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  • 30 de Novembro, 2008
  • Por Carlos Esperança
  • Catolicismo

Catolicismo – Quais direitos humanos?

Em busca de uma resposta espiritual para os desafios da vida, 10 000 fiéis moram em 450 comunidades criadas na última década, trabalham sem receber salário e precisam de autorização para namorar.

14 thoughts on “Catolicismo – Quais direitos humanos?”
  • Atheos

    o catolicismo segue o lema: “ARBEIT MACHT FREI”

  • Atheos

    o catolicismo segue o lema: “ARBEIT MACHT FREI”

  • Amilton Silva

    Que tipo de trabalho essa gente realiza?Deve ser bem lucrativo já que trabalha de graça.

  • Amilton Silva

    Que tipo de trabalho essa gente realiza?Deve ser bem lucrativo já que trabalha de graça.

  • Atheos

    Acho 1 ironia a Veja denunciar isso… a Veja é puxa-saco da igreja….

  • Atheos

    Acho 1 ironia a Veja denunciar isso… a Veja é puxa-saco da igreja….

  • Luciano

    Enquanto isso , aqui no que eles consideram o seu feudo, esses malditos vão se impondo:

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2008/12/01/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=90272/em_noticia_interna.shtml

  • Luciano

    Enquanto isso , aqui no que eles consideram o seu feudo, esses malditos vão se impondo:

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2008/12/01/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=90272/em_noticia_interna.shtml

  • Rasputine Saloio

    Alguém os obriga?
    Desde que não tentem impor-me nada, problema deles.

  • Rasputine Saloio

    Alguém os obriga?
    Desde que não tentem impor-me nada, problema deles.

  • Atheos

    olhem essa
    http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=247343

    NÃO SE RECONHECE VÍNCULO TRABALHISTA ENTRE OS PADRES E AS DIOCESES

    Cidade do Vaticano, 02 dez (RV) – Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.

    Hoje respondemos à seguinte questão: Não se reconhece vínculo trabalhista entre os padres e as Dioceses, assim como entre os religiosos e religiosas e seus respectivos Institutos (artigo 16 do Acordo). Esta previsão não fere a legislação trabalhista do País, abrindo espaço para abusos?
    O não reconhecimento de vínculo empregatício entre os ministros ordenados e as suas Dioceses e entre os fiéis consagrados e os Institutos Religiosos a que eles pertencem está clara e unanimemente definido pelo magistério da doutrina jurídica e pela suprema jurisprudência juslaborista, solidamente amparada nos preceitos da Constituição Federal e do ordenamento infraconstitucional do nosso País.

    Não é supérfluo citar aqui, à guisa de exemplo dessa consolidada orientação do direito do trabalho brasileiro, algumas passagens fundamentais de um recente Acórdão do Tribunal Superior do Trabalho, que define que o trabalho realizado por religiosos, segundo a sua vocação, não gera vínculo empregatício (TST-AIRR 3652/2002-900-05-00, em DJ de 09/05/03). Lê-se da sua ementa: «O vínculo que une o pastor à sua Igreja é de natureza religiosa e vocacional. Relacionado à resposta a uma chamada interior e não ao intuito de percepção de remuneração terrena. A subordinação existente é de índole eclesiástica, e não empregatícia, e a retribuição percebida diz respeito exclusivamente ao necessário para a manutenção do religioso. Apenas no caso de desvirtuamento da própria instituição religiosa, buscando lucrar com a palavra de Deus, é que se poderia enquadrar a igreja […] como empresa e o pastor como empregado». E ainda, lemos no corpus da sua cuidadosa motivação: «Os juslaboristas pátrios, não se distanciando da doutrina estrangeira, são praticamente unânimes em não reconhecer a possibilidade de vínculo empregatício entre os ministros das diversas confissões religiosas (padres, pastores, rabinos, etc) e suas respectivas igrejas ou congregações. […] Também a jurisprudência tem sido firme na mesma esteira da doutrina, apenas admitindo o vínculo no caso do desvirtuamento da instituição». Tal “desvirtuamento” – previsto também no dispositivo do nosso Acordo como única exceção possível à exclusão do vínculo empregatício – dá-se, conforme a mesma sentença aqui citada, apenas nas hipóteses em que seja provado, em juízo, que se trata de «instituições que aparentam finalidades religiosas e, na verdade, dedicam-se a explorar o sentimento religioso do povo, com fins lucrativos».

    O referido Artigo trata também, no inciso II, dos fiéis que realizam na Igreja tarefas da mais variada natureza (“apostólica, pastoral, litúrgica, catequética, assistencial, de promoção humana e semelhantes…”) «a título voluntário», isto é, em força de um regular contrato (“termo de adesão”) de voluntariado, conforme quanto estabelecido pela Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, que disciplina o fascinante e benemérito mundo do voluntariado. A citada previsão do nosso Acordo observa esta valiosa Lei Federal, em perfeita sintonia com seus preceitos e princípios inspiradores.

  • Atheos

    olhem essa
    http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=247343

    NÃO SE RECONHECE VÍNCULO TRABALHISTA ENTRE OS PADRES E AS DIOCESES

    Cidade do Vaticano, 02 dez (RV) – Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.

    Hoje respondemos à seguinte questão: Não se reconhece vínculo trabalhista entre os padres e as Dioceses, assim como entre os religiosos e religiosas e seus respectivos Institutos (artigo 16 do Acordo). Esta previsão não fere a legislação trabalhista do País, abrindo espaço para abusos?
    O não reconhecimento de vínculo empregatício entre os ministros ordenados e as suas Dioceses e entre os fiéis consagrados e os Institutos Religiosos a que eles pertencem está clara e unanimemente definido pelo magistério da doutrina jurídica e pela suprema jurisprudência juslaborista, solidamente amparada nos preceitos da Constituição Federal e do ordenamento infraconstitucional do nosso País.

    Não é supérfluo citar aqui, à guisa de exemplo dessa consolidada orientação do direito do trabalho brasileiro, algumas passagens fundamentais de um recente Acórdão do Tribunal Superior do Trabalho, que define que o trabalho realizado por religiosos, segundo a sua vocação, não gera vínculo empregatício (TST-AIRR 3652/2002-900-05-00, em DJ de 09/05/03). Lê-se da sua ementa: «O vínculo que une o pastor à sua Igreja é de natureza religiosa e vocacional. Relacionado à resposta a uma chamada interior e não ao intuito de percepção de remuneração terrena. A subordinação existente é de índole eclesiástica, e não empregatícia, e a retribuição percebida diz respeito exclusivamente ao necessário para a manutenção do religioso. Apenas no caso de desvirtuamento da própria instituição religiosa, buscando lucrar com a palavra de Deus, é que se poderia enquadrar a igreja […] como empresa e o pastor como empregado». E ainda, lemos no corpus da sua cuidadosa motivação: «Os juslaboristas pátrios, não se distanciando da doutrina estrangeira, são praticamente unânimes em não reconhecer a possibilidade de vínculo empregatício entre os ministros das diversas confissões religiosas (padres, pastores, rabinos, etc) e suas respectivas igrejas ou congregações. […] Também a jurisprudência tem sido firme na mesma esteira da doutrina, apenas admitindo o vínculo no caso do desvirtuamento da instituição». Tal “desvirtuamento” – previsto também no dispositivo do nosso Acordo como única exceção possível à exclusão do vínculo empregatício – dá-se, conforme a mesma sentença aqui citada, apenas nas hipóteses em que seja provado, em juízo, que se trata de «instituições que aparentam finalidades religiosas e, na verdade, dedicam-se a explorar o sentimento religioso do povo, com fins lucrativos».

    O referido Artigo trata também, no inciso II, dos fiéis que realizam na Igreja tarefas da mais variada natureza (“apostólica, pastoral, litúrgica, catequética, assistencial, de promoção humana e semelhantes…”) «a título voluntário», isto é, em força de um regular contrato (“termo de adesão”) de voluntariado, conforme quanto estabelecido pela Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, que disciplina o fascinante e benemérito mundo do voluntariado. A citada previsão do nosso Acordo observa esta valiosa Lei Federal, em perfeita sintonia com seus preceitos e princípios inspiradores.

  • Jose

    “Não se reconhece vínculo trabalhista entre os padres e as Dioceses, assim como entre os religiosos e religiosas e seus respectivos Institutos (artigo 16 do Acordo). Esta previsão não fere a legislação trabalhista do País…?”.

    Deixe-me fazer ums pergunta que considero equivalente, mas cuja resposta esclarece muito mais.

    Imagine que um padre perde a fé e passa a ateu (viva!). Isso poderá ser causa de despedimento por parte da sua igreja?

    José Simões

  • Jose

    “Não se reconhece vínculo trabalhista entre os padres e as Dioceses, assim como entre os religiosos e religiosas e seus respectivos Institutos (artigo 16 do Acordo). Esta previsão não fere a legislação trabalhista do País…?”.

    Deixe-me fazer ums pergunta que considero equivalente, mas cuja resposta esclarece muito mais.

    Imagine que um padre perde a fé e passa a ateu (viva!). Isso poderá ser causa de despedimento por parte da sua igreja?

    José Simões

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