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ICAR – Fascistas puros em minoria

Para os representantes oficiais da Igreja Católica na Alemanha, a Fraternidade Pio 10º cometeu uma “afronta contra a unidade da Igreja” ao ordenar três padres e dois diáconos na Baviera.

Comentário: B16 tem o coração num lado e a tiara noutro.

6 thoughts on “ICAR – Fascistas puros em minoria”
  • zeca portuga

    E desde quando, uma tasca de não crentes tem alguma coisa a ver com os problemas internos da Igreja?

    Meter-se nos assuntos alheios, além de um perfeita imbecilidade e de uma falta de educação, é a demonstração com rigor científica da falta de carácter e da perturbação mental de quem tem tais comportamentos.

    Como eu percebo os correligionários continuadores da sadia ideologia de Satlin e Mao!
    Habituados a dizimar tudo o que se opusesse, muito lhes custa nada puder fazer contra a Igreja.
    Na verdade, o ateísmo sempre foi a mais sanguinária das seitas ideologias. Mas, hoje, como nada podem… limitam-se a dar largas á sua falta de carácter, metendo-se na vida privada alheia.

    Os vossos insultos a pessoas e instituições que nada vos fizeram nem vos conhecem (nem imaginam que existem) testifica a mais sabuja vertente do vosso ódio viperino… mas, apesar de nojento, é como cuspir no mar pra ver se provocam uma enchente – são infinitesimalmente invisíveis e humanamente desconhecido. Logo tais imbecilidades, vindas de quem vêm, apenas permitiram àqueles que por aqui passam aferir da vossa rude condição. O ódio que vomitam e´ o espelho das vossas pútridas entranhas.

  • Carlos Esperança

    É hábito da Igreja meter-se na vida dos não crentes. Umas vezes para os queimar, ouras para os excomungar.

  • zeca portuga

    Sempre que alguém fere os principios de uma instituição terá que ser compulsivamente afastado – é assim em todo o lado.

  • Carpinteiro

    Zéca:

    Então a Igreja do Amor ao próximo?
    Onde está o dar a outra face?!
    Não foram esses os ensinamentos do “Mitológico” jesus que ainda hoje ninguém sabe se era de Belém ou de Nazaré.

  • zeca portuga

    Mas eu não sou Jesus nem sou santo.
    Num sociedade onde todos respeitam todos, independentemente dos conflitos, era possível e desejável viver dessa maneira; mas numa sociedade onde alguns (v.g. os ateístas) não respeitam ninguém, é a mais hedionda e cretinice ouvi-los invocar os valores cristãos. Os ateístas não queriam cristãos, queriam “cristos”.
    Embora isso demonstre a sua completa alucinação, os seus distúrbios mentais e as suas mais variadas e caricatas disfunções, lá continuam a propagandear a religião.

    Para aferir da demência dos ateístas e do seu comportamento obsessivo, por exemplo neste site, mostrem-me os “artigos” escritos que não versem religião – quem diz que Deus não existe e passa a vida a falar dele e dos princípios que estão subjacentes à vivência da fé, é ou não um demente?

    Ou não acredito no futebol profissional como um desporto. Para mim é uma máfia organizada, com leis que se sobrepõem às leis nacionais dos vários países. Como vejo isso como a mais indigna, nojenta e verdadeira aldrabice, não passo a vida falar disso – é ofensivo para mim meter-me nesse terreno e seria uma estupidez!

    Mas, há muito que “ser cristão” é diferente de “ser um cristo”.
    .
    E, se não quiser acabar como ele e muitos milhares que o seguiram, tenho de ter a noção que a minha vida e os meus interesses se sobrepõem aos demais.
    O próprio Jesus enxotou os vendilhões do templo, destruindo as suas bancas de venda.
    Também Jesus disse: “toda a árvore que dá maus frutos corta-se pela raiz e é lançada ao fogo”.

    Já chegou de atrocidades contra os cristãos e/ou em nome dos cristãos, levada a cabo por falsos crentes.
    Como toda a gente sabe a forma como os mais sanguinárias regimes ateístas de todos os tempos têm tratado os cristãos – por exemplo ainda hoje na China. E, antes que os ateístas comecem a sua saga (ele sobem sempre de pantufas mas depois desembainham a espada), é necessário estar alerta, e se necessário exterminar o mal pela raiz.

    Não acredito que seja necessário, porque uma característica dos adeptos daqueles que têm disfunções graves e se tornam lideres (v.g. Hitler) é dispersarem-se quando o líder morre.

    O maior problema da humanidade e o princípio e o fim de todos os conflitos sociais, radica na demência ateísta: a sua tendência mórbida para provocar as pessoas, para gerar mal-estar e incitar conflitos, a sua tendência patológica para insultar, difamar, injuriar, mentir e desonrar todo o que seja social e culturalmente aceite como boa prática, para além da sua oposição à convivência pacífica, à paz social e liberdade de fruição cultural, torna-os os mais temíveis terroristas, emparelhados apenas com os fundamentalistas talibãs e afins.

  • zeca portuga

    Mas eu não sou Jesus nem sou santo.
    Num sociedade onde todos respeitam todos, independentemente dos conflitos, era possível e desejável viver dessa maneira; mas numa sociedade onde alguns (v.g. os ateístas) não respeitam ninguém, é a mais hedionda e cretinice ouvi-los invocar os valores cristãos. Os ateístas não queriam cristãos, queriam “cristos”.
    Embora isso demonstre a sua completa alucinação, os seus distúrbios mentais e as suas mais variadas e caricatas disfunções, lá continuam a propagandear a religião.

    Para aferir da demência dos ateístas e do seu comportamento obsessivo, por exemplo neste site, mostrem-me os “artigos” escritos que não versem religião – quem diz que Deus não existe e passa a vida a falar dele e dos princípios que estão subjacentes à vivência da fé, é ou não um demente?

    Ou não acredito no futebol profissional como um desporto. Para mim é uma máfia organizada, com leis que se sobrepõem às leis nacionais dos vários países. Como vejo isso como a mais indigna, nojenta e verdadeira aldrabice, não passo a vida falar disso – é ofensivo para mim meter-me nesse terreno e seria uma estupidez!

    Mas, há muito que “ser cristão” é diferente de “ser um cristo”.
    .
    E, se não quiser acabar como ele e muitos milhares que o seguiram, tenho de ter a noção que a minha vida e os meus interesses se sobrepõem aos demais.
    O próprio Jesus enxotou os vendilhões do templo, destruindo as suas bancas de venda.
    Também Jesus disse: “toda a árvore que dá maus frutos corta-se pela raiz e é lançada ao fogo”.

    Já chegou de atrocidades contra os cristãos e/ou em nome dos cristãos, levada a cabo por falsos crentes.
    Como toda a gente sabe a forma como os mais sanguinárias regimes ateístas de todos os tempos têm tratado os cristãos – por exemplo ainda hoje na China. E, antes que os ateístas comecem a sua saga (ele sobem sempre de pantufas mas depois desembainham a espada), é necessário estar alerta, e se necessário exterminar o mal pela raiz.

    Não acredito que seja necessário, porque uma característica dos adeptos daqueles que têm disfunções graves e se tornam lideres (v.g. Hitler) é dispersarem-se quando o líder morre.

    O maior problema da humanidade e o princípio e o fim de todos os conflitos sociais, radica na demência ateísta: a sua tendência mórbida para provocar as pessoas, para gerar mal-estar e incitar conflitos, a sua tendência patológica para insultar, difamar, injuriar, mentir e desonrar todo o que seja social e culturalmente aceite como boa prática, para além da sua oposição à convivência pacífica, à paz social e liberdade de fruição cultural, torna-os os mais temíveis terroristas, emparelhados apenas com os fundamentalistas talibãs e afins.

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