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  • 22 de Dezembro, 2009
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Mentira ao serviço da santidade

Pio XII pensou transferir Vaticano para Portugal

Judeus chocados com decisão de Bento XVI de tornar “venerável” ex-pontífice católico exigem abertura dos arquivos da II Guerra Mundial. Para saber porque ficou em silêncio perante o Holocausto.

6 thoughts on “Mentira ao serviço da santidade”
  • Realista

    Pio XII também ficou em silêncio diante dos crimes promovidos por seus padres….

    ex: padre Tiso , ditador eslovaco….
    padres croatas a serviço da Ustasha….

  • Realista

    Ah…
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u
    Igreja Católica da Polônia se desculpa por matança de judeus

    A Igreja Católica da Polônia deu neste domingo um importante passo para a melhoria das relações com a comunidade judaica, após apresentar desculpas pelos poloneses que participaram de uma matança de cerca de 1.600 judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

    O massacre de 1941 no povoado de Jedwabne voltou à discussão no ano passado com a publicação do livro 'Neighbours', do estudioso Jan Gross, que afirmou que os poloneses, e não os alemães nazistas, haviam assassinado brutalmente os judeus e se apropriado de seus bens.

    'Queremos nos desculpar antes de tudo com Deus, mas também com as vítimas, em nome dos poloneses que cometeram o mal contra os cidadãos da lei de Moisés', afirmou o cardeal Jozef Glemp, autoridade máxima da igreja polonesa, em entrevista à revista semanal católica Niedziela.

    A maior igreja de Varsóvia realizou uma missa, perto do antigo gueto judeu, em que se incluiu uma prece do papa João Paulo II, de origem polonesa e um dos maiores impulsores da reconciliação entre judeus e católicos.

    Porém, a missa não contou com a presença de católicos e judeus, pois coincidiu com uma festividade judaica.

    O rabino de Varsóvia, Michael Schudrich, escreveu em uma carta a Glemp explicando que não compareceria à celebração pois estava atendendo a um compromisso no mesmo horário, em um outro templo.

    O livro de Gross provocou um dos maiores debates nacionais depois do colapso do comunismo em 1989.

    Comunidades judaicas mostraram-se satisfeitas, pois finalmente os crimes cometidos estavam sendo atribuídos aos verdadeiros culpados.

    No entanto, muitos poloneses, acostumados a estar no papel de vítimas e heróis diante dos nazistas, são relutantes em admitir uma ativa participação no Holocausto.

    'Neighbours' descreve como os judeus de Jedwabne foram golpeados e apunhalados até a morte por seus vizinhos poloneses, e como a maioria foi levada ao interior de uma cabana e incinerada, embora os detalhes do caso ainda não sejam claros.

    Historiadores e jornalistas ainda têm dúvidas se os poloneses de Jedwabne atuaram por iniciativa própria, como garante Gross, ou foram forçados a cooperar pelos alemães.

    Há 50 anos, 23 poloneses foram condenados por cumplicidade na matança.

    O Instituto de Memória Nacional da Polônia supervisiona atualmente a exumação da cova comum em Jedwabne, para determinar o número exato de vítimas e a causa da morte, e prometeu levar os responsáveis à justiça.

  • Baal

    De facto é engraçado apresentarem a hipótese de transfer~encia do vaticano para Portugal como uma prova da “defesa dos direitos humanos” por parte do papa. Todos se parecem esquecer que Portugal nessa época estava numa das fases mais violentas da ditadura do estado novo. Mas parece que o papa se sentia tão bem com isso que, com dezenas de países neutros à escolha, decidiu-se por uma ditadura católica violenta e ultraconservadora. Realmente é a chamada prova do caraças…

  • Realista

    tem 1 problema…. Salazar não tem fama de mau na história (geral)… só em nações lusófonas basicamente….
    já li n livros sobre ele e quase não se fala dos crimes dele… e da cumplicidade clerical…

  • Baal

    De facto é engraçado apresentarem a hipótese de transfer~encia do vaticano para Portugal como uma prova da “defesa dos direitos humanos” por parte do papa. Todos se parecem esquecer que Portugal nessa época estava numa das fases mais violentas da ditadura do estado novo. Mas parece que o papa se sentia tão bem com isso que, com dezenas de países neutros à escolha, decidiu-se por uma ditadura católica violenta e ultraconservadora. Realmente é a chamada prova do caraças…

  • Realista

    tem 1 problema…. Salazar não tem fama de mau na história (geral)… só em nações lusófonas basicamente….
    já li n livros sobre ele e quase não se fala dos crimes dele… e da cumplicidade clerical…

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