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O fenómeno religioso

O término projecção designa, em psicologia, a operação através do qual um estado de consciência é desviado e localizado no exterior, seja do centro para a periferia, seja do sujeito ao objecto. O término admite bastantes matizes semânticas. Segundo J. Laplanche e B. Pontalis, a projecção, num sentido mais psico-analítico, é uma «operação através da qual o sujeito retira de si e localiza noutro, pessoa ou coisa, qualidades, sentimentos, desejos, inclusivamente objectos. As exigências de raciocínio do ser humano põem em marcha um trabalho de explicação intelectual que pode gerar processos de projecção mental. O homem pré-histórico perante fenómenos que ultrapassavam as experiências do dia-a-dia, procurava nos processos de projecção, acicatado pela pressão emocional ou por um estado de grande perplexidade, uma explicação ilusória de tais fenómenos.

A apresentação do fenómeno religioso, como uma operação alienatória – no sentido amplo do termo, inscreve-se decididamente, nas teorias circulares na génese dos fenómenos religiosos. Os numens animalis, não existem enquanto tais, são simplesmente projecções mentais do homem primitivo, ou não primitivo, em termos cronológicos, – e por conseguinte, não são reais, são meros ficta da consciência ingénua, ou seja, são fenómenos de consciência, dentro da própria consciência, projectados sobre objectos ou sujeitos exteriores.

Desde dentro das chamadas experiências religiosas, é certo que o crente, tanto o homem pré-histórico como o mutatis mutandis, pensa que na sua crença não existe nada de ilusório, pois as suas experiências religiosas são vividas como reais seja relativamente à alma, espíritos, numens ou deuses. Mas desde fora da crença, ou seja, criticamente, – o não crente, vê com evidência que sim, que existe ilusão, falsa consciência, sugestão, superstição ou alucinação, gerados por processos de projecção mental sobre objectos, sujeitos externos ou exteriorizados, processos que podem inscrever-se no campo da psicologia normal ou no da psicopatologia.

As representações zoomórficas nas chamadas religiões primárias e secundárias, projectam determinados animais com a reputação de sagrados desempenhando destacas funções na imaginação religiosa do homem. O animismo é o ponto em que se apoia a fabulação religiosa do ser humano, a matriz dos sentimentos convencionalmente designados como religiosos.

As crenças animistas povoam de tal forma a mente do ser humano, que se convertem numa segunda natureza passando daquilo que era ficção inconsciente, a realidade inquestionável. A história das formas religiosas gravita permanentemente, ainda que de forma oculta ou mascarada, sobre o subsolo das ficções animistas e a correspondente concepção dualista do mundo.

No homem primitivo, a imediatez genética destas formas de falsa consciência, é mais evidente, porque as formas primárias das fantasias da mente aparecem numa versão ingénua e naturalista, despidas todavia da roupagem mitológica das fabulações exuberantes da religiosidade secundária ou do aparato metafísico das especulações teológicas da religiosidade terciária, num contexto civilizacional de progresso moral. Efectivamente, a especulação teológica foi levantando no decurso da história, um edifício de tal magnitude que o seu fundamento originário desapareceu no meio de uma linguagem obtusa e obscura.

Não devemos escandalizar-nos nem cientifica nem piedosamente, se constatarmos que o fenómeno religioso se dissolve nos mecanismos psicológicos que o geraram.

 Neste processo, constantemente reforçado pelo trabalho da especulação teológica, o homem teve o seu espelho em Deus, – divinização do homem, – e Deus teve-o no homem, – antropomorfização de Deus.

O ser humano descobre então, que ele mesmo criou os deuses, revela-se assim a falácia da religião.

30 thoughts on “O fenómeno religioso”
  • Ricciardi

    Bom, nessa medida, em que é que distingue alguém infectado pelo virus da ideia de Deus (como diria Dawkins), e alguém infectado pela ideia abstracta da inexistência de um Criador.

    Colocando de parte a crença individual, veiculada pelas diversas religiões, gostaria de saber porque motivo devo eu acreditar que não existe um Criador, mas sim acreditar e cosntactar que existe matéria, mas ela própria é incriada (uma abstração).

    Coloco a questão aos ateus e não ao agnosticos, porque estes ultimos entendem que não entendem e deixam margem suficiente à prova.

    Mas os crentes e os ateus são duas faces da mesma moeda… uns acreditam sem ver, outros não acreditam vendo. Ambos partilham 'fezadas mentais'… uns pela positiva, outros pela negativa.

    RB

    • augusto

      acredito primeiramente em deus do que en cientistas pois deus sera e é a salvasao do planeta .                                                                                         eu quero uma respostas desses homen que se dizem cientistas,se nao existe deus,jesus de onde vcs vieram?                                                                         vc acha quem nos criou entao?                                                                                      e deus entende ele e a sauvacao

  • Ricciardi

    Bom, nessa medida, em que é que distingue alguém infectado pelo virus da ideia de Deus (como diria Dawkins), e alguém infectado pela ideia abstracta da inexistência de um Criador.

    Colocando de parte a crença individual, veiculada pelas diversas religiões, gostaria de saber porque motivo devo eu acreditar que não existe um Criador, mas sim acreditar e cosntactar que existe matéria, mas ela própria é incriada (uma abstração).

    Coloco a questão aos ateus e não ao agnosticos, porque estes ultimos entendem que não entendem e deixam margem suficiente à prova.

    Mas os crentes e os ateus são duas faces da mesma moeda… uns acreditam sem ver, outros não acreditam vendo. Ambos partilham 'fezadas mentais'… uns pela positiva, outros pela negativa.

    RB

  • Carpinteiro

    «…Infectado pela da ideia abstracta da inexistência de um Criador»???

    Caro RB.

    Há quem prescinda de “muletas” e acredite que consegue caminhar, mas há quem precise de ir a Fátima desfazer-se dos cordões, anéis e pulseiras para conseguir o mesmo resultado. Eis o que distingue um “infectado” de um não infectado, para usar uma expressão sua.

    Há quem não necessite de explicações sobrenaturais religiosas para os seus próprios pensamentos ou para os mistérios, tragédias e glórias do dia-a-dia da vida.

    Os ateus rejeitam as necessidades e impulsos religiosos trocando os contos de fadas das religiões convencionais por contos intelectualmente mais exigentes, proporcionados pela ciência moderna – leis naturais e evidências demonstráveis e reproduzíveis de relações de causa-efeito.

    Para o descrente, o humanismo científico oferece respostas profundamente satisfatórias a todas os problemas e mistérios a que a religião se propõe responder, e estão confortáveis com tais respostas apesar de serem incompletas e apesar de que, independentemente de quanto o nosso conhecimento cresça, permanecerão assim, com novas descobertas sempre levantando novas e mais complexas questões sobre a realidade.

    Finalmente, os ateus divergem da grande maioria porque talvez sejam psicologicamente adultos, não necessitando da figura invisível de um pai, são capazes de encarar a realidade da vida e morte humanas sem medo (ou ao menos de conviver com tal medo) e talvez sejam sensatos demais para acreditar em qualquer coisa sem comprovação, em qualquer explicação do mundo que seja impossível ou absurda.

  • Ricciardi

    Caro Carpinteiro,

    O perfil que descreveu corresponde a um agnóstico e não a um ateu. O ateu acredita que o Criador não existe…

    OBS. O termo infectados pela ideia de Deus é usado por Dawkins depois de ter abandonado a ideia do 'meme' cultural. Ele acredita que a ideia original que as pessoas têm de Deus é semelhante a uma infecção de um qualquer virus. 🙂

    RB

    RB

  • Ricciardi

    ahh.. veja bem, às vezes mando aqui uns bitaites… mas nem sequer sou religioso… apenas um mero deista a fugir para o agnostico, que respeita inteiramente as religiões e fundamentalmente as tradições culturais.

    RB

  • Baal

    Carpinteiro,

    “Para o descrente, o humanismo científico oferece respostas profundamente satisfatórias a todas os problemas e mistérios a que a religião se propõe responder,”

    Perdão, mas a religião propõe-se responder àquilo que a ciência nunca poderá responder – as origens e fins ultimos do universo.

    Por exemplo, debate-se muito o que aconteceu antes do big bang.

    Mas haverá sempre um antes do antes do big bang e assim por diante. O mesmo para o fim do universo. Não se consegue, científicamente discernir um princípio um fim ultimo do universo.

    Ora a igreja propõe-se a essa tarefa hérculea. A questão é que, como agnóstico, penso que apenas fazem especulações.

    Desse modo podemos dizer que não há, nunca haverá uma explicação cabal da existência.

  • Baal

    Embora não concorde em tudo com o riciardi, percebo onde quer chegar. A “infeção” é a doença da certeza absoluta naquilo em que é impossível qualquer tipo de certeza até relativa, quanto mais absoluta.

    Nesse aspecto concordo. Tanto é esquizito ter a certeza de que deus existe como que não existe.

    Deuses? Grande canguru criador? Fada do dente todo poderosa? Nada absoluto? Sei lá.

    Eu não estava lá na criação, se é que houve alguma criação, e vou desaparecer milhões de anos antes de a ciência poder aventurar alguma teoria, embora a humanidade deva desaparecer muito antes.

    Agora quando vejo os outros falar, até parece que estiveram todos lá.

    Uns a beber uma cervejinha à direita do todo poderoso enquanto ele criava tudo isto.

    Outros a fumar um cigarrinho sentados na proto-partícula primordial a contemplar o nada absoluto.

    Só eu é que sou um humilde ser humano…

  • Carpinteiro

    Caro RB.

    Penso que está enganado.
    Não se pode negar a existência do que não existe, pelo que a hipótese: – o ateu “acredita” é eliminada à partida.
    Depois, quem nega a existência de Deus não é o ateu mas o crente, já viu os milhares de livros que foram escritos até hoje por crentes, a tentarem provar que Deus existe, e não conseguiram?!

    Você diz-se agnóstico, na realidade é aquilo a que eu costumo chamar, um indiferente, perante o fenómeno religioso. Neste mundo os ateus aumentam dia a dia e os crentes diminuem drasticamente, para desespero dos merceeiros da fé. Você é um indiferente que brevemente vai engrossar a lista dos que não crêem (e não dos que negam a crença), pelo que não tenho dúvida, a curto prazo virá a ser um bom ateu!

    Resumindo:

    Você é um ateu que ainda não colocou em ordem as suas ideias, e que por comodidade, segue as normas sociais, na realidade não crê, nenhuma fé guia a sua vida nem as suas ideias, na realidade, é um ateu!

    Hehehe… acertei ou nem por isso?!

  • Carpinteiro

    «Só eu é que sou um humilde ser humano…»

    Tem fé Baal…tem fé-:)

    «…a religião propõe-se responder àquilo que a ciência nunca poderá responder»

    Nem a religião nem Deus, repara:

    – Deus criou o mundo em 7 dias.

    No sétimo dedicou-se a ouvir as reclamações.
    A primeira a apresentar protestos foi a girafa:
    – Porra, Deus! Que sacanagem é esta? Este meu pescoço enorme é ridículo!
    – Calma, dona Girafa! Tudo foi muito bem pensado.

    Com esse pescoço comprido, além de a senhora poder comer as folhas mais tenras, do alto das árvores, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros animais e assim se defender.
    A girafa ouviu as explicações e ficou convencida de que Deus afinal tivera uma boa ideia.

    Logo depois entrou o elefante, injuriado:
    – Puta Merda, Deus! Eu sou enorme de gordo e tenho esta tromba toda na minha cara. Isto é sacanagem!

    Deus, pacientemente, explicou:
    – Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enfrentar e, além do mais, graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho…

    O elefante ponderou e chegou à conclusão que Deus tinha razão.

    O terceiro bicho da fila era a galinha, que já entrou metendo o pé na porta:
    – Nem vem com explicações! Ou aumenta o cu, ou diminui o ovo!!!

  • Ricciardi

    «Você é um ateu que ainda não colocou em ordem as suas ideias… acertei ou nem por isso?!» carpinteiro

    Caro Carpinteiro,

    nem por isso 🙂 … mantenho-me deísta.

    «Não se pode negar a existência do que não existe, pelo que a hipótese: – o ateu “acredita” é eliminada à partida.»carpinteiro… esta formulação é uma falácia, confortavel de a proferir, e não admite espaço para a duvida; o agnostico nunca a afirma, antes põe-na em hipotese… por isso é que nunca serei religioso, a hipotese da não existencia de Deus não é colocada… da mesma forma que nunca serei ateu pois a hipotese da existencia de um Criador também não se coloca para eles.

    Agora, experimente trocar a palavra 'Deus' pela palavra 'Criação' e verá que decorre da essencia das palavras uma ideia enviesada acerca do fenomeno religioso. Por 'Deus' quero apenas significar 'Criação' ou a 'Origem' ou a 'Causa'…

    Sabemos que a ideia de 'Deus' é uma criação natural da humanidade, e primitiva, uma resposta a medos e ao desconhecido… essa ideia foi sendo aperfeiçoada e trabalhada pela humanidade, umas bem intencionadas, outras mal intencionadas, ideias que alguns se foram aproveitando para estabelecer uma ordem, em torno da qual a ideia colectiva de deus seria institucionalmente organizada nas diversas irmandades e religiões…

    Mas a 'criação' vai mais além dessas questiunculas religiosas… advem da observação das coisas… advem da grande probalilidade de que a organização da matéria seja intencional… e é essa intenção que tem levado a maior parte dos cientistas a considerarem cada vez mais que terá havido um Programa, divino ou não.

    O Baal levanta a questão do 'antes' big-bang… ora se o tempo (tal e qual o conhecemos) só 'iniciou funções' após o big-bang, por isso, nessa prespectiva não existia 'antes' pois não existia 'tempo'.

    Por isto ser complexo e não haver resposta para tudo é que eu nunca serei uma coisa (ateu) nem outra (religioso)… manter-me-ei agnostico… mas a fugir para o deísta eheheh.

    RB

  • Baal

    “O Baal levanta a questão do 'antes' big-bang… ora se o tempo (tal e qual o conhecemos) só 'iniciou funções' após o big-bang, por isso, nessa prespectiva não existia 'antes' pois não existia 'tempo'.”

    Espaço e tempo, matéria e energia, são apenas facetas de uma mesma realidade que sempre existiu embora sob outras formas. É isso que os cientistas tentam compreender através de uma teoria do campo unificado que compreenda toda a realidade e substitua as actuais teorias independentes que não conseguem estabelecer o nexo entre as partes.

    Ora, antes do big bang, a realidade era diferente, mas existia. Nada aparece do nada. Claro que noções como tempo e nada podem ser limitadas para explicar a realidade, mas essas são limitações humanas.

  • Ricciardi

    «Nada aparece do nada.»baal

    Ora aí está uma afirmação curiosa e que nos leva a considerar uma Criação… mas não necessáriamente.

    «Ora, antes do big bang, a realidade era diferente, mas existia.»baal

    Pois não sei… não consigo imaginar a existencia de algo sem 'tempo'… o que me remete novamente a ventilar a elevada probabilidade de uma Criação… mas não necessáriamente :).

    Ou então, a considerar o inteligivel… que a criação (universo)sempre existiu; o que nos remete para conceitos como o infinito, sem inicio nem fim… no fundo atributos necessáriamente de um Criador.

    É-me tão dificil entender o conceito infinito, quanto entender o conceito de um Criador, ele próprio incriado.

    Ser, pois Ateu, é aceitar a ideia abstracta de infinito… ser crente é aceitar a ideia igualmente abstracta de um Criador incriado. Duas ideias aparentemente antagónicas que traduzem a mesma realidade.

    Entre as duas ideias… eu fico-me pela observação das coisas, pela constactação de que a letra e as notas da musica são de tal forma harmoniosas e com sentido, que pouco espaço deixa que a mesma tenha surgido sem Intenção.

    RB

  • sempapasnalingua

    VIVA A SUIçA E VIVAM OS SUIçOS DOS 57.50% ANTI-MAOMERDA
    Suiça a Covadonga da re-reconquista!

    sempapasnalingua cruzado ateu

    PS
    Ouviram falar dum referendo na Suiça sobre a insalubridade duma micose arquitectural, paisagistica, cultural,política e etc que dá pelo nome de “minaretes”?
    Sim sim, os minaretes são aquela espécie de torres bem visíveis a dizer que os muçulmanos estão cá para ficar e para meter o pessoal todo no “caminho direito de Alá”, onde um palhaço coranizado se pendura para ganir umas merdas incompreensíveis a qualquer hora do dia e da noite, sem ter em conta a nossa hyper-sensibilidade laica e civilizada à poluição sonora e o direito ao repouso nocturno, e que a esquerda e os cobardes dimis da nomenklatura política e “intelectual” bobo, verdes, vermelhos e rosas, acham um direito absoluto e um “enriquecimento” cultural e arquitectural para ao Ocidente.
    Convido todos a ler a avalanche de críticas dessas escumalhas internacionalistas aos suiços, e as ameaças dum verde famoso um tal Daniel Cu nh Bandido.
    Paradigmático da lepra ocidental relativista dos kolabos e oportunistas traidores.

  • Carpinteiro

    Esse é o grande dilema. Por um lado a liberdade que nós, laicos, dizemos defender, por outro lado os receios, legítimos, de que atrás do minarete venha a sharia e atrás da sharia chegue a burca e a lapidação.
    Até que ponto seria necessário fazer passar o Islamismo pelo “crivo” da cultura laica ocidental? É uma questão que como se diz por aqui; ainda a procissão vai no adro.

  • sempapasnalingua

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  • sempapasnalingua

    Carpinteiro
    Fazes-me o favor de meter uma cunha aos donos do DA para falarem neste assunto, o referendo dos islamo-lúcidos suiços.
    Sabes que essa canalha da Caroline Fourest está cada vez mais islamófila?
    Uma vedeta da “laicidade”… à bota do islão.
    Essa gaja tinha que estar a favor dos minarets e comparar os suiços do contra, os tais 57,5%, a talibãs, à imagem dos verdadeiros que destruiram as estátuas do Buda no Afeganistão, silenciando a quantidade de igrejas incendiadas, a proibição de construir outras e a repressão mortífera à conversão e prática dos outros cultos.
    Com gentalha desta, arautos duma certa “esquerda” e duma certa “laicidade”, é claro que a insurreição contra o islamonazismo ainda está para nascer.

    “Até que ponto seria necessário fazer passar o Islamismo pelo “crivo” da cultura laica ocidental?”
    Necessário não! imperativo, condição sine qua non para evitar outros e mais graves conflitos no Ocidente.
    Como? Simples! todos os países têm uma constituição e reclamam-se da Democracia e das liberdades e direitos dos cidadão. Os maomerdas e outros brancos coranizados só têm que respeitar a lei. Tudo o que for contra há que ser eliminado, manifestações e práticas. O al coirão terá que ser condenado como um manifesto anti-democrático duma ideologia totalitária; e o islão terá que abandonar as manisfestações públicas de agressão à soberania das nações onde a escumalha maomerda vive, e as reivindicações comunitaristas.
    O islão tem que renegar a vertente política e as pulsões de conquista nos nossos países. Ponto barra. E o povo ocidental que teoriza menos e observa mais as manigâncias destes gajos, começam a tomar as atitudes que se impôem, votam agora contra os minaretes e a seguir é o próprio islão que vai ser questionado, em referenduns ou na eleição de partidos políticos ou chefes de estado anti-islamização.
    Que a “esquerda” não se queixe depois, que o povo elege governos “populistas” e xenófobos
    ou que Sarkozy perca as eleições contra Nadine Lepen do Front Nacional.
    Sinceramente até gostava que isso acontecesse, talvez fosse o electro-choque que nós precisamos para acordarmos antes de cair no abismo do islamonazismo.
    Os responsáveis serão os canhotos míopes e islamo-intoxicados.

  • Carpinteiro

    A consulta popular foi uma iniciativa do partido ultraconservador UDC, alegando que as torres das mesquitas são um “símbolo da intolerância islâmica”.

    Oskar Freysinger, deputado UDC, explica que a medida não pretende interferir com a liberdade de culto.
    “Mas o minarete é um símbolo acessório que deve ficar na esfera privada, para não haver uma interferência entre os dogmas e o direito”, afirma.

    Não creio que seja pelos minaretes que se condiciona o fundamentalismo Islâmico, aliás, das 180 mesquitas na Suíça, apenas quatro têm minaretes.
    A Suíça conta com 400 mil muçulmanos, são a terceira comunidade religiosa no país, a seguir aos católicos e aos protestantes.

    A proibição de minaretes é vista como um rude golpe na liberdade de culto. “É um resultado que temos de digerir durante algum tempo. Mas vamos digeri-lo tal como o fizemos com outras coisas e vamos sobreviver”, sublinha uma mulher muçulmana.

    A minha pergunta é:

    Será que deveríamos proibir as torres sineiras das futuras igrejas Católicas, por uma questão de igualdade?
    E as manifestações públicas de membros do governo?
    E as procissões em que se arrastam velhos e crianças enquanto se arejam os santos pelas ruas das cidades e aldeias num espectáculo degradante?

    Eu sei, vais dizer-me que o catolicismo não pratica a violência que se vê todos os dias nos países islâmicos.
    Então estamos perante uma guerra de civilizações ou religiões?

  • sempapasnalingua

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  • Carpinteiro
  • Carpinteiro

    A realidade é só uma:

    O continente europeu não está a conseguir “absorver” de forma capaz, mais muçulmanos.
    São cinquenta e três milhões, no espaço que vai da costa atlântica até os montes Urais, na Rússia.
    Dentro da União Europeia eles são mais de 18 milhões, e o seu número continua a aumentar, não só porque a invasão procede de maneira implacável, mas também porque eles constituem o grupo étnico e religioso mais prolífico do mundo.
    Característica favorecida pela poligamia e pelo fato de o Corão, à semelhança da Bíblia, ver na mulher apenas um útero para gerar filhos.

    Os muçulmanos têm um crescimento que oscila entre 4,60 e 6.40 por cento ao ano, e os cristãos somente 1,40 por cento.
    Mais grave ainda, é que quem tocar neste assunto arrisca-se à morte civil.

    Na Europa subjugada, o tema da fertilidade islâmica é um tabu que ninguém ousa desafiar. Quem tentar, acabará direitinho no tribunal por racismo-xenofobia-blasfémia, lei a que as religiões do livro perante o avanço da laicidade, se agarram com unhas e dentes na defesa dos seus dogmas e na perpetuação das suas patacoadas.

  • sempapasnalingua

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  • sempapasnalingua

    Carpinteiro
    Estou decepcionado com o nível e a profundidade dos teus “argumentos”, e sobretudo com a tua posição relativamente aos minaretes;
    sabes o que são minaretes? Não te lembras? O turco de mafoma chama-lhe ” as lanças” do “exército” de fiéis que hão-de conquistar o planeta…
    Acho que ainda não percebeste a natureza desta pseudo-religião e devias saber o que pensa destas merdas e outras Mustapha Kamal Ataturk. Caías de cu virado para Meca e defecavas alegremente.
    Oskar Freysinger “ultra conservador”???
    Tens razão, até já estou a imaginar o tipo de bigodinho e de farda militara inflamar o piple ao rubro e organizar a exterminação industrial dos maomerdas.

    Mas queres dizer o quê com isso, que o resultado do referendo é ilegítimo e insano?
    que o povo suiço na sua grande maioria é racista e fascista?
    que a muçulmana anónima desconhecida perdida na imensidão dos 1.800 000 000 de submissos ao pedófilo esclavagista, é uma referência imparável para desqualificares o tsunami anti-islão (pois …anti-minaretes, não é?) que está varrendo o Ocidente popular? Popular sim! porque as elites políticas e os “intelectuais” esquizofrénicos e cegos, longe da são a favor dos minatretes, é claro, são só contra os sinais religiosos das outras religiões. Do islão fazem mais um “acomodamento razoável” até que o islão nos ponha a pata em cima.

  • sempapasnalingua

    longe … da realidade e perto da sua carteira e mordomias, de costas virada para os cidadãos…são a favor dos minaretes.

    Desta vez não gostei das tuas letras, devias informar-te melhor destas coisa e não empranhares pelos ouvidos ou pelos olhos.
    Não creio que venha aqui tão depressa para comentar, além de não ter tempo, estou a ficar desconsolado com a miopia que por aqui reina.
    É irritante e frustrante.
    A laia de despedida e muito à pressa, ofereço-te estes dois videos, com Oskar Freysinger, e outras “vedetas” da “laicidade” islamófila e cobarde, para melhor conheceres a pessoa, e o assunto em questão, que tu apressadamente diabolizas de “ultra conservador”.
    Já tinhamos Geert Wilders agora temos este senhor.
    Há luz ao fundo do túnel do terror e da ameaça muçulmana.
    Viva a UCD e vivam os suiços.

  • Zeca Portuga

    Cá está um sublime exemplo de uma dissertação hilariante de um ateísta.

    Este é o tipo de anedotas que eu aprecio nos ateístas. Começo com um simples sorriso e acabo com gargalhadas sufocantes, daqueles que nos desentopem o “canal lacrimal”.

    Neste caso, o autor começa logo a matar: “o término projecção designa…”
    Anedoticamente, neste caso, término e termo não são sinónimos. Termo é sinónimo de término, na acepção de terminação (limite, fim baliza, marco, extremidade ) e não de terminiologia.
    Para além da acepção de “terminação” (algo de muitos bem definido), termo tem outros significados: jeito, disposição, teor, praia: vocábulo, palavra, declaração em auto, disposição, circunvizinhança entre outras, (para não entrarmos em terminologia técnica).
    Ora, o prosador em questão confunde (ou traduziu mal) o vocábulo em empregue. A menos que ele entenda que a finalidade única do pensamento humano é aquilo a que ele chama projecções, pois confunde o sujeito como o abjecto, o significado com o significante.

    Pior ainda é a abordagem “psico-analítica” (mas não “psicanalítica” – eu diria mesmo que esta análise demonstra mais a psicastenia ateísta). Desde logo, a projecção mental pressupõe algo de limitado, de mensurável, de definido – não é o caso das religiões actuais. Depois porque, como já Descartes fez questão de notar, a ideia da algo superior ao homem, de “Perfeição”, é transversal a todas as civilizações e, como pode nascer num ser imperfeito e num mundo imperfeito e contingente, se não “introduzida” a por alguém perfeito”. Além disso, as tais projecções tem por base uma extensão de personalidade subjectiva e individualista e não colectiva ou social.
    Erros crassos que tornam esta estória uma rábula ainda mais hilariante.

    O mesmo se passa com “apresentação do fenómeno religiosos, como uma operação alienatória”: è que, em bom rigor, os fenómenos alienatórios circunscrevem-se à natureza e realidade humana. Aí, contrariamente à religião, o ateísmo é alienatório. Ou seja, o ateísmo é uma forma de alienação mental – é uma afecção que torna o sujeito (chamemos-lhe paciente) incapaz de se comportar de maneira normal na sociedade. Quando um individuo deixa de falar naquilo em que acredita ( e que, segundo ele, existe) para passar o tempo todo a falar daquilo que não acredita (e que tem a certeza de não existir), estamos a fala de um alienado, de alguem que não é senhor de si, mas que vive controlado por uma afecção, uma fixação, uma ideia recalcada ou algo de patológico – isso é exactamente o que se passa nos patrocinadores deste site, e aquilo que aqui se propicia observar.

    Tenho de ficar por aqui, mas gostava de ter tempo para esmiuçar o resto de tão bombástica quão anedótica dissertação hilariante.

    Continue, carão prosador… é que eu não tenho tempo de ir ao circo e faz muito tempo que vejo uma revista à portuguesa!
    Velha-me ao menos sua veia humorística! Doidivanas, mas humorística!

  • Carpinteiro

    Zé, não sei a quem dar os parabéns, se a si, se ao Baal.
    Certo é que conseguiu escrever um texto sem recorrer ao mau linguarejo.

    Relativamente a: «…estamos a fala de um alienado, de alguem que não é senhor de si, mas que vive controlado por uma afecção, uma fixação, uma ideia recalcada ou algo de patológico – isso é exactamente o que se passa nos patrocinadores deste site, e aquilo que aqui se propicia observar. »

    Gostava de lhe mostrar uns (a)teus:

    http://www.youtube.com/watch?v=Zx5E2y-jYD0
    http://www.youtube.com/watch?v=Iqf9HsWjLfc&NR=1

    Aqui dá para notar que já beberam da mesma pinga que fez a Lúcia ver o solzinho a dançar. A música é diferente, a pinga porém, é a mesma:

    http://www.youtube.com/watch?v=BSpVEIGBfDg&NR=1

  • Zeca Portuga

    Cá está um sublime exemplo de uma dissertação hilariante de um ateísta.

    Este é o tipo de anedotas que eu aprecio nos ateístas. Começo com um simples sorriso e acabo com gargalhadas sufocantes, daqueles que nos desentopem o “canal lacrimal”.

    Neste caso, o autor começa logo a matar: “o término projecção designa…”
    Anedoticamente, neste caso, término e termo não são sinónimos. Termo é sinónimo de término, na acepção de terminação (limite, fim baliza, marco, extremidade ) e não de terminiologia.
    Para além da acepção de “terminação” (algo de muitos bem definido), termo tem outros significados: jeito, disposição, teor, praia: vocábulo, palavra, declaração em auto, disposição, circunvizinhança entre outras, (para não entrarmos em terminologia técnica).
    Ora, o prosador em questão confunde (ou traduziu mal) o vocábulo em empregue. A menos que ele entenda que a finalidade única do pensamento humano é aquilo a que ele chama projecções, pois confunde o sujeito como o abjecto, o significado com o significante.

    Pior ainda é a abordagem “psico-analítica” (mas não “psicanalítica” – eu diria mesmo que esta análise demonstra mais a psicastenia ateísta). Desde logo, a projecção mental pressupõe algo de limitado, de mensurável, de definido – não é o caso das religiões actuais. Depois porque, como já Descartes fez questão de notar, a ideia da algo superior ao homem, de “Perfeição”, é transversal a todas as civilizações e, como pode nascer num ser imperfeito e num mundo imperfeito e contingente, se não “introduzida” a por alguém perfeito”. Além disso, as tais projecções tem por base uma extensão de personalidade subjectiva e individualista e não colectiva ou social.
    Erros crassos que tornam esta estória uma rábula ainda mais hilariante.

    O mesmo se passa com “apresentação do fenómeno religiosos, como uma operação alienatória”: è que, em bom rigor, os fenómenos alienatórios circunscrevem-se à natureza e realidade humana. Aí, contrariamente à religião, o ateísmo é alienatório. Ou seja, o ateísmo é uma forma de alienação mental – é uma afecção que torna o sujeito (chamemos-lhe paciente) incapaz de se comportar de maneira normal na sociedade. Quando um individuo deixa de falar naquilo em que acredita ( e que, segundo ele, existe) para passar o tempo todo a falar daquilo que não acredita (e que tem a certeza de não existir), estamos a fala de um alienado, de alguem que não é senhor de si, mas que vive controlado por uma afecção, uma fixação, uma ideia recalcada ou algo de patológico – isso é exactamente o que se passa nos patrocinadores deste site, e aquilo que aqui se propicia observar.

    Tenho de ficar por aqui, mas gostava de ter tempo para esmiuçar o resto de tão bombástica quão anedótica dissertação hilariante.

    Continue, carão prosador… é que eu não tenho tempo de ir ao circo e faz muito tempo que vejo uma revista à portuguesa!
    Velha-me ao menos sua veia humorística! Doidivanas, mas humorística!

  • Carpinteiro

    Zé, não sei a quem dar os parabéns, se a si, se ao Baal.
    Certo é que conseguiu escrever um texto sem recorrer ao mau linguarejo.

    Relativamente a: «…estamos a fala de um alienado, de alguem que não é senhor de si, mas que vive controlado por uma afecção, uma fixação, uma ideia recalcada ou algo de patológico – isso é exactamente o que se passa nos patrocinadores deste site, e aquilo que aqui se propicia observar. »

    Gostava de lhe mostrar uns (a)teus:

    http://www.youtube.com/watch?v=Zx5E2y-jYD0
    http://www.youtube.com/watch?v=Iqf9HsWjLfc&NR=1

    Aqui dá para notar que já beberam da mesma pinga que fez a Lúcia ver o solzinho a dançar. A música é diferente, a pinga porém, é a mesma, divirta-se:

    http://www.youtube.com/watch?v=BSpVEIGBfDg&NR=1

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