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Liberdade religiosa

Acho a analogia da religião com um partido político deliciosa! Especialmente porque considero que a religião, tal como a política, é um jogo de poder. Liberdade religiosa significa que cada um é livre de escolher a respectiva religião. Ninguém pode ser de facto livre se as escolhas dos pais lhe são impostas desde o berço.

15 thoughts on “Liberdade religiosa”
  • peter.k.smith

    A analogia política e religião é bem sensata e só surpreende uma alma fraca de espírito como a da Palmira.
    Os partidos políticos tem por função contribuir (ou impor) certas opiniões sobre a organização das nossas sociedades. As igrejas tem por função contribuir com as suas opiniões sobre a orientação moral das nossas sociedades. Uma diferença é que os partidos políticos são entidades de impacte fundamentalmente social . As igrejas, para lá do impacte social que têm, querem e devem ter, também têm uma acção no formatar das nossas consciências em assuntos que são fundamentalmente individuais sem (ou com poucas) consequências sobre os outros.
    Liberade religiosa e liberdade política não são incompatíveis com as escolhas que nos são incutidas pelos nossos pais. Se as minhas opiniões políticas me parecem correctas, é claro que as tento passar aos meus filhos; com as escolhas religiosas idem. Dar-lhes liberdade de escolha política e religiosa não impede que lhes tente mostrar o que me parece bem.

    Contigo, Palmirinha, é certamente o mesmo. O teu complexo de superioridade ateia é que não to deixa ver. Eu digo aos meus filhos desde o berço que Cristo é o caminho, a verdade e vida. Tu não o dizes, o que num certo sentido é dizer o contrário do que eu digo.

  • peter.k.smith

    A analogia política e religião é bem sensata e só surpreende uma alma fraca de espírito como a da Palmira.Os partidos políticos tem por função contribuir (ou impor) certas opiniões sobre a organização das nossas sociedades. As igrejas tem por função contribuir com as suas opiniões sobre a orientação moral das nossas sociedades. Uma diferença é que os partidos políticos são entidades de impacte fundamentalmente social . As igrejas, para lá do impacte social que têm, querem e devem ter, também têm uma acção no formatar das nossas consciências em assuntos que são fundamentalmente individuais sem (ou com poucas) consequências sobre os outros.Liberade religiosa e liberdade política não são incompatíveis com as escolhas que nos são incutidas pelos nossos pais. Se as minhas opiniões políticas me parecem correctas, é claro que as tento passar aos meus filhos; com as escolhas religiosas idem. Dar-lhes liberdade de escolha política e religiosa não impede que lhes tente mostrar o que me parece bem.Contigo, Palmirinha, é certamente o mesmo. O teu complexo de superioridade ateia é que não to deixa ver. Eu digo aos meus filhos desde o berço que Cristo é o caminho, a verdade e vida. Tu não o dizes, o que num certo sentido é dizer o contrário do que eu digo.

  • peter.k.smith

    A analogia política e religião é bem sensata e só surpreende uma alma fraca de espírito como a da Palmira.Os partidos políticos tem por função contribuir (ou impor) certas opiniões sobre a organização das nossas sociedades. As igrejas tem por função contribuir com as suas opiniões sobre a orientação moral das nossas sociedades. Uma diferença é que os partidos políticos são entidades de impacte fundamentalmente social . As igrejas, para lá do impacte social que têm, querem e devem ter, também têm uma acção no formatar das nossas consciências em assuntos que são fundamentalmente individuais sem (ou com poucas) consequências sobre os outros.Liberade religiosa e liberdade política não são incompatíveis com as escolhas que nos são incutidas pelos nossos pais. Se as minhas opiniões políticas me parecem correctas, é claro que as tento passar aos meus filhos; com as escolhas religiosas idem. Dar-lhes liberdade de escolha política e religiosa não impede que lhes tente mostrar o que me parece bem.Contigo, Palmirinha, é certamente o mesmo. O teu complexo de superioridade ateia é que não to deixa ver. Eu digo aos meus filhos desde o berço que Cristo é o caminho, a verdade e vida. Tu não o dizes, o que num certo sentido é dizer o contrário do que eu digo.

  • João Vasco

    “mostrar o que me parece bem” e baptizar não são a mesma coisa.

    Ninguém contestou a bondade dos pais ao “mostrarem o que parece bem aos filhos”. Isso é óptimo, e os pais devem fazê-lo.

    O que se comparou à incrição num partido político para a vida foi o baptismo. E a comparação está muito bem feita.

    É mesmo uma excelente analogia

  • João Vasco

    “mostrar o que me parece bem” e baptizar não são a mesma coisa.Ninguém contestou a bondade dos pais ao “mostrarem o que parece bem aos filhos”. Isso é óptimo, e os pais devem fazê-lo.O que se comparou à incrição num partido político para a vida foi o baptismo. E a comparação está muito bem feita. É mesmo uma excelente analogia

  • João Vasco

    “mostrar o que me parece bem” e baptizar não são a mesma coisa.Ninguém contestou a bondade dos pais ao “mostrarem o que parece bem aos filhos”. Isso é óptimo, e os pais devem fazê-lo.O que se comparou à incrição num partido político para a vida foi o baptismo. E a comparação está muito bem feita. É mesmo uma excelente analogia

  • peter.k.smith

    Eu bem disse que achava a analogia sensata. A Palmirinha é que se mostrou surpresa com a analogia.

    Baptizar não impede que se mude religião em momento algum (pelo menos na ICAR), nem impede que se deixe ter alguma.

  • peter.k.smith

    Eu bem disse que achava a analogia sensata. A Palmirinha é que se mostrou surpresa com a analogia.Baptizar não impede que se mude religião em momento algum (pelo menos na ICAR), nem impede que se deixe ter alguma.

  • peter.k.smith

    Eu bem disse que achava a analogia sensata. A Palmirinha é que se mostrou surpresa com a analogia.Baptizar não impede que se mude religião em momento algum (pelo menos na ICAR), nem impede que se deixe ter alguma.

  • João Vasco

    A pessoa deixa de ter a escolha de não ter sido baptizada.

    Além de que alegadamente passa a ser membro de uma igreja sem o seu consentimento.

    E isso, no mínimo, parece-me errado.

  • João Vasco

    A pessoa deixa de ter a escolha de não ter sido baptizada.Além de que alegadamente passa a ser membro de uma igreja sem o seu consentimento.E isso, no mínimo, parece-me errado.

  • João Vasco

    A pessoa deixa de ter a escolha de não ter sido baptizada.Além de que alegadamente passa a ser membro de uma igreja sem o seu consentimento.E isso, no mínimo, parece-me errado.

  • João Vasco

    Mas isso sou eu, que acho que as pessoas deviam entrar voluntariamente na Igreja, e não obrigadas.

  • João Vasco

    Mas isso sou eu, que acho que as pessoas deviam entrar voluntariamente na Igreja, e não obrigadas.

  • João Vasco

    Mas isso sou eu, que acho que as pessoas deviam entrar voluntariamente na Igreja, e não obrigadas.

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