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  • 13 de Janeiro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

Ninguém está livre

Angola não figura entre os alvos prioritários das ameaças e acções de terroristas islâmicos, mas pode ser um alvo de oportunidade potenciado pelas relações e posições que vai assumindo no contexto da expansão da sua política externa.

5 thoughts on “Ninguém está livre”
  • Joey

    os unicos terroristas que abalam Angola hoje são os de Cabinda…
    Se esqueceram do autocarro do Togo metralhado ???

  • sempapasnalingua

    Muito bem. Aqui está um post pertinente de actualidade e sagazmente profético, como quem diz, salvo seja.
    Angola, pasmem oh gente, vai brevemente entrar, talvez já depois de amanhã, numa espiral de islamização e terror que fará destabilizar seguramente o equilibrio géopolíticoreligiosoeconómicogravitacional do planeta e, quiçá, todo o sistema solar mais os arredores. Eu é que ainda não me tinha dado conta desse desastre, mas graças ao DA, já não posso dizer que não sabia.
    Angolanos camaradas, todos aos abrigos anti-maomerdas, já!
    O que não interessa mesmo nada divulgar, por ser duma importância marginal, um simples fait-divers, uma curiosidade para matar o tédio intelectual dos nossos argutos “ateus” bem instalados e de barriga cheia na suas torres de marfim lusitanas é a luta anti-islâmica pela sobrevivência da cultura e democracia ocidental que vai nascendo contra os muçulmanos e gentalha cumplice, os idiotas úteis da esquerda bobo ou da direita cega e dos trinta dinheiros.

    O que é “mau, estigmatisante, fascisante e contrário às liberdades fundamentais dos individuos e sobretudo “não referendáveis” dixit o chefe do DA, são os pequenos passos dessa resistência dificil, tal como a vitória do povo suiço contra a edificação de mais minaretes que encheu de azia o DA ou a coragem do Geert Wilders que provoca aos mesmos incontinência virtual, mas ainda assim malcheirosa. Este corajoso político como há muito poucos, tem tão de certo ser o futuro primeiro ministro dos Países Baixos (tão Baixos cairam que são agora Países Rastejantes) como ser mais uma próxima vítima, como o Théo Van Gogh, do terrorismo islâmico.
    A quinta coluna da intelectualidade dhimmi que o DA representa, prepare-se, porque vai ter mais um desgosto em breve.
    É que em França está práticamente certo que a lei contra a burka vai ser promulgada, e será mais “um ataque às liberdades individuais e não referendáveis” que o guru do DA não vai passar sem chafurdar um post no lixo do discurso islamófilo e traidor à República.
    Para informação e homenagem a mais um corajoso republicano, por acaso comunista (voltem a pasmar oh pesssoal, existem comunistas assim?) aqui vai uma entrevista ao sr. André Gerin o tal parlamentar que denunciou os germes de guerra civil em França com a população muçulmana.
    Neste vídeo aproveita para dar pancada nos muçulmanos e também nos acólitos governamentais islamófilos da esquerda e da direita que nada fizeram nos últimos vinte anos para travar o cancro islâmico.
    Se eu o encontrar, prometo pedir-lhe para incluir nas hostes traidoras os “intelectuais” do DA, que tanto contribui para garantir ao prosélitismo islâmico belos dias diante de si.
    Só o cristianismo e o Vaticano é que têm os dias contados, têm pela frente o DA que não lhes dá tréguas, despeja catadupas de posts anti-ICAR como os terroristas palestinianos despejam mísseis para dentro de Israel. Para agravar a situação, o Vaticano tem apenas a guarda suiça como exército e nem uma fisga como material bélico para se defender. Pois, como já insinuava Estaline, não interessava o apoio do Vaticano na luta contra o nazismo por duvidar dos batalhões militares que o Pio XII dispunha.
    Beijinhos e abraços da Eurábia Central

  • sempapasnalingua

    Muito bem. Aqui está um post pertinente de actualidade e sagazmente profético, como quem diz, salvo seja.
    Angola, pasmem oh gente, vai brevemente entrar, talvez já depois de amanhã, numa espiral de islamização e terror que fará destabilizar seguramente o equilibrio géopolíticoreligiosoeconómicogravitacional do planeta e, quiçá, todo o sistema solar mais os arredores. Eu é que ainda não me tinha dado conta desse desastre, mas graças ao DA, já não posso dizer que não sabia.
    Angolanos camaradas, todos aos abrigos anti-maomerdas, já!
    O que não interessa mesmo nada divulgar, por ser duma importância marginal, um simples fait-divers, uma curiosidade para matar o tédio intelectual dos nossos argutos “ateus” bem instalados e de barriga cheia na suas torres de marfim lusitanas é a luta anti-islâmica pela sobrevivência da cultura e democracia ocidental que vai nascendo contra os muçulmanos e gentalha cumplice, os idiotas úteis da esquerda bobo ou da direita cega e dos trinta dinheiros.

    O que é “mau, estigmatisante, fascisante e contrário às liberdades fundamentais dos individuos e sobretudo “não referendáveis” dixit o chefe do DA, são os pequenos passos dessa resistência dificil, tal como a vitória do povo suiço contra a edificação de mais minaretes que encheu de azia o DA ou a coragem do Geert Wilders que provoca aos mesmos incontinência virtual, mas ainda assim malcheirosa. Este corajoso político como há muito poucos, tem tão de certo ser o futuro primeiro ministro dos Países Baixos (tão Baixos cairam que são agora Países Rastejantes) como ser mais uma próxima vítima, como o Théo Van Gogh, do terrorismo islâmico.
    A quinta coluna da intelectualidade dhimmi que o DA representa, prepare-se, porque vai ter mais um desgosto em breve.
    É que em França está práticamente certo que a lei contra a burka vai ser promulgada, e será mais “um ataque às liberdades individuais e não referendáveis” que o guru do DA não vai passar sem chafurdar um post no lixo do discurso islamófilo e traidor à República.
    Para informação e homenagem a mais um corajoso republicano, por acaso comunista (voltem a pasmar oh pesssoal, existem comunistas assim?) aqui vai uma entrevista ao sr. André Gerin o tal parlamentar que denunciou os germes de guerra civil em França com a população muçulmana.
    Neste vídeo aproveita para dar pancada nos muçulmanos e também nos acólitos governamentais islamófilos da esquerda e da direita que nada fizeram nos últimos vinte anos para travar o cancro islâmico.
    Se eu o encontrar, prometo pedir-lhe para incluir nas hostes traidoras os “intelectuais” do DA, que tanto contribui para garantir ao prosélitismo islâmico belos dias diante de si.
    Só o cristianismo e o Vaticano é que têm os dias contados, têm pela frente o DA que não lhes dá tréguas, despeja catadupas de posts anti-ICAR como os terroristas palestinianos despejam mísseis para dentro de Israel. Para agravar a situação, o Vaticano tem apenas a guarda suiça como exército e nem uma fisga como material bélico para se defender. Pois, como já insinuava Estaline, não interessava o apoio do Vaticano na luta contra o nazismo por duvidar dos batalhões militares que o Pio XII dispunha.
    Beijinhos e abraços da Eurábia Central

  • sempapasnalingua

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