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A rã da discórdia

 
A rã crucificada do escultor Martin Kippenberg
Foto: REUTERS

Tal como os muçulmanos reagiram às caricaturas de Maomé, também os católicos reagiram à crucificação da rã.

32 thoughts on “A rã da discórdia”
  • Atheos

    os franceses católicos devem ter se irritado + ainda!

  • Atheos

    os franceses católicos devem ter se irritado + ainda!

  • Atheos

    youtube.com/watch?v=-I2X7b2Z0d4
    Atheistc -The End Of The Christian Age (legendado português)

    m/ VIVA O METAL NACIONAL m/

    Mais musicas do Atheistc visite o myspace deles:

    myspace.com/atheistcbr
    ——————
    The epidemic is among us
    They say they master of truth and justice
    They’re killers that say they are masters of reason
    With the end of this curse all will be well

    Join the power of atheism
    And fight against the impose dictatorship
    The dictatorship of intolerance in the name of God

    “I am not bound by this laws
    We make our own laws
    The inquisition hurt us, let’s attack ”

    Underdog, just a shield for uncertainty

    “Until we establish the end of the Christian era
    God is the cane of the weak
    Reason of the destruction of the human race”

    I believe in myself
    In my mind and in my strength
    Because of this I deny God

  • Atheos

    youtube.com/watch?v=-I2X7b2Z0d4
    Atheistc -The End Of The Christian Age (legendado português)

    \m/ VIVA O METAL NACIONAL \m/

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    myspace.com/atheistcbr
    ——————
    The epidemic is among us
    They say they master of truth and justice
    They’re killers that say they are masters of reason
    With the end of this curse all will be well

    Join the power of atheism
    And fight against the impose dictatorship
    The dictatorship of intolerance in the name of God

    “I am not bound by this laws
    We make our own laws
    The inquisition hurt us, let’s attack ”

    Underdog, just a shield for uncertainty

    “Until we establish the end of the Christian era
    God is the cane of the weak
    Reason of the destruction of the human race”

    I believe in myself
    In my mind and in my strength
    Because of this I deny God

  • Carlos Melo dos Reis

    TOLERÂNCIA, RESPEITO PELA DIFERENÇA e LIVRE CRIATIVIDADE

    O exercício da criatividade pode muitas vezes afectar outros que se sentem lesados quando algo que respeitam é aflorado de modos não convencionais ou desrespeitosos segundo/para os próprios…

    Isso não acontece apenas em relação aos religiosos e aos seus símbolos…

    Lembro, por exemplo, que quando John Lennon incendiou meio mundo por afirmar que os Beatles eram mais famosos que Jesus Cristo e que o cristianismo estava já no fim, os cristãos vieram para a rua em protestos e as mentes’libertas’ dos 60’s passaram-se com a falta de tolerância dos protestantes.

    Contudo Lennon nunca deixou que se falasse dele indevidamente e ainda hoje a ‘viúva’ impede por todos os meios biografias ou filmes que possam ser menos abonatórios para o defunto.

    Serve isto para dizer que no que toca à religião, podemos gozar, ridicularizar, menosprezar e magoar os crentes – isso é sinal de ampla liberdade – mas se tocam na nossa mazinha ou no nosso nome… isso é que não!

    Não protestaram alguns ateus junto das chefias católicas por estas se referirem ao ateísmo ????!!

    A liberdade deve ser exercída, o humor, a arte, a propaganda, têm de ter lugar numa sociedade de cidadãos livres, mas isso não pode pressupôr que os crentes não tenham direito de se sentir ofendidos e ao sentirem-se atacados não possam ou devam protestar.

    Uma sociedade democrática tem de conter em si o diálogo e a hipótese ao protesto. Os crentes não são menos cidadãos que os outros.

  • Carlos Melo dos Reis

    TOLERÂNCIA, RESPEITO PELA DIFERENÇA e LIVRE CRIATIVIDADE

    O exercício da criatividade pode muitas vezes afectar outros que se sentem lesados quando algo que respeitam é aflorado de modos não convencionais ou desrespeitosos segundo/para os próprios…

    Isso não acontece apenas em relação aos religiosos e aos seus símbolos…

    Lembro, por exemplo, que quando John Lennon incendiou meio mundo por afirmar que os Beatles eram mais famosos que Jesus Cristo e que o cristianismo estava já no fim, os cristãos vieram para a rua em protestos e as mentes’libertas’ dos 60’s passaram-se com a falta de tolerância dos protestantes.

    Contudo Lennon nunca deixou que se falasse dele indevidamente e ainda hoje a ‘viúva’ impede por todos os meios biografias ou filmes que possam ser menos abonatórios para o defunto.

    Serve isto para dizer que no que toca à religião, podemos gozar, ridicularizar, menosprezar e magoar os crentes – isso é sinal de ampla liberdade – mas se tocam na nossa mazinha ou no nosso nome… isso é que não!

    Não protestaram alguns ateus junto das chefias católicas por estas se referirem ao ateísmo ????!!

    A liberdade deve ser exercída, o humor, a arte, a propaganda, têm de ter lugar numa sociedade de cidadãos livres, mas isso não pode pressupôr que os crentes não tenham direito de se sentir ofendidos e ao sentirem-se atacados não possam ou devam protestar.

    Uma sociedade democrática tem de conter em si o diálogo e a hipótese ao protesto. Os crentes não são menos cidadãos que os outros.

  • caiano

    A falta de rigor deixa lugar a uma credibilidade reduzida. A justeza das nossas afirmações está intrinsecamente ligada ao rigor e à exactidão que lhes dão substrato.

    Afirmar que “Tal como os muçulmanos reagiram às caricaturas de Maomé, também os católicos reagiram à crucificação da rã.” é exemplo dessa falta de rigor descredibilizante.

    Já tinha percebido um ou dois exemplos do que refiro agora, só agora me dei ao “trabalho” de me registar para deixar esta nota.

    Eu, ateu, prefiro outros caminhos e deixo de sentir acompanhado por este “Diário” que me parece hoje mais fundamentalista que ateísta.

  • caiano

    A falta de rigor deixa lugar a uma credibilidade reduzida. A justeza das nossas afirmações está intrinsecamente ligada ao rigor e à exactidão que lhes dão substrato.

    Afirmar que “Tal como os muçulmanos reagiram às caricaturas de Maomé, também os católicos reagiram à crucificação da rã.” é exemplo dessa falta de rigor descredibilizante.

    Já tinha percebido um ou dois exemplos do que refiro agora, só agora me dei ao “trabalho” de me registar para deixar esta nota.

    Eu, ateu, prefiro outros caminhos e deixo de sentir acompanhado por este “Diário” que me parece hoje mais fundamentalista que ateísta.

  • kavkaz

    O trabalho do escultor é para ser apreciado. Há quem goste e quem desgoste. Pessoalmente não gostei da obra. Não a pendurava nas paredes de minha casa. Mas sou eu. Não estranho que haja pessoas a ver naquela cruzeta um talento espectacular e estarem dispostas a pagar muito dinheiro pela “obra de arte”. Há gostos para tudo.

    O que já será estranho é haver quem queira PROIBIR aquele trabalho. As razões invocadas podem ser as mais estapafúrdias, mas ninguém deverá ter o direito de proibir um artista de inventar uma rã crucificada na cruzeta, mesmo que o artista manifeste um pouco de sadismo nos seus gostos, a relembrar-nos os meninos traquinas que arrancam as pernas às rãs para ver o que se segue ou relembrar-nos a história da rã que foi inchada até parecer uma vaca.

    O Papa dá um péssimo exemplo aos seus seguidores. Mostra-lhes ser castrador da imaginação, tenta privatizar e monopolizar a ideia da crucificação, quer reprimir quem usa um crucifixo noutro contexto. Utiliza a sua “Santidade” contra uma pequena obra de um escultor até ali pouco conhecido. O resultado, sabemos agora, é a vitória do escultor alemão Martin Kippenberger, falecido em 1997. O Museu continuará, muito bem, a expor a sua obra e não permite a CENSURA religiosa do Papa Bento XVI, que sai desta guerrinha mais pequeno que o escultor já falecido !

    Mal vai o Papa quando deseja amordaçar toda a gente !

  • kavkaz

    O trabalho do escultor é para ser apreciado. Há quem goste e quem desgoste. Pessoalmente não gostei da obra. Não a pendurava nas paredes de minha casa. Mas sou eu. Não estranho que haja pessoas a ver naquela cruzeta um talento espectacular e estarem dispostas a pagar muito dinheiro pela “obra de arte”. Há gostos para tudo.

    O que já será estranho é haver quem queira PROIBIR aquele trabalho. As razões invocadas podem ser as mais estapafúrdias, mas ninguém deverá ter o direito de proibir um artista de inventar uma rã crucificada na cruzeta, mesmo que o artista manifeste um pouco de sadismo nos seus gostos, a relembrar-nos os meninos traquinas que arrancam as pernas às rãs para ver o que se segue ou relembrar-nos a história da rã que foi inchada até parecer uma vaca.

    O Papa dá um péssimo exemplo aos seus seguidores. Mostra-lhes ser castrador da imaginação, tenta privatizar e monopolizar a ideia da crucificação, quer reprimir quem usa um crucifixo noutro contexto. Utiliza a sua “Santidade” contra uma pequena obra de um escultor até ali pouco conhecido. O resultado, sabemos agora, é a vitória do escultor alemão Martin Kippenberger, falecido em 1997. O Museu continuará, muito bem, a expor a sua obra e não permite a CENSURA religiosa do Papa Bento XVI, que sai desta guerrinha mais pequeno que o escultor já falecido !

    Mal vai o Papa quando deseja amordaçar toda a gente !

  • Atheos

    Reis me diverte!! Exige respeito com essas porcaria chama cristianismo!! Até parece ke os cristãos respeitam qm não crê em deus e outros religiosos.

  • Atheos

    Reis me diverte!! Exige respeito com essas porcaria chama cristianismo!! Até parece ke os cristãos respeitam qm não crê em deus e outros religiosos.

  • Rasputine Saloio

    O que eu sei é que a velha máxima de que “a religião é o ópio do povo” está completamente desactualizada. A religião está em completa decadência, e já não é suficiente para os religiosodependentes, agora já querem coisas novas.

    No CM: http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=FD06AD27-1ACB-4291-8ABE-88EC8C5F1AC4

  • Rasputine Saloio

    O que eu sei é que a velha máxima de que “a religião é o ópio do povo” está completamente desactualizada. A religião está em completa decadência, e já não é suficiente para os religiosodependentes, agora já querem coisas novas.

    No CM: http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=FD06AD27-1ACB-4291-8ABE-88EC8C5F1AC4

  • Carlos Melo dos Reis

    Então Atheos, zangado!!…

    Neste caso, sendo eu o Cristão, ainda não desrespeitei a descrença, enquanto que a sua irritação parece um tudo nada intolerante !!!

    O que me assusta não é a diferença, mas o fanatismo dos ‘com deus’ ou ‘sem deus’, mas que se igualam no medo da diferença e no desrespeito pelo direito à Liberdade de Crer e Descrer.

    Cada um é uma história pessoal, resultado das circunstâncias e da sua liberdade, eu tenho encontrado intolerância da parte de crentes de algumas religiões, mas a experiência que eu tenho é de que normalmente os ateus estão tendencialmente mais intolerantes.

  • Carlos Melo dos Reis

    Então Atheos, zangado!!…

    Neste caso, sendo eu o Cristão, ainda não desrespeitei a descrença, enquanto que a sua irritação parece um tudo nada intolerante !!!

    O que me assusta não é a diferença, mas o fanatismo dos ‘com deus’ ou ‘sem deus’, mas que se igualam no medo da diferença e no desrespeito pelo direito à Liberdade de Crer e Descrer.

    Cada um é uma história pessoal, resultado das circunstâncias e da sua liberdade, eu tenho encontrado intolerância da parte de crentes de algumas religiões, mas a experiência que eu tenho é de que normalmente os ateus estão tendencialmente mais intolerantes.

  • Atheos

    Blasfemar é meu direito! E se os ateus são “intolerantes”,é pq aprenderam com os crentes.

    Qual a diferença do religioso pro câncer?
    O câncer evolui.

  • Atheos

    Blasfemar é meu direito! E se os ateus são “intolerantes”,é pq aprenderam com os crentes.

    Qual a diferença do religioso pro câncer?
    O câncer evolui.

  • Jose Moreira

    Calma!!!!
    Ainda ninguém disse que a rã crucificada era uma alusão (de gosto duvidoso, como diz o Kavkaz) a Jesus.
    Lembrem-se que, na mesma altura, foram crucificados dois ladrões (um, parece que foi indultado). Aquilo pode ser uma chacota para o outro ladrão. Ou será que, para a ICAR, Jesus ou ladrão é a mesma coisa?

  • Jose Moreira

    Calma!!!!
    Ainda ninguém disse que a rã crucificada era uma alusão (de gosto duvidoso, como diz o Kavkaz) a Jesus.
    Lembrem-se que, na mesma altura, foram crucificados dois ladrões (um, parece que foi indultado). Aquilo pode ser uma chacota para o outro ladrão. Ou será que, para a ICAR, Jesus ou ladrão é a mesma coisa?

  • kavkaz

    José Moreira

    Martin Kippenberger, o autor da obra explicou o significado da obra. Disse que tinha criado o auto-retrato no momento da morte.

    O escultor divertiu-se a realizar aquela obra e não abordava a religião… Agora aparece o Papa, completamente confuso e desconhecedor das intenções do autor da obra, a dizer que o autor ofende os católicos, blá-blá-blá, fere os sentimentos deles, blá-blá-blá, que é preciso que o Museu faça um milagre e a escultura desapareça do Mundo. Mas o Museu não fez o milagre ! Quem tinha que fazer esse milagre era o Papa ou outro santo milagreiro, que têm por lá aos milhares.

    A treta da conversa de estar “ofendido” é uma técnica velha e raposa da ICAR. Qualquer coisita que não entre nos dogmas deles é uma ofensa. Parecem aquelas donzelas que não se lhes podem tocar com um só dedo. Afinam logo… Aquela malta gostava que toda a gente vivesse com as regras e os valores errantes da ICAR. Mas quem não for vaticanista não tem que fazer o que os velhos romanos desejam. Isto eles percebem bem, mas fazem-se desentendidos !

    É o Papa que não respeita a Liberdade daquele autor de se rir dele próprio com aquele auto-retrato cómico. O Papa é um ser triste e rezingão ! A velhice não perdoa…

  • kavkaz

    José Moreira

    Martin Kippenberger, o autor da obra explicou o significado da obra. Disse que tinha criado o auto-retrato no momento da morte.

    O escultor divertiu-se a realizar aquela obra e não abordava a religião… Agora aparece o Papa, completamente confuso e desconhecedor das intenções do autor da obra, a dizer que o autor ofende os católicos, blá-blá-blá, fere os sentimentos deles, blá-blá-blá, que é preciso que o Museu faça um milagre e a escultura desapareça do Mundo. Mas o Museu não fez o milagre ! Quem tinha que fazer esse milagre era o Papa ou outro santo milagreiro, que têm por lá aos milhares.

    A treta da conversa de estar “ofendido” é uma técnica velha e raposa da ICAR. Qualquer coisita que não entre nos dogmas deles é uma ofensa. Parecem aquelas donzelas que não se lhes podem tocar com um só dedo. Afinam logo… Aquela malta gostava que toda a gente vivesse com as regras e os valores errantes da ICAR. Mas quem não for vaticanista não tem que fazer o que os velhos romanos desejam. Isto eles percebem bem, mas fazem-se desentendidos !

    É o Papa que não respeita a Liberdade daquele autor de se rir dele próprio com aquele auto-retrato cómico. O Papa é um ser triste e rezingão ! A velhice não perdoa…

  • Amilton Silva

    Então agora se alguém pegar dois pedaços de madeira e espetar neles qualquer coisa em forma de cruz vai estar ofendendo os cristãos?
    Tenham a “santa” paciência!!!

  • Amilton Silva

    Então agora se alguém pegar dois pedaços de madeira e espetar neles qualquer coisa em forma de cruz vai estar ofendendo os cristãos?
    Tenham a “santa” paciência!!!

  • Atheos

    adoro ver católico ofendido e protestando!!
    É música pros meus ouvidos!!

    Pra completar….

    A mãe de jesus era tão virgem como Cicciolina!

  • Atheos

    adoro ver católico ofendido e protestando!!
    É música pros meus ouvidos!!

    Pra completar….

    A mãe de jesus era tão virgem como Cicciolina!

  • caiano

    @ Atheos

    A gratuitidade da ofensa é um seu traço característico.

    Se é para insultar só por insultar vejamos:

    “A mãe do Atheos era tão séria como os ladrões que acompanharam Jesus na cruz.”

  • caiano

    @ Atheos

    A gratuitidade da ofensa é um seu traço característico.

    Se é para insultar só por insultar vejamos:

    “A mãe do Atheos era tão séria como os ladrões que acompanharam Jesus na cruz.”

  • Carlos Melo dos Reis

    Viva pessoal,

    Quando se começa a partir para a ofensa, o caso muda de figura…

    Não será possível deixar a perseguição (seja em que direcção seja) para os anais da História??!

    Depois andamos aqui a criticar o que os nossos correliginários fizeram no passado e já andamos à castanhada!

  • Carlos Melo dos Reis

    Viva pessoal,

    Quando se começa a partir para a ofensa, o caso muda de figura…

    Não será possível deixar a perseguição (seja em que direcção seja) para os anais da História??!

    Depois andamos aqui a criticar o que os nossos correliginários fizeram no passado e já andamos à castanhada!

  • kavkaz

    A discórdia não está na rã, mas na cruzeta. Mesmo que o Museu tivesse cedido à CENSURA do pastor alemão teria de tirar a cruzeta, mas seria justo deixar ficar a rã, o ovo e a caneca. E pendurá-los na parede, por exemplo. Acham que o Papa também fica ofendido por causa de um ovo cozido ?

  • kavkaz

    A discórdia não está na rã, mas na cruzeta. Mesmo que o Museu tivesse cedido à CENSURA do pastor alemão teria de tirar a cruzeta, mas seria justo deixar ficar a rã, o ovo e a caneca. E pendurá-los na parede, por exemplo. Acham que o Papa também fica ofendido por causa de um ovo cozido ?

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