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O catolicismo sempre foi tolerante

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, inaugura terça-feira o «memorial às vítimas da intolerância» evocativo do massacre que vitimou entre 2 a 4 mil lisboetas em 1506, suspeitos de professarem o judaísmo.
(…)
O início da cerimónia está marcado para as 11h00 de terça-feira, contando com a presença do presidente da autarquia lisboeta, do cardeal-patriarca de Lisboa D. José Policarpo e do rabino de Lisboa, Eliezer Sahi Di Martino.  (SOL)

4 thoughts on “O catolicismo sempre foi tolerante”
  • Ricardo Alves

    Pela apresentação, parece uma cerimónia para «limpar a folha» à ICAR.

  • Ricardo Alves

    Pela apresentação, parece uma cerimónia para «limpar a folha» à ICAR.

  • gt

    Será necessário prestar atenção ao monumento, à placa evocativa e ao local onde tudo se enquadra.
    O “pogrom”, “Matança de judeus em Lisboa, 1506) é uma página tétrica. Por ilusão óptica um católico percebeu que um brilho numa imagem de Cristo na capela “de Jesus” no mosteiro de São Domingos daquela época. Um cristão-novo que esta ao lado alertou que nada mais era do que o, digo eu, lampejo duma candeia.
    Disto resultou que arrastarem o cristão-novo, mataram-no e despedaçaram-no queimando-lhe os restos mortais.
    Um frade (jejuita?) veio arengar contra os cristãos-novos e depois gerou-se um tumulto com frades a incentivar a turba com gritos de heresia. Morreram nesse dia, Domindo de Pascoela, +- 500 judeus, depois 2ª feira mais mil e tal. Terça-Feira acabou-se a histeria predatória por terem desaparecido os judeus fugidos a essa saga estúpida de malquerem a Jesus etc. Os frades envolvidos, julgados, mereceram a morte como pena. As únicas mortes salutares!
    Estes eventos não devem ser esquecidos pelo seu significado terrível e a influência que a ICAR tinha (e detém algures) nas populações.
    Hitler também!

  • gt

    Será necessário prestar atenção ao monumento, à placa evocativa e ao local onde tudo se enquadra.
    O “pogrom”, “Matança de judeus em Lisboa, 1506) é uma página tétrica. Por ilusão óptica um católico percebeu que um brilho numa imagem de Cristo na capela “de Jesus” no mosteiro de São Domingos daquela época. Um cristão-novo que esta ao lado alertou que nada mais era do que o, digo eu, lampejo duma candeia.
    Disto resultou que arrastarem o cristão-novo, mataram-no e despedaçaram-no queimando-lhe os restos mortais.
    Um frade (jejuita?) veio arengar contra os cristãos-novos e depois gerou-se um tumulto com frades a incentivar a turba com gritos de heresia. Morreram nesse dia, Domindo de Pascoela, +- 500 judeus, depois 2ª feira mais mil e tal. Terça-Feira acabou-se a histeria predatória por terem desaparecido os judeus fugidos a essa saga estúpida de malquerem a Jesus etc. Os frades envolvidos, julgados, mereceram a morte como pena. As únicas mortes salutares!
    Estes eventos não devem ser esquecidos pelo seu significado terrível e a influência que a ICAR tinha (e detém algures) nas populações.
    Hitler também!

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