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Opus Dei – Seita perigosa

Constitucionalista, escritora, bloguista, assessora do ministro Luís Amado, filha do ex-presidente do CDS e ex-ministro de Salazar Adriano Moreira, é defensora ardente do casamento das pessoas do mesmo sexo e uma acérrima crítica do fundamentalismo católico. Retrato de uma ansiosa rebelde. (Ler mais no DN)

4 thoughts on “Opus Dei – Seita perigosa”
  • kavkaz

    Este exemplo de Isabel Moreira é muito interessante. Nascida numa família conservadora, conseguiu libertar-se das amarras culturais em que cresceu e a educaram. Com o espírito aberto soube procurar e conquistar o seu espaço e desenvolver as suas próprias ideias.

    Isabel Moreira está, sem dúvidas, de PARABÉNS ! Um belo exemplo !

  • kavkaz

    Este exemplo de Isabel Moreira é muito interessante. Nascida numa família conservadora, conseguiu libertar-se das amarras culturais em que cresceu e a educaram. Com o espírito aberto soube procurar e conquistar o seu espaço e desenvolver as suas próprias ideias.

    Isabel Moreira está, sem dúvidas, de PARABÉNS ! Um belo exemplo !

  • gt

    Gostei de alguns apontamentos biográficos de Isabel Moreira, e particularmente do salto agigantado que deu aos 22 anos quando constou que não ‘acreditava’.
    Sublinho o termo, ‘acreditava’, porque Isabel Moreira acredita em muita coisa e sobretudo pensa com independência. Mas não se submete a tabus, superstições, imbróglios estafados e cíclicos do deus redentor, bom e protector, justo e fazedor de infinitos e de mão pesada para as almas pecadoras como se a malvadez terrena fosse como cola peganhenta e rótulo eterno nas almas, um sujo que nem o deus da boa bondade e equidade (esta da equidade é invenção minha…)consegue lavar… Felizmente não tenho nenhum passado marcado entre as grades da ‘Opus Dei’ mas senti esse peso nauseabundo das “taradices” dum confessor que vegeta na insensatez inculcando numa criança o repúdio do corpo, do seu corpo, como se isso, de algum modo pudesse purificar a alma.
    Esse espírito embutido de tramas pecadoras instilando venenos e deleitando-se, por ventura, se uma criança confessasse que adorava o despontar de pelos no púbis, a acentuação do genitais, o libido a ferver nas veias…
    Terão esses cidadãos direito a influenciar crianças? A inculcarem terrores e misoginias, repulsões pelo sexo que é, de facto, directa e indirectamente, através das suas potentes hormonas, o maior criador do reino animal? E esta limitação, reino animal, porque não é possível generalizar e pensar quanto uma planta adora as suas flores inebriantes… ou avaliar influxos de amor entre os ramos mesmo que encanecidos de musgos…
    Criar pecados… Abusar da capacidade de sugestionar, enredar uma mente límpida de ideias abstrusas é criminoso.
    Sair desse pesadelo deve criar uma sensação de libertação.
    São assuntos para reflexão aprofundada e motivo de denúncia acérrima!

  • gt

    Gostei de alguns apontamentos biográficos de Isabel Moreira, e particularmente do salto agigantado que deu aos 22 anos quando constou que não ‘acreditava’.
    Sublinho o termo, ‘acreditava’, porque Isabel Moreira acredita em muita coisa e sobretudo pensa com independência. Mas não se submete a tabus, superstições, imbróglios estafados e cíclicos do deus redentor, bom e protector, justo e fazedor de infinitos e de mão pesada para as almas pecadoras como se a malvadez terrena fosse como cola peganhenta e rótulo eterno nas almas, um sujo que nem o deus da boa bondade e equidade (esta da equidade é invenção minha…)consegue lavar… Felizmente não tenho nenhum passado marcado entre as grades da ‘Opus Dei’ mas senti esse peso nauseabundo das “taradices” dum confessor que vegeta na insensatez inculcando numa criança o repúdio do corpo, do seu corpo, como se isso, de algum modo pudesse purificar a alma.
    Esse espírito embutido de tramas pecadoras instilando venenos e deleitando-se, por ventura, se uma criança confessasse que adorava o despontar de pelos no púbis, a acentuação do genitais, o libido a ferver nas veias…
    Terão esses cidadãos direito a influenciar crianças? A inculcarem terrores e misoginias, repulsões pelo sexo que é, de facto, directa e indirectamente, através das suas potentes hormonas, o maior criador do reino animal? E esta limitação, reino animal, porque não é possível generalizar e pensar quanto uma planta adora as suas flores inebriantes… ou avaliar influxos de amor entre os ramos mesmo que encanecidos de musgos…
    Criar pecados… Abusar da capacidade de sugestionar, enredar uma mente límpida de ideias abstrusas é criminoso.
    Sair desse pesadelo deve criar uma sensação de libertação.
    São assuntos para reflexão aprofundada e motivo de denúncia acérrima!

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