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  • 22 de Junho, 2009
  • Por Miguel Duarte
  • Laicidade

Associação Humanista em Preparação

homem-humanismo1

“O Humanismo é uma postura de vida democrática e ética, que afirma que os seres humanos têm o direito e a responsabilidade de dar sentido e forma às suas próprias vidas. Defende a construção de uma sociedade mais humana, através de uma ética baseada em valores humanos e outros valores naturais, dentro do espírito da razão e do livre-pensamento, com base nas capacidades humanas. O Humanismo não é teísta e não aceita visões sobrenaturais da realidade.”

IHEU – Minimum Statement on Humanism

Após a manifestação de interesse ao longo dos últimos meses de um grande número de pessoas, foi aberta uma fase de pré-registo de associados para a recolha de manifestações de interesse na futura associação Humanista. Após ser atingido um número mínimo de interessados, irá ser marcada uma assembleia geral fundadora.

A associação terá como principais objectivos:

  • Defender a liberdade à não religião e promover os valores humanistas nas mais variadas áreas (ex: ética, direitos humanos, igualdade entre os sexos, laicidade, casamento, liberdade de expressão, educação);
  • Acabar com quaisquer formas de discriminação que tenham como base a religião, particularmente aquelas que afectem as organizações não religiosas ou os indivíduos sem religião;
  • Acabar com quaisquer privilégios concedidos às organizações religiosas e exigir a igualdade de tratamento para as organizações não religiosas sempre que faça sentido (ex: televisão, representação em órgãos consultivos públicos);
  • Educação imparcial no que toca às questões religiosas, que se foque nos valores humanos ou a oferta de ensino com base nos valores Humanistas em alternativa ao ensino religioso;
  • Oferecer alternativas cerimoniais humanistas às religiosas (ex: funeral, atribuição de nome a uma criança, casamento / união afectiva);
  • Criar eventos educativos para adultos e crianças na área do Humanismo;
  • Promover o debate de ideias e a criação de redes entre a população não religiosa em Portugal;
  • Promover a filantropia a organizações não religiosas em detrimento das que promovem uma fé específica;
  • Provar junto da sociedade civil que a postura não religiosa é uma postura de vida tão ou mais merecedora de respeito que a postura religiosa;
  • Ser a voz de todos aqueles que não sendo religiosos consideram mesmo assim ter uma ética a defender, particularmente num país em que a religião continua a ter inúmeros privilégios e uma força superior à sua representatividade.

Caso esteja interessado em fazer parte do projecto, pode consultar o actual site “Humanismo Secular Portugal” e fazer o seu pré-registo (sem compromissos) em http://www.humanismosecular.org/inscricao.

11 thoughts on “Associação Humanista em Preparação”
  • Elmano

    Mas não era nexexário!
    Quais os motivos que levam ao surgir de +1 associação? Acrescentar o humanismo? Para isso bastava alterar a designação e objecto da AAP.
    Todo o mundo quer protagonismo.
    Por este caminho, vamos parecer semelhantes aos crentes. Que já vão com 1922 igrejas e seitas!

  • Miguel Cunha Duarte

    Os fins são diferentes e mesmo no estrangeiro é normal existirem os dois tipos de associações a par e par (existem associações humanistas por toda a europa, algumas com mais de 100 anos).

    As actividades das associações humanistas normalmente estão mais centradas em questões éticas, organização de cerimónias humanistas (ex: funerais), contribuir para a educação humanista de crianças e adultos e em criar redes sociais entre os membros.

    Uma AAP, por outro lado, será necessariamente mais militante na promoção do ateísmo e anti-clericalismo que uma associação humanista.

    Eu diria que a nova associação será complementar às já existentes por abranger áreas que estas ainda não cobrem, nem querem cobrir. Note-se que eu sou membro fundador da AAP e membro da direcção da R&L.

    Muito sinceramente, eu nem estava muito para aqui virado, mas a realidade é que tenho recebido muitas solicitações para que seja criada uma associação nesta área (neste momento já tenho cerca de 20 pré-inscrições), pelo que há claramente um espaço que precisa de ser coberto.

  • sempapasnalingua

    Apoio inteiramente esta associação e acabei mesmo de me inscrever.
    Claro que não é incompatível nem concorrente com a AAP.
    Tanto mais que os ateus falalam falam mas nunca passam à acção.
    É evidente que falta um trabalho no terreno para se coseguir as alternativas culturais, sociais, simbólicas que marcam a vida dos cidadãos e monopolizadas pes religiões.Falta sobretudo militantismo para combater a hegemonia e poder das religiões. Mas os ateus em geral teem pruridos a fazer “proselitismo”, acabando por não beliscarem a hegemonia e totalitarismo político e social do islamo-cristianismo.
    Como teste, falei aqui um dia da necessidade de apoio a quem quizesse fazer cerimónias, tais como um funeral. Tive como reacção um silêncio absoluto.
    Aquando da campanha dosautocarros com o slogan”Deus provávelmente…” nada aconteceu, mas o entusiasmo dos ateus foi perceptível a este tipo dre iniciativas. O que significa que há muita gente a querer fazer coisas pela causa do anti-obscurantismo religioso e da laicidade, mas nada acontece e as energias esgotam-se no DA em circuito fechado.
    Claro que apoio o a AAP e o DA, mas há muito que deixei de apreciar o umbiguismo e narcisismo de certos intelectuais, que quando se pede apoio para actos concretos como invalidar a reabilitação dum cardeal patife com implatação duma estátua sua no espaço público a custos da autarquia numa aldeia da Província, aih aih aih …que não se pode beliscar os aparatchiks socialistas locais. Pois …e bomba pirolito e etc
    Espero que o passo seguinte seja a criação dum partido políco porque a ver o enunciado dos objectivos daquela associação não faltará programa.
    Bravo pela inicativa Miguel Cunha Duarte e contem comigo se alguma coisa poder fazer.

  • Miguel Cunha Duarte

    @sempapasnalingua – Não sei se a futura associação te poderá dar resposta a todos os anseios, mas sem dúvida os funerais serão uma das prioridades – várias pessoas já manifestaram esta necessidade – e pessoalmente eu teria feito a campanha do autocarro (eu cheguei a oferecer-me à AAP para pagar um autocarro!) – mas no Reino Unido esta foi feita precisamente pela Associação Humanista local. Aliás, a lei em Portugal permite-nos ter oudoors na rua à semelhança dos partidos políticos.

    Quanto à tua inscrição, manda-me um email, pois acho que não entrou.

  • Haddammann

    O Pronunciamento Mais Terrível da História Até Este Dia: Hoje.

    Vou Respirar; Muito Bem
    Vamos …

    Resguardado até então pra muitos, o conjuro feito desde que o ser humano lascou a pedra e viu o fogo assustar, e a escuridão espremer o coração …

    Armado pelo poder de troca o homem especulou sobre seus iguais; e premeditou a usurpação; (por que deveria se expor ao perigo? Por que deveria se cansar? Como tirar a caça do valoroso?); e inventou a mentira; o embuste. Mas não poderia fazer isso sozinho, teria que se asseclar com uns desvalidos, vestir um engodo com superioridade, e impor em ditames a ‘moral’ e o ‘respeito’ como um cabresto travador escorregadio e sob a tutela do conluio.
    Esse foi o primeiro declínio do despenhadeiro em que o ser humano se meteu até chegar ao espelho do ambiente na sua cara.

    Hoje há que se colocar tudo espalhado na mesa e ponderar … porque o desenrolar dos acontecimentos irremediáveis, sucedem céleres e completamente imunes e isentos do torcer e da premeditação do conluio.

    O ambiente da Terra risca inexorável sobre a presunção do potentado, e não ri. Sereno o desenvolver do juízo e dos conceitos e dos princípios e das leis ingenes, dispõe a sucessão dos fatos cravados nas rochas, soterrados nos escombros, gravados nos tratados científicos perseguidos, trazidos pelo investigar dos que nunca foram não sujeitos à submissão e à espreita dos que se amancomunaram para drenar a saúde, o vigor da liberdade, o prazer da vida humana; legados que nos foram garantidos pela evolução humana, atinentes ao valor dos produtores pelo labor em seu habitat; como acervo de direito da reflexão e aporte da consciência.
    Segunda Declaração do Desenlace-Leitura Um
    terça-feira, 23 de junho de 2009

    Cedido à Associação Humanista (em preparação); por ação para implemento de uma recomposição conjuntural de contexto e convivência civil em nosso Planeta.
    Em exclusiva colaboração para dotar os seres humanos não-nascidos-para-'crença' do aporte de conceitos indissimuláveis e propiciar o valor indomável do Homo Sapiens sapiens faber psi.

  • Zeca Portuga

    Eu tenho uma denominação para propor: “A Corja”.

    As correntes ditas “humanistas” modernas, de ética conhecem pouco e democráticas nada têm. Aliás, meter a democracia em questões deste teor é um abuso que ronda o crime. Ficam-me até dúvidas sobre a legalidade de uma “corja” com intuitos arruaceiros, destabilizadores, antidemocráticos e propagadores de ideologias anti-sociais perigosas que tentam conciliar o nazismo e o comunismo numa mesma bandeja.

    Todos são livres de dar sentido e forma à própria vida (eu defendo e pratico), mas em estreita obediência às balizas sócio-culturais e legais. O costume também é uma fonte de direito, a javardice nunca foi.

    Confundir “humanista” com “humana” (humano bondoso, compassivo, comunitário, humanitário, sensível, propenso à caridade e ajuda fraterna, respeitador da condição dos demais… etc), é um erro tão crasso e abismal como confundir “comunismo” com “comunidade”.

    Infelizmente, a deturpação moderna do humanismo está mais perto do anarquismo do que de qualquer corrente filosófica. Daí que confunda valores com praticas sócio-culturais e instituições socais (como por exemplo o casamento) – a esta confusão não é alheia uma marcada ignorância, moldada por uma grande falta de integração social, cultural e civilizacional, dos seus agentes (aqueles que não resolveram a crise da puberdade e a vivem de forma recalcada).
    Pior ainda, é que os ateístas portugueses – a misérrima meia-dúzia de esquizofrénicos incapazes de conter a sua vontade de aparecer em publico, e que, por falta de qualidades têm que dar nas vistas por atitudes indecentes – de “humanos”, nada têm, e ameaçam, até, os valores e direitos humanos consagrados na lei, pra além de uma descabida e despudorada falta de respeito pelos demais, tentando, à força que a sociedade os reconheça como legítimos representantes de algo… vá se lá saber o que é esse algo!

    Depois, proclamam um “Humanismo” que se baseia no egocentrismo /egoísmo. Ou seja: a negação da vivência social e o respeito pelas suas instituições.

    A ajuizar pelo que se lê, são uma facção radical e fundamentalista do “humanismo”.
    O humanismo, na sua concepção, em si não é anti religioso, nem ateísta. Os humanistas radicais, são extremistas e fundamentalistas (os talibãs da corrente humanista) – para este, o humanismo é uma concepção segundo a qual o Homem é o valor supremo, em absoluto.
    Mas, na verdade o humanismo não radical diz que o Homem é o valor supremo, exclusivamente ao nível das suas experiencias. O Humanismo (não fundamentalista) não era mais do que uma doutrina gnosiológica (de certo modo até introspectiva) , segundo a qual a verdade é puramente humana e exclusivamente dependente das experiências e necessidades de cada um.
    Mas, como em tudo na vida, um dia apareceu a facção fundamentalista – os talibãs do humanismo: ateístas, desordeiros, arruaceiros e xenófobos.

    A filosofia humanista é uma questão teórica, muito antiga e sem qualquer expressão ao longo da História (nunca se deve confundir com o humanismo da renascença, porque nada tem a ver).

    Uma interessante que aqui se lê, é “o numero mínimo de interessados” – mínimo e máximo… são sempre são mesmos!

    Há uns tempos, tive conhecimento do blog do professor HH (http://anti-ateismo.blogspot.com).
    Foi então lançada a ideia de criar um espaço reservado na Net, e receber apenas pessoas inscritas , com a finalidade de combater esta javardice e de criar uma associação anti-ateísta.
    Um pequena brincadeira transformou-se numa coisa que pode ser muito séria – em cerca de 4 meses tem mais de 1500 associados, todos com vontade de criar uma associação anti-ateísta e até um partido politico (coisa em que não alinho, mas ante as últimas noticias, vejo que alguns têm razão e, pelo que dizem faz sentido).

  • Elmano

    Caro Miguel Duarte
    Depois de ler os seus argumentos, reflecti e dou-lhe razão. O objecto da AAP é limitado relativamente a muitas das questões actuais.
    Não se pode responder ao proselitismo dos “cruzados” tipo Zeca portuga” com “passividade” filosófica.
    É preciso mais. Antes que a ICAR consiga tomar de assalto todos os terrenos de domínio público para, através do PARES, das paróquias, comissões fabriqueiras e zés portugas, tomar de assalto tudo o que é Escolas, Lares, Centros de Dia, Creches, Jardins de Infancia, Casas Mortuárias, é necessário que nos organizemos e constituamos uma alternativa.
    Que sejamos prosélitos do ateísmo, humanismo, da laicidade e da honestidade. Lutar contra o cinismo e hipocrisia das igrejas.
    Contem comigo para a Associação e para o proselitismo científico e racional.

  • Zeca Portuga

    A associação terá como principais objectivos:
    1 – “Defender a liberdade à não religião” – é uma expressão infeliz já que diz , exactamente, defender a “liberdade” de uma coisa chamada “não religião”. Se a não religião está a ameaçar a liberdade (e é bem possível), acho muito bem.

    2 – “Acabar com quaisquer formas de discriminação que tenham como base a religião,” – estou plenamente de acordo. Ou seja, ninguém (pessoa ou instituição) pode ser maltratada, injuriada ou difamada, prejudicada ou rechaçada por ser religiosa. È necessário pôr os ateístas na linha e responsabilizar as suas acusações injuriosas e difamatórias.
    3 –“Acabar com quaisquer privilégios concedidos às organizações religiosas” – que… não têm que ter privilégios. Quando falamos das religiões, por serem reconhecidas como tal, e por terem um estatuto de parceiros sociais, a cosia é que e diferente – estamos a falar de instituições sérias, credíveis e com um passado e uma presente tão importante como o próprio estado.
    O que nunca poderia acontecer, por ser uma imbecilidade extrema, era reconhecer as mesmas as atribuições, quando se fala de assuntos sérios, a um gang desprestigioso e desqualificável de extremistas anti-humanos e anti-cultura e anti paz social. Muito menos, quando o assunto é matéria religiosa, ouvir as anti religiosos.
    Ou seja, para discutir uma matéria de com implicações religiosas, chamar à conversa os anti-religiosos. São um imbecil ou demente poderia pensar em tal. Seria o dos anti-democratas pra discutir a democracia.
    Todas as associações têm direito a tempo de antena, dependente da sua representatividade (no caso dos ateístas é zero)… que se lhes pode fazer!?

    4 – Educação imparcial no que toca às questões religiosas – a educação é universalmente reconhecida como uma atribuição de quem exercer o poder paternal ou tutela esse poder. A lavagem cerebral que os ateístas querem, com o estado a decidir o tipo de educação que ao filhos recebem, já caiu em desuso com o fim da revolução cultural chinesa e foi desastrosa, por acaso.
    Porém, é aceitável que, nas nossas escolas, todos sejam obrigados a ter uma disciplina de formação moral e ética. Os que não quiserem ter EMRC ou outra disciplina religiosa , passem a ter, obrigatoriamente uma disciplina não confecional. Claro que neste caso teríamos duas questões: seria obrigatória ter uma das disciplinas, e a disciplina não religiosa, também não poderia focar aspectos religiosos, nem anti religiosos seria neutral. (isso queriam os profs de EMRC, dada a afluência acrescida á sua disciplina).
    5 – ”Oferecer alternativas cerimoniais humanistas às religiosas” – ou seja, criar uma seita com rituais e próprios. Curiosamente, reclama para si os mesmos rituais que critica na Igreja Católica – santa hipocrisia!
    Fica-me a duvida: e, onde se realizavam? Em que templos? Como seriam instituídos os gurus da seita? Qual a validade de tais ritos? Seriam feitos em nome de quê? Qual nome da divindade ateísta?

    6- ”Criar eventos educativos para adultos e crianças na área do Humanismo;” – ou seja, seria uma seita com catequeses, que tanto critica na Igreja Católica, e com uma “proseletismo” agressivo.
    Ensinavam o quê? Como se aborta em 3 tempos?. Como se deve passar por cima de todos valores sócio-culturais instituídos? Que não se deve obedecer a ninguém excepto às suas convicções?
    Que os ao pais não têm nada a ver coma formação/educação dos filhos e estes são livres e autónomos desde o primeiro momento?

    7 – ”Promover o debate de ideias e a criação de redes entre a população não religiosa em Portugal” – teríamos, portanto, uma estrutura igual á Igreja Católica, com uma, com pregações, novenas e afins, para além dos irmãos da confraria da seita ateísta – clonava-se tudo o que dizem estar mal!!!!

    8 – “Promover a filantropia a organizações não religiosas em detrimentodas que promovem uma fé específica”. – “Em detrimento” significa: danificando, causando dano em , prejudicando a… choca, com o princípio 2 e com a lei portuguesa.
    Mas, não deixa de ser bem pensado e uma excelente visão de fundamentalista talibã.
    Teríamos também , portanto, os seminários ateístas, os conventos ateístas e afins.

    9 – “Provar junto da sociedade civil que a postura não religiosa é uma postura de vida tão ou mais merecedora de respeito que a postura religiosa “ – ou seja, em assuntos de religião, divide-se a população nos religiosos com religião e nos religiosos sem religião. O que torna anedótico o ponto de visto ateísta: quem não acredita em Deus, a disputar o terreno para o seu não-Deus.
    Vocês são uma anedota. Ou, melhor, uma seita anedótica com visíveis problemas do foro neurológico.

  • Haddammann

    Fiz uma proposição de exclusividade ou pelo menos de antemão (antes de qualquer dissimulação ou ato de sofisma) para todas as comunidades de ateus e agnósticos e não-nascidos para a crença em geral obterem conceitos de valioso préstimo civil. E não obtive resposta até agora.

    Atentem pra isso que posto aqui e tracemos o vislumbre do horizonte próspero:

    De três mil a cinco mil anos é preciso para a Natureza, numa transição da evolução, formar uma persona como Michael Jackson.

    No ano em que se descobriu o Cinturão Van Halem, e o primeiro satélite foi enviado ao Espaço, e o submarino Nautilus rasgou o Ártico sob o gelo, nascem dois guris em dois hemisférios, nas duas Américas; e no mês que um dos guris completava nove anos, o outro guri via abismado e atônito o resultado da falácia protestante-católica dentro de sua casa desgraçadamente destruída com sangue e violência e bedelho de alcoviteiros.
    Michael sabia que nós, por ignorância, éramos(somos) marionetes nas mãos de presumidos “espertos”, que jogam-nos facilmente uns contra os outros com isuflação espúrias em todos os nossos âmbitos. E na sua obra está o mesmo que vou dizer aqui acerca de fé, consciência, e desenvolvimento humano:
    Não há como suster a consciência sem romance; a Natureza numa evolução espetacular culminou a polinização colorida da vida num conceito de máxima expressão, que quem já saborizou concordou com o nome de Amor. Há duas páginas pra se ler no entender da Vida: Uma é que somos portados (de direito e constituição) da intuição, do inferir livremente sobre tudo e qualquer coisa. E isso é individual e de foro intransferível: é o cunho que se nomeia fé, sem maiores atenções com rumos de investigações; por isso mesmo exlusivo; e por ser cru como é, se pautado para discussão é inconcebível pois não tem suporte, pois nós mesmos não lhes damos plausibilidade; e se transmitida só pode mesmo gerar crença e desta religião (com todos os espúrios interesses tão visivelmente inconcebíveis por tudo que nós já vimos até aqui). Outra é que somos (por instância vital sobre convivência e frutos de nossas ações) estruturados psicologicamente para colocar a intuição sob critério, para torná-la uma inferência para erigirmos apenas que seja uma única premissa; atinados da responsabilidade de termos o aquém e o depois do alcance da Ciência, isto é, para termos o recurso da poesia que instrui com valor reflexivo quando nos falta insumos informativos suficientes para dominarmos em certeza objetiva de Ciência. Quando mais que uma rudimentar intuição coligimos dados que tornam importâncias informativas em inferência e, com elas formamos uma única premissa, para apenas se ter uma causa, e depois um efeito e contarmos com uma simples possibilidade, para depois termos uma hipótese, depois uma tese, depois uma teoria, e por conclusão excelente um postulado; isso é uma tarefa para seres humanos, ou, conscientes.
    E isso não está à disposição da preguiça, de espertos, de covardes, de falastrões, e nem de embusteiros. Porque se guarda por si só.

    Michael exprimiu o estágio dos não-nascidos para a crença com esse porte e com a desenvoltura da Arte e da Música.

    Então aqui vai um toque para ateus (porque pra ‘crentes’ nem ao menos o custo da atenção vale o que nos faça tomar de volta pela cara o preço da ignorância que endeusam):
    Se saem das escumas da ignorância então também não cabe se atrelarem à imagens do que os que envoltos em crendices já se esquivavam, agindo assim pra afrontar os apegados à poluição de crenças; pois também muito mais medíocres do que ‘superiores’ vão se mostrar quando levados por outros do lado da dissimulação também assim pega os ateus, jogando-os confundidos na guerra entre os ‘espertos’ travados sofrivelmente em confrarias que insistem em continuar com o delírio de ‘domínio’ do mundo, arrebentando a liberdade individual e civil.

    A Arte, a Música, o Esporte, a Ciência, são básicos elementos para instituir um capitalismo meritocrático saudável e promissor à nossa espécie; pois é isso que em conjunto forma a Educação; para termos vigor e seiva vital para lidar com os parâmetros da vida com o aporte do escrúpulo e da dignidade, individual, civil, e de nação.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    sexta-feira, 26 de junho de 2009
    Recomendo os textos: A Canalhice Começou Assim; O Capitalismo Meritocrático; Freqüências Termo-Cromáticas; A Importância da Femina, entre outros postados na Internet.
    Todos constituem complementos da Lógica Espacial; o estudo e a reflexão do séc. XXI.
    http://www.youtube.com/watch?v=51tA1v1PoG4
    Tá na hora de acabar com a Monarquia Inglesa e seus fantoches espalhados usurpando os cargos de importância nos países.

  • Haddammann

    Fiz uma proposição de exclusividade ou pelo menos de antemão (antes de qualquer dissimulação ou ato de sofisma) para todas as comunidades de ateus e agnósticos e não-nascidos para a crença em geral obterem conceitos de valioso préstimo civil. E não obtive resposta até agora.

    Atentem pra isso que posto aqui e tracemos o vislumbre do horizonte próspero:

    De três mil a cinco mil anos é preciso para a Natureza, numa transição da evolução, formar uma persona como Michael Jackson.

    No ano em que se descobriu o Cinturão Van Halem, e o primeiro satélite foi enviado ao Espaço, e o submarino Nautilus rasgou o Ártico sob o gelo, nascem dois guris em dois hemisférios, nas duas Américas; e no mês que um dos guris completava nove anos, o outro guri via abismado e atônito o resultado da falácia protestante-católica dentro de sua casa desgraçadamente destruída com sangue e violência e bedelho de alcoviteiros.
    Michael sabia que nós, por ignorância, éramos(somos) marionetes nas mãos de presumidos “espertos”, que jogam-nos facilmente uns contra os outros com isuflação espúrias em todos os nossos âmbitos. E na sua obra está o mesmo que vou dizer aqui acerca de fé, consciência, e desenvolvimento humano:
    Não há como suster a consciência sem romance; a Natureza numa evolução espetacular culminou a polinização colorida da vida num conceito de máxima expressão, que quem já saborizou concordou com o nome de Amor. Há duas páginas pra se ler no entender da Vida: Uma é que somos portados (de direito e constituição) da intuição, do inferir livremente sobre tudo e qualquer coisa. E isso é individual e de foro intransferível: é o cunho que se nomeia fé, sem maiores atenções com rumos de investigações; por isso mesmo exlusivo; e por ser cru como é, se pautado para discussão é inconcebível pois não tem suporte, pois nós mesmos não lhes damos plausibilidade; e se transmitida só pode mesmo gerar crença e desta religião (com todos os espúrios interesses tão visivelmente inconcebíveis por tudo que nós já vimos até aqui). Outra é que somos (por instância vital sobre convivência e frutos de nossas ações) estruturados psicologicamente para colocar a intuição sob critério, para torná-la uma inferência para erigirmos apenas que seja uma única premissa; atinados da responsabilidade de termos o aquém e o depois do alcance da Ciência, isto é, para termos o recurso da poesia que instrui com valor reflexivo quando nos falta insumos informativos suficientes para dominarmos em certeza objetiva de Ciência. Quando mais que uma rudimentar intuição coligimos dados que tornam importâncias informativas em inferência e, com elas formamos uma única premissa, para apenas se ter uma causa, e depois um efeito e contarmos com uma simples possibilidade, para depois termos uma hipótese, depois uma tese, depois uma teoria, e por conclusão excelente um postulado; isso é uma tarefa para seres humanos, ou, conscientes.
    E isso não está à disposição da preguiça, de espertos, de covardes, de falastrões, e nem de embusteiros. Porque se guarda por si só.

    Michael exprimiu o estágio dos não-nascidos para a crença com esse porte e com a desenvoltura da Arte e da Música.

    Então aqui vai um toque para ateus (porque pra ‘crentes’ nem ao menos o custo da atenção vale o que nos faça tomar de volta pela cara o preço da ignorância que endeusam):
    Se saem das escumas da ignorância então também não cabe se atrelarem à imagens do que os que envoltos em crendices já se esquivavam, agindo assim pra afrontar os apegados à poluição de crenças; pois também muito mais medíocres do que ‘superiores’ vão se mostrar quando levados por outros do lado da dissimulação também assim pega os ateus, jogando-os confundidos na guerra entre os ‘espertos’ travados sofrivelmente em confrarias que insistem em continuar com o delírio de ‘domínio’ do mundo, arrebentando a liberdade individual e civil.

    A Arte, a Música, o Esporte, a Ciência, são básicos elementos para instituir um capitalismo meritocrático saudável e promissor à nossa espécie; pois é isso que em conjunto forma a Educação; para termos vigor e seiva vital para lidar com os parâmetros da vida com o aporte do escrúpulo e da dignidade, individual, civil, e de nação.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    sexta-feira, 26 de junho de 2009
    Recomendo os textos: A Canalhice Começou Assim; O Capitalismo Meritocrático; Freqüências Termo-Cromáticas; A Importância da Femina, entre outros postados na Internet.
    Todos constituem complementos da Lógica Espacial; o estudo e a reflexão do séc. XXI.
    http://www.youtube.com/watch?v=51tA1v1PoG4
    Tá na hora de acabar com a Monarquia Inglesa e seus fantoches espalhados usurpando os cargos de importância nos países.

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