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Portugueses eufóricos com D. Guilhermina

O bispo das Forças Armadas e de Segurança, D. Januário Torgal Ferreira, considera que os portugueses “estão perfeitamente divorciados” da canonização de D. Nuno Álvares Pereira, que se realiza domingo no Vaticano.

11 thoughts on “Portugueses eufóricos com D. Guilhermina”
  • António Parente

    Carlos Esperança

    Vai ter muito que escrever sobre beatos e santos portugueses. ;.)

    http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx

  • Elmano

    Vinte e três. Que número obtuso.
    Oh primo Parente, por favor busquem lá nos baús da sacristia e vejam se conseguem encontrar +2.
    É que ao quarteirão é mais barato.
    Ou, no mínimo +1, para fazer duas dúzias.
    Por exemplo: a Porra que é quem eu mais invoco, quando me pico, me queimo ou me entalo.
    O são “.oda-se”! que também é bastante invocado.
    Valha-vos São Caraimo mais a senhora das Ponas!

  • Rasputine Saloio

    Os portugueses são uns mal agradecidos.

  • josecamoreira

    Nem é para admirar. Com empresas a fechar todos os dias e o desemprego – e a fome – a aumentar, os portugueses estão-se borrifando para os folclores icarianos.

  • Ricardo Alves

    O D. Fernando seria muito útil para a «guerra de civilizações».

    A Alexandrina, para captar as anorécticas.

    O Guilherme Braga da Cruz é, no mínimo, curioso.

    Os de Fátima, é uma questão de tempo.

    Mas aquele que mais merece é o Formigão.

  • Ricardo Alves

    É um comentário corajoso, vindo de quem vem. Para os outros, é só o óbvio.

  • Carpinteiro

    O clero é oportunista Sabe fazer dinheiro com a miséria alheia. Quando as condições lhes são favoráveis, sabe como ninguém, explorar a ignorância em proveito próprio. Queixa-se que as igrejas estão vazias, não são parvos os crentes e estão fartos de ser tratados como carneirada, como imbecis. Pedem respeito quando eles mesmos não se dão ao respeito perante tão triste espectáculo. Quando assim é, sobra o desespero e descuida-se o ridículo.
    Escrevia o Carlos que em tempo de crise aumenta o recurso aos bruxos e afins. A Igreja numa tentativa de se antecipar à concorrência, desata a fabricar santos como um ilusionista saca coelhos da cartola. Triste espectáculo a que nos podiam poupar e que só nos envergonha numa Europa que se quer civilizada.

  • josecamoreira

    Nem é para admirar. Com empresas a fechar todos os dias e o desemprego – e a fome – a aumentar, os portugueses estão-se borrifando para os folclores icarianos.

  • Ricardo Alves

    O D. Fernando seria muito útil para a «guerra de civilizações».

    A Alexandrina, para captar as anorécticas.

    O Guilherme Braga da Cruz é, no mínimo, curioso.

    Os de Fátima, é uma questão de tempo.

    Mas aquele que mais merece é o Formigão.

  • Ricardo Alves

    É um comentário corajoso, vindo de quem vem. Para os outros, é só o óbvio.

  • Carpinteiro

    O clero é oportunista Sabe fazer dinheiro com a miséria alheia. Quando as condições lhes são favoráveis, sabe como ninguém, explorar a ignorância em proveito próprio. Queixa-se que as igrejas estão vazias, não são parvos os crentes e estão fartos de ser tratados como carneirada, como imbecis. Pedem respeito quando eles mesmos não se dão ao respeito perante tão triste espectáculo. Quando assim é, sobra o desespero e descuida-se o ridículo.
    Escrevia o Carlos que em tempo de crise aumenta o recurso aos bruxos e afins. A Igreja numa tentativa de se antecipar à concorrência, desata a fabricar santos como um ilusionista saca coelhos da cartola. Triste espectáculo a que nos podiam poupar e que só nos envergonha numa Europa que se quer civilizada.

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