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  • 20 de Julho, 2008
  • Por Carlos Esperança
  • AAP

Associação Ateísta Portuguesa

Mensagem do presidente da Direcção

A Associação Ateísta Portuguesa ao ter aprovado o Programa da Direcção e sufragado os membros que integram os órgãos Sociais, respeitou a lei, os compromissos assumidos e as expectativas criadas.

Vai agora cumprir o seu dever:

– Mostrar que o ateísmo é ética, filosófica e cientificamente válido e que são injustos os preconceitos na legislação e nos órgãos de comunicação social.

Promover e defender a laicidade do Estado não é apenas tarefa dos ateus, é a obrigação cívica dos que desejam aprofundar o exercício da cidadania democrática e defender a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, independentemente de qualquer crença ou ausência de crença no sobrenatural.

A AAP contestará as manifestações religiosas e pseudo-científicas com uma abordagem científica, racionalista e humanista, defendendo os legítimos interesses dos ateus, agnósticos e pessoas sem religião, bem como as perseguidas pela religião que praticam ou pela que abandonaram;

Todos os livres-pensadores, ateus, agnósticos e cépticos, são chamados a promoverem os valores da liberdade, do humanismo, da tolerância, da solidariedade e da paz. A AAP será também solidária com os crentes que defendam os Direitos do Homem contra os caprichos dos seus deuses, a igualdade de género contra a misoginia das suas Igrejas e o respeito pelas crenças alheias e a descrença contra o proselitismo dos seus padres.

Sendo a blasfémia um delito medieval que urge erradicar do Código Penal e a apostasia um direito inalienável que nenhuma religião tem o direito de retaliar, a AAP defenderá o ateísmo pelo seu mérito próprio, pois jamais alguma religião provou ser verdadeira, e não deixará de responder aos ataques e calúnias dos beatos com a tolerância dos justos e a firmeza dos que não sentem necessidade dos deuses que os homens criaram.

Lisboa, 19 de Julho de 2008

Carlos Esperança

14 thoughts on “Associação Ateísta Portuguesa”
  • Ateu comunista bolivariano

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/lusa/2008/07/21/ult611u78753.jhtm

    MP arquiva processo do ‘caso Maddie’; cai suspeita sobre pais
    Em Lisboa
    O Ministério Público (MP) português decidiu nesta segunda-feira arquivar o inquérito relativo ao desaparecimento de Madeleine McCann e retirou a condição de acusados aos pais da menor e a Robert Murat, deixando claro que pode reabrir o processo caso surjam “novos elementos de prova”.

    * EFE

    Madeleine McCann desapareceu
    em maio de 2007, em Portugal

    * Investigador lança livro sobre o caso

    “Por despacho, com data de hoje, proferido pelos dois magistrados do MP competentes para o caso, foi determinado o arquivamento do inquérito relativo ao desaparecimento da menor Madeleine McCann, por não se terem obtido provas da prática de qualquer crime por parte dos acusados”, adianta a nota do gabinete de imprensa da Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Segundo a mesma nota, “cessa assim a condição de acusado de Robert James Queriol Evelegh Murat, Gerald Patrick McCann e Kate Marie Healy (estes últimos pais da criança), declarando-se extintas as medidas de coação impostas aos mesmos”.

    A PGR salienta, contudo, que “poderão ter lugar a reclamação hierárquica, o pedido de abertura de instrução ou a reabertura do inquérito, requeridos por quem tiver legitimidade para tal”.

    O inquérito poderá ser reaberto por iniciativa do Ministério Público ou a requerimento de algum interessado se “surgirem novos elementos de prova que originem diligências sérias, pertinentes e conseqüentes”.

    “Decorridos que sejam os prazos legais, o processo poderá ser consultado por qualquer pessoa que nisso revele interesse legítimo, respeitados que sejam o formalismo e limites impostos por lei”, conclui a PGR.

  • Ateu comunista bolivariano

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/lusa/2008/07/21/ult611u78753.jhtm

    MP arquiva processo do ‘caso Maddie’; cai suspeita sobre pais
    Em Lisboa
    O Ministério Público (MP) português decidiu nesta segunda-feira arquivar o inquérito relativo ao desaparecimento de Madeleine McCann e retirou a condição de acusados aos pais da menor e a Robert Murat, deixando claro que pode reabrir o processo caso surjam “novos elementos de prova”.

    * EFE

    Madeleine McCann desapareceu
    em maio de 2007, em Portugal

    * Investigador lança livro sobre o caso

    “Por despacho, com data de hoje, proferido pelos dois magistrados do MP competentes para o caso, foi determinado o arquivamento do inquérito relativo ao desaparecimento da menor Madeleine McCann, por não se terem obtido provas da prática de qualquer crime por parte dos acusados”, adianta a nota do gabinete de imprensa da Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Segundo a mesma nota, “cessa assim a condição de acusado de Robert James Queriol Evelegh Murat, Gerald Patrick McCann e Kate Marie Healy (estes últimos pais da criança), declarando-se extintas as medidas de coação impostas aos mesmos”.

    A PGR salienta, contudo, que “poderão ter lugar a reclamação hierárquica, o pedido de abertura de instrução ou a reabertura do inquérito, requeridos por quem tiver legitimidade para tal”.

    O inquérito poderá ser reaberto por iniciativa do Ministério Público ou a requerimento de algum interessado se “surgirem novos elementos de prova que originem diligências sérias, pertinentes e conseqüentes”.

    “Decorridos que sejam os prazos legais, o processo poderá ser consultado por qualquer pessoa que nisso revele interesse legítimo, respeitados que sejam o formalismo e limites impostos por lei”, conclui a PGR.

  • Jose Moreira

    ACB:
    Confesso (salvo seja!!!) que não entendo o que tem a ver o seu ‘post’ com o ateísmo. Mas mui grato ficarei se tiver a gentileza de me dilucidar.
    Já agora, aproveito para esclarecer que essa notícia tem sido abertura em tudo quanto é telejornal (coisa que temos, em Portugal)e amanhã será manchete em todos os diários (coisa que também temos, em Portugal).
    Ah. Já agora, também temos internet, não sei se já tinha reparado. Também dá para ler notícias…

  • Jose Moreira

    ACB:
    Confesso (salvo seja!!!) que não entendo o que tem a ver o seu ‘post’ com o ateísmo. Mas mui grato ficarei se tiver a gentileza de me dilucidar.
    Já agora, aproveito para esclarecer que essa notícia tem sido abertura em tudo quanto é telejornal (coisa que temos, em Portugal)e amanhã será manchete em todos os diários (coisa que também temos, em Portugal).
    Ah. Já agora, também temos internet, não sei se já tinha reparado. Também dá para ler notícias…

  • Alberto

    Quem levou Madeleine só pode ser um ateísta militante. Por isso o ACB deu a notícia.

  • Alberto

    Quem levou Madeleine só pode ser um ateísta militante. Por isso o ACB deu a notícia.

  • Ateu comunista bolivariano

    beto…. prove que você falou!!!

    Zé, o Diário já falou n vezes da Maddie.

  • Ateu comunista bolivariano

    beto…. prove que você falou!!!

    Zé, o Diário já falou n vezes da Maddie.

  • Alberto

    Não posso provar, ACB, mas sei que para fazer uma coisa dessas, tem que ser alguém que não tenha o Temor do Senhor.

  • Alberto

    Não posso provar, ACB, mas sei que para fazer uma coisa dessas, tem que ser alguém que não tenha o Temor do Senhor.

  • Ateu comunista bolivariano

    Sei, Beto….
    e o Adolf tinha o temor do “senhor”… Tanto ke fez papel dele….
    Aliás…. Adolf na frente do deus do velho testamento era 1 santo…

  • Ateu comunista bolivariano

    Sei, Beto….
    e o Adolf tinha o temor do “senhor”… Tanto ke fez papel dele….
    Aliás…. Adolf na frente do deus do velho testamento era 1 santo…

  • Ateu comunista bolivariano

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2008/07/22/ult1859u265.jhtm

    Para investigador afastado do caso Madeleine, arquivamento não inocenta os pais
    Fernando Moura
    Especial para o UOL
    Em Lisboa
    O Ministério Público (MP) português arquivou, nesta segunda-feira (21) o inquérito relativo ao desaparecimento de menina inglesa Madeleine McCann e conseqüentemente as únicas três pessoas que chegaram a ser denunciadas no caso – os pais da menina Gery e Kate, e o luso-britânico Robert Murat – deixaram de ser acusados. O comunicado emitido pelo MP, no entanto, deixou aberta a hipótese de reabrir o processo caso surjam “novos elementos de prova”.

    O coordenador – agora aposentado – da Polícia Judiciária (PJ) portuguesa, Gonçalo Amaral, que investigou o desaparecimento da menina inglesa, mas foi afastado do caso em 2007, considera, no entanto, que o arquivar o caso não inocenta os pais de Maddie.

    Amaral lançará na próxima quinta-feira um livro que, segundo disse com exclusividade à edição desta terça ao diário português Correio da Manhã, revelará a sua convicção de que Kate e Gerry são culpados por “encobrirem a morte”

  • Ateu comunista bolivariano

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2008/07/22/ult1859u265.jhtm

    Para investigador afastado do caso Madeleine, arquivamento não inocenta os pais
    Fernando Moura
    Especial para o UOL
    Em Lisboa
    O Ministério Público (MP) português arquivou, nesta segunda-feira (21) o inquérito relativo ao desaparecimento de menina inglesa Madeleine McCann e conseqüentemente as únicas três pessoas que chegaram a ser denunciadas no caso – os pais da menina Gery e Kate, e o luso-britânico Robert Murat – deixaram de ser acusados. O comunicado emitido pelo MP, no entanto, deixou aberta a hipótese de reabrir o processo caso surjam “novos elementos de prova”.

    O coordenador – agora aposentado – da Polícia Judiciária (PJ) portuguesa, Gonçalo Amaral, que investigou o desaparecimento da menina inglesa, mas foi afastado do caso em 2007, considera, no entanto, que o arquivar o caso não inocenta os pais de Maddie.

    Amaral lançará na próxima quinta-feira um livro que, segundo disse com exclusividade à edição desta terça ao diário português Correio da Manhã, revelará a sua convicção de que Kate e Gerry são culpados por “encobrirem a morte”

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