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Vaticano a caminho do orgasmo

Depois de uma eternidade a reprimir o sexo, o Vaticano deu a sua bênção a um monge polaco que dá conselhos sobre como praticar sexo em comunhão com o Altíssimo, refere o site adn.es.

Comentário: Resta averiguar se os conselhos do monge resultam do saber de experiência feita.

6 thoughts on “Vaticano a caminho do orgasmo”
  • Amilton Silva

    Ora,para muitos crentes o orgasmo sempre foi uma comunhão com Deus.
    Claro.Para poder dar conselhos a pessoa tem que ter experiência própria.

  • Amilton Silva

    Ora,para muitos crentes o orgasmo sempre foi uma comunhão com Deus.
    Claro.Para poder dar conselhos a pessoa tem que ter experiência própria.

  • gt

    Não é tão simples “o orgasmo” ser “festejado” e integrado no “sagrado” da vida monogâmica dum casal.
    Santa Teresa (salvo erro, do menino Jesus) tem escritos onde relata os seus “transportes” orgásticos para deus (seja Cristo, o ungido). Não os li. Tenho pena porque aprecio o bom erotismo… Adiante.
    Essa colagem orgástica ao divino começou a ser repensada depois que surgiu a opinião que a dita monja (“santa”), na penumbra da sua cela, tinha cópulas virtuais e solitárias (masturbação) com a sua personalização do eterno possuidor que lhe fazia vibrar as “intimidades”.
    A dualidade do bom e do mau, no caso do sexo, é um dilema que para a santa madre igreja, patrona da castidade mais pura, será sempre tabu ou agrilhoada de condicionantes.
    A quem é vedado o sexo taxativamente (embora com meandros insólitos de permeio…, a confissão lava mais branco!), esse sexo é o paradigma, seja subconsciente (na lavagem ao cérebro exercida nos seminários, liturgias, catequeses e afins…), dizia, paradigma, o padrão do mal… E é tese da ICAR que o sexo é exclusivo do matrimónio e também, exclusivamente (!), para a procriação…
    E o dilema que se põe, muito justamente, é inverter as agulhas e acentuar que no sexo literalmente, mas não necessariamente procriativo, pode-se encontrar prazer, puro prazer e desse monge capuchinho (que certamente não usa o capuchinho de latex…) agora defende.
    Uma rota de colisão com novos dramas… Os incondicionalmente castos, agora, não queiram dessa “bebida espiritual (…)” tão avassaladora e que transporta até ao limbo bem nos braços fortes, sapientes e justiceiros do deus…
    Certo é que sem o dramático pecado não há salvação, e o primeiro pecado será o não reconhecimento do grande deus vrs diabo. Este trocadilho acompanhará sempre os crentes que buscam a salvação da alma. E tanto mais encafuados na misteriosa fé mais confusos ao serviço e prebendas do deus…
    O monge do capucho des-latexiano não descobriu coisa alguma e haverá um santo erudito beneditino (sapiente entre os maiores…) ou quejando a proclamar que o coito entre casais, para satisfazer o amado Jesus, deverá ser praticado em camisa de dormir (bem tapada e forte, de burel se possível…) com a abertura indispensável na altura requerida para que a emanação peniana exerça as suas competências… E essa ideia, de facto, foi já virtude defendida na idade média (idade d’ouro para a cristandade)… São doidos inconsequentes mas parasitando na riqueza…

  • gt

    Não é tão simples “o orgasmo” ser “festejado” e integrado no “sagrado” da vida monogâmica dum casal.
    Santa Teresa (salvo erro, do menino Jesus) tem escritos onde relata os seus “transportes” orgásticos para deus (seja Cristo, o ungido). Não os li. Tenho pena porque aprecio o bom erotismo… Adiante.
    Essa colagem orgástica ao divino começou a ser repensada depois que surgiu a opinião que a dita monja (“santa”), na penumbra da sua cela, tinha cópulas virtuais e solitárias (masturbação) com a sua personalização do eterno possuidor que lhe fazia vibrar as “intimidades”.
    A dualidade do bom e do mau, no caso do sexo, é um dilema que para a santa madre igreja, patrona da castidade mais pura, será sempre tabu ou agrilhoada de condicionantes.
    A quem é vedado o sexo taxativamente (embora com meandros insólitos de permeio…, a confissão lava mais branco!), esse sexo é o paradigma, seja subconsciente (na lavagem ao cérebro exercida nos seminários, liturgias, catequeses e afins…), dizia, paradigma, o padrão do mal… E é tese da ICAR que o sexo é exclusivo do matrimónio e também, exclusivamente (!), para a procriação…
    E o dilema que se põe, muito justamente, é inverter as agulhas e acentuar que no sexo literalmente, mas não necessariamente procriativo, pode-se encontrar prazer, puro prazer e desse monge capuchinho (que certamente não usa o capuchinho de latex…) agora defende.
    Uma rota de colisão com novos dramas… Os incondicionalmente castos, agora, não queiram dessa “bebida espiritual (…)” tão avassaladora e que transporta até ao limbo bem nos braços fortes, sapientes e justiceiros do deus…
    Certo é que sem o dramático pecado não há salvação, e o primeiro pecado será o não reconhecimento do grande deus vrs diabo. Este trocadilho acompanhará sempre os crentes que buscam a salvação da alma. E tanto mais encafuados na misteriosa fé mais confusos ao serviço e prebendas do deus…
    O monge do capucho des-latexiano não descobriu coisa alguma e haverá um santo erudito beneditino (sapiente entre os maiores…) ou quejando a proclamar que o coito entre casais, para satisfazer o amado Jesus, deverá ser praticado em camisa de dormir (bem tapada e forte, de burel se possível…) com a abertura indispensável na altura requerida para que a emanação peniana exerça as suas competências… E essa ideia, de facto, foi já virtude defendida na idade média (idade d’ouro para a cristandade)… São doidos inconsequentes mas parasitando na riqueza…

  • Ateu comunista bolivariano

    Recomendo esta música pro monge!!!

    http://br.youtube.com/watch?v=CEh2N5hmPVM

  • Ateu comunista bolivariano

    Recomendo esta música pro monge!!!

    http://br.youtube.com/watch?v=CEh2N5hmPVM

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