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O horror islâmico

14 thoughts on “O horror islâmico”
  • sempapasnalingua

    Agora fiquei a perceber porque nunca haverá paz entre Israel, uma “terrível teocracia, fascista, genocidária e segregacionista” e os Hamaveis democratas e pacifistas da Banda de Gaza, (poder-se-á chamar de bandoleiros de Gaza os habitantes deste enclave?).
    Felizmente que temos aqui uma certa “esquerda” iluminada para dar à luz aos nossos cérebros, desesperadamente perdidos num profundo marasmo obscurantista.

  • sempapasnalingua

    “Etats-Unis : rien ne va plus sur les campus New-Yorkais – Offensive contre la liberté d’expression

    S’exprimer librement aux Etat-Unis, est un droit inscrit dans la Constitution dans son premier amemdement. Ce droit qui est largement exploité par les musulmans quand il s’agit de répandre leur idéologie djihadiste, est de plus en plus rudement malmené pour ceux qui dénoncent les méfaits de l’islam et de la charia.

    Exactement comme en Europe. Hormis les puissantes organisations de défense musulmanes comme CAIR par exemple, qui se chargent de menacer et de poursuivre quiconque s’aventure à critiquer l’islam, des petits groupes d’étudiants musulmans assistés par l’extrême-gauche s’organisent pour supprimer la parole de ceux qui tentent d’alerter l’opinion sur la menace islamiste.
    A New York University, Robert Spencer, le directeur du site Jihad Watch, s’est vu attaqué mardi soir par ces groupes d’étudiants et hier, à Columbia University, l’intervention de Nonie Darwish a été annulée par les organisateurs, cédant aux pressions des groupes musulmans.
    Quelques heures seulement avant le moment où la journaliste apostate devait prendre la parole sur le campus, dans cette même université qui avait accueilli et écouté Ahmadinejad en septembre 2007 au nom justement de la liberté d’expression, les groupes organisateurs (Debate Society et Tigers of Israel) ont lâchement succombé aux pressions des étudiants islamo-gauchistes et ont purement et simplement annulé son intervention.

    Nonie Darwish est une journaliste, écrivaine et conférencière arabo-américaine née au Caire en 1948. Auteure du livre Now they Call Me Infidel; Why I Renounced Jihad for America, Israel and the War on Terror, elle est aussi fondatrice de l’association Des Arabes pour Israël qui réunit des Arabes et des musulmans qui « respectent et soutiennent l’État d’Israël », rejettent les « attentats-suicides comme forme de jihad » et promeuvent une « auto-critique constructive du monde arabo-musulman ».

    Elle appartient au collectif Des femmes contre l’islam aux côtés de Ayaan Hirsi Ali, Wafa Sultan, Brigitte Gabriel, Mina Ahadi, Chahdortt Djavann, Irshad Manji, Necla Kelek, Taslima Nasreen et Nyamko Sabuni.”
    Moral da história:
    há muitos “intelectuais” a viver num mundo paralelo de cegueira e cobardia.
    Já em tempos Churchil afirmara numa época, semelhante à actual ameaçada por outro totalitarismo islamo-nazi,: “Vocês perderam a honra (a liberdade) em troca da paz, pois perderam a honra e vão ter a guerra”.

  • sempapasnalingua

    Só mais isto que quase me esquecia:
    VIVA ISRAEL
    sempapasnalingua islamófobo

  • realista

    horror sionista.. e não islamico… nesse caso. o jornal EL PAIS disse!
    Cuando matar bebés es legítimo
    Rabinos sionistas subvencionados por el Gobierno israelí explican que se puede dar muerte a niños gentiles si sus padres son malvados

  • realista

    horror sionista.. e não islamico… nesse caso. o jornal EL PAIS disse!
    Cuando matar bebés es legítimo
    Rabinos sionistas subvencionados por el Gobierno israelí explican que se puede dar muerte a niños gentiles si sus padres son malvados

  • revisionismo

    Ora,ora…. isso aqui é blog ateu ou de fanaticos antislam?!
    Vejo aqui monte de fantoches do sionismo organizado

  • Zeca Portuga

    Curioso:

    Estava a ler este post e parecia-me apenas uma afirmação
    ateístas sobre o aborto livre.

    Afinal a questão é diferente: os ateístas acham puramente normal que se esquartejem crianças se for uma questão abortiva – isso é um direito da mulher. Só ficam chateados por serem os islâmicos a fazer o mesmo com crianças já nascidas.

  • sempapasnalingua

    Ora,ora…. isso aqui é blog ateu ou de fanaticos anti-semitas?!
    blog ateu que promove a laicidade ou a defesa das ditaduras teocráticas?!
    blog ateu que difunde informação ou blog que deturpa factos e vigariza a história com teses negacionistas?
    blog ateu e humanista ou blog promotor de ideologias totalitárias e bárbaras?!
    blog que difunde o pensamento de cidadãos democratas e resistentes da Liberdade ou a apologia de patifes terroristas internacionais e ditadores sanguinários do tipo Ahmadinejad, Chavez, Fidel Castro e Khadafi?
    blog ateu que defende as Luzes ou o obscurantismo islâmico?!
    blog que defende a igualdade homem/mulher ou a coisificação e submissão machista da mulher, o respeito ou a tareia doméstica, integridade física ou a lapidação e a excisão, a aquidade matrimonial ou a poligamia, a liberdade ou a prisão do véu e da burka?!
    blog ateu que defende a republica de cidadãos livres ou o apartheid comunitarista?!
    blog ateu que defende a igualdade racial ou o esclavagismo maometano?!
    blog ateu que defende a cultura dos outros ou a supremacia da religião única e verdadeira do proxeneta maomerda?!
    blog ateu que defende o respeito pelas crianças ou a pedofilia maometana?!
    blog que defende a declaração universal dos D H, ou a charia e o mein kor(n)ão?!
    blog ateu que defende o direito internacional ou a destruição islâmica de Israel e sua radiação do mapa das nações?!
    blog que…páro aqui, já não tenho duas horas para continuar este comentário.
    Canalha islamófilo.

  • sempapasnalingua

    Bolas… lá voltei a esquecer:
    VIVA ISRAEL!!!!
    sempapasnalingua islamófobo e israelófilo

  • sempapasnalingua

    Horror islâmico em França:
    André Gerin, comunista e “rapporteur” da comissão parlamentar de inquérito sobre a burka, não exagerava, bem pelo contrário,quando falou de germes de guerra civil em França no parlamento francês.
    A guerra já começou (mas por enquanto só num único sentido), assim como o processo de colonização étnica e religiosa pelos muçulmanos “franceses” e emigrados.
    As ruas são já deles nas orações de sexta feira, fecham-nas ao trânsito e colocam barreiras e ninguém pode passar. Se algum cidadão koufar ousar tirar fotoos, é molestados pouco amigávelmente, e os koufars presentes nessas ruas e passeios à hora da oração, + ou – 2 horas, são obrigados a desamparar o local “sagrado”, pela violência, é claro, se não obtemporarem às milícias islâmicas com braçadeiras e tudo porque a polícia não está presente e os acordos de dihmitude com as entidades oficiais assim “rezam”, para controlarem este ballet religioso e jihadista.
    Tudo isto é ilegal, e dantesco no país da laicidade, da Revolução, da Declaração UDH , da lei de 1905 mas os presidentes de câmara respectivos ou já capitularam para poder contrariarem e anular estas ilegalidades contra a soberania e a segurânca pública no território ou são simplesmente cumplices por razões de artitmética eleitoral.
    As ruas são deles, e o resto sê-lo-há no futuro se a guerra civil não se exercer no outro sentido também. E nas ruas não respeitam nem as pessoas nem os bens públicos ou privados, há que destruir, incendiar e atacar as forças da ordem para impor a nova ordem islâmica e com violência quanto baste.
    A jihad é asiim e o “point de non retour” já foi atingido.
    Qualquer pretexto é bom para estes tipos renegarem a cidadania francesa, conspurcarem os simbolos nacionais (bandeira e hino nacional) e afirmarem a pertença religiosa e étnica como verdadeira nacionalidade.
    Só se afirmam franceses para parasitarem as benesses do sistema social francês e de todos os outros países na mesma situação de deliquescência cultural e decadência civilizacional.
    Desta vez o pretexto foi um jogo de futebol entre dois paises islâmicos,em que um deles, a Argélia tem em França a maior comunidade estrangeira.
    Vale a pena ler, para não dizerem um dia que não sabiam.
    Eu sei bem que em Portugal isto não é problema, as coisa passam-se só a partir de Espanha para leste.
    Mas aqui vai todavia:

    http://tempsreel.nouvelobs.com/actualites/sport

  • revisionismo

    realmente é antisemitismo… pois os palestinos são mais semitas que estes judeus sionistas “arianos” de Israel.

  • revisionismo

    um defensor do regime genocida sionista

  • Livia1986

    Revisionismo é a coisa mais barata que anda ultimamente por ai.

    Tem que ser muito cara de pau pra falar que milhares de judeus não morreu na Alemanha nazista ou que milhares de chineses,coreanos,etc não morreram e não foram escravizados pelas mãos dos japoneses,

    Ei revisionista,toma vergonha na cara.

    Sou Agnóstica,mas defendo o direito de Israel.

    Eu torço para que este seja o vencedor dessa História toda,

    afinal Palestina é um projeto usurpador desses 'árabes',para quem conhece de verdade História,a Palestina foi o nome dado a Antiga Judéia pelos romanos.

    Querendo ou não,é de direito dos judeus viverem naquelas terras.

    E se não fosse pelo Sionismo,com certeza muitos judeus não estariam vivos para contar história ou para perpertuar sua religião e suas tradições hoje,porque do jeito que os judeus sempre tiveram inimigos invejosos ao seu incalço,é graças ao Sionismo que hoje o Judaismo está mais vivo do que nunca.

    VIVA O POVO ISRAELENSE,VIVA A CORAGEM DO POVO JUDEU.

  • Livia1986

    Revisionismo é a coisa mais barata que anda ultimamente por ai.

    Tem que ser muito cara de pau pra falar que milhares de judeus não morreu na Alemanha nazista ou que milhares de chineses,coreanos,etc não morreram e não foram escravizados pelas mãos dos japoneses,

    Ei revisionista,toma vergonha na cara.

    Sou Agnóstica,mas defendo o direito de Israel.

    Eu torço para que este seja o vencedor dessa História toda,

    afinal Palestina é um projeto usurpador desses 'árabes',para quem conhece de verdade História,a Palestina foi o nome dado a Antiga Judéia pelos romanos.

    Querendo ou não,é de direito dos judeus viverem naquelas terras.

    E se não fosse pelo Sionismo,com certeza muitos judeus não estariam vivos para contar história ou para perpertuar sua religião e suas tradições hoje,porque do jeito que os judeus sempre tiveram inimigos invejosos ao seu incalço,é graças ao Sionismo que hoje o Judaismo está mais vivo do que nunca.

    VIVA O POVO ISRAELENSE,VIVA A CORAGEM DO POVO JUDEU.

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