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Fujam, vem aí a bíblia…

D. Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, considera que a Bíblia deveria ser estudada na escola “não por razões religiosas, mas por motivos culturais”. Reconhecendo que para o homem de hoje a Bíblia tem uma mensagem “distante”, manifesta que os “grandes símbolos do passado não estão ultrapassados culturalmente”.

Comentário: Depois da experiência do Corão, o Vaticano ameaça com a bíblia.

CE

35 thoughts on “Fujam, vem aí a bíblia…”
  • 1atento

    Considerando que em muitas escolas, nos sanitários, há falta de papel higiénico, as bíblias poderiam ser uma substituição de recurso.
    É uma ideia!…

  • 1atento

    Considerando que em muitas escolas, nos sanitários, há falta de papel higiénico, as bíblias poderiam ser uma substituição de recurso.
    É uma ideia!…

  • 1atento
  • 1atento
  • papaclerigos

    As coisas que este Ravasi diz…. cultura de morte medo e ignorância… já temos uma herança poco pesada!!

  • papaclerigos

    As coisas que este Ravasi diz…. cultura de morte medo e ignorância… já temos uma herança poco pesada!!

  • papaclerigos

    Também me parece que esse calhamaço resolveria o problema da falta de papel nas instalações sanitárias hihih

  • papaclerigos

    Também me parece que esse calhamaço resolveria o problema da falta de papel nas instalações sanitárias hihih

  • Ateu comunista bolivariano

    è vero, atento!!! 1 buona idea!!!

  • Ateu comunista bolivariano

    è vero, atento!!! 1 buona idea!!!

  • gt

    Ideia requintada:
    1. A Bíblia é um livro reservado. As suas mensagens têm de ser interpretadas e isso é trabalho de teólogos/exegetas.
    2. Prolixo. Tem de tudo; aquilo que se chama erotismo e/ou pornografia; histórias complicadas de vidas anfractuosas, crimes e guerras (algumas sagradas ou em nome do divino), sacrifícios ou oferendas radicais (de vidas humanas), tudo para satisfação do senhor deus.
    3. Algumas páginas são míticas; Mitos antigos, mitos copiados ou adaptados, concepções raramente “personalizadas”. Falas de videntes e profetas na tradição das religiões. Os evangelhos corrigidos e sucessivamente adaptados estão estilizados. A última emenda que se gerou da polémica dos irmãos de Jesus que passaram a primos nas redacções actuais… Não se prescinde do execrando satã que faz parelha com o deus do amor, do coração, da redenção e doutros parâmetros para consumo do metabolismo insaciável da ignorância (que devora tudo o que são pequenos “faits divers”, histórias de encantar) e encontram eco, sobretudo, nalguma imaginação vicariante do que é concreto e positivo. A guerra do senhor com satã é épica e ganha o que, aqui e acolá, convém às sagas e aos exorcismos…
    4. Tão vasto que certamente muitos seminaristas o não leram todo e, muito menos, as encafuadas em poeira, freiras de carnes flácidas e entregues aos prazeres sáficos ou de masturbações delirantes… em deus! Essa vastidão interdita o seu conhecimento global e daí, como o Lusíadas menos complicado, também era lido por trechos seleccionados… Nunca o canto das sereias e ninfas encantadas para não desencadear conflitos com a melhor moral…
    5. De tudo o que fica escrito sua reverência o que queria era prolongar a catequese impingindo aquilo que agora se quer que se repita na ‘máxima’ de que a repetição gera verdades mesmo que sejam dessa comida gordurosa e indigesta para a ignorância mais atrasada… Essa matreirice não pegará. Aliás o testemunho de Carreira das Neves desmistifica o valor sagrado da Bíblia. Valha-nos alguma honestidade de uns poucos que ainda privilegiam o que há de sagrado na verdade e não na ‘verdade’ do hipotético sagrado.

  • gt

    Ideia requintada:
    1. A Bíblia é um livro reservado. As suas mensagens têm de ser interpretadas e isso é trabalho de teólogos/exegetas.
    2. Prolixo. Tem de tudo; aquilo que se chama erotismo e/ou pornografia; histórias complicadas de vidas anfractuosas, crimes e guerras (algumas sagradas ou em nome do divino), sacrifícios ou oferendas radicais (de vidas humanas), tudo para satisfação do senhor deus.
    3. Algumas páginas são míticas; Mitos antigos, mitos copiados ou adaptados, concepções raramente “personalizadas”. Falas de videntes e profetas na tradição das religiões. Os evangelhos corrigidos e sucessivamente adaptados estão estilizados. A última emenda que se gerou da polémica dos irmãos de Jesus que passaram a primos nas redacções actuais… Não se prescinde do execrando satã que faz parelha com o deus do amor, do coração, da redenção e doutros parâmetros para consumo do metabolismo insaciável da ignorância (que devora tudo o que são pequenos “faits divers”, histórias de encantar) e encontram eco, sobretudo, nalguma imaginação vicariante do que é concreto e positivo. A guerra do senhor com satã é épica e ganha o que, aqui e acolá, convém às sagas e aos exorcismos…
    4. Tão vasto que certamente muitos seminaristas o não leram todo e, muito menos, as encafuadas em poeira, freiras de carnes flácidas e entregues aos prazeres sáficos ou de masturbações delirantes… em deus! Essa vastidão interdita o seu conhecimento global e daí, como o Lusíadas menos complicado, também era lido por trechos seleccionados… Nunca o canto das sereias e ninfas encantadas para não desencadear conflitos com a melhor moral…
    5. De tudo o que fica escrito sua reverência o que queria era prolongar a catequese impingindo aquilo que agora se quer que se repita na ‘máxima’ de que a repetição gera verdades mesmo que sejam dessa comida gordurosa e indigesta para a ignorância mais atrasada… Essa matreirice não pegará. Aliás o testemunho de Carreira das Neves desmistifica o valor sagrado da Bíblia. Valha-nos alguma honestidade de uns poucos que ainda privilegiam o que há de sagrado na verdade e não na ‘verdade’ do hipotético sagrado.

  • 1atento

    Este comentário de gt merece ser um artigo de primeira página, em qualquer blog ateu.
    O blog, “O Calhamaço dos Embustes” teria muita honra em o publicar, mas, sugiro que o seja aqui no D.A., porque foi aqui que o gt o colocou.

    Obrigado gt!

  • 1atento

    Este comentário de gt merece ser um artigo de primeira página, em qualquer blog ateu.
    O blog, “O Calhamaço dos Embustes” teria muita honra em o publicar, mas, sugiro que o seja aqui no D.A., porque foi aqui que o gt o colocou.

    Obrigado gt!

  • gt

    Meu Caro 1atento:
    O “Calhamaço do Embustes” pode corrigir, reeditar e ampliiiiiiificar o que aqui fica escrito por mim.
    O CE sabe que não escondo os alvos para minha glória celestial… e da consideração que tenho pelos ateus em geral e por aqueles que militam em particular…
    Logo que tenha o seu endereço electrónico dou-lhe mais achegas.
    Disponha com ampla fraternidade do,
    gt

  • gt

    Meu Caro 1atento:
    O “Calhamaço do Embustes” pode corrigir, reeditar e ampliiiiiiificar o que aqui fica escrito por mim.
    O CE sabe que não escondo os alvos para minha glória celestial… e da consideração que tenho pelos ateus em geral e por aqueles que militam em particular…
    Logo que tenha o seu endereço electrónico dou-lhe mais achegas.
    Disponha com ampla fraternidade do,
    gt

  • jorgealarcao

    Meus caros:
    Acho que os predadores estão muito calados… Volta e meia saltam com citações e mais comentários, insensatos é certo, mas em questões tão importantes como as da Bíblia encolhem-se.
    O comentário facetado de gt deveria suscitar atropelos e agravos, que uns e outros, crentes, que são gente pacífica e tão atenciosos como 1atento… Que o livro fundamental mais os apêndices contém peças de grande valor cultural, religioso e cívico, nada se prova. Atoardas. Textos de elevada significação para a civilização ocidental e afins? Está na cara (…) que são absolutamente obsoletos destinados a uma cultura arcaica e servindo a coesão dum povo que ainda hoje os reza fervorosamente. São deles.
    Não fora a abordagem dum “salvador” e o aproveitamento genérico de uns quantos mitos “fundadores”, o cristianismo também os teria rejeitado… No fundo os judeus são os grandes malvados que crucificaram ingloriamente esse deus que não deixou na cultura nada, nem uma linha, nem uma palavra, nem um gesto digno de nota. Uma tradição oral atingiu o mediterrâneo e lá germinou até Constantino dar-lhe projecção oportunista.
    Mas isso é lá com eles. Que Gianfranco Ravasi quereria, como gt denuncia, era ter uma porta aberta para repetir as palhinhas e o bebé de deus, nascido na manjedoura, ungido pela sua natureza mas baptizado também pelas águas então fartas do Jordão… Fugas de burricadas para o Egipto e um regresso sem grande mérito de acordo com as crónicas romanas mas que o cristianismo assinala com grandes estandartes e fanfarras. Tudo respigado e seleccionado…
    Mas seria um desordeiro (como outros) fazendo milagres à socapa? Nada consta! Fiquemos como estamos. Nas escolas ensina-se a Constituição, civismo autêntico e nos seminários e catequeses as prelecções adocicadas da mitologia que, ao longo destes dois milénios, semeou desgraças e perseguições, terrorismo e mortes, execuções e torturas.
    Defendemos isso enquanto as reverências vão cortejando um lugar no palco, atirando teias aos ateus e pedindo clemência não vá a ira acumulada se levantar…
    Bem haja quem milita!

  • jorgealarcao

    Meus caros:
    Acho que os predadores estão muito calados… Volta e meia saltam com citações e mais comentários, insensatos é certo, mas em questões tão importantes como as da Bíblia encolhem-se.
    O comentário facetado de gt deveria suscitar atropelos e agravos, que uns e outros, crentes, que são gente pacífica e tão atenciosos como 1atento… Que o livro fundamental mais os apêndices contém peças de grande valor cultural, religioso e cívico, nada se prova. Atoardas. Textos de elevada significação para a civilização ocidental e afins? Está na cara (…) que são absolutamente obsoletos destinados a uma cultura arcaica e servindo a coesão dum povo que ainda hoje os reza fervorosamente. São deles.
    Não fora a abordagem dum “salvador” e o aproveitamento genérico de uns quantos mitos “fundadores”, o cristianismo também os teria rejeitado… No fundo os judeus são os grandes malvados que crucificaram ingloriamente esse deus que não deixou na cultura nada, nem uma linha, nem uma palavra, nem um gesto digno de nota. Uma tradição oral atingiu o mediterrâneo e lá germinou até Constantino dar-lhe projecção oportunista.
    Mas isso é lá com eles. Que Gianfranco Ravasi quereria, como gt denuncia, era ter uma porta aberta para repetir as palhinhas e o bebé de deus, nascido na manjedoura, ungido pela sua natureza mas baptizado também pelas águas então fartas do Jordão… Fugas de burricadas para o Egipto e um regresso sem grande mérito de acordo com as crónicas romanas mas que o cristianismo assinala com grandes estandartes e fanfarras. Tudo respigado e seleccionado…
    Mas seria um desordeiro (como outros) fazendo milagres à socapa? Nada consta! Fiquemos como estamos. Nas escolas ensina-se a Constituição, civismo autêntico e nos seminários e catequeses as prelecções adocicadas da mitologia que, ao longo destes dois milénios, semeou desgraças e perseguições, terrorismo e mortes, execuções e torturas.
    Defendemos isso enquanto as reverências vão cortejando um lugar no palco, atirando teias aos ateus e pedindo clemência não vá a ira acumulada se levantar…
    Bem haja quem milita!

  • Carlos Esperança

    1 atento:

    O comentário de GT merece ser artigo em mais do que um blogue.

    Abraço.

  • Carlos Esperança

    1 atento:

    O comentário de GT merece ser artigo em mais do que um blogue.

    Abraço.

  • Alberto

    “Céus e terras passarão, mas a Minha Palavra não passará.”

  • Alberto

    “Céus e terras passarão, mas a Minha Palavra não passará.”

  • Alberto

    “Seca-se a erva, cai a flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre.”

  • Alberto

    “Seca-se a erva, cai a flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre.”

  • jorgealarcao

    Alberto
    Não gosto de me dirigir a pessoas sem senso (comum e incomum: sem nenhum senso!).
    Deixe-se de estribilhos e citações abstrusas.
    Não percebeu que é inconveniente, desajustado, uma nódoa larval e rastejante, apodrecida não só da corrupção que representa mas pela podridão que exala do tempo que se consumiu na exploração ignóbil de valores que nada são?
    Paste nos globes dos da sua laia! Divirta-se por lá falando do ‘senhor’ mítico e que serve a gregos e troianos, aos vermes e invertebrados, aos crentes e que aspiram quimeras. Deixe-nos de uma vez para sempre!
    E não deixe a erva secar. Coma-a enquanto o seu senhor não o parasita para sempre… Vá!

  • jorgealarcao

    Alberto
    Não gosto de me dirigir a pessoas sem senso (comum e incomum: sem nenhum senso!).
    Deixe-se de estribilhos e citações abstrusas.
    Não percebeu que é inconveniente, desajustado, uma nódoa larval e rastejante, apodrecida não só da corrupção que representa mas pela podridão que exala do tempo que se consumiu na exploração ignóbil de valores que nada são?
    Paste nos globes dos da sua laia! Divirta-se por lá falando do ‘senhor’ mítico e que serve a gregos e troianos, aos vermes e invertebrados, aos crentes e que aspiram quimeras. Deixe-nos de uma vez para sempre!
    E não deixe a erva secar. Coma-a enquanto o seu senhor não o parasita para sempre… Vá!

  • Alberto

    Os que estão sãos não precisam de médico.

  • Alberto

    Os que estão sãos não precisam de médico.

  • gaja

    D. Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, considera que a Bíblia deveria ser estudada na escola “não por razões religiosas, mas por motivos culturais”.

    o presidente do conselho pontifício tem razão no k se refere. a biblia, se fore lida, tem um grande contexto cultural.

    vejamos:

    No antigo-testamento, temos a história das tribos de israel. como eles viviam, cm era a sua cultura e a sua vida.
    mts históriadores k nao são católicos, lêm mt a biblia pelo seguinte facto de conter mt cultura e encinamnetos culturais.
    no novo-testamneto temos a vida de cristo mas tb a vida do seu povo. atravez das leituras, percebe-se cm o seu povo vivía e como funcionáva israel.

    por este motivo, a biblia nao pode ser só visto por contexto religioso, mas tb cultural, pq mt do k sabemos é atravez da biblia.

    abraço,
    olga.

  • gaja

    D. Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, considera que a Bíblia deveria ser estudada na escola “não por razões religiosas, mas por motivos culturais”.

    o presidente do conselho pontifício tem razão no k se refere. a biblia, se fore lida, tem um grande contexto cultural.

    vejamos:

    No antigo-testamento, temos a história das tribos de israel. como eles viviam, cm era a sua cultura e a sua vida.
    mts históriadores k nao são católicos, lêm mt a biblia pelo seguinte facto de conter mt cultura e encinamnetos culturais.
    no novo-testamneto temos a vida de cristo mas tb a vida do seu povo. atravez das leituras, percebe-se cm o seu povo vivía e como funcionáva israel.

    por este motivo, a biblia nao pode ser só visto por contexto religioso, mas tb cultural, pq mt do k sabemos é atravez da biblia.

    abraço,
    olga.

  • Haddammann

    A Espúria Canalhice da Teo-Pulhítica Parasita da Espécie Humana.
    Notem: NOTEM:
    O fantoche-pulha aparece de fininho no caso da menina do aborto e finge contrariar a Aparecida do Brasil Podre; isso dá força de voto para a bandida candidata, que aparecem sugestivamente como “protetores” das mulheres; enquanto isso a baderna depredadora da Democracia é impetrada por estudantes “instruídos” a “gostar” dos “favores” separatistas arremedados como contra o “racismo”. Como uma nação irá ver tão ignominiosa pantomima? Como os que deixaram seus prédios ficarem carcomidos e suas próprias feições serem enfeiadas durante toda a vida, por terem sido enganados pelas confrarias de parasitas da nossa espécie, poderão conseguir ver e aguentar o sofrimento e desilusão que isso provoca?
    Notem: NOTEM:
    Antes do sidious-nazista-”divino” pisar no solo brasileiro há pouco tempo, um terrível episódio abalou completamente a opinião pública; e o arremêdo de chapéuzinho vermelho que veste prada sorvia ávido a euforia do povo iludido com a enganação dos pulhas degeneradores da vida humana.
    Numa desfaçatez sem conta de limites engendram a puxa-saquice de calhordas “formatando” capatazes nas cidades, sitiando os cidadãos que produzem, vigiando suas vidas, negócios, e até intimidades, impondo um cêrco civil para vivermos num molde de senzala mista, usando os mesmos tipos de covardes sem mérito que se vendem para desgraçar a própria nação, e os próprios semelhantes, como os que se amancomunavam para bater e surrar e matar a própria raça a mando de seus esdrúxulos, nocivos, e nojentos, “senhores”.
    Mas a Sentença da Justiça começa a deter o olhar sobre os facínoras para um desenlace fulminante. A espécie humana não será desgraçada e submetida pela continuação de tal esgôto podre e escuridão.
    Ponderação:
    É imprescindível que o homem possa conceber, neste momento, que é a única espécie com potencial para destruir completamente a si mesma; pois tem noção de quase todas as estratégias predadoras e de aniquilamento de outras espécies.
    Há que se saber que podemos estar ou ter estado sob um própria prerrogativa da Natureza em contenção de domínios extravagantes e nocivos em demasia ao Eco-Sistema (pois a Natureza é maravilhosamente estruturada com dispositivos de compensação, chamados Feedbacks). Assim, cabe-nos comportar em nós a educação apurada sobre equilíbrio geo-espacial que nos faça aquiescer à prontidão de ações reparatórias individuais e sociais (como recolocação de conceitos e reestruturamento de instituições), determinando-nos com atitudes altruístas que reponham-nos como dignos da fina textura de solo de que dependemos.
    O fio da Vida é tênue, os cliques de desastres são somados consecutivamente como num desenho de bordadeira; o expert, o sábio, o estudioso, assim que vêem e passam a mão pelo bordado notam pontos, nódulos, que encaminharam o torto, o desarranjo, do bordado. Hoje temos pela Sociologia e demais outras magníficas ciências recursos essenciais para estabelecimento de contextos sociais satisfatórios e promissores. Mesmo que tradições ressequidas e estagnadas arrumem-se para perpetuar seu inevitável declínio, não podem impingir à toda a Humanidade um desastre sociológico na nossa continuação (subvertendo nosso direito e supra-anseio de preservação), por prenderem-se em vaidade, oportunismo, arrogância e preguiça, que defeituosamente vemos em grupos que se amontoam em comodismo parasitador da nossa espécie; levando-nos a pagar um preço impensável por insistirmos em não ver e não agir para conseguirmos ultrapassar desta definitiva vez essa fase crítica de estado de consciência em nossa Civilização.
    Quantos são os que podem, sabem, querem, e procuram ler artigos, livros, informações de blogs, etc? A quantos dessas pessoas temos acesso? E quantos são os restritos e reprimidos que diaria, semanal, e mensalmente, ficam expostos à uma enchurrada de doutrinamento odioso, separatista, falacioso, usurpador, imprimida sistematicamente no psicológico das pessoas. Pra onde se há que ir? Com quem falar? Quem já escapuliu e se reserva? Disso tudo só uma coisa sabemos: São os que refletem os que ainda podem se reavaliar, e são os que podem FAZER ALGUMA COISA.
    Em quem não irá doer ver que muito pouco vemos. Um garoto ou garota passeando com um avô ou avó? Muito pouco vemos namorados passeando livres nas ruas. Mas vemos muita gente à mercê dum estado prejudicado psicológico-físico e emocionalmente, levadas pela vaidade e vício, aprisionadas nos seus cachorrinhos(avós não dão ibope pessoal), que sujam e sujam e sujam. Os gramados das praças têm cerquinhas para as crianças, mas os cachorrinhos-bibelôs que nos incitaram a ter, estes pulam soltos, e sujam o que era pra ser aprazível, para amigos, rolar livre de crianças, namorados, e leitores de livros. Quanto já nos escravizaram de um modo tão bizonho que nem vemos o curto passar da vida em ações tão descabidas? Não nos enfiaram em preguiças? A preguiça não enfiou nossos avós em carteados repetitivos fúteis que os ajudou a consumir a sua saúde? Não os bitolaram com leituras repetitivas de livros esquisitos e enganadores? Não os massacraram com um serviço ingratamente mal remunerado? Não dispensaram suas experiências como dispensam nossa criatividade? Esse regime social que está aí só nos onera em perda de vida, e suas benfazejas reuniões rotineiras não nos enseja à vida. E ainda fitam fixo em nossas famílias, e falam à torto e à direito em famílias, mas o intuito é nos aprisionar (claro que estão rastreando tudo que escrevo e correm para forjar uma farsa que possam usar na mídia e nos conluios dos embustes dos dramáticos espetáculos criminosos aliciadores de gente). Há quanto tempo não vemos e não podemos fazer um pequinique? Há duas décadas vêm massacrando nossa Sociedade com doutrinamento religioso insano, e temos agora o que está aí. Em duas décadas arrebentaram, trucidaram, descacetaram duas preciosas gerações. E nós deixamos, porque não vimos, nos deixamos nos ludibriar. Quem mata garotos e garotas é quem corre e diz: “Vai lotá! Vai lotá!” E nos oferecem velas e cruzes, e cantilenas bizonhas. Depende de nós, não podemos mais esperar. No Desenvolto Transcorrer da Justiça … O Justo Procedimento … A Natureza não propiciou o desenvolvimento do ser humano para que ele viesse sucumbir à pulhas, que nada têm com os parâmetros que ela propõe; nunca a fibra da Natureza no ser humano iria se subjugar a usurpadores de princípios, leis e conceitos.
    O mucêgo-bêbo presídioente tem mídia tão forte e dissimulada que faz ele APARECER com tanto PODRER quanto as hienas-parasitas e sidious 'divinos' vampiradores dos povos …
    Jesus reina no inferno … É o esgôto mexendo vermes: Note-se as notícias sobre o aborto da menininha raquítica de nove anos. A 'santa' teo-pulhítica tão 'tremenda' se atrapalha; O médico do 'castigo' era um major. A 'disciplina santa' que faria encher ainda mais os bairros e os conluios 'abençoados' com capangas-vigias das vidas das pessoas deu de cara com a má sorte de atingir o Exército.
    A mulher sem-rosto e a de olhos vendados ronda o PODRER. Quando falta brio aos homens, o brio da Natureza faz o proceder.
    Os pastores e padres estão no mais alto podrer dos céus, o viciado em roubar e fantoche-rei da máfia secular da mentira é o cumpanhêro disfarçado deles. Lama lá …
    Guardadas as gracinhas que dissimulam a seriedade da questão e do momento aqui estão dois casos que não saberia se não tivessem tentado apagar-me socialmente forçando tudo pra que eu me tornasse mendigo ou louco (e assim plagiassem, manipulassem, todo o meu trabalho e esforços e história, e enriquecessem com fizeram e fazem (às minhas custas e de muitos que produzem de fato o que melhore a Sociedade Humana):
    Garotos de rua em Brasília indicaram uma 'entrada' na catedral onde eram 'escolhidos' como diversão e 'instruídos' a dominarem outras crianças de rua.
    Em Taubaté um menino, de madrugada, com fome, frio, relatou que toda vez que o pastor 'ía visitar' sua mãe pra 'orar', ele ficava de noite na rua enquanto ela era 'abençoada', e isto concidentemente sempre que o pai dele se embebedava e ficava longe de casa. Talvez o elemento 'divino' também fizesse à moda de outros que se ofereciam com 'adoçantes' pra limonada que podia ser feita com uma separação. Coisas do tipo 'boa salada' estragada, pra famintos, idiotas, e descabeçados comerem.
    E ainda tem episódios mais fortes do que esses … mas vão pagar.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss

  • Haddammann

    A Espúria Canalhice da Teo-Pulhítica Parasita da Espécie Humana.
    Notem: NOTEM:
    O fantoche-pulha aparece de fininho no caso da menina do aborto e finge contrariar a Aparecida do Brasil Podre; isso dá força de voto para a bandida candidata, que aparecem sugestivamente como “protetores” das mulheres; enquanto isso a baderna depredadora da Democracia é impetrada por estudantes “instruídos” a “gostar” dos “favores” separatistas arremedados como contra o “racismo”. Como uma nação irá ver tão ignominiosa pantomima? Como os que deixaram seus prédios ficarem carcomidos e suas próprias feições serem enfeiadas durante toda a vida, por terem sido enganados pelas confrarias de parasitas da nossa espécie, poderão conseguir ver e aguentar o sofrimento e desilusão que isso provoca?
    Notem: NOTEM:
    Antes do sidious-nazista-”divino” pisar no solo brasileiro há pouco tempo, um terrível episódio abalou completamente a opinião pública; e o arremêdo de chapéuzinho vermelho que veste prada sorvia ávido a euforia do povo iludido com a enganação dos pulhas degeneradores da vida humana.
    Numa desfaçatez sem conta de limites engendram a puxa-saquice de calhordas “formatando” capatazes nas cidades, sitiando os cidadãos que produzem, vigiando suas vidas, negócios, e até intimidades, impondo um cêrco civil para vivermos num molde de senzala mista, usando os mesmos tipos de covardes sem mérito que se vendem para desgraçar a própria nação, e os próprios semelhantes, como os que se amancomunavam para bater e surrar e matar a própria raça a mando de seus esdrúxulos, nocivos, e nojentos, “senhores”.
    Mas a Sentença da Justiça começa a deter o olhar sobre os facínoras para um desenlace fulminante. A espécie humana não será desgraçada e submetida pela continuação de tal esgôto podre e escuridão.
    Ponderação:
    É imprescindível que o homem possa conceber, neste momento, que é a única espécie com potencial para destruir completamente a si mesma; pois tem noção de quase todas as estratégias predadoras e de aniquilamento de outras espécies.
    Há que se saber que podemos estar ou ter estado sob um própria prerrogativa da Natureza em contenção de domínios extravagantes e nocivos em demasia ao Eco-Sistema (pois a Natureza é maravilhosamente estruturada com dispositivos de compensação, chamados Feedbacks). Assim, cabe-nos comportar em nós a educação apurada sobre equilíbrio geo-espacial que nos faça aquiescer à prontidão de ações reparatórias individuais e sociais (como recolocação de conceitos e reestruturamento de instituições), determinando-nos com atitudes altruístas que reponham-nos como dignos da fina textura de solo de que dependemos.
    O fio da Vida é tênue, os cliques de desastres são somados consecutivamente como num desenho de bordadeira; o expert, o sábio, o estudioso, assim que vêem e passam a mão pelo bordado notam pontos, nódulos, que encaminharam o torto, o desarranjo, do bordado. Hoje temos pela Sociologia e demais outras magníficas ciências recursos essenciais para estabelecimento de contextos sociais satisfatórios e promissores. Mesmo que tradições ressequidas e estagnadas arrumem-se para perpetuar seu inevitável declínio, não podem impingir à toda a Humanidade um desastre sociológico na nossa continuação (subvertendo nosso direito e supra-anseio de preservação), por prenderem-se em vaidade, oportunismo, arrogância e preguiça, que defeituosamente vemos em grupos que se amontoam em comodismo parasitador da nossa espécie; levando-nos a pagar um preço impensável por insistirmos em não ver e não agir para conseguirmos ultrapassar desta definitiva vez essa fase crítica de estado de consciência em nossa Civilização.
    Quantos são os que podem, sabem, querem, e procuram ler artigos, livros, informações de blogs, etc? A quantos dessas pessoas temos acesso? E quantos são os restritos e reprimidos que diaria, semanal, e mensalmente, ficam expostos à uma enchurrada de doutrinamento odioso, separatista, falacioso, usurpador, imprimida sistematicamente no psicológico das pessoas. Pra onde se há que ir? Com quem falar? Quem já escapuliu e se reserva? Disso tudo só uma coisa sabemos: São os que refletem os que ainda podem se reavaliar, e são os que podem FAZER ALGUMA COISA.
    Em quem não irá doer ver que muito pouco vemos. Um garoto ou garota passeando com um avô ou avó? Muito pouco vemos namorados passeando livres nas ruas. Mas vemos muita gente à mercê dum estado prejudicado psicológico-físico e emocionalmente, levadas pela vaidade e vício, aprisionadas nos seus cachorrinhos(avós não dão ibope pessoal), que sujam e sujam e sujam. Os gramados das praças têm cerquinhas para as crianças, mas os cachorrinhos-bibelôs que nos incitaram a ter, estes pulam soltos, e sujam o que era pra ser aprazível, para amigos, rolar livre de crianças, namorados, e leitores de livros. Quanto já nos escravizaram de um modo tão bizonho que nem vemos o curto passar da vida em ações tão descabidas? Não nos enfiaram em preguiças? A preguiça não enfiou nossos avós em carteados repetitivos fúteis que os ajudou a consumir a sua saúde? Não os bitolaram com leituras repetitivas de livros esquisitos e enganadores? Não os massacraram com um serviço ingratamente mal remunerado? Não dispensaram suas experiências como dispensam nossa criatividade? Esse regime social que está aí só nos onera em perda de vida, e suas benfazejas reuniões rotineiras não nos enseja à vida. E ainda fitam fixo em nossas famílias, e falam à torto e à direito em famílias, mas o intuito é nos aprisionar (claro que estão rastreando tudo que escrevo e correm para forjar uma farsa que possam usar na mídia e nos conluios dos embustes dos dramáticos espetáculos criminosos aliciadores de gente). Há quanto tempo não vemos e não podemos fazer um pequinique? Há duas décadas vêm massacrando nossa Sociedade com doutrinamento religioso insano, e temos agora o que está aí. Em duas décadas arrebentaram, trucidaram, descacetaram duas preciosas gerações. E nós deixamos, porque não vimos, nos deixamos nos ludibriar. Quem mata garotos e garotas é quem corre e diz: “Vai lotá! Vai lotá!” E nos oferecem velas e cruzes, e cantilenas bizonhas. Depende de nós, não podemos mais esperar. No Desenvolto Transcorrer da Justiça … O Justo Procedimento … A Natureza não propiciou o desenvolvimento do ser humano para que ele viesse sucumbir à pulhas, que nada têm com os parâmetros que ela propõe; nunca a fibra da Natureza no ser humano iria se subjugar a usurpadores de princípios, leis e conceitos.
    O mucêgo-bêbo presídioente tem mídia tão forte e dissimulada que faz ele APARECER com tanto PODRER quanto as hienas-parasitas e sidious 'divinos' vampiradores dos povos …
    Jesus reina no inferno … É o esgôto mexendo vermes: Note-se as notícias sobre o aborto da menininha raquítica de nove anos. A 'santa' teo-pulhítica tão 'tremenda' se atrapalha; O médico do 'castigo' era um major. A 'disciplina santa' que faria encher ainda mais os bairros e os conluios 'abençoados' com capangas-vigias das vidas das pessoas deu de cara com a má sorte de atingir o Exército.
    A mulher sem-rosto e a de olhos vendados ronda o PODRER. Quando falta brio aos homens, o brio da Natureza faz o proceder.
    Os pastores e padres estão no mais alto podrer dos céus, o viciado em roubar e fantoche-rei da máfia secular da mentira é o cumpanhêro disfarçado deles. Lama lá …
    Guardadas as gracinhas que dissimulam a seriedade da questão e do momento aqui estão dois casos que não saberia se não tivessem tentado apagar-me socialmente forçando tudo pra que eu me tornasse mendigo ou louco (e assim plagiassem, manipulassem, todo o meu trabalho e esforços e história, e enriquecessem com fizeram e fazem (às minhas custas e de muitos que produzem de fato o que melhore a Sociedade Humana):
    Garotos de rua em Brasília indicaram uma 'entrada' na catedral onde eram 'escolhidos' como diversão e 'instruídos' a dominarem outras crianças de rua.
    Em Taubaté um menino, de madrugada, com fome, frio, relatou que toda vez que o pastor 'ía visitar' sua mãe pra 'orar', ele ficava de noite na rua enquanto ela era 'abençoada', e isto concidentemente sempre que o pai dele se embebedava e ficava longe de casa. Talvez o elemento 'divino' também fizesse à moda de outros que se ofereciam com 'adoçantes' pra limonada que podia ser feita com uma separação. Coisas do tipo 'boa salada' estragada, pra famintos, idiotas, e descabeçados comerem.
    E ainda tem episódios mais fortes do que esses … mas vão pagar.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss

  • Haddammann

    Toque de Recolher. A Prisão Civil de Adolescentes. O “Reino” do “Socialismo do Céu”. O Último Estrago de Submissão do Embuste Teo-Pulhítico. O Mundo nas Mãos Divinas de Uma Máfia de Canalhas.

    “E eu que tinha apenas 17 anos baixava minha cabeça pra tudo, … , era assim que eu via as coisas acontecer” (Nenhum de Nós) … Anos 80 … dias pré-Democracia.

    1958 … Com um barulho intenso de uma tempestade, um infante nasce sentindo o frêmito de um momento gigantesco de uma Nação.
    Alguém dissera uma vez acerca do ser humano: “Note o homem, ele é uma ‘antena’ sensibilíssima”.

    Um gurizin não tem nem oito anos de idade e aguça atenção sobre notícias de jornais; ele sente as freqüências confusas, e uma penumbra esquisita tomar o fulgor das cores de sua Pátria.
    De pé, na chuva, um homem observava um portento erigido com orgulho, esforço, e um peito destemido, mas amargava um misto de pavor e desgosto indescritível; ao invés de estar contente com seus feitos em prol da nação, sentia o gosto da infâmia, da ingratidão, da perseguição, por melhorar a sociedade civil em que prestava serviço; o maior estadista brasileiro de todos os tempos: Juscelino Kubistchek; chorava ao ver Brasília. O coração estraçalhado do gosto do exílio (porque serviu bem ao seu País) notou o tentáculo do terror pederasta que destruiu Roma, Grécia,…, e viu-o ali fincado com as garras enterradas na Cidade que orgulhara o Brasil entre as capitais do mundo.

    O Brasil não podia erguer-se daquela maneira, desafiando a submissão dos aterrorizadores das nações, sem o tutelamento dos manipuladores de cabeças, dos usurpadores de riquezas, sem o crachá e as marcas dos parasitas em cada tantinho da vida do brasileiro. O Exército tomou a frente antes que o Brasil virasse cópia da Índia e esterco ressequido na mão de cercadores divinos de gente.

    Levanta-se Sarney com o fardo de uma tarefa imensa. Pego de surpresa, mas com tutano e escrúpulo civil, abre a Lei Rouanet, livra o País de censura, equipara o dinheiro nacional ao dólar; fala sem sofismas, sem mentira, o que era “rentabilidade”, instrui o povo, prepara o País para um futuro promissor.
    Mas de novo a penumbra espreita a vivacidade dos Anos 80.

    No afã de criatividade e ousadia e vigor democrático do mundo, parando tanques, quebrando muralhas, espocando luzes e músicas, os cidadãos sentem o brilho da sapiência humana e vislumbram o despontar de uma civilidade inebriante. Mas o espesso e negro resto dos tuteladores da liberdade civil se amancomuna em um conluio medonho, nocivo, temulento, e dissemina o vírus da discórdia, disfarçado de “paz”, “caridade”, “segurança”, e, “família”.
    O esgôto da dissimulação infiltra-se na Política, e paulatinamente transforma a autonomia representativa da Nação em dependurados cargos de capachos sacralizados, e prepara fantoches depredadores, forjados como plágios dos autênticos construtores da soberania civil do povo brasileiro. A violência irrompe desenfreada. Homens de valor caem, um por um, outros contêm suas vozes, ante à manipulação insana da turba de anencéfalos armados de divinos e encarnados intuitos. Uma gente “do bem” com cacoetes e torcimentos de bocas encosta na Educação, contaminando aceleradamente os Conceitos, cerceando os frutos dos Sociólogos, usurpando a Psicologia, comendo a Economia; cresce como um tumor encostando no lóbulo réptil das cabeças das pessoas, deformando a sonância e o esmêro da identidade da expressão brasileira num esquisito formato dependurador de vantagens com o endosso nojento de uma língua peguenta e o esgoto do curral divino.

    Superior Tribunal Federal: passado à prova por incessante processo de injuriação e descrédito público dá a todos os brasileiros a oportunidade de ver o espúrio modo dos “cotistas” da teo-pulhítica manchar o trabalho da Justiça no País. O lado negro da covardia, no molde repetido de como se cercava os escravos com a própria raça, provoca o achincalhe estapafúrdio da alta magistratura do País ante a face lívida da Nação. A Justiça tem seu dia de repúdio próprio por ter sido condescendente com o símbolo do Terror postado atrás das cadeiras dos Tribunais; e não ter ajudado as Forças Armadas a não se adularem com os astutos e “capacitados” mercadores e seguidores da astúcia divina.

    A Sociedade pena sob imensa e covarde submissão. A mentira deslavada tornou-se praxe, tornou-se “regulamento” do “se dar bem”. Quer andar na rua sem ser molestado? Pague. Quer telefonar pra alguém em confidente declaração? Esqueça. Quer correr livre nos gramados? Ele foi remanejado pros saltitos “bonitinhos” dos cachorros (Temos que estar distraídos a todo custo). A corrupção teocrática enriquece soberbamente os canalhas mais “capacitados” pela falta de qualquer escrúpulo. De esmolas obrigatórias à roubo descarado de propriedades, e dinheiro civil dado à força pra insufladores de guerras e terrorismos, os nababos drenam sem pena a riqueza dos que produzem; é o parasitismo teo-pulhítico que dizimou sem dó até a última umidez do osso os povos antes de nós.

    Somos jovens, somos adultos, somos seres humanos para ver. Temos, por Natureza, a História para ver, e a consciência para refletir, e o brio civil para resistir.

    “Pra quê estudar? Não é isso que me faz prosperar”. É isso que se ensina como lição nacional. “Pra quê crasear a forma léxica? Isso não faz bem à minha preguiça psicológica; não tô nem aí pra performance inigualável de nossa Língua!”. Aquela marca usurpadora da bandeira e dos símbolos da pátria brasileira borrada nos documentos da União Federativa do Brasil e no casco daquele navio dará tudo que a desonestidade conseguir vender à quem for “esperto”.

    “Eu tô bem; ‘na paz’; meu filho tem a polícia, o (de)governo, e as igrejas, pra educá-lo; às 10:30h ele estará aqui bonitinho na barra de minha paternidade tutelada. Ora bolas! Desde Ur, na Antiguidade, já devíamos ter metido uma corda no pescoço dessa garotada rebelde; com tanto clube divino por aí, o que eles mais querem? As músicas já decoramos com a ‘essência celestial’; já redublamos as séries de TV; já montamos a ‘vitrine da fofoca’; já açulamos o interesse vulgar com nossa mídia obsessiva”; o que mais esses desalmados querem? Que liberdade que nada, isso é coisa que dá e passa”.

    1ª. Declaração do Desenlace.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    segunda-feira, 27 de abril de 2009

  • Haddammann

    Toque de Recolher. A Prisão Civil de Adolescentes. O “Reino” do “Socialismo do Céu”. O Último Estrago de Submissão do Embuste Teo-Pulhítico. O Mundo nas Mãos Divinas de Uma Máfia de Canalhas.

    “E eu que tinha apenas 17 anos baixava minha cabeça pra tudo, … , era assim que eu via as coisas acontecer” (Nenhum de Nós) … Anos 80 … dias pré-Democracia.

    1958 … Com um barulho intenso de uma tempestade, um infante nasce sentindo o frêmito de um momento gigantesco de uma Nação.
    Alguém dissera uma vez acerca do ser humano: “Note o homem, ele é uma ‘antena’ sensibilíssima”.

    Um gurizin não tem nem oito anos de idade e aguça atenção sobre notícias de jornais; ele sente as freqüências confusas, e uma penumbra esquisita tomar o fulgor das cores de sua Pátria.
    De pé, na chuva, um homem observava um portento erigido com orgulho, esforço, e um peito destemido, mas amargava um misto de pavor e desgosto indescritível; ao invés de estar contente com seus feitos em prol da nação, sentia o gosto da infâmia, da ingratidão, da perseguição, por melhorar a sociedade civil em que prestava serviço; o maior estadista brasileiro de todos os tempos: Juscelino Kubistchek; chorava ao ver Brasília. O coração estraçalhado do gosto do exílio (porque serviu bem ao seu País) notou o tentáculo do terror pederasta que destruiu Roma, Grécia,…, e viu-o ali fincado com as garras enterradas na Cidade que orgulhara o Brasil entre as capitais do mundo.

    O Brasil não podia erguer-se daquela maneira, desafiando a submissão dos aterrorizadores das nações, sem o tutelamento dos manipuladores de cabeças, dos usurpadores de riquezas, sem o crachá e as marcas dos parasitas em cada tantinho da vida do brasileiro. O Exército tomou a frente antes que o Brasil virasse cópia da Índia e esterco ressequido na mão de cercadores divinos de gente.

    Levanta-se Sarney com o fardo de uma tarefa imensa. Pego de surpresa, mas com tutano e escrúpulo civil, abre a Lei Rouanet, livra o País de censura, equipara o dinheiro nacional ao dólar; fala sem sofismas, sem mentira, o que era “rentabilidade”, instrui o povo, prepara o País para um futuro promissor.
    Mas de novo a penumbra espreita a vivacidade dos Anos 80.

    No afã de criatividade e ousadia e vigor democrático do mundo, parando tanques, quebrando muralhas, espocando luzes e músicas, os cidadãos sentem o brilho da sapiência humana e vislumbram o despontar de uma civilidade inebriante. Mas o espesso e negro resto dos tuteladores da liberdade civil se amancomuna em um conluio medonho, nocivo, temulento, e dissemina o vírus da discórdia, disfarçado de “paz”, “caridade”, “segurança”, e, “família”.
    O esgôto da dissimulação infiltra-se na Política, e paulatinamente transforma a autonomia representativa da Nação em dependurados cargos de capachos sacralizados, e prepara fantoches depredadores, forjados como plágios dos autênticos construtores da soberania civil do povo brasileiro. A violência irrompe desenfreada. Homens de valor caem, um por um, outros contêm suas vozes, ante à manipulação insana da turba de anencéfalos armados de divinos e encarnados intuitos. Uma gente “do bem” com cacoetes e torcimentos de bocas encosta na Educação, contaminando aceleradamente os Conceitos, cerceando os frutos dos Sociólogos, usurpando a Psicologia, comendo a Economia; cresce como um tumor encostando no lóbulo réptil das cabeças das pessoas, deformando a sonância e o esmêro da identidade da expressão brasileira num esquisito formato dependurador de vantagens com o endosso nojento de uma língua peguenta e o esgoto do curral divino.

    Superior Tribunal Federal: passado à prova por incessante processo de injuriação e descrédito público dá a todos os brasileiros a oportunidade de ver o espúrio modo dos “cotistas” da teo-pulhítica manchar o trabalho da Justiça no País. O lado negro da covardia, no molde repetido de como se cercava os escravos com a própria raça, provoca o achincalhe estapafúrdio da alta magistratura do País ante a face lívida da Nação. A Justiça tem seu dia de repúdio próprio por ter sido condescendente com o símbolo do Terror postado atrás das cadeiras dos Tribunais; e não ter ajudado as Forças Armadas a não se adularem com os astutos e “capacitados” mercadores e seguidores da astúcia divina.

    A Sociedade pena sob imensa e covarde submissão. A mentira deslavada tornou-se praxe, tornou-se “regulamento” do “se dar bem”. Quer andar na rua sem ser molestado? Pague. Quer telefonar pra alguém em confidente declaração? Esqueça. Quer correr livre nos gramados? Ele foi remanejado pros saltitos “bonitinhos” dos cachorros (Temos que estar distraídos a todo custo). A corrupção teocrática enriquece soberbamente os canalhas mais “capacitados” pela falta de qualquer escrúpulo. De esmolas obrigatórias à roubo descarado de propriedades, e dinheiro civil dado à força pra insufladores de guerras e terrorismos, os nababos drenam sem pena a riqueza dos que produzem; é o parasitismo teo-pulhítico que dizimou sem dó até a última umidez do osso os povos antes de nós.

    Somos jovens, somos adultos, somos seres humanos para ver. Temos, por Natureza, a História para ver, e a consciência para refletir, e o brio civil para resistir.

    “Pra quê estudar? Não é isso que me faz prosperar”. É isso que se ensina como lição nacional. “Pra quê crasear a forma léxica? Isso não faz bem à minha preguiça psicológica; não tô nem aí pra performance inigualável de nossa Língua!”. Aquela marca usurpadora da bandeira e dos símbolos da pátria brasileira borrada nos documentos da União Federativa do Brasil e no casco daquele navio dará tudo que a desonestidade conseguir vender à quem for “esperto”.

    “Eu tô bem; ‘na paz’; meu filho tem a polícia, o (de)governo, e as igrejas, pra educá-lo; às 10:30h ele estará aqui bonitinho na barra de minha paternidade tutelada. Ora bolas! Desde Ur, na Antiguidade, já devíamos ter metido uma corda no pescoço dessa garotada rebelde; com tanto clube divino por aí, o que eles mais querem? As músicas já decoramos com a ‘essência celestial’; já redublamos as séries de TV; já montamos a ‘vitrine da fofoca’; já açulamos o interesse vulgar com nossa mídia obsessiva”; o que mais esses desalmados querem? Que liberdade que nada, isso é coisa que dá e passa”.

    1ª. Declaração do Desenlace.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    segunda-feira, 27 de abril de 2009

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