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  • 30 de Outubro, 2009
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

CAMPANHA CONTRA LEI DA BLASFÉMIA

A Agência AsiaNews lançou uma campanha de sensibilização para que a lei sobre a blasfémia no Paquistão seja abolida. A agência, que pertence ao Pontifício Instituto das Missões Exteriores (PIME), recorda que, desde 2001, pelo menos 50 cristãos morreram em conseqüência dessa lei.

A lei sobre a blasfémia pune com a prisão perpétua ou com a pena de morte quem profana o Corão ou ofende o Profeta Maomé. Basta a acusação de uma única pessoa para ser detido ou assassinado. “Trata-se de uma norma aberrante, que propicia a discriminação, que ‘legaliza’ violências contra as minorias religiosas e cujos responsáveis permanecem na maioria das vezes impunes, graças à conivência da polícia e dos funcionários do governo” – explica a Agência.

Comentário: Ninguém nega a inquidade da lei. Estranha-se apenas que a Igreja católica não lute contra a mesma lei em Portugal, embora sem a severidade islâmica e de difícil aplicação devido à liberdade de expressão.

3 thoughts on “CAMPANHA CONTRA LEI DA BLASFÉMIA”
  • Revisionista

    O Pakistan não será molestado … pois é aliados dos USA e NATO(títeres sionistas)….

  • Eduardo Russo

    Deveria fazer parte da declaração dos Direitos Humanos a lei que permitisse a qualquer cidadão blasfemar em alto e bom som em praça pública. Se é permitido o proselitismo religioso aos berros , seja nas ruas , trens e demais espaços, por que vc. não pode gritar : deus não existe ; o corão é um insulto à inteligencia humana ; o cristianismo é uma crença ridícula .
    Nada de agressivo aos crentes, apenas dizer o que pensamos.
    Obrigado

  • Eduardo Russo

    Deveria fazer parte da declaração dos Direitos Humanos a lei que permitisse a qualquer cidadão blasfemar em alto e bom som em praça pública. Se é permitido o proselitismo religioso aos berros , seja nas ruas , trens e demais espaços, por que vc. não pode gritar : deus não existe ; o corão é um insulto à inteligencia humana ; o cristianismo é uma crença ridícula .
    Nada de agressivo aos crentes, apenas dizer o que pensamos.
    Obrigado

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