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  • 27 de Setembro, 2008
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Citação

Origem do Universo – Expresso – 24.SET.2008

Hawking diz que explicações da Ciência não deixam espaço para Deus

O famoso cosmólogo acha que a Ciência está a dar cada vez mais respostas a perguntas que pertenciam ao domínio da religião.

Virgílio Azevedo*

4 thoughts on “Citação”
  • Fantasma Ateu

    Espero que sim! para que sejamos libertos destas trevas religiosas. A verdade acima de tudo!

  • Fantasma Ateu

    Espero que sim! para que sejamos libertos destas trevas religiosas. A verdade acima de tudo!

  • Atheos

    só pra relembrar….
    http://www.waltercine.blogspot.com/2007/11/o-poderoso-chefo-iii-1990.html

    Último filme da saga Corleone e, como nos dois primeiros, nada a retocar. Michael (Al Pacino) tenta legalizar os negócios da família e se alia a igreja romana fazendo uma doação de 100 milhões de dólares, recebendo em troca a ordem de San Sebastian. Alguns cardeais do alto clero não concordam que a igreja se alie a um mafioso, mas os argumentos são fracos diante do rombo que a congregação tem de cobrir. O poder do Padrinho – expressão para designar o chefão mafioso na Itália – é no final repassado a “Vinnie” Mancini (Andy Garcia) filho bastardo de Sony (James Cann) morto no episódio inicial. Michael se reaproxima da ex-mulher Kay (Diane Keaton) a quem entregou a guarda dos filhos, mas apenas porque a família vai prestigiar o filho, Anthony Corleone, em sua estréia no teatro, mas sentimos no filme que ele ainda a ama.
    A coragem de Francis Ford Coppola – Apocalipse Now, de 1979 e Drácula de Bran Stoker, de 1992 – ao retratar, com ousadia, a morte de João Paulo I, custou-lhe a retaliação da academia, pois negou qualquer premiação ao filme, o que revela o lado conservador e o falso moralismo de seus integrantes. A simples passagem do tempo mostrou que o “veredicto” foi um erro. Entendo que tal prêmio não é parâmetro para julgar um filme clássico como este e tantos outros injustiçados e discriminados por Hollywood. Apenas comento para mostrar que lá as coisas não são sérias. Muitos críticos foram precipitados na análise do trabalho de Coppola, talvez uma forma de agradar os poderosos da igreja católica.
    A película tem uma das mais belas cenas da história cinematográfica, quando o filho de Michael, Anthony (Franc D’ Ambrósio) canta “Brucia la Terra” e ele revive seu primeiro casamento com a estonteante Apollonia (Simonetta Stefanelli). É algo contagiante e inesquecível. O cinema deve muito a este diretor, que, consegue mostrar a máfia por dentro e com um charme sem igual, pois mesmo violento, o filme tem um toque refinado.
    As cenas finais acontecem onde tudo começou, ou seja, na violenta Sicília, onde Michael reencontra velhos amigos, como Dom Tomasino (Vittorio Duse) que fala dos bastidores do Vaticano e informa quem são os traidores.
    Na confissão que faz ao futuro Papa, Michael relata seus pecados e pergunta: “Tenho perdão, se matei o filho de minha mãe, o filho de meu pai?”, o confessor responde: “seus crimes são monstruosos é justo que sofra”. Aqui está seu arrependimento pela morte do irmão Fredo e talvez por seus crimes, pois no exercício do poder mafioso extrapolou os limites da tolerância entre os criminosos.
    Sem forças e doente, o filho de Vito Corleone não tem meios de impedir que Vincent copie seu ato no episódio primeiro, e como no massacre do “batismo”, elimina todos àqueles que tentaram minar os negócios da família. Membros da igreja são assassinados e mais uma vez Coppola expõe o lado escuro da cúria romana. Entre os traidores está Don Altobello (Eli Wallach) e sua morte acontece durante a ópera Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni, quando Conie Corleone (Tália Shire) coloca veneno em uns chocolates e, no teatro, observa o falso Altobello morrer lentamente degustando o aparentemente inofensivo doce – “morre Padrinho!”
    A cena na escadaria é inesquecível, quando sua filha Mary (Sofia Coppola) é morta e Michael Corleone transcende a realidade e grita, grita por todos seus crimes. Aqui, o fim da mais bela trilogia do cinema.

  • Atheos

    só pra relembrar….
    http://www.waltercine.blogspot.com/2007/11/o-poderoso-chefo-iii-1990.html

    Último filme da saga Corleone e, como nos dois primeiros, nada a retocar. Michael (Al Pacino) tenta legalizar os negócios da família e se alia a igreja romana fazendo uma doação de 100 milhões de dólares, recebendo em troca a ordem de San Sebastian. Alguns cardeais do alto clero não concordam que a igreja se alie a um mafioso, mas os argumentos são fracos diante do rombo que a congregação tem de cobrir. O poder do Padrinho – expressão para designar o chefão mafioso na Itália – é no final repassado a “Vinnie” Mancini (Andy Garcia) filho bastardo de Sony (James Cann) morto no episódio inicial. Michael se reaproxima da ex-mulher Kay (Diane Keaton) a quem entregou a guarda dos filhos, mas apenas porque a família vai prestigiar o filho, Anthony Corleone, em sua estréia no teatro, mas sentimos no filme que ele ainda a ama.
    A coragem de Francis Ford Coppola – Apocalipse Now, de 1979 e Drácula de Bran Stoker, de 1992 – ao retratar, com ousadia, a morte de João Paulo I, custou-lhe a retaliação da academia, pois negou qualquer premiação ao filme, o que revela o lado conservador e o falso moralismo de seus integrantes. A simples passagem do tempo mostrou que o “veredicto” foi um erro. Entendo que tal prêmio não é parâmetro para julgar um filme clássico como este e tantos outros injustiçados e discriminados por Hollywood. Apenas comento para mostrar que lá as coisas não são sérias. Muitos críticos foram precipitados na análise do trabalho de Coppola, talvez uma forma de agradar os poderosos da igreja católica.
    A película tem uma das mais belas cenas da história cinematográfica, quando o filho de Michael, Anthony (Franc D’ Ambrósio) canta “Brucia la Terra” e ele revive seu primeiro casamento com a estonteante Apollonia (Simonetta Stefanelli). É algo contagiante e inesquecível. O cinema deve muito a este diretor, que, consegue mostrar a máfia por dentro e com um charme sem igual, pois mesmo violento, o filme tem um toque refinado.
    As cenas finais acontecem onde tudo começou, ou seja, na violenta Sicília, onde Michael reencontra velhos amigos, como Dom Tomasino (Vittorio Duse) que fala dos bastidores do Vaticano e informa quem são os traidores.
    Na confissão que faz ao futuro Papa, Michael relata seus pecados e pergunta: “Tenho perdão, se matei o filho de minha mãe, o filho de meu pai?”, o confessor responde: “seus crimes são monstruosos é justo que sofra”. Aqui está seu arrependimento pela morte do irmão Fredo e talvez por seus crimes, pois no exercício do poder mafioso extrapolou os limites da tolerância entre os criminosos.
    Sem forças e doente, o filho de Vito Corleone não tem meios de impedir que Vincent copie seu ato no episódio primeiro, e como no massacre do “batismo”, elimina todos àqueles que tentaram minar os negócios da família. Membros da igreja são assassinados e mais uma vez Coppola expõe o lado escuro da cúria romana. Entre os traidores está Don Altobello (Eli Wallach) e sua morte acontece durante a ópera Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni, quando Conie Corleone (Tália Shire) coloca veneno em uns chocolates e, no teatro, observa o falso Altobello morrer lentamente degustando o aparentemente inofensivo doce – “morre Padrinho!”
    A cena na escadaria é inesquecível, quando sua filha Mary (Sofia Coppola) é morta e Michael Corleone transcende a realidade e grita, grita por todos seus crimes. Aqui, o fim da mais bela trilogia do cinema.

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