Loading

Tentativa de reabilitar um cúmplice de Hitler

Planos da Santa Sé à data da 2ª Guerra Mundial, caso Hitler cumprisse a ameaça de raptar Pio XI.

A notícia foi avançada pelo jornal britânico Daily Telegraph, que cita documentos dos Arquivos Secretos do Vaticano. Com base num serviço do correspondente em Roma, refere que Pio XII disse à Cúria que a sua captura pelos nazis implicaria a sua resignação imediata, abrindo caminho à eleição de um sucessor.

19 thoughts on “Tentativa de reabilitar um cúmplice de Hitler”
  • Eduardo

    Lá vem a Igreja Chatófila Pedófila Romana mais uma vez tentando reescrever a história, esses tais arquivos secretos do vaticano são apenas uma fábrica de fraudes que os favoreçam.

  • Anticlerical

    Que nada, Edu!!! É verdade!! Houve até um plano de ETS em secuestrarem o papa!!!

  • Eduardo

    É verdade, tinha me esquecido que os “Greys” e os “Reptilianos” queriam sequestrar o papa. rsrsrsrs

  • Anticlerical

    é verdade!!! Soube que Franco,Salazar,Tiso,Pavelic,Horthy e Szalasi estavam envolvidos nesse plano…

  • Carpinteiro

    No “Mein Kampf”, livro onde anuncia o seu programa político, Hitler declara-se católico. Afirma estar convencido ser ele um “instrumento de deus”. A igreja católica nunca colocou no Índex o “Mein Kampf”, pois o programa anti-semita do futuro chanceler não desagradava à igreja. Hitler mostrará o seu reconhecimento tornando obrigatória uma prece a Jesus nas escolas públicas alemãs, introduzindo a frase “Gott mit uns” (Deus está conosco) nos uniformes do exército alemão.”

  • Miguel

    um amigo meu, que é católico, diz que quem vai a roma perde a fé! então seria bom que transferissem o Vaticano para Fátima!!! : )

  • Carpinteiro

    Em Junho de 2001 de visita a Babi Yar na Ucrania, Joao Paulo II apresentou as suas “sentidas desculpas pelos pecados da Igreja durante a II guerra”.
    A que pecados se referia este homem santo?

  • Carpinteiro

    Na verdade a igreja contribui de forma decisiva para o holocausto, e foi quem mais lucrou.
    No seu tradicional anti-semitismo. Em 1891 Sir Drumont escrevia no seu livro: le testament d´un anti-sémite, -«o assassinato de crianças cristãs às mãos de judeus é uma realidade como a luz do dia». Após numerosas peripécias (como no caso de Nuno Álvares Pereira) e investigações levadas a cabo pelo Vaticano, várias crianças foram declaradas santas, tomando como prova as suas mortes “documentadas”, às mãos dos judeus.
    Também o famoso “foetor judaicus” (fedor judaico) tem uma larga tradição na literatura cristã. Segundo a literatura da época, o tal “fedor judeu”, denunciaria até o mais astuto dos judeus que ousa-se fazer-se passar por cristão.
    Sérvios, judeus e ciganos, eram despojados de todos os seus bens e forçados a converterem-se à fé Católica Romana pelo clero Franciscano.
    Após a queda do regime Ustasha em 1945, toda ou parte do tesouro Ustasha roubado aos judeus, foi transferido para o clero Cooperativo Católico Romano e Franciscano, para ser transportado para Roma. Roma foi quem mais lucrou com o holocausto.
    O Relatório Bigelow, em 1948, confirmava que mais de duzentos milhões de francos suíços foram transferidos para a cidade do Vaticano com o auxílio do clero Católico e da Ordem Franciscana. Relatórios dos serviços secretos dos estados unidos confirmam que dois mil e quatro centos quilos de ouro Ustasha roubado aos judeus foram transferidos do Vaticano para uma das contas secretas do Vaticano num banco suíço. Muito desse dinheiro foi usado para ajudar na fuga a Nazis.

  • Carpinteiro

    ousasse

  • Anticlerical

    Pavelic,Tiso, Innitzer, Hudal,Ratlines,Draganovic….

  • Anticlerical

    http://www.elmundo.es/papel/2003/09/14/mundo/14
    Todos los muertos de monseñor Tiso gritan al Papa
    Los judíos piden que se excuse por las atrocidades que consintió el cura, quien fue presidente de Eslovaquia
    RUBEN AMON. Enviado especial

    BRATISLAVA.- El maritologio personal de Juan Pablo II ha incorporado dos nuevas voces. La primera corresponde a Vasil Hopko (1904-76), un obispo envenenado en los tiempos del régimen comunista. La segunda, Zdenka Schelingová, fue una monja que murió torturada después de haber urdido la fuga de un sacerdote prisionero.

    Publicidad
    anapixel
    La beatificación de ambos mártires alimenta la respuesta de Karol Wojtyla a las atrocidades del comunismo, pero la comunidad judía de Eslovaquia agradecería que la ceremonia dominical, última etapa del viaje pontificio, tuviera en consideración el papel genocida de un monseñor católico aliado del nazismo.

    Se llamaba Josef Tiso (1887-1947), desempeñó la presidencia del Gobierno durante seis años (1939-45) y promovió la deportación de decenas de miles de judíos hacia los campos de exterminio nazis. Especialmente cuando entraron en vigor las leyes raciales y discriminatorias del llamado Códice hebreo (1941).

    Las cifras demuestran que 57.837 judíos eslovacos fueron deportados en 1942 y que únicamente 300 sobrevivieron al genocidio. Josef Tito promovió un epílogo a las normas de pureza étnica, entre las que se encontraba la eliminación de la población gitana de Eslovaquia gracias a los métodos de exterminio de Hitler.

    El plan del monseñor católico sirvió para enriquecer la tesorería del régimen nazi, entre otros motivos porque un acuerdo bilateral establecía que el régimen colaboracionista y títere de Bratislava se comprometía a pagar 500 marcos por cada una de las cabezas sacrificadas en los campos de concentración germanos.

    ¿Por qué el Vaticano se mantuvo ajeno al comportamiento de Josef Tiso? ¿Es cierto que Pío XII prefirió abstenerse de intervenir? Unas y otras cuestiones vienen a cuento porque un historiador alemán, Hans Jakob Stehle, ha encontrado una serie de documentos que ponen en evidencia la pasividad de la Santa Sede.

    Llama la atención una carta, redactada en 1942, por monseñor Domenico Tardini, llamado a convertirse en el secretario de Estado de Juan XXIII. «Podemos entender que la Santa Sede no esté en condiciones de influir sobre Hitler pero ¿quién puede comprender que no sea capaz de detener a un sacerdote?», se preguntaba Tardini mientras el padre Tiso proseguía con los planes de deportación y exterminio.

    La caída de Hitler y el hundimiento del Estado marioneta de Eslovaquia pusieron fin a la limpieza étnica. Tiso intentó refugiarse en Austria y en Alemania, pero los soldados norteamericanos consiguieron arrestarlo en el exilio y lo pusieron a disposición de un tribunal checoslovaco que emitió la sentencia de muerte en 1947. Fue entonces cuando el Papa Pío XII intentó mediar en la salvación del genocida, esta vez argumentando que un sacerdote católico no podía morir ejecutado en la horca. Fue inútil; el presidente checo Edvard Benes firmó la ejecución después de un proceso judicial de 138 días.

    'Mea culpa'

    El caso Tiso ha reaparecido en la actualidad eslovaca a cuenta de la visita de Juan Pablo II. No sólo porque la comunidad judía de Bratislava, una de las más antiguas de Europa, espera que el Santo Padre se avenga a entonar el mea culpa. También porque el hipotético testimonio pontificio serviría de excusa para reavivar la cuestión de los bienes que el presidente genocida expropió a la comunidad hebrea.

    El Gobierno actual se ha comprometido a hacerlo de manera progresiva y a normalizar las relaciones entre las distintas confesiones religiosas que conviven en Eslovaquia. Los católicos constituyen la inmensa mayoría (72%), tal como pudo contemplarse ayer en el transcurso de la misa en Kosice (al este de Bratislava).

    Unos 150.000 fieles compartieron una explanada gigantesca, mientras el Papa intentaba mantener el tipo en el altar mayor. Las condiciones de salud parecen haber mejorado, pero el viaje de cuatro días en territorio eslovaco es devastador como pocos: implica seis vuelos aéreos, varios desplazamientos en coche y media docena de ceremonias públicas. Incluida la misa organizada en honor del obispo Hobko y la hermana Shelingova, cuya proclamación elevará a 1318 la cifra de beatos elevados por Juan Pablo II en casi 25 años de pontificado.

  • Miguel

    um amigo meu, que é católico, diz que quem vai a roma perde a fé! então seria bom que transferissem o Vaticano para Fátima!!! : )

  • Carpinteiro

    Em Junho de 2001 de visita a Babi Yar na Ucrania, Joao Paulo II apresentou as suas “sentidas desculpas pelos pecados da Igreja durante a II guerra”.
    A que pecados se referia este homem santo?

  • Carpinteiro

    Na verdade a igreja contribui de forma decisiva para o holocausto, e foi quem mais lucrou.
    No seu tradicional anti-semitismo. Em 1891 Sir Drumont escrevia no seu livro: le testament d´un anti-sémite, -«o assassinato de crianças cristãs às mãos de judeus é uma realidade como a luz do dia». Após numerosas peripécias (como no caso de Nuno Álvares Pereira) e investigações levadas a cabo pelo Vaticano, várias crianças foram declaradas santas, tomando como prova as suas mortes “documentadas”, às mãos dos judeus.
    Também o famoso “foetor judaicus” (fedor judaico) tem uma larga tradição na literatura cristã. Segundo a literatura da época, o tal “fedor judeu”, denunciaria até o mais astuto dos judeus que ousa-se fazer-se passar por cristão.
    Sérvios, judeus e ciganos, eram despojados de todos os seus bens e forçados a converterem-se à fé Católica Romana pelo clero Franciscano.
    Após a queda do regime Ustasha em 1945, toda ou parte do tesouro Ustasha roubado aos judeus, foi transferido para o clero Cooperativo Católico Romano e Franciscano, para ser transportado para Roma. Roma foi quem mais lucrou com o holocausto.
    O Relatório Bigelow, em 1948, confirmava que mais de duzentos milhões de francos suíços foram transferidos para a cidade do Vaticano com o auxílio do clero Católico e da Ordem Franciscana. Relatórios dos serviços secretos dos estados unidos confirmam que dois mil e quatro centos quilos de ouro Ustasha roubado aos judeus foram transferidos do Vaticano para uma das contas secretas do Vaticano num banco suíço. Muito desse dinheiro foi usado para ajudar na fuga a Nazis.

  • Carpinteiro

    ousasse

  • Anticlerical

    Pavelic,Tiso, Innitzer, Hudal,Ratlines,Draganovic….

  • Anticlerical

    http://www.elmundo.es/papel/2003/09/14/mundo/14
    Todos los muertos de monseñor Tiso gritan al Papa
    Los judíos piden que se excuse por las atrocidades que consintió el cura, quien fue presidente de Eslovaquia
    RUBEN AMON. Enviado especial

    BRATISLAVA.- El maritologio personal de Juan Pablo II ha incorporado dos nuevas voces. La primera corresponde a Vasil Hopko (1904-76), un obispo envenenado en los tiempos del régimen comunista. La segunda, Zdenka Schelingová, fue una monja que murió torturada después de haber urdido la fuga de un sacerdote prisionero.

    Publicidad
    anapixel
    La beatificación de ambos mártires alimenta la respuesta de Karol Wojtyla a las atrocidades del comunismo, pero la comunidad judía de Eslovaquia agradecería que la ceremonia dominical, última etapa del viaje pontificio, tuviera en consideración el papel genocida de un monseñor católico aliado del nazismo.

    Se llamaba Josef Tiso (1887-1947), desempeñó la presidencia del Gobierno durante seis años (1939-45) y promovió la deportación de decenas de miles de judíos hacia los campos de exterminio nazis. Especialmente cuando entraron en vigor las leyes raciales y discriminatorias del llamado Códice hebreo (1941).

    Las cifras demuestran que 57.837 judíos eslovacos fueron deportados en 1942 y que únicamente 300 sobrevivieron al genocidio. Josef Tito promovió un epílogo a las normas de pureza étnica, entre las que se encontraba la eliminación de la población gitana de Eslovaquia gracias a los métodos de exterminio de Hitler.

    El plan del monseñor católico sirvió para enriquecer la tesorería del régimen nazi, entre otros motivos porque un acuerdo bilateral establecía que el régimen colaboracionista y títere de Bratislava se comprometía a pagar 500 marcos por cada una de las cabezas sacrificadas en los campos de concentración germanos.

    ¿Por qué el Vaticano se mantuvo ajeno al comportamiento de Josef Tiso? ¿Es cierto que Pío XII prefirió abstenerse de intervenir? Unas y otras cuestiones vienen a cuento porque un historiador alemán, Hans Jakob Stehle, ha encontrado una serie de documentos que ponen en evidencia la pasividad de la Santa Sede.

    Llama la atención una carta, redactada en 1942, por monseñor Domenico Tardini, llamado a convertirse en el secretario de Estado de Juan XXIII. «Podemos entender que la Santa Sede no esté en condiciones de influir sobre Hitler pero ¿quién puede comprender que no sea capaz de detener a un sacerdote?», se preguntaba Tardini mientras el padre Tiso proseguía con los planes de deportación y exterminio.

    La caída de Hitler y el hundimiento del Estado marioneta de Eslovaquia pusieron fin a la limpieza étnica. Tiso intentó refugiarse en Austria y en Alemania, pero los soldados norteamericanos consiguieron arrestarlo en el exilio y lo pusieron a disposición de un tribunal checoslovaco que emitió la sentencia de muerte en 1947. Fue entonces cuando el Papa Pío XII intentó mediar en la salvación del genocida, esta vez argumentando que un sacerdote católico no podía morir ejecutado en la horca. Fue inútil; el presidente checo Edvard Benes firmó la ejecución después de un proceso judicial de 138 días.

    'Mea culpa'

    El caso Tiso ha reaparecido en la actualidad eslovaca a cuenta de la visita de Juan Pablo II. No sólo porque la comunidad judía de Bratislava, una de las más antiguas de Europa, espera que el Santo Padre se avenga a entonar el mea culpa. También porque el hipotético testimonio pontificio serviría de excusa para reavivar la cuestión de los bienes que el presidente genocida expropió a la comunidad hebrea.

    El Gobierno actual se ha comprometido a hacerlo de manera progresiva y a normalizar las relaciones entre las distintas confesiones religiosas que conviven en Eslovaquia. Los católicos constituyen la inmensa mayoría (72%), tal como pudo contemplarse ayer en el transcurso de la misa en Kosice (al este de Bratislava).

    Unos 150.000 fieles compartieron una explanada gigantesca, mientras el Papa intentaba mantener el tipo en el altar mayor. Las condiciones de salud parecen haber mejorado, pero el viaje de cuatro días en territorio eslovaco es devastador como pocos: implica seis vuelos aéreos, varios desplazamientos en coche y media docena de ceremonias públicas. Incluida la misa organizada en honor del obispo Hobko y la hermana Shelingova, cuya proclamación elevará a 1318 la cifra de beatos elevados por Juan Pablo II en casi 25 años de pontificado.

You must be logged in to post a comment.