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É preferível um médico obstetra

Bênção. D. José Policarpo falou do papel da Igreja

“Como o cardeal-patriarca disse, entregar os filhos à protecção de Deus, para que nasçam e cresçam com Ele, é muito reconfortante.”

10 thoughts on “É preferível um médico obstetra”
  • Atheos

    Bom… este catolico de Recife-PE-BR não confia na proteção de deus…

    http://www.januacoeli.wordpress.com/2008/12/04/a-violencia-de-recife/

    A violência de Recife

    Dezembro 4, 2008 por Jorge Ferraz

    Recife é uma cidade violenta. De acordo com o último estudo que eu vi sobre o assunto, no início do ano passado, é a capital mais violenta do país. Lembrei-me disso porque recebi um email hoje que citava alguns dos últimos assassinatos ocorridos na capital pernambucana, e alertava as pessoas para que repensassem os planos de visitarem (ou morarem em) Recife. Eis um trecho:

    Amigos e Amigas,
    aproxima-se o período de férias, época de viagens, de turismo. Preocupados com a segurança e a vida de vocês, peço-lhes encarecidamente que não venham passear e muito menos morar em Pernambuco, sobretudo no Recife. Aqui não existe mais segurança, é uma terra sem lei, onde os marginais condenam pessoas, sobretudo da classe média, à morte e ficam impunes.
    Aqui os bandidos são vistos como vítimas. Aqui não existe solidariedade com os cidadãos assassinados e muito menos com as famílias enlutadas! Aqui a pena de morte existe, mas contra nós da classe média, que pagamos impostos, pessoas decentes, honestas e trabalhadoras.

    O alarmismo não é infundado; os dados mostram. Existe uma equipe de jornalismo que se dedica a “contar” as pessoas assassinadas no Estado. Acabei de acessar e, este ano, estamos com 4042; 29, neste mês de dezembro (isso mesmo, nestes últimos quatro dias). Havia um projeto análogo no Rio de Janeiro, mas acho que foi desativado.

    Não sou expert em criminalidade no Brasil e só estive no Rio de Janeiro poucas vezes, a passeio; mas acredito que a principal diferença entre a Veneza Brasileira e a Cidade Maravilhosa é que, lá, há muitos assassinatos relacionados à guerra do tráfico. Aqui, também os há, mas a proporção é bem menor. Aqui morrem pessoas de bem que não têm nada a ver com a criminalidade. Aqui, suspira-se aliviado quando “não acontece nada” em um assalto.

    Lembro-me da última vez em que fui assaltado, no início do ano, e da terrível frustração que senti. Caminhava, junto com um amigo, em direção à parada de ônibus, no domingo à noite; o carro parou um pouco à nossa frente, na avenida deserta, e abriu a porta traseira. Vi o assalto segundos antes de sofrê-lo, e não havia nada que pudesse fazer. Desceu o meliante apontando-nos um revólver, levou-nos carteiras e celulares, entrou no carro e foi-se embora. Fomos à delegacia prestar queixa e – horror e vergonha! – o policial que nos atendeu censurou-nos por estarmos andando de noite por aí (!!). Disse-nos ainda que ele próprio “não era doido” de andar em Recife de noite, e que gostava de sair mas estava “sempre em casa às seis horas da noite” (!!!).

    Quando a única assistência que um policial pode prestar às vítimas da violência é aconselhá-las a ficarem em casa, e diz que ele próprio não tem coragem de sair às ruas, estamos no fundo do poço. É principalmente por isso, na minha modesta opinião de cidadão recifense, que a cidade está mergulhada no caos: porque as autoridades são pusilânimes, e não cumprem com o seu dever, e não coram de vergonha ao dizê-lo. A Veneza Brasileira afunda por causa da covardia institucionalizada e vista como virtude. Acostumado com estes fatos, eu fico sinceramente feliz quando leio uma notícia de que um assaltante foi morto porque a vítima (ou algum transeunte) reagiu a bala: afinal, deparo-me com alguém que – ao contrário do policial que me atendeu – ainda tem senso de responsabilidade. Mostra-me que ainda há esperança de escaparmos ao naufrágio.

  • Atheos

    Bom… este catolico de Recife-PE-BR não confia na proteção de deus…

    http://www.januacoeli.wordpress.com/2008/12/04/a-violencia-de-recife/

    A violência de Recife

    Dezembro 4, 2008 por Jorge Ferraz

    Recife é uma cidade violenta. De acordo com o último estudo que eu vi sobre o assunto, no início do ano passado, é a capital mais violenta do país. Lembrei-me disso porque recebi um email hoje que citava alguns dos últimos assassinatos ocorridos na capital pernambucana, e alertava as pessoas para que repensassem os planos de visitarem (ou morarem em) Recife. Eis um trecho:

    Amigos e Amigas,
    aproxima-se o período de férias, época de viagens, de turismo. Preocupados com a segurança e a vida de vocês, peço-lhes encarecidamente que não venham passear e muito menos morar em Pernambuco, sobretudo no Recife. Aqui não existe mais segurança, é uma terra sem lei, onde os marginais condenam pessoas, sobretudo da classe média, à morte e ficam impunes.
    Aqui os bandidos são vistos como vítimas. Aqui não existe solidariedade com os cidadãos assassinados e muito menos com as famílias enlutadas! Aqui a pena de morte existe, mas contra nós da classe média, que pagamos impostos, pessoas decentes, honestas e trabalhadoras.

    O alarmismo não é infundado; os dados mostram. Existe uma equipe de jornalismo que se dedica a “contar” as pessoas assassinadas no Estado. Acabei de acessar e, este ano, estamos com 4042; 29, neste mês de dezembro (isso mesmo, nestes últimos quatro dias). Havia um projeto análogo no Rio de Janeiro, mas acho que foi desativado.

    Não sou expert em criminalidade no Brasil e só estive no Rio de Janeiro poucas vezes, a passeio; mas acredito que a principal diferença entre a Veneza Brasileira e a Cidade Maravilhosa é que, lá, há muitos assassinatos relacionados à guerra do tráfico. Aqui, também os há, mas a proporção é bem menor. Aqui morrem pessoas de bem que não têm nada a ver com a criminalidade. Aqui, suspira-se aliviado quando “não acontece nada” em um assalto.

    Lembro-me da última vez em que fui assaltado, no início do ano, e da terrível frustração que senti. Caminhava, junto com um amigo, em direção à parada de ônibus, no domingo à noite; o carro parou um pouco à nossa frente, na avenida deserta, e abriu a porta traseira. Vi o assalto segundos antes de sofrê-lo, e não havia nada que pudesse fazer. Desceu o meliante apontando-nos um revólver, levou-nos carteiras e celulares, entrou no carro e foi-se embora. Fomos à delegacia prestar queixa e – horror e vergonha! – o policial que nos atendeu censurou-nos por estarmos andando de noite por aí (!!). Disse-nos ainda que ele próprio “não era doido” de andar em Recife de noite, e que gostava de sair mas estava “sempre em casa às seis horas da noite” (!!!).

    Quando a única assistência que um policial pode prestar às vítimas da violência é aconselhá-las a ficarem em casa, e diz que ele próprio não tem coragem de sair às ruas, estamos no fundo do poço. É principalmente por isso, na minha modesta opinião de cidadão recifense, que a cidade está mergulhada no caos: porque as autoridades são pusilânimes, e não cumprem com o seu dever, e não coram de vergonha ao dizê-lo. A Veneza Brasileira afunda por causa da covardia institucionalizada e vista como virtude. Acostumado com estes fatos, eu fico sinceramente feliz quando leio uma notícia de que um assaltante foi morto porque a vítima (ou algum transeunte) reagiu a bala: afinal, deparo-me com alguém que – ao contrário do policial que me atendeu – ainda tem senso de responsabilidade. Mostra-me que ainda há esperança de escaparmos ao naufrágio.

  • Carpinteiro

    Eu penso que D. Policarpo tem a melhor das intenções nas afirmações que profere.
    Afinal a protecção dos filhos está descrita na Bíblia que mais não é do que a palavra de Deus; senão vejamos:

    Êxodo 21:7-11 “Se um homem vender sua filha para ser escrava, esta não lhe sairá como saem os escravos. Se ela não agradar ao seu senhor, que se comprometeu a desposá-la, ele terá de permitir-lhe o resgate; não poderá vendê-la a um povo estranho, pois será isso deslealdade para com ela. Mas, se a casar com seu filho, tratá-la-á como se tratam as filhas. Se ele der ao filho outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira, nem os seus vestidos, nem os seus direitos conjugais. Se não lhe fizer estas três coisas, ela sairá sem retribuição, nem pagamento em dinheiro.”

    Aqui temos um excelente exemplo da moral bíblica da qual o Senhor Patriarca é um digno representante.

  • Carpinteiro

    Eu penso que D. Policarpo tem a melhor das intenções nas afirmações que profere.
    Afinal a protecção dos filhos está descrita na Bíblia que mais não é do que a palavra de Deus; senão vejamos:

    Êxodo 21:7-11 “Se um homem vender sua filha para ser escrava, esta não lhe sairá como saem os escravos. Se ela não agradar ao seu senhor, que se comprometeu a desposá-la, ele terá de permitir-lhe o resgate; não poderá vendê-la a um povo estranho, pois será isso deslealdade para com ela. Mas, se a casar com seu filho, tratá-la-á como se tratam as filhas. Se ele der ao filho outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira, nem os seus vestidos, nem os seus direitos conjugais. Se não lhe fizer estas três coisas, ela sairá sem retribuição, nem pagamento em dinheiro.”

    Aqui temos um excelente exemplo da moral bíblica da qual o Senhor Patriarca é um digno representante.

  • kavkaz

    O Sr. Policarpo nunca teve filhos para não os “entregar à protecção de Deus”!

    Ele não teve fé suficiente no que afirma aos outros!

  • kavkaz

    O Sr. Policarpo nunca teve filhos para não os “entregar à protecção de Deus”!

    Ele não teve fé suficiente no que afirma aos outros!

  • kavkaz

    Este ano a televisão francesa TF1 não irá transmitir a “missa do galo” a partir do Vaticano, com o Papa alemão. Este será substituido por um espectáulo do popular cantor francês Michell Sardou.

    A TF1 transmitia a “missa do galo” desde 1987. Agora, a missa do Vaticano será transmitida apenas pela televisão católica francesa.

    Fonte: sedmitza.ru

  • kavkaz

    Este ano a televisão francesa TF1 não irá transmitir a “missa do galo” a partir do Vaticano, com o Papa alemão. Este será substituido por um espectáulo do popular cantor francês Michell Sardou.

    A TF1 transmitia a “missa do galo” desde 1987. Agora, a missa do Vaticano será transmitida apenas pela televisão católica francesa.

    Fonte: sedmitza.ru

  • Atheos

    au revoir…
    Benoit…

  • Atheos

    au revoir…
    Benoit…

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