condições para os homossexuais, Agora casamento, adopção, isso nunca! as coisas ou são ou não são e o que é branco jamais podera ser preto! simples!
Há uns rapazitos que se fartam de comentar na Internet, cuja conversa, sendo primária (ora ingénua ora ignara), se não fosse tão falha de educação, teriam algum valor humorístico. Assim, tirando esse pendor sarcástico ninguém lhes atribui qualquer valor. Há aqui quem confunda os papeis de um compilador de histórias (muitas delas feitas para justificar a barbárie dos conquistadores) com um historiador, sem hermenêutica, sem critica das fontes. Erros de juventude irresponsável, mas que avalizam a falta formação e de educação dos agentes. Recordo-me de um jovem professor auxiliar ficar muito chocado por ter sido alvo de um reparo do género: “hoje já ninguém afirma que as pirâmides do Egipto foram erigidas por rebanhos de infelizes escravos. Isso já foi uma certeza, mas hoje é uma teoria do passado, completamente ultrapassada.” O rapazito ficou atónito. Havia garantido aos alunos, com todas as certezas, que os escravos foram o gado humano que os grandes arquitectos usaram para as pirâmides, debaixo da adaga e do azorrague de impiedosos emissários do faraó. Só que, saber tudo em Historia sem muito trabalho e dedicação, é um problema.
Um imberbe rapazito, fica atónito quando lê um relato de um Bispo, cuja função era, precisamente, justificara algumas das atrocidades dos colonizadores. E, sem criticar a fonte, toma inquestionável um relato que não assevera, de per si, a verdade de nada. É pena que não tenha referido as mulheres com três seios (ou com três manas), os homens com cara de demónio, os grandes prejuízos da coroa pelas manifestações mefistofélicas de alguns povos, as suas tremendas capacidades sobrenaturais (que lhes permitiam, até, ficar invisíveis) e outras que tais, saídas das narrações da época e dos lugares citados. É pena que tal rapazote não tenha lido as crónicas de Marco Pólo, ou de Fernão Mendes Pinto, ou mesmo os relatos inflamados dos companheiros de Pizarro (o Francisco, que também era analfabeto), ou até ler com atenção os relatos de Camões, em “Os Lusíadas” (que contam com rigor a História dos Lusos, enfrentado monstros horrendos e/ou deleitando-se na Ilha dos Amores), ou até as longas crónicas dos restantes conquistadores do novo mundo. Ficaria este moço a conhecer/saber tantas cosias absurdas , MAS VERDADEIRAS. Mui verdadeiras e dignas de fé. Creio bem que deveriam procurar os indícios arqueológicos dos homens que engravidavam e das mulheres guerreiras que por artes mágicas podiam cuspir fogo.
Quando este rapazote crescer uns anos, quando tiver vivido uns tempos entre povos que muito prazenteiramente contam as suas lendas, talvez perceba a carga semântica de algumas expressões que lê. Até lá, deixem-no documentar as suas afirmações com a mais “proveta” estupidez. Contrariar um ignorante sem educação nem valores, pode gerar um perigoso delinquente. Tais “crias” da ignorância, são criaturas que eu não alimento.
Em grande parte das culturas pré-colombianas, a figura do travesti que evntualmente se casava dentro do seu sexo era uma instituição normal e respeitada. Evidentemente que era uma minoria e que o casamento hetero predominava. Mas o que tem isso a ver com o assunto ? Ninguém coloca em dúvida que o casamento homo, uma vez autorizado na nossa sociedade será um assunto de minorias. O que está em causa é vocês afirmarem que NUNCA nenhuma sociedade o autorizou, o que não é verdade.
“Se fosse normal este tipo de casamento, tal como a homossexualidade, em principio não estariamos aqui a revindicar as posições!”
Face a FACTOS só fanáticos podem tentar fingir que os ditos não existem. Eu limito-me a apresentar FACTOS. Vocês tentam negar FACTOS. Ora eu não tenho culpa que sejam ignorantes. Há gente que até nega que a inquisição tivesse alguma coisa a ver com a igreja. Ora não é por vocês negarem um FACTO que ele deixa de o ser.
“Ou seja, não é normal e a natureza tomou conta das coisas restabelecendo a sua ordem natural! “
Vês ? Depois, se respondo à letra dizem que sou mal-criado.
Eu explico.
Já aqui expliquei que não foi a “natureza” que QUASE acabou com a instituição berdache que AINDA existe, embora enfraquecida.
Já aqui disse que foi a IGREJA que ASSASSINOU os berdaches que encontrou na conquista cristã TORTURANDO-OS E ASSASSINANDO-OS COM REQUINTES DE CRUELDADE. Mais tarde, até meados do Séc XX o estado cristão e as igrejas perseguiram a instituição com todos os meios ao seu dispor OBRIGANDO PELA FORÇA as comunidades índias a aderir à moral cristã.
Ora, já tendo eu falado nisso, que pode ser facilmente confirmado excepto por professorecos arrogantes e semi-analfabetos, considero um INSULTO da tua parte e uma total FALTA DE RESPEITO, por mim, pelos outros participantes do blog e pelo sofrimento das vitímas e last but not least, pelo VERDADE, que venhas com DESCARADA HIPOCRISIA dizer que foi a “natureza que corrigiu o que quer que fosse.
A TUA “NATUREZA” FORAM AS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÂO meu hipocritazinho de trazer por casa.
Antes do banho de sangue trazido pela religião do “amor” a instituição berdache era comum a centenas de culturas desde o ártico até ao Amazonas. Isto durante milhares de anos.
Por outras palavras, defendam o que quiserem, mas não o façam com MENTIRAS.
“A prática de sodomia institucionalizada na Grécia é uma mera invenção. Sempre foi assunto sancionado pela sociedade, salvo (incrivelmente) a união entre um homem adulto e um rapaz (jovem). Com base nisto a pedofilia está a um passo de ser retirada da lista das parafilias.”
Outra asneira.
Embora a pedofilia fosse de facto predominante na Grécia não era de forma alguma um exclusivo. Predominante era de facto a diferença de idades que definia o elemento dominante da relação. Mas isto não implicava sempre pedofilia.
Por exemplo, a nível mitológico, como explica o Sr. Dr. a relação entre dois guerreiros como Aquiles e Pátrocolo ?
Ou, a nível da vida real, a relação entre os heróis históricos Harmódius e Aristogiton, parte do culto dos valores pan.grgos mais radicais ?
E o batalhão sagrado de Tebas, unidade militar de élite composta por casais homosexuais ?
Os guerreiros mais eficientes da época eram criancinhas ?
Estude senhor professor, estude, que o que anda a ensinar aos seus alunos é uma carrada de ALDRABICES.
PS
Só falta agora dizerem que o batalhão sagrado de Tebas foi uma invenção das organizações homo.
A extrema ignorância e o fanatismo andam MESMO de mãos dadas.
Os testemunhos, já referi que vêm desde o SÉC XV até meados do XX. Parte das ultimas são de antropólogos que estudaram as comunidades índias e ainda assistiram a essa instituição.
Que tu confundas o espirito dos contadores de histórias tipo Marco Polo com relatórios oficiais de administradores, militares, historiadores e antropólogos desde o Séc XV ao XX apenas prova o PÉSSIMO profissional de ensino que és.
Os trabalhos científicos publicados de antropólogos são histórias à Marco Pólo ? Os relatórios de administradores e membros da igreja em pleno Séc XIX e XX são todos negáveis só porque te não convêem ?
Não passas de um fanático odioso e ignorante que não devia ser autorizado a ensinar.
O que se passa é que NUNCA tinhas ouvido falar do assunto e agora não tens argumentos para contradizer o facto de que a vossa linha de argumentação é baseada em MENTIRAS.
Podes negar o que quiseres, relatos dos conquistadores, dos administradores militares, dos antropólogos que no Séc XIX e XX estudaram in loco a instituição. Apenas prova que és um louco enraivecido pelo ódio.
O que é a tua palavra face a relatório científicos de antropolgia e história, face a centenas de testemunhos ao longo de centenas de anos ?
Deves pensar que és muito importante.
A arrogãncia é a companheira da ignorância.
PS
Aliás, neste ponto já não estamos a falar de ignorância, porque já foste ler á pressa umas coisas acerca do assunto. Já sabes perfeitamente que a instituição existe. Neste ponto estamos já a falar de ALDRABICE pura e simples.
Daí que a tua capa de socialmente correcto não pegue nada. Já estás apenas numa de provocação hipócrita descarada.
Para o professoreco para quem lendas e trabalhos científicos de antropolgia é tudo a mesma coisa. O que explica a desgraça em que está o nosso ensino.
Aqui vai um estudo antropológico, editado por instituições académicas da universidade do Québec ligadas às ciências sociais e à antropologia, acerca da instituição berdache.
UNIVERSITÉ DU QUEBÉC
LES CLASSIQUES DES CIENCES SOCIALES
Collection « Les sciences sociales contemporaines » Une édition électronique réalisée à partir de l'article de Pierrette Paule Désy, “The Berdaches: ‘Man-Woman’ in North America.” Traduction en anglais de “L'homme-femme. (Les berdaches en Amérique du Nord)”. Un article originalement publié dans la revue Libre — politique, anthropologie, philosophie. Payot, Paris: 1978, no 78-3, pp. 57-102. Traduit du français à l’anglais par S.M. Van Wyck, anthropologue, 1993. Traduction inédite jamais publiée en anglais en version intégrale. Une édition numérique réalisée par Marcelle Bergeron, bénévole, professeure retraitée de l'enseignement à l'école polyvalente Dominique-Racine de Chicoutimi. [Avec l'autorisation formelle de l'auteure accordée le 24 juillet 2007.]
É curioso que o primeiro capítulo deste estudo antropológico comece prcisamente pela menção de um dos muitos testemunhos coevos acerca daquilo que o prof ignorante garante que nunca existiu – o casamento homosexual berdache. A conclusão que podemos retirar é que nunca devia ser dada autorização para ensinar a fanáticos religiosos. Porque a única certez que podemos ser é que serão PÉSSIMOS professores.
A Marriage Proposal
“In his exemplary narrative of captivity among the Ojibwa/Chippewa, John Tanner [2] (known as Sashwa’benase or “the Buzzard”) relates how he once received a marriage proposal from Ozawendib (or “Yellow Head”), whose fate it had been to become agokwa” [3], that is “like a woman”.”
Anda por aqui um contador de histórias exímio. Histórias que ele escreve, histórias que ele inventa, histórias que ele conta, histórias que outros inventaram e histórias de certos “historiadores “ pré-científicos. Asneira após asneira, e tirando a falta de educação, é um divertimento lidar com a ignorância deste rapazote. Eu não sabia, palavra de honra, que existiam pessoas tão divertidas, tão ingénuas e ignaras por estas bandas. As sessões de humor que tenho perdido, desnecessariamente. Sobre questões de antropologista das sociedades tradicionais, e sobre assunto da sexualidade e casamento, deverias ler quem viveu essas práticas de perto – a investigação participativa é a única pratica fiável em antropologia – , por isso deverias ler (se a ignorância te permitir) por exemplo, algo de Bronislalaw Malinowski. Vendo as criticas que muitos lhe fizeram (terás que estudar , porque tais criticas não estarão, por certo , na Internet), verás que muito se desconfia dos relatos antropológicos, etnológicos e estudos de caso. Sobre questões do casamento, família a parentalidade, lê um bocadinho de Edward Westermack, um finlandês que escreveu bastante sobre o matrimónio Depois, até podes contrapor com a teoria dos quatro tipos de acção de Max Weber, e ver que a sociologia também não te dá razão. Se a tua intenção não é ser cómico e absurdo, não venhas para cá com histórias de interpretação piadética de um lobbie muito conhecido no Mundo – o dos gays.
Afinal tu tornas este fórum numa “revista à portuguesa”. Gosto de algumas afirmações sarcásticas. “Já te disse que apresentes provas de que não existiram as instituições de que falei.” – o problema não está em existirem, está em serem o que dizes que são. Se eu disser que os jogadores do Benfica nos anos 60 eram gays e dedicavam-se a essas praticas durante os treinos, o que se deve perguntar não é “se estas instituições existiam”, mas sim “se as suas práticas eram essas”. Percebeste, miúdo!?
Dou-te um exemplo rapazola: O “batalhão sagrado de Tebas” NÃO ERA COMPOSTO POR “CASAIS GAY”, nem sequer está provado que fossem gays, muito menos casados. Afirmar isso é de uma ignorância tão grande como defender que os gladiadores romanos eram os condenados à “pena morte”. Tudo isto são mentiras que se propagam até ao dia em que alguém resolve dizer a verdade. A quase totalidade daquilo que dizes sobre gays é UM CHORRILHO DE MENTIRAS inventadas por ti, ALDRABICES SEM NEXO NEM FUNDAMENTO. Como estás num fórum de ignorantes ateus e gays, qualquer um deles fica muito contente de ouvir dizer tais alarvidades, a que juntas uma ou outro facto verdadeiro. A pederastia gay não era comummente aceite como um comportamento normal na Grécia. Platão conta-nos isso de uma forma sublime. Há muito que é posto em causa o pacto de se aceitar que a pederastia era uma relação gay de cariz meramente sexual. Se não sabes isso, não sabes nada. Falar da América pré-colombiana e dizer uma estupidez como esta: “Em grande parte das culturas pré-colombianas, a figura do travesti que evntualmente se casava dentro do seu sexo era uma instituição normal e respeitada.”, é digno de se publicar entre as piadas mais ridículas que se conhecem. Só para te demonstrar a tua estupidez, fica a saber que o casamento em grande parte destas sociedades só era considerado consumado com o nascimento do primeiro filho (em algumas destas culturas, era do primeiro filho barão). Em algumas, a desonra de não consumar o casamento era para com a vida. O mesmo acontecia em África, por exemplo entre os Katuwi, onde o estado de celibatário e sem prole era igual, e determinava uma condição servil dentro do clã. Estás a tentar vender, a quem não esteja avisado sobre o assunto, a ideia de que o casamento e a família tinham as mesmas características que hoje têm, na sociedade ocidental. Isso é UMA ESTUPIDEZ e uma ALDRABICE. Dou-te o exemplo das Nayar. A mulher nayar submetia-se à cerimónia matrimonial com um homem a quem veria raramente, a não ser pela necessidade de executar o ritual se ele viesse a morrer. Em seguida, a mulher arranjava uma série de “amantes”. Os filhos eram cuidados no lar materno ao qual deviam obediência. O pai biologico presuntivo não tinha qualquer responsabilidade para com a prol excepto o dever de reconhecer a prol e pagar á parteira. Aqui encontras, efectivamente uma quantidade inúmera de pessoas do mesmo sexo que vivem em união, mas não são casadas (têm uma mulher comum), daí que não fosse uma família matriarcal.
Noutras sociedades o “pai” social é um membro da família (masculino ou feminino), o “genitor” (o pai biológico) vive afastado. Eu seu que tu, imberbe e ignaro nem fazes a mínima ideia de que isto se passava pelo mundo fora (e ainda hoje tem reminiscências). A tua ideia de família igualitária tem o condão de te trair. Mas, há uma coisa em que tens muita razão: eu não sou antropólogo! Não é por isso que não posso ver a estupidez e a ignorância que misturas com a tua falta de educação. Pouco me importa se tens a quarta classe ou o ensino secundário. Interessa é que és um malcriado ignorante a tentar vender mentiras a quem te lê.
A mim não vendes, porque, desconfio bem que, quando tu nasceste já eu leccionava no ensino superior. De História sabes pouco, mas histórias sabes bastante, e lata de aldrabão tens muita!
Estou mesmo estarrecido ò professor de meia tigela.
Criticas-me porque o trabalho de campo deve ser base das teses antropológicas.
Em seguida, face ao facto de só ter apresentado teses baseadas em trabalho de campo contrapões-me com autores que não só NUNCA realizaram trabalho de campo nas áreas que mencionei como NUNCA abordaram, sequer teoricamente o caso específico aqui discutido.
Por Weber em campo acerca da especificidade in loco do estudo das instituição berdache é de facto uma aventura digna das maiores proezas professorais tugas.
Resumindo já nada tens realmente a dizer sobre o assunto, estás a inventar para manter a pose professoarl da treta. Tenho imensa pena dos teus alunos e realmente não sei para que estou a perder tempo com um atrasado mental como tu.
Eu apresentei os textos de etnólogos, sociólogos, que estudaram em campo o assunto. Tu Contrapões com pessoas que não só nunca o fizeram como nunca escreveram sobre o assunto.
A vontde é realmente mandar-te para qualquer sitío.
Mas proponho, pelo menos, que tenhas a lata de dizer como e em que textos, com transcrições, Weber e os outros se pronunciaram sobre o assunto do berdache sul-americano. Só para a gente se rir.
“Já te disse que apresentes provas de que não existiram as instituições de que falei.” – o problema não está em existirem, está em serem o que dizes que são. “
Não sou eu que digo meu palhaço de merda. São TODOS os etnólogos, sociólogos e antropólogos que estudaram o assunto.
Já te disse isto umas dez vezes, agradecia que parasses de te armar em palhaço. Obrigado.
” mulher nayar”
Sim, como todos os aldrabões és muito bom a desviar a conversa com assuntos que nada têm a ver. Sim, a mulher nayar é muito interessante. Mas eu gostava é que apresentasses estudos antropológicos que nos garantam que os berdaches não eram homosexuais e que em caso algum se casavam dentro do seu sexo. Já chega de tretas não achas ? Obrigado.
“A mim não vendes, porque, desconfio bem que, quando tu nasceste já eu leccionava no ensino superior.”
NÂO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Isso é HORRÍVEL !!!!!!
At é o ensino superior está nas ruas da amargura.
Se isso é verdade. Do que começo a duvidar pois ainda tenho um certo respeito pela instituição do ensino superior e duvido que um verdadeiro pof dissesse as alrvidades que aqui debitaste como comparar estudos de campo antropológicos com relatos lendários !!!!!!!
Acho que nem o porteiro da universidade pode ser tão ignorante, mas enfim.
Agradecia que me dissesses qual é o teu campo de estudos. Obrigado.
Obrigado.
“O “batalhão sagrado de Tebas” NÃO ERA COMPOSTO POR “CASAIS GAY”, nem sequer está provado que fossem gays, muito menos casados.”
Eu nunca disse que eram casados meu anormal.
Quanto a serem gay os testemunhos da época, como Plutarco e Xenofonte, atestam-no. A maioria esmagadora dos historiadores aceita-o sem discussão conforme se pode confirmar em qualquer anciclopedia ou publicação sobre o assunto.
Plutarch reports that the Sacred Band consisted of homosexual couples and the reason was that lovers would fight more fiercely and more cohesively at each other's sides than would strangers with no ardent bonds. So according to Plutarch (in his Life of Pelopidas[2]), the inspiration for the Band's formation came from Plato’s Symposium, wherein the character Phaedrus remarks:
And if there were only some way of contriving that a state or an army should be made up of lovers and their loves, they would be the very best governors of their own city, abstaining from all dishonour, and emulating one another in honour; and when fighting at each other's side, although a mere handful, they would overcome the world. For what lover would not choose rather to be seen by all mankind than by his beloved, either when abandoning his post or throwing away his arms? He would be ready to die a thousand deaths rather than endure this. Or who would desert his beloved or fail him in the hour of danger? [3]
The Sacred Band originally was formed of picked men in couples, each lover and beloved, selected from the ranks of the existing Theban citizen-army. The pairs consisted of the older “heniochoi”, or charioteers, and the younger “paraibatai”, or companions. They were housed and trained at the city’s expense.[4] During their early engagements, in an attempt to bolster a general morale, they were dispersed by their commander Gorgidas throughout the front ranks of the Theban army.”
Proponho então que dês testemunhos que desmintam que o bando sagrado de tebas não era composto por homosexuais.
Isto é, convém que sejam sobre o assunto e não de autores que nunca abordaram a temática como os que me deste para apalhaçadamente me “desmentir” !!!! no caso berdache em que não encontraste nem um autor que de facto desmentisse coisa nenhuma.
Cada vez estou mais convensido que trabalhas mas é na cozinha da universidade. Qual é então a tua área de “estudos” ? Não é abrir latas de feijão não ? É que pelo nível das tuas respostas…
or men of the same tribe or family little value one another when dangers press; but a band cemented by friendship grounded upon love, is never to be broken, and invincible; since the lovers, ashamed to be base in sight of their beloved, and the beloved before their lovers, willingly rush into danger for the relief of one another. Nor can that be wondered at; since they have more regard for their absent lovers than for others present; as in the instance of the man, who, when his enemy was going to kill him, earnestly requested him to run him through the breast, that his lover might not blush to see him wounded in the back. It is a tradition likewise, that Iolaus, who assisted Hercules in his labors and fought at his side, was beloved of him; and Aristotle observes, that even in his time, lovers plighted their faith at Iolaus’s tomb. It is likely, therefore, that this band was called sacred on this account;
Nay, take the fair deeds of to-day: and you shall find them wrought rather for the sake of praise by volunteers in toil and peril, than by men accustomed to choose pleasure in place of honour. And yet Pausanias,[64] the lover of the poet Agathon,[65] making a defence in behalf[66] of some who wallow in incontinence, has stated that an army composed of lovers and beloved would be invincible.[67] These, in his opinion, would, from awe of one another, have the greatest horror of destruction. A truly marvellous argument, if he means that men accustomed to turn deaf ears to censure and to behave to one another shamelessly, are more likely to feel ashamed of doing a shameful deed. He adduced as evidence the fact that the Thebans and the Eleians[68] recognise the very principle, and added: Though they sleep inarmed, they do not scruple to range the lover side by side with the beloved one in the field of battle. An instance which I take to be no instance, or at any rate one-sided,[69] seeing that what they look upon as lawful with us is scandalous.[70] Indeed, it strikes me that this vaunted battle-order would seem to argue some mistrust on their part who adopt it–a suspicion that their bosom friends, once separated from them, may forget to behave as brave men should. But the men of Lacedaemon, holding that “if a man but lay his hand upon the body and for lustful purpose, he shall thereby forfeit claim to what is beautiful and noble”–do, in the spirit of their creed, contrive to mould and fashion their “beloved ones” to such height of virtue,[71] that should these find themselves drawn up with foreigners, albeit no longer side by side with their own lovers,[72] conscience will make desertion of their present friends impossible. Self-respect constrains them: since the goddess whom the men of Lacedaemon worship is not “Shamelessness,” but “Reverence.”
Volto a dizer que simplesmente não acredito que um verdadeiro professor afirme que estudos de campo antropológicos sejam a mesma coisa que relatos lendários.
Isto acho que nem um empregado de armazém de pastelaria tinha a coragem de dizer sem corar pela profunda estupidez que tal afirmação requer. Pelo que volto a pedir que me digas qual é a tua suposta área de estudos.
Tu deves viver muito triste, rapaz. Se, por um lado não sabes o que dizes, por outro, vives inquietado a tentar descobrir algo que suporte os teus assomos de palermice. O problema é que buscas essa informação no local errado. Os sites de gays e as “investigações gay” não são locais para serem levados a sério. Têm por função convencer que determinada prática é “normal”, quando na realidade não é.
A classificação da homossexualidade como uma doença, só foi retirada no DSM IV por força do lobbie gay, e não por sustentação científica em contrário. Isto porque não havia (nem há) evidências de uma influência genética numa sexualidade alternativa. Pelo contrário, assume-se como uma “orientação”, o que leva em conta um determinando rumo ou a vontade de algo. As próprias associações de gays, colocam o assunto no plano da liberdade pessoal ou liberdade de escolha. A questão tornou-se importante, porque a classificação de parafilia foi adaptada, por forma a não englobar a homossexualidade. Tal como, recentemente, foi revista a noção de epidemia e endemia. Tudo isto para te dizer que estamos a falar de comportamentos. Quando esses comportamentos se restringem ao sujeito, ou sujeitos envolvidos, nada há a reparar. Quando envolvem acções públicas, a praxis, a cultura, a ética, as instituições, a sociedade ou simplesmente terceiros, os comportamentos têm que ser sancionados em função do interesse maior das sociedades, que são as maiorias, comummente aplidadas de povo.
Para que tenhas um breve noção da tua ignorância, aqui fica aqui fica um breve apontamento:
Nas sociedades primitivas/tradicionais, o casamento e a sexualidade eram questões completamente distintas e que nada tinham a ver.
As normas sociais é que criaram uma ligação ética entre estes dois factos humanos. Por outro lado, sexo e prazer eram , também, assuntos completamente dispares.
Os rituais iniciáticos e os ritos de passagem assumiam, por vezes, formas muito violentas. Entre essas formas violentas contam-se alguns rituais que, esses sim, existiram e foram documentados por antropólogos. Um deles era a violação dos jovens (rapazes) pelos adultos. Este ritual era entendido como uma forma de submissão e comunhão com a comunidade. Era um ritual e não uma prática sexual. Tal como a excisão feminina, ou a escarificação do corpo.
”Em seguida, face ao facto de só ter apresentado teses baseadas em trabalho de campo contrapões-me com autores que não só NUNCA realizaram trabalho de campo nas áreas que mencionei como NUNCA abordaram, sequer teoricamente o caso específico aqui discutido.”
Tu deves estar a delirar. Qual dos teus sábios gays fez trabalho de campo (a tal observação participativa) nas sociedades pré-colombianas, de que tanto falas?
Qual dos teus especialistas gays fez mais trabalho e campo do que aqueles que te apresento: Malinowski, Westermarck, ou até Mordock?
Se não sabes o que dizes, para que te metes a falar de um assunto que não dominas? MENTES descaradamente, e tens lata de te armar em metodologistas, querendo avalizar as tuas fantasias com citações adulteradas ou de pseudo-cientificidade?
Nandar, por exemplo, foi um autentico “Darwin” na antropologia e na etnologia. Conheceu as mais recondidas culturas da América do Sul, da Australia e da África. Foi o o primeiro a fazer observações precisas entre casamento e sexualidade. E, curiosamente, nunca encontrou “casamentos” de gays. Westermarck confronta-nos coma relatos incríveis de Nandar, e o casamento gay nunca parece, como uma mera hipótese sequer (nem nas suas observações de etnologia histórica com base nas lendas que relatou).
Não deixa de ser abismal falta de pontaria, haver investigadores que viveram uma vida no terreno e nunca viram nada. Em contrapartida, há um gay que visita uma tribo e tem logo, um extenso relato de uma peripécia fantástica.
Talvez fosse bom que soubesses as imensas patifarias que se fizeram no “pós-guerra”, e das intenções com que determinadas obras pseudo cientificas foram bajuladas.
Por este andar, ainda vais querer conhecer a constituição química e a estrutura atómica de um “meme” de Dawkins.
Reafirmo-te aqui, posso asseverar com rigor científico: NUNCA EXISTIU CASAMENTO GAY EM SOCIEDADES TRADICIONAIS, pelo menos nas Américas, Austrália e África.
Não te fies em histórias, rapaz.
Tu tens uma cultura de “desenhos animados”. Ou seja és um arrogante, malcriado e um manipulável ignorante. Nos teus comentários estão as provas disto.
Ah! Não te esqueças de Xenofonte ou Plutarco a falar de “homossexualidade”, mas lembra-te que esta papavra acaba de ser inventada agora!
“O problema é que buscas essa informação no local errado. Os sites de gays e as “investigações gay” não são locais para serem levados a sério. “
conforme tu muito bem sabes, os sites que te dei são de UNIVERSIDADES DO ESTADO, pelo que não são sites de associações gays.
Mesmo que o fossem não sei porque é lá por ser gay alguém tenha de ser necessariamente mentiroso. Os católicos radiacis como tu têm o privilégio da verdade ?
A vavaliar pelo chorrilho de aldrabices que escorre da tua cloaca infecta não parece nada.
“A classificação da homossexualidade como uma doença, só foi retirada no DSM IV por força do lobbie gay, e não por sustentação científica em contrário. Isto porque não havia (nem há) evidências de uma influência genética numa sexualidade alternativa. Pelo contrário, assume-se como uma “orientação”, o que leva em conta um determinando rumo ou a vontade de algo.”
Em primeiro lugarnão é verdade. A influência genética está provada em certos casos. Na maior parte é de facto uma questão de vontade. E depois ? Por ser uma questão de vontade é necessariamente uma doença meu animal de merda ?
“A questão tornou-se importante, porque a classificação de parafilia foi adaptada, por forma a não englobar a homossexualidade. Tal como, recentemente, foi revista a noção de epidemia e endemia”
Essa é a opinião da esmagadora maioria dos médicos, tirando os fanátivos de merda como tu. Tu sabes mais do que maioria dos médicos ? O teu deuzinho além de fazer chover segreda-te ao ouvido os segredos do universo ? Tu é que precisas de tratamento urgente, quanto mais não fosse pela megalomania.
“Os rituais iniciáticos e os ritos de passagem assumiam, por vezes, formas muito violentas. Entre essas formas violentas contam-se alguns rituais que, esses sim, existiram e foram documentados por antropólogos. Um deles era a violação dos jovens (rapazes) pelos adultos. Este ritual era entendido como uma forma de submissão e comunhão com a comunidade. Era um ritual e não uma prática sexual. Tal como a excisão feminina, ou a escarificação do corpo. “
Meu grandecíssimo cabrão de merda, pois que não tens outro nome, Sabes perfeitamente que NÃO estamos a falar de rituais de iniciação mas de condições mais ou menos permanentes. Estou farto de que te armes em PALHAÇO a fugir com a peida à seringa e a desviar a conversa para tudo menos o que está a ser discutido.
Eu estou a falar dos berdaches americanos que adoptavam o travestismo ou semitravestismo de forma continuada e na maioria dos casos conjugada compráticas homosexuais que por vezes iam até ao casamento em pé de igualdade com as outras “mulheres”.
Já falaste da condição da mulher da tribo não sei quantos, agora desvias a conversa para rituais de iniciação. NÂO È DISSO QUE ESTAMOS A FALAR. Agradecia que deixasses de te armar em cretino. Embora talvez seja uma exig~encia injusta, porque, tal como a condição do berdache americano, a tua também é uma condição permanente.
“Qual dos teus especialistas gays fez mais trabalho e campo do que aqueles que te apresento: Malinowski, Westermarck, ou até Mordock”
Conforme tu muito bem sabes mas como besta que és estás a fazer-te de estúpido para me provocar, nunca nenhum desses AuTORES NUNCA FEZ QUALQUER TRABALHO ESPECÌFICO SOBRE O BERDACHE AMERICANO.
Pelo que estás MALCRADAMENTE a armar-te em estúpido a responder em alhos quando estamos a falar de bugalhos. Um desses autores é de facto um pioneiro inovador no trabalho de campo, NA MELANÉSIA onde eu nunca disse que existissem berdaches.
Por isso meu cabrãozinho, vês se te portas como um homem e deixas de provocar, porque o que tu merecias era uns sopapos bem assentes já que a tua família não te soube educar.
Já agora apresenta para me “desmentir” algum trabalho de campo sobre a criação de carneiros em Marrocos pºelas tribos tuaregues, como prova absoluta de que os berdaches americanos não praticavam a homosexualidade.
Já que estás na onda de provocação vai até ao fim. Não era mais estúpido do que tudo o que estás a dizer até agora.
“Westermarck confronta-nos coma relatos incríveis de Nandar, e o casamento gay nunca parece, como uma mera hipótese sequer (nem nas suas observações de etnologia histórica com base nas lendas que relatou). “
É curioso que tu, que começaste por me chamar mentiroso e afirmar terminantemente que os travestis americanos nada tenham a ver com homosexualidade e eram apenas uma brincadeirinha de “carnaval” agora venhas com Westermarck, que não só afirmou que era uma prática homosexual como ainda por cima que os homens os preferiam às mulheres numa relação estável socialmente reconhecida (chama-se casamento).
“There is no indication that the north american aborigenes attached any opprobrium to men who had sexual intercourse with the members of their own sex who ad assumed the dress and habits of womam. In kodiak such a companion was on the contrary regarded as a great aquisition ; and the effeminate men themselves, far from being despised, were heldin repute by the peolple..”
Westermarck The origin and development of Moral Ideas
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Quanto aos outros autores já te pedi umas 10 vezes que apresentasses textos em que eles abordassem o assunto do berdache americano e demonstrassem que não havia homosexualidade envolvida nem qualquer possibilidade de casamento.
Vou continuar à espera, sentado, com a certeza absoluta que nunca encontrarás uma palavra para justificar as tuas teses. Temo até que, como no caso de Westermarc, se procurares muito até és até capaz de encontrar mais algum ponto a meu favor.
Se não fores, não é por um determinado autor não abordar determinado assunto que isso prova que esse assunto não existe. Principalmente quando outros o abordaram sem, precisamente, serem desmentidos pelos que não o fizeram.
Outra coisa, que eu saiba nem todos os acadèmicos que estudaram a instituição Berdache eram homos e com certez que as instituições de ensino a que pertencem, universidades estaduais, não são associações gay.
Agradecia que fosses menos MENTIROSO.
“Ah! Não te esqueças de Xenofonte ou Plutarco a falar de “homossexualidade”, mas lembra-te que esta papavra acaba de ser inventada agora!”
Ah ! Peço desculpas, como a palavra não existia temos de concluir que a prártica acabou de ser inventada. Já agora exige que a discussão seja em grego antigo, de preferência com pronúncia ática. Se eles se referiam como amantes uns dos outros ou hierastas ou outra coisa qualquer não me importa porque o sentido está estabelecido à séculos pelos filólogos e ninguém o coloca em dúvida, a não ser uma azémola como tu.
Da parte de quem ainda não conseguiu apresentar uma ÚNICA, não direi linha, mas ao menos PALAVRA de NENHUM autor para justificar absolutamente NADA o teu grau de exigência em relação aos outros apenas prova a tua hipocrisia.
Apresenta lá então o texto de algum historiador que coloque em dúvia o sentido de Xenofonte ou Plutarco em relação ao assunto. Se calhar não eram casais gay, eram compinchas da bola !
Pára então de encher a boca com nomes sonantes, dos quais pouco ou nada conheces, como se prova com o caso de Westermarck em que meteste a pata na poça e te afundaste na tua própria merda até às orelhas.
Se algum desses autores apresentou provas em contrário eu estou aqui para aprender, porque não sou um porco raivoso como tu, e até te agradeço.
Mas infelizmente tenho a certeza que não passa da tua conversa merdosa habitual.
Mas tu ainda dão percebeste que eu me tenho divertido imenso gozando contigo pelo facto de estares a tentar justificar demonstar que a homossexualidade é uma atitude tribal e primitiva?
Muito te esforças para jsutificar isso.
Não te preocupes mais. Isso é memso algo de primário e primitivo.
“Westermarck confronta-nos coma relatos incríveis de Nandar, e o casamento gay nunca parece, como uma mera hipótese sequer (nem nas suas observações de etnologia histórica com base nas lendas que relatou). “
Há uma falta de rigor. O Sr. Westermarck relata observações de Nandar e fala em casamento onde este não viu nada. Nandar nem sequer ouviu lendas sobre isso e Westermarck viu tudo o que ninguém viu.
Mas, mais incrivel é a confusão entre travesti e gay. Travestis ainda hoje há aos milhares entre gente sã e séria.
Pessoalmente sou contra o facto deles se casarem. Mas não os proibo de tal, pois cada qual faz o que bem entender. Agora o que temos de compreender é que, se eles podem manifestar-se, também os que são contra têm o mesmo direito a manifestarem-se. É democracia.
Meu animal, eu só falei em Westermarck porque TU o apresentaste como um dos autores que me “desmentiam”.
Afinal é exactamente o contrário, o autor confirma TUDO o que eu disse. Eu não tenho culpa que não percebas nada do assunto mas te arrogues a sapiência máxima sobre todos os assuntos. Se fosses menos arrogante e convencido talvez metesses menos os pés pelas mãos. Pelo menos evitavas de falar à boca cheia de autores que, como ficou provado, tu nem seuqer conheces as obras.
Entretanto, que eu saiba nenhum dos outros autores escreveu sobre o assunto. MAS ESTOU Á ESPERA QUE APRESENTES OS TEXTOS QUE PROVAM QUE EU, Westermarck E TODoS OS ANTROPÓLOGOS QUE O ESTUDARAM ESPECIFICAMENTE E AS UNIVERSIDADES QUE OS APOIAM SEJAMOS TODOS MENTIROSOS.
Claro que para isso não basta que tal ou tal autor não tenha escrito sobre isso. Todos os autores não escreveram sobre milhares de assuntos o que não significa que esses assuntos não existam.
Deixa-te de tretas de merda e mostra alguma coisa. Se não tens nada deixa de ser mentiroso. Eu sei que isso é impossível porque és cumpulsivo, mas ao menos vai mentir lá para a paróquia onde gostam de mentirosos. Aqui só inspiras asco com as tuas aldrabices.
“Mas tu ainda dão percebeste que eu me tenho divertido imenso gozando contigo pelo facto de estares a tentar justificar demonstar que a homossexualidade é uma atitude tribal e primitiva?”
Não. Tu tens-te divertido imenso a fazer figura de ATRASADO MENTAL, coisa que achas que te fica muito bem.
Gostos não se discutem, simplesmente devias evitar fazê-lo em sitíos onde só inspiras nojo. Vai para o pé das beatas. Entre atrasadinhos mentais vais brilhar muito mais.
Eu já apresentei testemunhos desde o Séc. XV até ao XX de pessoas que testemunharam o comportamento homosexual de berdaches americanos, desde bispos, a pioneiros americanos, passando por antropólogos que estudaram o assunto.
Se a MERDA da tua família não te soube dar educação, acho que merecias mesmo um correctivo nesse focinho de animal.
TU É QUE AINDA NÃO APRESENTASTE UM ÚNICO TESTEMUNHO DE NADA DO QUE DIZES.
Porque, minha bestazinha de merda, TODOS os testemunhos que lidaram com essa situação são unânimes.
Podes provocar à vontade a armar-te no merdas que és e fingir que não vês os factos que estão à tua frente. Apenas demonstras a merda que é a família cristâ que porduz abortos como tu.
O que ainda não percebi é o que é que cabrões como tu esperam com esse tipo de atitudes. Até agora só me inspiraste desprezo por ti e pelas tuas ideias. Vocês não valem nada.
Meu animal, eu só falei em Westermarck porque TU o apresentaste como um dos autores que me “desmentiam”.
Afinal é exactamente o contrário, o autor confirma TUDO o que eu disse. Eu não tenho culpa que não percebas nada do assunto mas te arrogues a sapiência máxima sobre todos os assuntos. Se fosses menos arrogante e convencido talvez metesses menos os pés pelas mãos. Pelo menos evitavas de falar à boca cheia de autores que, como ficou provado, tu nem seuqer conheces as obras.
Entretanto, que eu saiba nenhum dos outros autores escreveu sobre o assunto. MAS ESTOU Á ESPERA QUE APRESENTES OS TEXTOS QUE PROVAM QUE EU, Westermarck E TODoS OS ANTROPÓLOGOS QUE O ESTUDARAM ESPECIFICAMENTE E AS UNIVERSIDADES QUE OS APOIAM SEJAMOS TODOS MENTIROSOS.
Claro que para isso não basta que tal ou tal autor não tenha escrito sobre isso. Todos os autores não escreveram sobre milhares de assuntos o que não significa que esses assuntos não existam.
Deixa-te de tretas de merda e mostra alguma coisa. Se não tens nada deixa de ser mentiroso. Eu sei que isso é impossível porque és cumpulsivo, mas ao menos vai mentir lá para a paróquia onde gostam de mentirosos. Aqui só inspiras asco com as tuas aldrabices.
“Mas tu ainda dão percebeste que eu me tenho divertido imenso gozando contigo pelo facto de estares a tentar justificar demonstar que a homossexualidade é uma atitude tribal e primitiva?”
Não. Tu tens-te divertido imenso a fazer figura de ATRASADO MENTAL, coisa que achas que te fica muito bem.
Gostos não se discutem, simplesmente devias evitar fazê-lo em sitíos onde só inspiras nojo. Vai para o pé das beatas. Entre atrasadinhos mentais vais brilhar muito mais.
Eu já apresentei testemunhos desde o Séc. XV até ao XX de pessoas que testemunharam o comportamento homosexual de berdaches americanos, desde bispos, a pioneiros americanos, passando por antropólogos que estudaram o assunto.
Se a MERDA da tua família não te soube dar educação, acho que merecias mesmo um correctivo nesse focinho de animal.
TU É QUE AINDA NÃO APRESENTASTE UM ÚNICO TESTEMUNHO DE NADA DO QUE DIZES.
Porque, minha bestazinha de merda, TODOS os testemunhos que lidaram com essa situação são unânimes.
Podes provocar à vontade a armar-te no merdas que és e fingir que não vês os factos que estão à tua frente. Apenas demonstras a merda que é a família cristâ que porduz abortos como tu.
O que ainda não percebi é o que é que cabrões como tu esperam com esse tipo de atitudes. Até agora só me inspiraste desprezo por ti e pelas tuas ideias. Vocês não valem nada.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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38 thoughts on “Curiosidades…”