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Pena de morte – Solução bárbara e ineficaz

Jacarta – Os três islamitas que foram condenados à morte pelos atentados cometidos em Bali em 2002, e que causaram 202 mortos, vão ser fuzilados no início do mês de Novembro.
46 thoughts on “Pena de morte – Solução bárbara e ineficaz”
  • Atheos

    Muitos jornalista ignoram que em Bali jazem inúmeros vítimas de Suharto. Muitos deste “extremismo islâmico” contra o governo indonésio e ocidentais (não que eu defenda atos violentos) se deve ao regime de Suharto e notória cumplicidade dos EUA e GB. Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto.

  • Atheos

    Muitos jornalista ignoram que em Bali jazem inúmeros vítimas de Suharto. Muitos deste “extremismo islâmico” contra o governo indonésio e ocidentais (não que eu defenda atos violentos) se deve ao regime de Suharto e notória cumplicidade dos EUA e GB. Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto.

  • Atheos

    Muitos jornalista ignoram que em Bali jazem inúmeros vítimas de Suharto. Muitos deste “extremismo islâmico” contra o governo indonésio e ocidentais (não que eu defenda atos violentos) se deve ao regime de Suharto e notória cumplicidade dos EUA e GB. Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto.

  • Atheos

    Muitos jornalista ignoram que em Bali jazem inúmeros vítimas de Suharto. Muitos deste “extremismo islâmico” contra o governo indonésio e ocidentais (não que eu defenda atos violentos) se deve ao regime de Suharto e notória cumplicidade dos EUA e GB. Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto.

  • Jose

    “Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto”

    Com certeza, CERTAMENTE, aliás de outra maneira os islâmicos não seriam capazes de fazer mal a uma mosca. Tudo malta tolerante e pacífica.

    José Simões

  • Jose

    “Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto”

    Com certeza, CERTAMENTE, aliás de outra maneira os islâmicos não seriam capazes de fazer mal a uma mosca. Tudo malta tolerante e pacífica.

    José Simões

  • Jose

    “Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto”

    Com certeza, CERTAMENTE, aliás de outra maneira os islâmicos não seriam capazes de fazer mal a uma mosca. Tudo malta tolerante e pacífica.

    José Simões

  • Jose

    “Certamente, alguns destes “terríveis terroristas” perderam amigos e parentes por causa de Suharto”

    Com certeza, CERTAMENTE, aliás de outra maneira os islâmicos não seriam capazes de fazer mal a uma mosca. Tudo malta tolerante e pacífica.

    José Simões

  • Amilton Silva

    Se a pena de morte resolvesse alguma coisa não haveria crimes em vários estados dos EUA.E em vários outros lugares do mundo.

  • Amilton Silva

    Se a pena de morte resolvesse alguma coisa não haveria crimes em vários estados dos EUA.E em vários outros lugares do mundo.

  • Amilton Silva

    Se a pena de morte resolvesse alguma coisa não haveria crimes em vários estados dos EUA.E em vários outros lugares do mundo.

  • Manuel Arruda

    Não sou contra a pena de morte.

    Sou contra a pena de morte quando aplicada a questões ideológicas, estejamos a falar de política ou de religião.

    Não sou contra a pena de morte quando o sujeito for alguém que seja realmente um grande perigo para os outros, como por exemplo um serial-killer. Pessoas que fazem mal aos outros só porque sim ou só para aumentar o seu bem estar pessoal deviam levar tanta porrada em cima que nunca mais se levantavam.

  • Manuel Arruda

    Não sou contra a pena de morte.

    Sou contra a pena de morte quando aplicada a questões ideológicas, estejamos a falar de política ou de religião.

    Não sou contra a pena de morte quando o sujeito for alguém que seja realmente um grande perigo para os outros, como por exemplo um serial-killer. Pessoas que fazem mal aos outros só porque sim ou só para aumentar o seu bem estar pessoal deviam levar tanta porrada em cima que nunca mais se levantavam.

  • Manuel Arruda

    Não sou contra a pena de morte.

    Sou contra a pena de morte quando aplicada a questões ideológicas, estejamos a falar de política ou de religião.

    Não sou contra a pena de morte quando o sujeito for alguém que seja realmente um grande perigo para os outros, como por exemplo um serial-killer. Pessoas que fazem mal aos outros só porque sim ou só para aumentar o seu bem estar pessoal deviam levar tanta porrada em cima que nunca mais se levantavam.

  • Manuel Arruda

    Não sou contra a pena de morte.

    Sou contra a pena de morte quando aplicada a questões ideológicas, estejamos a falar de política ou de religião.

    Não sou contra a pena de morte quando o sujeito for alguém que seja realmente um grande perigo para os outros, como por exemplo um serial-killer. Pessoas que fazem mal aos outros só porque sim ou só para aumentar o seu bem estar pessoal deviam levar tanta porrada em cima que nunca mais se levantavam.

  • Jose Moreira

    Li, algures e de passagem, que os condenados pedem para serem decapitados, em vez de fuzilados. Presumo que tenha a ver, ainda, com a religião. O fanatismo até ao último suspiro.

  • Jose Moreira

    Li, algures e de passagem, que os condenados pedem para serem decapitados, em vez de fuzilados. Presumo que tenha a ver, ainda, com a religião. O fanatismo até ao último suspiro.

  • Jose Moreira

    Li, algures e de passagem, que os condenados pedem para serem decapitados, em vez de fuzilados. Presumo que tenha a ver, ainda, com a religião. O fanatismo até ao último suspiro.

  • Jose Moreira

    Desculpem. Encontrei. Foi aquihttp://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=114238
    que eu li.
    Aliás, é interessante ler o artigo todo. Dá que pensar. Eu também sou, por princípio, contra a pena de morte. Mas…

  • Jose Moreira

    Desculpem. Encontrei. Foi aquihttp://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=114238
    que eu li.
    Aliás, é interessante ler o artigo todo. Dá que pensar. Eu também sou, por princípio, contra a pena de morte. Mas…

  • Jose Moreira

    Desculpem. Encontrei. Foi aquihttp://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=114238
    que eu li.
    Aliás, é interessante ler o artigo todo. Dá que pensar. Eu também sou, por princípio, contra a pena de morte. Mas…

  • kavkaz

    A pena de morte deveria ser erradicada em todos os países do Mundo!

    Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.

  • kavkaz

    A pena de morte deveria ser erradicada em todos os países do Mundo!

    Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.

  • kavkaz

    A pena de morte deveria ser erradicada em todos os países do Mundo!

    Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.

  • kavkaz

    A pena de morte deveria ser erradicada em todos os países do Mundo!

    Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.

  • Manuel Arruda

    “Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.”

    Não se fica nada criminoso como eles. É tudo uma questão de crime e castigo. Eles fizeram o mal, eles merecem ser castigados. Ainda por cima quando se trata de crimes violentos que podem voltar a ser repetidos, o melhor mesmo é cortar o mal pela raiz.

    Claro que basta um inocente ser condenado que toda a teoria cai por terra. Não acredito em “danos colaterais”. Daí ser a favor da pena de morte, mas apenas em situações bem claras, sem qualquer margem de dúvida.

  • Manuel Arruda

    “Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.”

    Não se fica nada criminoso como eles. É tudo uma questão de crime e castigo. Eles fizeram o mal, eles merecem ser castigados. Ainda por cima quando se trata de crimes violentos que podem voltar a ser repetidos, o melhor mesmo é cortar o mal pela raiz.

    Claro que basta um inocente ser condenado que toda a teoria cai por terra. Não acredito em “danos colaterais”. Daí ser a favor da pena de morte, mas apenas em situações bem claras, sem qualquer margem de dúvida.

  • Manuel Arruda

    “Por terríveis que sejam os crimes cometidos não se deve repetir a receita dos criminosos. Fica-se criminoso como eles. E sujeita-se a cometer erros de avaliação irreparáveis.”

    Não se fica nada criminoso como eles. É tudo uma questão de crime e castigo. Eles fizeram o mal, eles merecem ser castigados. Ainda por cima quando se trata de crimes violentos que podem voltar a ser repetidos, o melhor mesmo é cortar o mal pela raiz.

    Claro que basta um inocente ser condenado que toda a teoria cai por terra. Não acredito em “danos colaterais”. Daí ser a favor da pena de morte, mas apenas em situações bem claras, sem qualquer margem de dúvida.

  • kavkaz

    Manuel Arruda

    Ao matar-se uma pessoa, por muito má que ela seja julgada, comete-se um assassínio. faz-se aquilo que ela fez. Desceu-se ao nível dela.

    A Sociedade mostrará uma grande dignidade e maturidade se não usar a mesma resposta, do tipo “olho por olho, dente por dente”, isto é não mata aqueles que foram acusados de crimes de morte.

    Nos EUA já diversas vezes descobriu-se que condenados à morte não praticaram os crimes de que foram acusados. Outros estavam inocentes.

    Portugal pode orgulhar-se de não praticar a pena de morte. É um bom exemplo! Há um movimento internacional para acabar com a pena de morte em todos os países do Mundo.

    Para mim é evidente que quem manda matar é criminoso! E merece ser julgado e ir para a cadeia por muitos e bons anos!

    Temos por aí uns políticos que precisavam de ser julgados no Tribunal de Haia antes de morrerem com reformas douradas!

  • kavkaz

    Manuel Arruda

    Ao matar-se uma pessoa, por muito má que ela seja julgada, comete-se um assassínio. faz-se aquilo que ela fez. Desceu-se ao nível dela.

    A Sociedade mostrará uma grande dignidade e maturidade se não usar a mesma resposta, do tipo “olho por olho, dente por dente”, isto é não mata aqueles que foram acusados de crimes de morte.

    Nos EUA já diversas vezes descobriu-se que condenados à morte não praticaram os crimes de que foram acusados. Outros estavam inocentes.

    Portugal pode orgulhar-se de não praticar a pena de morte. É um bom exemplo! Há um movimento internacional para acabar com a pena de morte em todos os países do Mundo.

    Para mim é evidente que quem manda matar é criminoso! E merece ser julgado e ir para a cadeia por muitos e bons anos!

    Temos por aí uns políticos que precisavam de ser julgados no Tribunal de Haia antes de morrerem com reformas douradas!

  • kavkaz

    Manuel Arruda

    Ao matar-se uma pessoa, por muito má que ela seja julgada, comete-se um assassínio. faz-se aquilo que ela fez. Desceu-se ao nível dela.

    A Sociedade mostrará uma grande dignidade e maturidade se não usar a mesma resposta, do tipo “olho por olho, dente por dente”, isto é não mata aqueles que foram acusados de crimes de morte.

    Nos EUA já diversas vezes descobriu-se que condenados à morte não praticaram os crimes de que foram acusados. Outros estavam inocentes.

    Portugal pode orgulhar-se de não praticar a pena de morte. É um bom exemplo! Há um movimento internacional para acabar com a pena de morte em todos os países do Mundo.

    Para mim é evidente que quem manda matar é criminoso! E merece ser julgado e ir para a cadeia por muitos e bons anos!

    Temos por aí uns políticos que precisavam de ser julgados no Tribunal de Haia antes de morrerem com reformas douradas!

  • kavkaz

    Um exemplo de que não se deve aplicar a pena de morte foi dado pela Argentina ao aplicar a pena de prisão perpétua a…

    …«o sacerdote católico argentino Christian von Vernich que há alguns meses foi condenado a prisão perpétua por genocídio. Seis assassinatos, torturas a 34 pessoas e sequestro ilegal em 42 casos, eis a sua folha de serviços. É até possível, permita-se-me a trágica ironia, que tenha alguma vez dado a extrema unção a uma das suas vítimas…

    Publicado em O Caderno de Saramago»

  • kavkaz

    Um exemplo de que não se deve aplicar a pena de morte foi dado pela Argentina ao aplicar a pena de prisão perpétua a…

    …«o sacerdote católico argentino Christian von Vernich que há alguns meses foi condenado a prisão perpétua por genocídio. Seis assassinatos, torturas a 34 pessoas e sequestro ilegal em 42 casos, eis a sua folha de serviços. É até possível, permita-se-me a trágica ironia, que tenha alguma vez dado a extrema unção a uma das suas vítimas…

    Publicado em O Caderno de Saramago»

  • Manuel Arruda

    «Ao matar-se uma pessoa, por muito má que ela seja julgada, comete-se um assassínio. faz-se aquilo que ela fez. Desceu-se ao nível dela.»

    Discordo veementemente. O criminoso cometeu o crime e sabia que o estava a cometer. O criminoso prejudicou inocentes. Um criminoso não é inocente, ainda para mais se estamos a falar de crimes violentos, como é o caso dos homicídios. Compreendo que há quem não concorde com a pena de morte e confesso que eu próprio considero que a prisão perpétua com trabalhos forçados é mais útil à sociedade, mas há gente que não merece essa oportunidade. Há gente para a qual a justiça nunca é suficientemente severa.

  • Manuel Arruda

    «Ao matar-se uma pessoa, por muito má que ela seja julgada, comete-se um assassínio. faz-se aquilo que ela fez. Desceu-se ao nível dela.»

    Discordo veementemente. O criminoso cometeu o crime e sabia que o estava a cometer. O criminoso prejudicou inocentes. Um criminoso não é inocente, ainda para mais se estamos a falar de crimes violentos, como é o caso dos homicídios. Compreendo que há quem não concorde com a pena de morte e confesso que eu próprio considero que a prisão perpétua com trabalhos forçados é mais útil à sociedade, mas há gente que não merece essa oportunidade. Há gente para a qual a justiça nunca é suficientemente severa.

  • kavkaz

    Manuel Arruda

    Discordar da opinião dos outros é normal e salutar em democracia. Só em ditadura, como nas religiões, a interpretação oficial é a única certa e aceitável.

    “O criminoso cometeu um crime e sabia que o estava a cometer”. Também o Estado ao mandar enforcar ou fuzilar um criminoso está a cometer um crime e sabe que o está a fazer. Vê diferença nos procedimentos? Não vejo diferença na actuação de um e de outro.

    Para além da tragédia da tomada de posição (errada) do Estado, que pode até mandar matar e descobrir mais tarde que a pessoa até estava inocente, o que já aconteceu, há que entender que o novo crime de assassínio acaba por premiar o culpado por este não ficar sujeito ao expiar da sua culpa. É morto e não sofrerá para cumprir uma pena pelo feito criminoso.

    Bem mais dignificante é a posição de um Estado que mande prender os criminosos, lhes dê trabalho na prisão, reeduque se possível e os faça arrepender dos actos criminosos praticados. Penso ser este o caminho político correcto a seguir, por muito que nos doa os crimes praticados pelo assassino. Não se deve matar e pensar que somos bons nisso, como justiça!

    O exemplo de um comportamento dignificante tem muito mais força moral e educativa na Sociedade que o baixo acto de matar o bandido! Só apregoará ao efeito repetição, a mais violência e à retaliação dos que acharam tal acto foi injusto e sem sentido!

  • kavkaz

    Manuel Arruda

    Discordar da opinião dos outros é normal e salutar em democracia. Só em ditadura, como nas religiões, a interpretação oficial é a única certa e aceitável.

    “O criminoso cometeu um crime e sabia que o estava a cometer”. Também o Estado ao mandar enforcar ou fuzilar um criminoso está a cometer um crime e sabe que o está a fazer. Vê diferença nos procedimentos? Não vejo diferença na actuação de um e de outro.

    Para além da tragédia da tomada de posição (errada) do Estado, que pode até mandar matar e descobrir mais tarde que a pessoa até estava inocente, o que já aconteceu, há que entender que o novo crime de assassínio acaba por premiar o culpado por este não ficar sujeito ao expiar da sua culpa. É morto e não sofrerá para cumprir uma pena pelo feito criminoso.

    Bem mais dignificante é a posição de um Estado que mande prender os criminosos, lhes dê trabalho na prisão, reeduque se possível e os faça arrepender dos actos criminosos praticados. Penso ser este o caminho político correcto a seguir, por muito que nos doa os crimes praticados pelo assassino. Não se deve matar e pensar que somos bons nisso, como justiça!

    O exemplo de um comportamento dignificante tem muito mais força moral e educativa na Sociedade que o baixo acto de matar o bandido! Só apregoará ao efeito repetição, a mais violência e à retaliação dos que acharam tal acto foi injusto e sem sentido!

  • kavkaz

    Manuel Arruda

    Discordar da opinião dos outros é normal e salutar em democracia. Só em ditadura, como nas religiões, a interpretação oficial é a única certa e aceitável.

    “O criminoso cometeu um crime e sabia que o estava a cometer”. Também o Estado ao mandar enforcar ou fuzilar um criminoso está a cometer um crime e sabe que o está a fazer. Vê diferença nos procedimentos? Não vejo diferença na actuação de um e de outro.

    Para além da tragédia da tomada de posição (errada) do Estado, que pode até mandar matar e descobrir mais tarde que a pessoa até estava inocente, o que já aconteceu, há que entender que o novo crime de assassínio acaba por premiar o culpado por este não ficar sujeito ao expiar da sua culpa. É morto e não sofrerá para cumprir uma pena pelo feito criminoso.

    Bem mais dignificante é a posição de um Estado que mande prender os criminosos, lhes dê trabalho na prisão, reeduque se possível e os faça arrepender dos actos criminosos praticados. Penso ser este o caminho político correcto a seguir, por muito que nos doa os crimes praticados pelo assassino. Não se deve matar e pensar que somos bons nisso, como justiça!

    O exemplo de um comportamento dignificante tem muito mais força moral e educativa na Sociedade que o baixo acto de matar o bandido! Só apregoará ao efeito repetição, a mais violência e à retaliação dos que acharam tal acto foi injusto e sem sentido!

  • Jose

    “Há gente para a qual a justiça nunca é suficientemente severa”.

    Concordo MAS a justiça não deve ser para punir, mas para evitar o crime.

    José Simões

  • Jose

    “Há gente para a qual a justiça nunca é suficientemente severa”.

    Concordo MAS a justiça não deve ser para punir, mas para evitar o crime.

    José Simões

  • Jose

    “Há gente para a qual a justiça nunca é suficientemente severa”.

    Concordo MAS a justiça não deve ser para punir, mas para evitar o crime.

    José Simões

  • Amilton Silva

    Eu só sou a favor da morte de um criminoso se ela acontecer no calor de uma perseguição em que o meliante foi flagrado no ato.
    Matar alguém a sangue frio, com data e lugar marcados me parece ser mais criminoso que o próprio bandido.

  • Amilton Silva

    Eu só sou a favor da morte de um criminoso se ela acontecer no calor de uma perseguição em que o meliante foi flagrado no ato.
    Matar alguém a sangue frio, com data e lugar marcados me parece ser mais criminoso que o próprio bandido.

  • Carlos Esperança

    A abolição da pena de morte é um avanço civilizacional de quem abdica da vingança em nome da civilização.

    Eis o meu modesto ponto de vista.

  • Carlos Esperança

    A abolição da pena de morte é um avanço civilizacional de quem abdica da vingança em nome da civilização.

    Eis o meu modesto ponto de vista.

  • Carlos Esperança

    A abolição da pena de morte é um avanço civilizacional de quem abdica da vingança em nome da civilização.

    Eis o meu modesto ponto de vista.

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