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  • 27 de Agosto, 2009
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

Não há bestas perfeitas. Ninguém é perfeito

Bissau, 21 Fev (Lusa) – Dois dirigentes da comunidade muçulmana da Guiné-Bissau insurgiram-se contra o projecto do parlamento de abolir no país a prática de mutilação genital feminina, considerando tal pretensão uma “afronta ao Islão”.

Comentário: É preciso afrontar o Islão.

6 thoughts on “Não há bestas perfeitas. Ninguém é perfeito”
  • Eduardo Russo

    Esses mesmos dirigentes, quando sofrem alguma violencia por parte de adeptos de outra fé , vão pedir proteção às leis civis que os amparam nestes casos. Quando eles são os algozes , detalhe : a vítima é inocente e indefesa, aí então a barbárie deve ser permitida. Onde estão os clérigos muçulmanos europeus que nada dizem sobre esta torpeza ? A Humanidade não afronta o Islão; o Islão é um insulto ao ser humano. Vale para todos os fanatismos religiosos. Deus criou o Homem e o Diabo criou a religião.Obrigado

  • Jordan

    Este costume é tribal e nada tem a ver a com o islam. Nem o coran aprova tal medida. Noticias deturpadas são 1 insulto ao ser humano

  • Carpinteiro

    Jordan:

    Penso que você tal alguma razão no que escreve. Realmente o Corão nada diz sobre o assunto.

    Esta prática parece ter raízes muito antigas pois foram encontradas múmias egípcias circuncisadas, facto que remonta a 200 a.C., por isso crê-se que tudo teve início no Egipto e se espalhou através das tribos situadas na costa do Mar Vermelho, para os vendedores árabes e depois para a zona oriental do Sudão.

    Há no entanto uma passagem na bíblia que aborda uma história de mutilação feminina relacionada com o patriarca das três religiões monoteístas. Conta-se que Abraão (ou Ibrahim, em árabe) casou com a bela mas estéril Sara. Foi ela própria que lhe sugeriu que tomasse outra mulher, que lhe desse descendentes. Abraão escolheu Agar, a escrava egípcia, que engravidou. Existem várias versões do fim da história, mas a que interessa para o caso conta que Sara, apercebendo-se do interesse crescente de Abraão por Agar, virou a sua ira contra a escrava, mutilando o seu órgão sexual.

    Outras fontes que acrescentam que, durante os períodos de guerra, quando os homens saíam para combater, tal prática tinha como objectivo tornar as mulheres mais “frias”, para que não procurassem sexo na sua ausência e mais facilmente as obrigar à fidelidade ao marido, sendo esta prática considerada”sagrada”.

    O certo é que tal prática se mantém essencialmente em comunidades Islâmicas por receio de “perda de identidade” .

  • Eduardo Russo

    Esses mesmos dirigentes, quando sofrem alguma violencia por parte de adeptos de outra fé , vão pedir proteção às leis civis que os amparam nestes casos. Quando eles são os algozes , detalhe : a vítima é inocente e indefesa, aí então a barbárie deve ser permitida. Onde estão os clérigos muçulmanos europeus que nada dizem sobre esta torpeza ? A Humanidade não afronta o Islão; o Islão é um insulto ao ser humano. Vale para todos os fanatismos religiosos. Deus criou o Homem e o Diabo criou a religião.Obrigado

  • Jordan

    Este costume é tribal e nada tem a ver a com o islam. Nem o coran aprova tal medida. Noticias deturpadas são 1 insulto ao ser humano

  • Carpinteiro

    Jordan:

    Penso que você tal alguma razão no que escreve. Realmente o Corão nada diz sobre o assunto. No Egipto e na Eritreia esta prática existe na comunidade muçulmana, mas também na cristã.

    Esta prática parece ter raízes muito antigas pois foram encontradas múmias egípcias circuncisadas, facto que remonta a 200 a.C., por isso crê-se que tudo teve início no Egipto e se espalhou através das tribos situadas na costa do Mar Vermelho, para os vendedores árabes e depois para a zona oriental do Sudão.

    Há no entanto uma passagem na bíblia que aborda uma história de mutilação feminina relacionada com o patriarca das três religiões monoteístas. Conta-se que Abraão (ou Ibrahim, em árabe) casou com a bela mas estéril Sara. Foi ela própria que lhe sugeriu que tomasse outra mulher, que lhe desse descendentes. Abraão escolheu Agar, a escrava egípcia, que engravidou. Existem várias versões do fim da história, mas a que interessa para o caso conta que Sara, apercebendo-se do interesse crescente de Abraão por Agar, virou a sua ira contra a escrava, mutilando o seu órgão sexual.

    Outras fontes que acrescentam que, durante os períodos de guerra, quando os homens saíam para combater, tal prática tinha como objectivo tornar as mulheres mais “frias”, para que não procurassem sexo na sua ausência e mais facilmente as obrigar à fidelidade ao marido, sendo esta prática considerada”sagrada”.

    O certo é que tal prática se mantém essencialmente em comunidades Islâmicas por receio de “perda de identidade” .

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