QUANDO A EMENDA É PIOR QUE O SONETO…
Na Nigéria há um muçulmano feliz da vida aos 84 anos. Tem 86 mulheres e 170 filhos. Agora não o deixam bater a proeza católica do prior de Trancoso, no século XV, que teve 299 filhos de 53 mulheres.
A religião muçulmana não respeita os “Direitos Humanos”. A Igualdade entre sexos é violada pelo “Alcorão” ao permitir que um homem possa casar até 4 vezes. Em alguns casos nem perguntam a opinião das esposas para casarem mais uma vez.
Com base no livro retrógrado e impróprio no século XXI, o “Alcorão”, um Tribunal islâmico da Nigéria aplicou a lei da Sharia e obrigou o muçulmano feliz a escolher “somente” 4 das suas 86 mulheres e a divorciar-se das restantes. Se não respeitar a decisão será condenado à morte.
O idoso protesta baseando-se na fé de que a religião muçulmana estará a ser mal interpretada pelo Tribunal. Diz que o Corão não estabelece limites ao número de mulheres que se pode ter e que dependerá apenas das capacidades que um homem tenha para as manter. E ele consegue fazer feliz a todas elas.
Este caso mostra-nos a mentalidade muçulmana. O Tribunal islamita acaba por tentar corrigir a situação de poligamia com a ameaça de morte ao idoso. Infringe o “Direito à vida” dele. É caso para dizer-se que na religião muçulmana “a emenda é pior que o soneto”!
a) kavkaz (leitor habitual do DA)
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